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domingo, 31 de maio de 2015

Dilma, o povo não te aguenta mais!

Crédito da imagem: Globo News

O povo brasileiro aguarda a notícia do desfecho.

Não há mal que dure para sempre. A história da humanidade nos mostra isto. II Guerra Mundial terminou. Nazismo acabou. Brasil aboliu a escravatura dos negros. Regime militar no Brasil terminou. Plano Cruzado do Sarney acabou. Fernando Collor de Mello foi cassado. Hiperinflação no Brasil terminou com o Plano Real do Itamar Franco. 

Luis Inácio Lula da Silva foi eleito presidente do Brasil combatendo o pensamento "neoliberal" dos tucanos. Não fez auditoria da dívida externa como prometeu enquanto candidato ao cargo de presidente da República. Como primeira medida nomeou o banqueiro Henrique Meirelles para comandar o Banco Central do Brasil, contrariando a lógica do seu discurso. Foi o chefe de fato do episódio de compra de votos denominado "mensalão". Tomou medias "anti-cíclicas" (sic) para enfrentar a crise financeira mundial de 2008. Nomeou a Dilma para sucedê-lo.

Dilma Rousseff foi ministra de Minas e Energia do governo Lula. Foi ministra chefe da Casa Civil do governo Lula. Foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Acobertou a maior ladroagem da história brasileira na Petrobras, contabilizado oficialmente com perda em razão da corrupção em mais de R$ 6 bilhões. Mentiu descaradamente na campanha eleitoral dizendo não promover ajustes na economia. Eleito, promoveu o ajustes na economia para sanar os próprios erros. Cortou os direitos dos trabalhadores contrariando aos ideários do Partido dos Trabalhadores. Está fazendo exatamente contrário do que prometeu na campanha eleitoral.

Dilma Rousseff é arrogante, bipolar, mentirosa, doente mental e egoísta. No primeiro mandato insistiu no maior equívoca da política econômica dos últimos tempos. Como não entende de fundamentos da economia, promove um dos maiores arrochos dos últimos tempos. Dilma propõe medidas econômicas que se anulam. Inflação dispara. O Tesouro paga a maior taxa de juros Selic entre 40 maiores economias do mundo. A economia do País entrou em retração. Os efeitos das medidas são sentidos diretamente pela população.

Dilma é culpada, sim, da ladroagem que ocorreu na Petrobras. A tolerância zero em relação à corrupção proposta por ela é mais uma "blindagem" de si própria, como sempre fazia o seu chefe Lula. Promoveu Copa do Mundo em 2013, padrão FIFA, onde a marca foi a corrupção nas construções de 12 estádios, sob RDC - Regime Diferenciado de Contratações. Dilma é chefe da facção criminosa que tomou conta do Palácio do Planalto. É uma aberração da história brasileira.

Dilma é maior câncer do Brasil. O povo brasileiro não compactua com a ladroagem praticada pela facção criminosa comandada pelo Lula e Dilma. O povo brasileiro é honesto. O povo brasileiro é trabalhador. O povo brasileiro tem boa índole ao contrário da dupla Dilma e Lula. O povo brasileiro convive com as diferenças. O povo brasileiro quer resgatar o País deste bando de ladrões da República.

Como o mal não dura para sempre, com certeza absoluta, o Congresso Nacional poderá votar o impeachment da Dilma. Não ocorrendo, a sua mente doentia não aguentará a pressão do povo brasileiro. Dilma não será bem vindo em nenhum canto do território brasileiro. Haverá demonstração de repúdio onde ela passar. Dilma renunciará ou será impedido democraticamente de continuar no poder.

O povo espera a renúncia ou impeachment da Dilma!

Ossami Sakamori




sábado, 30 de maio de 2015

Economia BR. Dilma é esquizofrênica.


Após a aprovação das medidas de ajustes contra medidas "anti-cíclicas" (sic) pelo Congresso Nacional, praticamente sem grandes alterações, com exceção da mudança no "fator previdenciário" (um "jaboti" colocado pela Câmara dos Deputados e aprovados pelo Senado), não resta decisões importantes que dependa do Congresso Nacional. Agora, depende da capacidade gerencial da equipe econômica do governo Dilma, nas mãos do Nelson Barbosa do Planejamento e Joaquim Levy da Fazenda.

Falta implementar os cortes dos gastos do governo da União, conforme anunciado pelo Nelson Barbosa do Planejamento em R$ 69 bilhões. Os cortes nos gastos do governo federal em cerca de 5,1% do total de arrecadação é um número muito difícil de levar a termo, considerando que as despesas do governo cresce 6% real a cada ano, conforme opinião de analistas econômicos. Isto tem um nome: "arrocho".

Com corte de gastos do governo federal somado ao desinvestimento da Petrobras, em função da Operação Lava Jato, não há como reverter a tendência da retração, pelo menos neste ano. Isto tem um nome: "depressão".

O governo Dilma está com mãos atadas para reverter a tendência da retração da economia. Explico. Por conta dos ajustes de tarifas públicas que estavam represadas por longo período, a inflação disparou. O índice inflacionário oficial está em 8,3%, anualizado. Vamos lembrar que o centro da meta de inflação para este ano é de 4,5% segundo Banco Central. A inflação no próximo semestre, não vai mudar de tendência, até por conta da realimentação da inflação com reajuste de combustíveis previsto para próximo setembro.

A retomada do crescimento poderá ser feita por dois viés. Um destes viés seria depreciar o real para deixar os commodities e produtos industriais competitivo no mercado exterior. Só tem um problema. A depreciação do real de forma repentina não haveria ganho em termo de competitividade porque os compradores vão descontar a apreciação do dólar no preço dos produtos. Além do mais, o setor industrial que representava 26% do PIB no governo FHC, hoje representa cerca de 12% do PIB. 

O segundo viés para o crescimento seria, via mercado interno, como foi feito com medidas "anti-cíclicas" pelo Lula em 2009 e que foi dado continuidade no governo Dilma. Com inflação se aproximando de 2 dígitos, seria temerário e inoportuno estimular o consumo interno sob pena de estimular a volta da "hiper-inflação". Isto seria como medidas equivocadas do Plano Cruzado do governo Sarney, quando o País experimentou inflação de 80% num único mês.

Resumindo. Com inflação de 8,3% ao ano, com base monetária em contínua expansão e taxa de juros básicos Selic próximo de 14%, não é possível, neste momento, propor qualquer medida de estímulo ao consumo para tentar crescimento da economia via mercado interno. Seria como jogar querosene na fogueira. 

No entanto, como a presidente Dilma deve sofrer de grave doença mental, esquizofrênica, arrogante, cheio de arroubos, sendo assim pode Dilma tomar medidas que tornem nulos todo esforço da equipe econômica. Os ajustes aprovados pelo Congresso Nacional, se tornariam ineficazes, sem o alcance que quer se dar, se mudar de rumo à essa altura. Isto é uma possibilidade real de acontecer. E o povo fica a mercê de atitude de uma presidente com precedentes incontestáveis de esquizofrenia, de mentirosa, de inconsequente e irresponsável.

Release distribuído pelo Palácio do Planalto, contrariando o plano de ajustes às medidas "anti-cíclicas" do primeiro mandato, mostra que estaria sendo cogitado as concessões de várias obras de infra-estrutura em regime de PPP, com todo vigor. Com taxa básica de juros próximo de 14% ao ano, as PPP não vingará se não houver financiamento público com juros subsidiados, via BNDES. Empréstimos subsidiados para as concessões de rodovias, ferrovias e portos, pelo governo federal  (leia-se BNDES), neste momento, com inflação a 8,3%, será como jogar querosene na fogueira. 

Entre estas e outras atitudes, Dilma é bipolar, antagônico, uma doente mental, que confirma que ela é no mínimo inconsequente e é irresponsável. Pelo histórico dela, embora nãos sendo psiquiatra, concluo que a presidente Dilma sofre de grave crise de esquizofrenia!

Ossami Sakamori



sexta-feira, 29 de maio de 2015

Uma carta para Dilma. Maio/2015.




Senhora Dilma Vana Rousseff,

Embora eu tenha desprazer de escrever para a Senhora, me leva a estas linhas para transmitir os sentimentos de muitos brasileiros e brasileiras do bem, que não tem oportunidade de manifestarem-se. 

Inicialmente, vou lhe avisando que não utilizarei "Excelentíssima Senhora", termo protocolar que qualquer cidadão de segunda classe, como eu, deveria utilizar. No entanto, estou a lhe dirigir algumas palavras não para presidente da República, mas para cidadã Dilma Vana Rousseff, tão igual quanto este que escreve.

Senhora Dilma, nem me dirigirei à Senhora utilizando o termo "presidenta" porque não encontrei no dicionário de língua portuguesa a palavra com que a Senhora obriga os seus súditos a lhe dirigirem. José Sarney, membro da Academia Brasileira de Letras disse que não há palavra "presidenta". Senhora Dilma, quem sou eu para contestar um membro da Academia Brasileira de Letras.

Dilma, a Senhora é arrogante demais da minha conta. Nunca vi a Senhora conjugar o verbo no plural quando dirige suas palavras à população, compartilhando os feitos com a sua equipe. Com certeza, a Senhora deve estar se "achando" a rainha da "cocada preta". Quero lhe lembrar que o cargo de presidente foi lhe outorgado pelas eleições pelo povo, portanto não é uma honraria permanente, Senhora Dilma. Dilma, a Senhora é apenas presidente da República que está à serviço do povo brasileiro que a elegeu. A Senhora não é como Rainha da Inglaterra.


Mas, vamos aos fatos, Senhora Dilma. Não adianta tentar vender imagem de pessoa pobre, pois a Senhora é filha de um próspero empresário que imigrou da Bulgária para o Brasil em 1930. Contrário, Senhora Dilma, dos meus pais que imigraram da terra do sol nascente para prestar serviço braçal para os barões do café no Brasil. 


Senhora Dilma, enquanto a Senhora brincava de comunista e lutava clandestinamente contra Regime Militar, eu tive que trabalhar para poder pagar os meus estudos na Universidade Federal do Paraná. Senhora Dilma, nem todos tiveram a mesma sorte de ter condições de lutar clandestinamente, porque a maioria dos estudantes da época precisavam trabalhar para custearem os seus próprios estudos. Senhora Dilma, a luta de vocês não eram tão nobres como faz parecer ao povo brasileiro.  Senhora Dilma o regime comunista é tão nefasto quanto o regime militar.

Senhora Dilma, o jornalista Paulo Henrique Amorim da Rede Record gravou um vídeo a defendendo, mas não fez nenhuma referência à tortura que a Senhora teria recebido nos 3 anos de prisão no Regime Militar. A Senhora vive afirmando da tortura que sofreu. À essa altura com tantas mentiras que a Senhora conta para o povo, já nem acredito mais!

Senhora Dilma, o Regime Militar negociou o exílio de vocês guerrilheiros, entre os quais o atual senador José Serra, o atual senador Aloysio Nunes. Senhora Dilma, o presidente FHC ameaçado pelo Regime Militar, também, se auto-exilou no Chile. Dilma, a Senhora fez acordo como Regime Militar aceitando o exílio. Isto é fato. 

Senhora Dilma, eu só queria lembrá-la de que a anistia dos exilados do Regime Militar foram negociados pelas forças políticas, sociedade civil e o Congresso Nacional com o Regime Militar, num acordo costurado pelos que ficaram no Brasil lutando pela redemocratização do País, entre os quais Ulysses Guimarães e Tancredo Neves. 

Dilma, com toda sinceridade, a Senhora mente quando diz que não sabia da ladroagem que ocorria na Petrobras. É humanamente impossível uma pessoa que foi ministra de Minas e Energia cuja Companhia está subordinada não saber da ladroagem R$ bilionária que estava acontecendo.


Dilma, a Senhora foi Chefe da Casa Civil do governo Lula e ocupou o posto de Conselho de Administração da Petrobras. Pelo amor de Deus, Dilma! Em sendo presidente Conselho de Administração da Companhia, alegar que não sabia da ladroagem R$ bilionária é fazer-nos de otários.

Dilma, a Senhora como presidente da República nomeou o Conselho de Administração e a Diretoria Executiva da Petrobras. Senhora Dilma, isto já é demais! A Senhora vem dizer que não sabia de nada da ladroagem R$ bilionária na Petrobras após 12 anos sendo responsável direta ou indiretamente já é considerar o povo brasileiro um verdadeiro asno.


Senhora Dilma, não aguente ver a sua cara na televisão e nem ouvir seu pronunciamento dizendo que vai combater a corrupção na Petrobras e que vai botar na cadeia todos que praticaram a ladroagem, isto já passou dos limites da minha tolerância. Sinceramente, Dilma, a Senhora é que deveria responder junto com o Lula o crime de responsabilidade. Para mim, a página será virada só quando todos os responsáveis estiverem na Papuda. Por que só doleiros e empresários do cartel estão presos, Senhora Dilma?


Dilma, a Senhora não me representa, portanto quando fizer algum pronunciamento, não me inclua, por favor.  A Senhora pode ser presidente de uma facção criminosa, portanto tenho certeza absoluta de que não representa cidadãos brasileiros e brasileiras, ricos ou pobres, negros ou brancos, nordestinos ou sulistas. 

Se no nosso País a justiça fosse tão eficiente como nos EEUU, certamente, os responsáveis pelas ladroagens R$ bilionários não estariam soltos. Sim. Concordo com a Senhora, a administração PT é padrão FIFA.


Senhora Dilma, exijo "tolerância zero" para com a Senhora!

Ossami Sakamori




quinta-feira, 28 de maio de 2015

Economia BR ladeira abaixo!

Crédito da imagem: O Estadão

O Índice de Confiança da Indústria medido pela Fundação Getúlio Vargas, atinge menor nível da série mensal iniciada em outubro de 2005. Em comparação ao maio de 2014, a retração foi de 21,2%. Dito isto, isoladamente, não dá ideia do que está ocorrendo na economia do País. Para melhor análise apresento o gráfico da evolução do índice, logo abaixo e comento na sequência.


O Índice de Confiança da Indústria da FGV, o nível 100 representa normalidade. Acima de 100, representa o otimismo do setor industrial e abaixo de 100 o pessimismo.

No gráfico acima, vocês podem observar que o índice em janeiro de 2009, o Índice de Confiança da Indústria alcançou patamar até então não experimentado, em consequência da crise financeira mundial de 2008. O índice alcançou 74,1. 

No mesmo gráfico, vocês podem observar que já à partir do mês de fevereiro de 2009, já houve acentuada recuperação, atingindo em maio de 2009, índice 86,4. E experimentou a subida do Índice de Confiança da Indústria nos meses subsequentes, mantendo patamar acima de 100 até o final do ano de 2013. 

O Índice de Confiança da Indústria positivo coincide com as medidas "anti-cíclicas' (sic) do final do governo Lula e início do governo Dilma. Para quem não se lembra, houve abaixamento do IPI da linha branca e dos veículos para estimular a economia. Ao mesmo tempo das medidas de desoneração dos impostos e contribuições, houve estímulo do crédito barato com prazos mais longos. Este blog fez duras críticas à continuação das medidas "anti-cíclicas" (sic) no primeiro mandato da Dilma. 

Desde o início do ano de 2014, apesar de gastos desenfreados pelo governo federal, com intuito de ganhar eleições de outubro, a indústria vinha ressentindo a retração de consumo, pela exaustão de oferta de crédito e pelo aumento de número de inadimplentes no comércio, chegando a 53 milhões de pessoas com dívidas vencidas acima de 90 dias. Este fato é demonstrado pela queda vertiginosa do Índice de Confiança da Indústria. 

Desde o início deste ano, o governo Dilma vem implementando as medidas de "ajustes do Levy" contrapondo às medidas "anti-cíclicas" (sic) do próprio governo do PT. As medidas "anti-anti-cíclicas" do Levy, vai na direção contrária ao estímulo ao crescimento. Pelo contrário, as medidas como aumento de impostos e contribuições vão na direção contrária ao do crescimento econômico.

Pelo motivos expostos, ao contrário do que aconteceu em janeiro de 2009, mínimo do índice alcançado, o Índice de Confiança da Indústria deste ano, vai continuar na direção de "desconfiança". Todos segmentos produtivos estimam a retração do PIB do País entre 1,5% a 2,5%. Desta maneira, não há como prever o fundo do poço do Índice. Só sabemos que o fundo está longe de se alcançado até o final do ano, pelo menos. 

Nada como gráfico do Índice de Confiança da Indústria para demonstrar para onde caminha a economia do Brasil.

Ossami Sakamori





terça-feira, 26 de maio de 2015

Economia BR. Recessão será a marca de 2015.


Apresentei projeção da economia no ano de 2015, a primeira no dia 20 de fevereiro, fiz um ajuste na projeção do crescimento/retração do PIB em 20 de abril corrigindo para situação mais desfavorável. Cada dia que passa, os números vão aproximando das minhas previsões. Estou sempre, falando linguagem que a imprensa e articulistas econômicos insistem em não entender. A imprensa divulga, via de regra, release do Palácio do Planalto.

Faço previsão baseados em números. Sou engenheiro civil e tenho habilitação em economia e estatística pela Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná. Apesar de falta de transparência das contas do governo federal, tenho números básicos para fazer projeções do desempenho da economia do País. Fujo dos "achismo" divulgados pelo Boletim Focus do Banco Central do Brasil.

PIB. O crescimento/retração do PIB está sendo estimado pelo governo e pelo mercado em até (-) 1,5% para o ano de 2015. Continuo com projeção de retração de 2,5% no PIB para o ano, contrastando com a projeção do Banco Central.  O número estimado em 20 de fevereiro era (-) 2%, que foi ajustado para (-) 2,5% em 20 de abril último. Nada indica que mude a tendência da economia nos próximos 7 meses.

Dólar. Não há motivo que mude a projeção mantido desde 20 de fevereiro, fechando o ano com cotação entre R$ 3,50 a R$ 3,60. Ontem, 25 de maio, fechou próximo de R$ 3,10. Fatores externos não previstos podem alterar a projeção do dólar a qualquer momento. Não há segurança de que o número se confirme no final do ano, porém é um número factível para qualquer planejamento econômico financeiro.

Selic. Equivocadamente, o Banco Central quer "segurar" a inflação aumentando a taxa básica de juros Selic. É uma fórmula clássica para economia estável como os EEUU, Alemanha, Japão ou Reino Unido, mas está longe de atender a situação econômica como do Brasil. A taxa básica de juros Selic funciona mais como termômetro da situação da economia. Serve no Brasil para atrair capital especulativo com juros reais ao redor de 5% ao ano.  Assim sendo, a projeção inicial de 14% no final do ano, está mantido.

Inflação. A inflação oficial no mês de abril fechou em 8,17%, anualizado. O aumento de tarifas administradas e agora com o aumento de impostos e contribuições faz pressão sobre a inflação. Especula-se o aumento de combustíveis no 1º de setembro entre 6% a 9%. Isto pode causar o repique na inflação, confirmando a minha projeção da inflação aproximando de dois dígitos. Foi o que eu disse em 20 de fevereiro e mantenho a previsão.

Fator Dilma. Uma eventual renúncia ou  impeachment da presidente Dilma, poderá alterar a projeção dos números, isto está mais do que claro.  Os números projetados por este blog, pressupõe a continuidade da gestão da Dilma Rousseff à frente da presidência da República. 

Ossami Sakamori




segunda-feira, 25 de maio de 2015

Opção para Dilma é renúncia ou impeachment !





Eu já estava com 17 anos completos quando Jânio Quadros renunciou ao cargo de presidente da República. Lembro-me que ele foi eleito ao cargo com votação expressiva, que marcou história à época. Jânio renunciou porque não conseguiu maioria no Congresso Nacional. Diziam que ele tentou dar golpe, de permanecer no poder com mais força, com o apoio da população. O gesto da renúncia não deu certo para, eventual, recondução ao cargo através das mãos do povo. Jânio Quadros renunciou no dia 25 de agosto de 1961.


Lembrei-me da história contada do outro presidente, o Getúlio Vargas. Getúlio assumiu o poder em 1930, através do golpe de Estado contra o presidente Washington Luís. Fechou Congresso Nacional em 1937 e governou o Brasil até 1945. Em 1950 voltou ao poder através de eleições democráticas.  O que se sabe que os seus últimos dias do governo foram marcados por forte pressão política por parte da imprensa e dos militares. A situação econômica do País não era positiva o que gerava muito descontamento entre a população. Getúlio Vargas suicidou-se no dia 24 de agosto de 1954.


Outro presidente que guarda semelhança com a presidente Dilma foi o Fernando Collor, eleito pelo voto popular e tomou posse em 15 de março de 1990. Promoveu o confisco da poupança e depósitos à vista. Ele foi arrogante e prepotente. Denunciado pelo irmão Pedro Collor pela corrupção no seu governo, mediante achaque aos empreiteiros de obras públicas e teve seu impeachment aprovado pelo Congresso Nacional e teve seu mandato cassado em 29 de dezembro de 1992. Não houve convocação de novas eleições porque já havia transcorrido havia 2 anos da sua posse. Assumiu o seu vice Itamar Franco.


Dilma Rousseff guarda, de certa forma, semelhança com os três presidentes citados. Os três foram arrogantes, individualistas e com personalidades doentias.  Dilma é arrogante, individualista e tem personalidade doentia, semelhante aos presidentes que não terminaram seus mandatos. O quadro que se apresenta no momento político é muito semelhante às situações vividas pelos presidentes nominados. 

Aos que não acreditam na renúncia ou no impeachment é bom saber que a história brasileira já viveu situações semelhantes.  Não é primeira vez que acontece!

Não há escolha para Dilma: renúncia ou impeachment !

Ossami Sakamori



Dilma entra na zona cinzenta

Crédito de imagem: Exame

A semana começa com o governo Dilma em zona cinzenta. As definições na área econômica com votação das medidas de ajustes fiscais no Senado Federal, está fazendo água. Pior de tudo, os votos contrários às medidas de ajustes estão vindo do próprio partido da Dilma, o PT. Se as medidas aprovadas na Câmara dos Deputados não forem votados como veio, será o início do fim do governo Dilma.

Amanhã, terça-feria, dia 26, reinicia a discussão sobre a primeira medida que veio da Câmara. A votação foi jogada para esta terça porque nas discussões preliminares, os próprios senadores do PT, ensaiaram uma rebelião ao Planalto, em função das medidas que tiram os direitos dos trabalhadores, em especial. Esta situação deve perdurar com fatos novos. 

Michel Temer teve uma semana para costurar o apoio dos senadores do PT, com as armas que tem na mão: nomeações. Deve ter corrido muita "toma-lá, dá-cá". Como o pagamento de propinas está, temporariamente, suspensos em função da Operação Lava Jato, Temer conta apenas com "DAS" como moeda de troca. Isto é muito pouco para os senadores que recebiam polpudos reforços de caixa através de dinheiro dos carteis de empreiteiros da Petrobras. Refiro-me aos senadores da base aliada.

Outro fato importante que está passando ao largo dos comentários da imprensa e dos articulistas políticos é que a Dilma deu o tiro no pé ao colocar nos cortes anunciados de R$ 69 bilhões do orçamento, as verbas das "emendas parlamentares" deste ano. São R$ 24 bilhões de obras de interesse dos parlamentares que foram ceifadas integralmente. As emendas parlamentares são importantes para os próprios se manterem umbilicalmente ligados à base que os sustenta. Isto vai causar estrago maior do que distribuição de cargos "DAS" pelo Temer.

Tem um fato político importante que não pode ser ignorados. Essta semana, há vários congressos de entidades com temas ligados ao ajustes fiscais em discussão no Senado. Um dos fatos importante, também, é o do Movimento Brasil Livre quer #OcupaBrasilia27Maio , e entregar o pedido de #ImpeachmentDilmaJa  ao presidente da Câmara Eduardo Cunha. Embora, gesto mais simbólico do que prático, isto dá visibilidade ao assunto na imprensa, justamente na semana que tem votações importantes no Senado Federal.


O governo Dilma entra na "zona cinzenta". Isto poderá ser o início do fim da era do PT no poder. 

Ossami Sakamori




domingo, 24 de maio de 2015

Pare o Brasil em 27 de Maio !

Colaboração: Professor José Carlos Bortoloti


“Por que PARAR o Brasil?” - Em 27 de Maio –

"...A desobediência civil é um direito intrínseco do cidadão.  Não ouse renunciar, se não quer deixar de ser homem. A desobediência civil nunca é seguida pela anarquia. Só a desobediência criminal com a força. Reprimir a desobediência civil é tentar encarcerar a consciência...!"

             Na Quarta-feira, dia 27, um grupo de patriotas, de brasileses de verdade que estão fazendo a Marcha da Democracia, chega á Capital Federal – Brasília. E precisamos lotar esta capital.

                  As redes sociais estão ouriçadas! Os grupos organizados irados! A sociedade como um todo, em todas as formas de organização e associação está indignada! Todos querem o Brasil. Mas por quê?  Simples: Como foi dita em uma rede social por um integrante: “...Não nos ouviram em junho de 2014, Não nos ouviram em janeiro, fevereiro, março e abril de 2015. O Brasil precisa parar... Greve Geral a partir do Dia 27... 

                 População brasilesa precisa ocupar Brasília...!”   A nossa Capital? Sim. Lá onde está a Câmara dos Deputados que “deveriam” serem nossos representantes, com todos os 513 excelentíssimos “eleitos” para fazerem o quê?

       Nada se viu até o momento nestes últimos 12 anos. Sim. Nada. E a sede da Câmara dos Deputados em forma de concha, tem o simbolismos de que ali entram, caem todas as aspirações, todos os desejos mais singelos de uma população inteira.

        Aconteceu algo neste período todo? Ninguém sabe. Não temos mais imprensa... Não temos mais veículos de informação. PARA NÓS, a população, os brasileses... Os veículos existentes em sua quase maioria são concessões do governo federal, e para se manterem necessitam das “gordas” verbas federais que lhes cai no caixa. Assim falam, mostram e escrevem somente o que interessa a quem lhes paga. Ou seja: Toda nossa imprensa, do Brasil, Tem preço. Logo é vendável... Consequentemente não é isenta... Pende 
somente para o lado pagante. Tem exceções? No plural não. No singular talvez tenha. Mas não temos prova ainda como população, como cidadãos.

        E o que significa PARAR O BRASIL? Significa repensar o que não esta certo, e o ESTADO que somos nós, a população, temos que ser ouvidos em todas as instâncias existentes, como formas de organização do referido estado, este agora físico.

           Uma grande manifestação da população, uma grande greve (aliás, aprendemos esta palavra com a dita “esquerda” que hoje esta no poder). Parar o setor produtivo – salvaguardando sempre e com consciência os serviços de emergência. – Afinal somos um povo consciente e não um bando  de  anarquistas  que  quer  fazer  arruaças.     Como o mundo pode ver, nas manifestações, mesmo que   pequenas, que existiram até hoje, foram todas completamente pacíficas, com famílias inteiras participando. Os raros momentos de vandalismo foram efetuados por membros pagos para que a manifestação não ocorresse. E o mundo todo tem imagens disso

               Mas PARAR O BRASIL significa: Atenção! Ouçam-nos! Eis nosso desejo mais profundo... Eis nossa verdade como povo... Nós existimos e queremos segurança, educação e saúde para nossos filhos... Queremos um país que nossos netos se orgulhem... Queremos um país como exemplo de civilidade. O que não acontece hoje, mediante a corrupção engendrada em todas as esferas e envolvendo empresas públicas e civis. Então somos um país de corruptos e corruptores. Sim. Infelizmente somos.

              Temos 28 agremiações políticas que se denominam “partidos”. Por óbvio estarem dentro da lei. Mas na prática e moralmente são meras agremiações e nenhuma até agora está isenta, salva, inocentada de coisa alguma. E como manda a Senhora Justiça – está ausente em várias instâncias – nesse caso, específico, quem tem que apresentar as provas da inocência é as agremiações. Se você prestar atenção a definição de nossa câmara dos deputados ela é chamada de CÂMARA BAIXA:

              Por que: A Câmara baixa é uma das duas partes de um parlamento bicameral. É também chamada de "câmara da plebe" em contraposição a "câmara dos lordes" (Câmara alta ou senado). No Brasil é conhecida como câmara dos deputados.

              Então o que estamos pedindo é que na quarta-feira, dia 27, Chegada da Caravana da Democracia – heroicos patriotas que saíram de seus estados e foram a pé até a capital. Sim uma caminhada democrática. Se não formos ouvidos assim... O País todo simplesmente PARE – Repito fora os serviços de emergência - mas PARE literalmente. Tenham a certeza, somente assim seremos ouvidos para mudarmos o que esta errado. De certo modo, em termos políticos tudo.

               De outra forma esqueçam... Continuaremos sendo exauridos... Literalmente roubados e nossa moral afetada e todos nossos costumes mais caros simplesmente jogados no lixo A decisão é sua... Pode pensar... Não Dói! 

Das percepções tristes de nosso Brasil. Homenageando os integrantes da Caminhada Democrática.

José Carlos Bortoloti











Com o apoio:

Ossami Sakamori


Cordeiros? Não mais!!! por Raphael Werneck

Por: Raphael Werneck

Segundo os  nossos dicionários, cordeiro é o filhote de ovelha ainda novo e tenro, anho, borrego e, no sentido figurado, homem manso;pessoa dócil e obediente. Como o meu blog trata de direito e política e não de animais estarei abordando nesse texto o sentido figurado da palavra cordeiro. E vocês podem me perguntar: Raphael a quem você quer se referir quando fala de cordeiros?

E eu lhes respondo: Quero me referir ao povo brasileiro que nos últimos 12 anos vem agindo como verdadeiros cordeirinhos que obedecem sem qualquer relutância, se acomodam ou ainda se  omitem em relação àquilo que os lobos que  governam o nosso Brasil prometem em suas campanhas e não cumprem e àquilo que prometem fazer ou não fazer e fazem exatamente o contrário.

Querem exemplos? Como o Governo Lula já acabou faz tempo(Graças a Deus) com a colaboração de material que colhi na internet vou só mostrar as principais promessas feitas na campanha do 1º mandato e não cumprida pela atual Presidente Dilma Rousseff, bem como aquilo que prometeu não fazer e fez ao contrário do prometido na campanha do 2º mandato. 

Aí vão: Promessas feitas na campanha de 2010 e não cumpridas Reprodução na íntegra do artigo postado em http://cleubercarlos.blogspot.com.br/ no dia 25.08.2014 sob o título Promete e Não Cumpre: 13 Promessas Não Cumpridas de Dilma Rousseff

"1.Dilma prometeu investir na formação de agentes de segurança.

O que Dilma fez: Não fez: o número de bolsas de formação e capacitação de agentes de segurança, no âmbito nacional, caiu de 219.055 em 2010, para 15.668 em 2013. 

2. Dilma prometeu ampliar os “Territórios de Paz e as UPPs com a polícia, além de investir em projetos de urbanização de áreas de maior conflito.” 

O que aconteceu: Dilma foi na contramão de sua promessa: em três anos a presidenta investiu um terço do que Lula gastou em 2010 com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci ). 

3. Dilma prometeu 2.883 novos postos de polícia comunitária no país. 

 O que foi feito: Nada. O governo do PT não iniciou e tão menos entregou qualquer posto de polícia comunitária durante a gestão de Dilma Rousseff. 

4. Dilma prometeu fortalecer a “Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública serão fortalecidas para combater o crime organizado, dando especial atenção ao combate à lavagem de dinheiro e à corrupção.” 

O que foi feito: Nunca um governo foi tão conivente com a corrupção. Segundo o relatório oficial da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgado em dezembro, nos últimos anos ocorreu uma redução drástica no número de operações de combate ao crime organizado.

Houve queda nas investigações de crime de peculato, concussão, emprego irregular de verba pública, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O total de indiciamentos nesses crimes caiu de 10.164, em 2007, para 1.472, em 2013- uma queda de 86%.

5. Dilma prometeu dar continuidade ao Programa de Aceleração do Crescimento.

O que foi feito: Com Dilma, o PAC é um fracasso. Dos 206 empreendimentos previstos no PAC para os quatro anos do mandato de Dilma, que envolvem R$ 143 bilhões, apenas R$ 2,6 bilhões saíram do papel, de acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal. De cada dez iniciativas, menos de quatro estão sendo construídas e somente 12% dos projetos estão concluídos.

6. Dilma prometeu criar um programa nacional de defesa urbana com o objetivo de prevenir desastres ambientais.

O que foi entregue: Nos três primeiros anos de seu governo, Dilma investiu menos de 10% dos R$ 2,3 bilhões destinados a contenção de encostas. Além disso, dos R$ 9,9 bilhões de repasses previstos pelo programa de governo para a realização de obras de drenagem e manejo de águas pluviais, somente R$ 1,26 bi foram efetivados.

7. Dilma prometeu garantir a manter e expandir os níveis de crescimento econômico. 

O que foi feito: Dilma não sabe cuidar da nossa economia. Durante todo o seu governo, Dilma não conseguiu manter a inflação no centro da meta. Ao longo de todo o mandato da petista permanecemos com os números da economia abaixo da média da América Latina. Com Dilma, crescemos a uma taxa de 2% ao ano. O menor progresso desde 1992. 

8. Dilma prometeu “elevar a indústria brasileira à consolidada posição de destaque no mercado das exportações.”

O que foi feito: Poucas vezes a nossa indústria esteve tão ruim. Para comandar o Ministério de Desenvolvimento, Comércio e Indústria, Dilma convocou o candidato a governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Com Pimentel e Dilma, a nossa indústria encolheu em média 0,3%, anualmente, desde janeiro de 2011, segundo o IBGE. O resultado, mais uma vez, é o pior desde Fernando Collor de Mello. 

9. Dilma prometeu assumir “a responsabilidade da criação de 6 mil creches e pré-escolas e de 10 mil quadras esportivas cobertas.” 

O que foi feito: Dilma promete muito e faz pouco. Em abril do ano passado, Dilma disse que o número de creches chegaria a 8.685 creches no programa Café com a Presidenta, entretanto, após três anos de governo, Dilma entregou somente 1.267 creches. Além disso, das 10.000 quadras cobertas prometidas, apenas 44 foram entregues, o que representa 0,0044% do assegurado.

10. Dilma prometeu que faria “uma ampla mobilização – envolvendo poderes públicos e sociedade civil – terá como objetivo a erradicação do analfabetismo.” O que aconteceu: Mais um fracasso de Dilma. Segundo o IBGE, em 2012, pela primeira vez em 15 anos, a taxa de analfabetismo subiu no Brasil. Pelos dados, 8,7% da população ainda não sabe ler e escrever. 

11. Dilma prometeu construir uma escola técnica para cada cidade-polo com mais de 50 mil habitantes e ampliar o projeto de construção das Instituições Federais de Educação Tecnológica (IFET), construindo mais 208 centros de ensino. O que foi entregue: Dilma entregou somente 111 novos centros durante o seu governo, sendo 36 unidades vinculadas às instituições federais de educação profissional. Para cumprir a sua promessa, a presidente teria que aumentar o ritmo em seis vezes nos próximos meses para concluir todas as 208 unidades prometidas. Além disso, Dilma desistiu das escolas técnicas após ser eleita, alegando que os custos seriam muito altos. 

12. Dilma prometeu investir na criação de novos assentamentos e ampliar a assistência técnica, o acesso ao crédito e infraestrutura aos novos assentados. 

O que foi feito: Dilma conseguiu ter o pior resultado desde 1994 em número de famílias assentadas. Segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário, em três anos de governo, foram assentadas pouco mais de 75 mil famílias. O número não só é menor do que o de Lula, mas também é duas vezes e meia menor do que o registrado nos três primeiros anos do governo Fernando Henrique Cardoso. -

13. Dilma prometeu construir 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em seus quatro anos de mandato e 8 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). 

O que foi entregue: Quase nada. No último ano foram construídas apenas 29 UPAs, que se uniram às outras 144 unidades que já estão em funcionamento. 3 vezes menos do que o prometido. Dilma também fracassou na gestão das UBS. A presidente não entregou nenhuma das 8.000 unidades prometidas. Pelo contrário, reduziu o seu número de 42.675 para 39.800, quantidade que já era pequena quando comparada com os nossos vizinhos da América do Sul. "

Promessas feitas na campanha de 2014 e feitas exatamente ao contrário Reprodução parcial   do artigo postado em http://www.em.com.br/ em 25.01.2015

"1. Em encontro com empresários em Campinas, em setembro do ano passado, a presidente Dilma Rousseff (PT), então candidata à reeleição, prometeu que não mexeria nos direitos trabalhistas. Usou, inclusive, uma frase de efeito, reverberada pelos marketeiros durante a disputa eleitoral: “Nem que a vaca tussa". E não é que a "vaca tossiu". Já eleita Dilma assinou no dia 29.12 um pacote em que fez  "ajustes" nos direitos dos trabalhadores, mexendo entre outros nos referentes ao seguro-desemprego e na pensão por morte.

2. Durante a campanha, em um encontro com taxistas de São Paulo, a presidente afirmou que não haveria “tarifaço" Mas este veio com o veto ao reajuste de 6,5% na 
tabela do IR e  com a  aprovação pela Câmara dos Deputados  no último  dia 19 da MP 668/2015 que aumenta o PIS(Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social incidentes sobre as importações. Pela MP, essas contribuições sobem de 1,65% e 7,6% para 2,1% e 9.65% respectivamente.

3. Em seu discurso de posse disse que o slogan do novo mandato seria ‘Brasil, pátria educadora’ . No dia 08.01, no entanto editou um decreto que determinou o  bloqueio  de um terço dos gastos administrativos da nova gestão, sendo que a pasta da educação teve o maior corte ( R$ 7 bilhões). Havia necessidade destes "ajustes"? Entendo que não. Não é justo que o povo brasileiro que desde 1º.01 até às 14,15hs do dia 20 deste mês já pagou mais de R$788 bilhões de impostos segundo o "impostômetro" da Associação Comercial de São Paulo e, além de só receber retorno de migalhas com o dinheiro dos nossos impostos, ainda tem de pagar a conta pelos erros do governo ao conduzir nossa economia. Além disso, dessa arrecadação dos impostos  tem sido repassado aos Estados  e Municípios menos de  40% o que tem impossibilitado que estes proporcionem  à população os serviços públicos básicos (Saneamento básico, saúde, educação, transporte e segurança).

Precisamos dar um basta nisso!!

E, como fazer isso?

O caminho a ser seguido ao ver dos "brasileiros do bem" é a GREVE GERAL no próximo dia 27.05. Só ela poderá  mostrar a eles que da forma que está não pode continuar!!

De acordo com a nossa CF em seu art. 9º "É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender."

Se os trabalhadores dos serviços essenciais como transporte público que tem restrições legais para o exercício do direito de greve, tais como número mínimo de trabalhadores  a garantir a continuidade desses serviços descumprem este e fazem greve geral, porque nós não temos estas restrições não o fazemos.

Fomos cordeiros, aceitando todas as mentiras dos governos do PT desde 2003!!

Volto a repetir : Cordeiros? Não mais!!!

Raphael Werneck