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terça-feira, 7 de agosto de 2012

DNITduto. Capítulo IX. DEMISSÃO DO MINISTRO DE TRANSPORTES

A história contada aqui é uma ficção.  Os fatos e personagens citados, se guardam alguma semelhança com a realidade são meras coincidências.     

Gabinete da presidência no Palácio em Brasília.

Vilma W: Bom dia, ministro! 

Alfredo N: Bom dia, presidenta!

Vilma W: Infelizmente,, hoje, a conversa não é boa.  Tão pipocando denúncia no DENIT.  Temos que estancar isso, Alfredo... Você sabe isso, no que pode dar, não sabe?  Pois, não tem mais argumentos para segurar o Luiz Antonio... Temos que demitir... 

Alfredo N: Você tem razão.  A casa pode cair.  Vamos demití-lo imediatamente.  Ele aproveitou e fez a sua lambança.  Nós temos motivo suficiente para calar a boca dele.

Vilma W: Faça isto, Alfredo... imediatamente.

Vilma W: Outra, Alfredo... Não tenho como segurar você, também.  Tem coisa do seu filho aparecendo.  É melhor você se afastar e se calar.  Você sabe, muito bem, quanto tenho de gratidão por você.  Graças a vocês, estou aqui.  Mas, alguém tem que ir para o sacrifício... Neste caso, infelizmente, terá que ser você.  Mesmo fora, você sabe que te dou toda cobertura.  Nessas coisas, sou firme!

Alfredo N: Pela própria sobrevivência da Republica, presidenta.  Eu acato sua decisão.  Pode combinar com a Casa Civil.  E último pedido meu, presidenta.  Deixa meu filho quieto.  E nem vamos aprofundar na vida do Luiz Antonio... Ele pode ser usado como instrumento a nosso favor.  Pode denunciar outro lado.

Vilma W: Você tem razão... Vamos preservar ele.  Transmita isso a ele.

Terminada reunião.  Alfredo N, toma elevador que desce à garagem do Palácio, quieto, cabisbaixo, com ar de muita contrariedade.  Atônito.  Não esperava o pedido da presidenta.  Estava preparado para o Luiz Antonio, mas não ele também.  

As eventuais contestações sobre o script acima, e-mail para contato: sakamori10@gmail.com 

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