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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Lula é apenas arrombador de cofres públicos


ex-presidente Lula chegou no estado terminal da sua loucura. Num encontro realizado pelo CUT, o Lula convocou o "exército" do MST para lutar ao seu lado nas ruas, através da liderança do João Pedro Stédile. Disse Lula: "Em vez de ficarmos chorando, vamos defender o que é nosso. Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar, sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas".


A ligação do PT com o MST é muito antiga. O MST é uma ONG que se mantém com verbas da União ou seja com o dinheiro do contribuinte. É o braço armado do PT que cresceu com o incentivo do Lula e da Dilma. As ligações entre Lula, Dilma e MST são notórias que dispensam comentários.

O Lula se encontra no momento delicado da sua vida, em função da deflagração da Operação Lava Jato. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal já chegaram nos seus amigos íntimos Ricardo Pessoa da empreiteira UTC e ex-diretor da Petrobras Renato Duque. Pior, Lula não tem foro privilegiado. O ministro Eduardo Cardozo, PT/SP, tenta de toda forma blindar o Lula, mas as suas tratativas não estão dando muito certo.

Ainda há um grande enigma sobre as investigações da maior empreiteira do País, a Norberto Odebrecht. Tudo leva a crer que as investigações sobre a participação da Odebrecht no caso Petrobras vai correr em separado, mesmo estando dentro da investigação da Operação Lava Jato. Há forte indício de maracutaia do grupo Odebrecht nas operações que envolve a empresa Braskem do mesmo grupo. O grupo Odebrecht também é a principal empreiteira das obras com financiamento secretos do BNDES para países de regime de ditadura como Cuba, Angola e Guiné Equatorial.

O Lula está envolvido até o pescoço com os financiamentos nada convencional do BNDES para os seus amigos de interesse comercial como o grupo empresarial JBS/Friboi. O grupo empresarial assessorado pelo Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central por 8 anos do seu mandato, tem empréstimos subsidiados pelas instituições oficiais como BNDES, BB e CEF no montante estimado em R$ 40 bilhões a juros subsidiados, maior parte a 3,5% ao ano.


O radar do Departamento de Justiça dos EEUU, já está atrás de depósitos em contas secretas do Lula e dos filhos em paraísos fiscais que são contados em US$ bilhões. Dessa investigação o Lula não escapa. A Justiça americana não é leniente como a Justiça brasileira, ela é implacável. O Lula deve se arrepiar quando vê o logo do órgão de investigação DEA - Drug Enforcement Administration. 
Lula está tão desesperado que é possível de cometer loucura como pagar o Stédile para fazer maior arruaça que o País jamais viu. Ter o mesmo destino dos seus companheiros do PT, condenados pelo mensalão é o pesadelo que faz dele uma pessoa com sintoma de loucura. O próximo endereço dele deverá ser o presídio de Tremembé.

Lula não é mais cidadão político. Lula é um simples marginal, ladrão de cofres públicos. E assim, o povo deve tratá-lo, sem perdão.
Ossami Sakamori



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dilma é estelionatária!


Para mim, a presidente Dilma é estelionatária de marca maior. Durante a campanha eleitoral prometeu mundos e fundos. Não haveria aumento de gasolina, não haveria aumento de impostos, não haveria arrocho como do governo do FHC. Bastou tomar posse para mudar radicalmente o discurso.

As consequências do aumento de combustíveis vocês estão vendo nas greves dos caminhoneiros, nas principais rodovias do Brasil. A greve deve-se ao aumento de combustíveis repicado no dia 1º de fevereiro, com desculpa da incidência da CIDE, não levando em conta a baixa expressiva do preço de petróleo no mercado internacional. 

O arrocho veio mais forte do que o que Dilma condenou na campanha da sua reeleição ao do governo FHC. Reajustou tarifas de energia elétrica em índices estratosférica, em média maior que 40%, elevando o nível da inflação no patamar 7,25% ao ano. Inflação comendo o salário do trabalhador.

Está havendo cortes nos benefícios sociais, implementados pelas Medidas Provisórias, sobretudo o do Seguro Desemprego. Surpreendentemente, Dilma voltou-se até contra os trabalhadores que davam sustentação ao governo do Partido do Trabalhador.

Hoje, está sendo anunciado o reajuste das contribuições que fora concedidos desde 2011, praticamente dobrando as alíquotas. As contribuições sociais que eram 1% passa para 2,5% e as que era 2% passa a ser de 4,5%, praticamente anulando as desonerações de folha de pagamentos tão comemorado no seu primeiro mandado da Dilma. 

O ministro José Eduardo Cardozo, negociador da greve dos caminhoneiros, garantiu que o aumento do diesel não ocorreria nos próximos 6 meses. Na fala do ministro fica implícito que daqui a 6 meses haverá novo aumento de combustíveis, realimentando a inflação.

Dilma ganhou eleições em 26 de outubro, mentindo descaradamente. Mentiras que está sendo revelados desde o primeiro dia do seu governo. Estamos a completar os primeiros dois meses do segundo mandato e todas promessas da campanha já esstão quebradas. Pior, a Dilma não teve coragem de vir ao público anunciar o conteúdo do saco de maldades. Com a ausência, a Dilma além de estelionatária é covarde!

Ossami Sakamori



Culpa é da Dilma!

Reprodução integral da matéria postada em 15/2/2015.


Fazer previsão da economia para os próximos 12 meses é como avaliar o perfomance do atleta numa corrida de 10.000 metros nos primeiros 100 metros. Mas, todos querem saber a opinião de quem tem experiência naquela modalidade de esporte. Percebo que muitos dos leitores querem saber o que vai ocorrer na economia do País nos próximos 12 meses ou no mínimo até o final do ano.

Assim como o Ministério da Fazenda e o Banco Central fazem suas previsões, vou ensaiar as minhas.

Dólar. 

A moeda americana deve sofrer valorização até o final do ano, por alguns dos motivos, quais sejam: o destino do investimento estrangeiro direto (IED) para outros países mais confiáveis do que o Brasil.  Aliado à baixa credibilidade do governo Dilma haverá fuga de capital estrangeiro influenciado pelo aumento da taxa de juros dos títulos do Tesouro americano hoje em 0,25% para 2,5% até o final do ano.  O dólar comercial deve fechar o ano, no mínimo, em R$ 3,20 e o turismo em R$ 3,45. 

Selic.

A taxa Selic, hoje, de 12,25% ao ano, deve terminar o ano no patamar de 14% ao ano, em função do índice de inflação em processo de alta, devido também à desvalorização do real. Para conter a fuga dos dólares e manter a taxa de câmbio dentro do patamar de R$ 3,20 para comercial e turismo de R$ 3,45, o Banco Central terá inexoravelmente de aumentar a taxa Selic para garantir os juros reais no atual patamar de 5% ao ano.

Tarifa de energia elétrica.

O próprio ministro de Minas e Energia já acenou a possibilidade de aumento médio das tarifas de energia em média 40%. Para se ter ideia, o aumento de tarifa de energia em Roraima neste mês de fevereiro foi de 54%. 

Gasolina.

O sistema Petrobras está com risco alto, conforme já comentei neste blog em matérias anteriores. O combustível ou a gasolina está estritamente condicionado ao preço internacional do petróleo e da própria variação cambial. Pelas condições já expostas, a Petrobras deverá aumentar o preço da gasolina, até o início do segundo semestre em cerca de 10% sobre o preço atual.  

PS: O diesel só será reajustado à partir de 27 de agosto, conforme acordo do governo com os caminhoeiros grevistas.

Inflação.

O índice de inflação oficial, o IPCA, deve terminar o ano próximo de dois dígitos, na minha avaliação no mínimo em 9% para o ano de 2015. A inflação do bolso, denominação usada por mim, deverá terminar o ano, não menos que 30% no final deste ano. Isto significa que o trabalhador terá seu salário comido em 30%. Isto é um fator grave que fará diminuição de consumo, levando o País para a depressão.

PIB.

Sobre o PIB, já comentei neste blog, já no primeiro dia do ano. A previsão do PIB em 2015 será negativo. Nada mudou o cenário econômico para que reverta a minha posição, pelo contrário, porque todas variáveis previstas por mim, vem confirmando. O País experimentará retração ou depressão de 2% no PIB. Em outras palavras, o Brasil vai encolher 2% no seu Produto Interno Bruto. Com inflação no patamar nesta matéria, configura a situação que denominamos de "estagflação". 

Conclusão.

O que está por vir, nem se compara com o que vivemos. Que cada um, pessoa física ou pessoa jurídica faça o seu planejamento econômico e financeiro para o ano de 2015, dentro dos parâmetros anunciados aqui para não ser colhido na posição de calça curta ou na posição de calça arriada.

É inexorável a deterioração da economia daqui para frente!

Ossami Sakamori

Família X Pátria Educadora

Por: Monica Torres.










Um olhar amplo e mais apurado de qualquer cidadão comum observador, para a atual infiltração do comunismo no Brasil travestido de socialismo, vai se deparar com um aspecto muito mais sombrio do que outrora, nas investidas dos simpatizantes de Carlos Prestes. 

     A ideologia comunista na época de 50, que contava com campanhas mascaradas Pró-Paz, e precisava de grande concentração humana para se difundir, enfrentava a vigilância natural da sociedade conservadora, a diligência impecável da força militar, além de enfrentar-se com dificuldades que passavam pela dificílima derrubada de valores familiares e culturais. A campanha

    Na linha de montagem da estrutura do partido, era necessário o equilíbrio de forças cujos 4 pilares eram: 1 – Operariado, 2 – Campezinato, 3 – Juventude e.. 4 – Mulheres. Mas a distribuição desses grupos não guardava as proporções adequadas para a vida da campanha. A massa de operários sempre guardou o maior contingente de adeptos. Em razão disso, o partido sempre valorizou e se dirigiu ao campo, buscando nesse meio atrair trabalhadores agrícolas. 

     Reconhecendo na cultura da época, a nítida dominância dos grupos de jovens pelos grupos mais velhos e conhecendo estatisticamente a pirâmide de idades da população brasileira à época, o partido achou necessário aliciar a juventude para compor as hordas.

     A mais arriscada e mais danosa de todas, a adesão feminina, graças a Deus não aconteceu. Com ela se teria o rompimento da unidade familiar brasileira. Nesse ponto, a valorização do conjunto cultural conservador, o conjunto de regras da boa prática social e familiar, adotadas pela nossa sociedade à época, nos salvou do subjugo da ideologia comunista. 

     Agora não necessitam mais tramar pelas alcovas. Venhamos para 2015 com as observações cruciais: A ascensão desse partido se deu já a partir do ponto mais alto do estado, depois de ocupados os pontos chave estratégicos, beneficiado pela boa tecnologia mal usada nas urnas. Não foi nem será necessário, grande concentração de massa humana a não ser para servir de suporte econômico à ideologia esquerdista. Nunca foi tão fácil, difundir, aliciar, conquistar e corromper. 

     A internet é uma aliada indispensável nessa jornada falso-socialista. Não haverá lutas bélicas, porque as armas são os meios de comunicação de um lado e de outro, que logo mais através de marcos regulatórios, serão removidos das mãos do lado oprimido, antes que ele entenda de fato toda a trama. Matar-se-á pela economia: de fome, de frustração, de indignidade e vergonha. Enfraquecer-se-ão os mais sólidos valores: os morais. e assim “tudo estará consumado”. 

     E a sociedade, hoje já desprovida dos valores morais mais nobres, que não eram apenas privilégio de classes ricas, mas de todo brasileiro bem criado, agora simplesmente aplaude, alienada ou indiferente em sua maioria. Não é que estão dormindo, é que quase não há mais valores a serem lembrados, porque foram preteridos e sucumbiram à falsa evolução.

     O que resta? Novamente os velhos valores de “unidade familiar”, que ainda são a última resistência nacional. Neles estão depositadas as últimas esperanças de sobrevivência de nossa democracia. Porque para que se entenda o principal ângulo comunista, é preciso lembrar de que o conceito de “família” como é estruturado o nosso, não existe. Há apenas a grande mãe socialista travestida de “pátria educadora”, que ensinará sua lição sistematicamente aos filhos, que por fim serão apenas seus escravos. 

     A nossa família como é estruturada hoje, está fadada a morrer pelas mãos sujas da esquerda, num futuro muito próximo. É para a família que devemos voltar nossos cuidados. É para a família que devemos fazer nossos maiores esforços, porque toda a atmosfera socialista que já respiramos, já está consolidada a nosso desgosto. Apenas nossos descendentes poderão mudar o curso da história.

Mônica Torres



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Entenda porque o dólar sobe tanto!


A balança de conta corrente do mês de janeiro deste ano fechou com déficit de U$ 10,6 bilhões, segundo o Banco Central. Ainda segundo Banco Central, o saldo de conta corrente do País dos últimos 12 meses foi deficitário em US$ 90,3 bilhões. Isto é o Brasil gastou mais do que tem para exportar.

No mesmo  mês de janeiro a balança comercial fechou com déficit de US$ 3,1 bilhões. No mês o investimento estrangeiro direto (IED) fechou com ingresso líquido de US$ 3,6 bilhões. São dados que vamos levar em conta para análise logo abaixo.

O saldo da reserva cambial fechou o mês de janeiro com o saldo de US$ 372,1 bilhões comparado com o saldo de US$ 374,4 bilhões em 31 de dezembro de 2014. Significa que o Banco Central queimou US$ 2,3 bilhões da sua reserva cambial para pagar as contas. 

Feito as contas, no mês de janeiro deste ano, o Banco Central fechou a balança de pagamentos: a) captou US$ 4,7 bilhões no mercado internacional para aplicações em títulos do Tesouro; b) queimou US$ 2,3 bilhões da sua reserva cambial; c) Recebeu investimento estrangeiro direto (IED) de US$ 3,6 bilhões.

Em outras palavras, o Brasil, no mês de janeiro, para pagar todos os gastos no exterior necessitou queimar parte da poupança no exterior, necessitou chamar o capital de investidores estrangeiros e teve que apelar para captação de dinheiro especulativo dos agiotas internacionais.

Com o rebaixamento da nota de classificação da Petrobras pela agência Moody's do grau de investimentos parra o de especulação, deve agravar ainda mais o fluxo de divisas dólares no País. Tudo que aconteceu no mês de janeiro deve ocorrer no mês de janeiro, nos mesmos níveis devido ao mês ter 28 dias e ter havido feriado de uma semana devido ao carnaval.

Estão aí alguns dos motivos, sem contar com outros, que levam o dólar a disparar no mercado.

Ossami Sakamori



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Títulos da Petrobras viraram "micos" !


A presidente Dilma Rousseff classificou o rebaixamento do risco da Petrobras de grau de investimento para grau de especulação pela agência Moody's como "uma falta de conhecimento". Notificado ontem pela agência, o ministro da Fazenda tentou reverter o rebaixamento oferecendo garantia do governo federal para honrar os compromissos da Petrobras, mas não conseguiu. Falta de conhecimento sobre o mercado financeiro deve ser dela própria.

Em razão do rebaixamento da classificação pelo Moody's, a dívida da Petrobras no mercado de Franckfurt, que estava sendo negociado no dia de hohe com deságio (desconto) de 80%. O deságio reflete a crença de que a Petrobras tem pouca chance (20%) de honrar com os pagamentos dos bônus ou empréstimos nas datas combinadas.

Este blog já chamou atenção para o risco do sistema Petrobras no dia 17/01/2015 com o título: "O rombo potencial do sistema Petrobras é de R$ 708 bilhões". Com sempre, a imprensa brasileira não chamou atenção para o fato de que inexoravelmente haveria o rebaixamento de risco pelas agências de classificação. A imprensa brasileira corre sempre atrás de fatos acontecidos. 

O oferecimento de garantia do Tesouro para honrar os compromissos da Petrobras pelo ministro Joaquim Levy, carece de respaldo de leis brasileiras. O Tesouro Nacional não deve socorrer empresas inadimplentes, mesmo que estas sejam de economia mista. Ministro Joaquim Levy à mando da presidente Dilma, ofereceu a garantia que somente o Senado Federal pode autorizar. Este tipo de gesto, mostra a imaturidade do ministro da Fazenda, banqueiro, Joaquim Levy para ocupar o ministério da Fazenda.

Vem aí, a crise do sistema Petrobras, que ascende a R$ 708 bilhões. Isto é como castelo de cartas. Quanto tira uma carta que seja da base do pirâmide caem todas outras cartas do pirâmide. A crise sistêmica da Petrobras poderá refletir no risco do sistema BNDES que tem cerca de R$ 400 bilhões de clientes e ou fornecedores comuns a ambos sistemas. 

A somatória de riscos Petrobras/BNDES ascende a R$ 1,3 trilhões, ou equivalente a 25% do PIB brasileiro. Os riscos Petrobras/BNDES refletem diretamente ao risco Brasil. O rebaixamento de classificação do Mood's de grau de investimento para grau de especulação dos títulos da Petrobras, inexoravelmente, vai levar o grau de risco do títulos do Tesouro do Brasil para o grau de especulação.

O rebaixamento da classificação de risco da Petrobras, põe em mesmo grau de riscos os títulos das empresas com compõe o sistema Petrobras no grau de especulação. Em outras palavras, os papeis da Petrobras e das empreiteiras e fornecedoras da Companhia viraram todos  "micos".

Ossami Sakamori
@SakaSakamori




SOS OBESOS: Quilos demais e vida de menos.

Por: jornalista Toninha Rodrigues.



São 74 milhões de obesos no Brasil, segundo dados de maio de 2014, conforme estudos realizados pelo Instituto de Métrica e Avaliações de Saúde -  IHME - da Universidade de Washington, disponível no link BBC 

São 74 milhões de obesos no Brasil que necessitam de tratamento para o controle do peso.

São 74 milhões de obesos no Brasil, pacientes de endocrinologistas, cardiologistas, neurologistas, que clamam por condições de tratamento de saúde.

São 74 milhões de obesos no Brasil que não precisam perder 1 ou 2 quilos mas 15, 30, 40, 50, 80, 100 e muito mais quilos!

São 74 milhões de obesos no Brasil que não estão pedindo medicação gratuita, mas apenas o direito de serem tratados!

São 74 milhões de obesos no Brasil que necessitam que sua medicação seja controlada, fiscalizada e não banida do mercado.

São 74 milhões de obesos no Brasil que não devem ser condenados, nem julgados, mas adequadamente atendidos.

São quase quatro exaustivos anos de espera, três deles de luta intensa junto a deputados federais, senadores, líderes de bancadas, de partidos, do Senado e da Câmara Federal.
Sonhamos com a nossa qualidade de vida de volta com a aprovação do PDS 52/14, naquela fatídica sessão do Senado de 2 de setembro de 2013. Muitas especulações ocorreram, até finalmente o PDS do deputado Beto Albuquerque ser promulgado, três dias depois de aprovado, no formato de norma jurídica, sob nome e número DLG-000273 de 2014, no Diário Oficial da União de 5/9/2014.

A alegria e a esperança duraram pouco, até a Anvisa publicar, em 26/9/2014, após horas de reunião a portas fechadas, a tirana e covarde RDC 50/2014, reproduzindo toda a ladainha da exigência de “estudos” que “comprovem a eficácia e segurança dos inibidores de apetite” e, também, a requisição de novos registros pelas indústrias junto à agência, a despeito dos registros apresentados e aprovados em 2011, com validade até 2015, que foram simplesmente ignorados pelo senhor Dirceu Barbano. 

Por outro lado, não adianta a apresentação de nenhum estudo, pois essa mesma agência se recusa a considerar a palavra de qualquer profissional ou de qualquer entidade representativa da classe médica, por maior que seja sua seriedade, competência ou credibilidade.

Sem parâmetros científicos e sem argumentação lógica/clínica para as exigências elencadas na tal resolução (RDC 50/2014), seguem sem tratamento os mais de 70 milhões de obesos, que poderiam ter suas vidas qualificadas e valorizadas se tão somente não prevalecessem os interesses de um setor do governo federal que insiste em complicar a vida de milhares de cidadãos.

Ironicamente, no mesmo dia da publicação dessa resolução da Anvisa (26/9/14), aproveitando-se o último dia da realização do XXIII Congresso Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo, Capital, promovido pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), estiveram reunidos médicos nutrólogos e endocrinologistas de várias partes do mundo e pacientes obesos que tiveram interrompido seu tratamento com os medicamentos antiobesidade.

Da reunião, participaram os médicos Durval Ribas filho, presidente da Associação Brasiileira de Nutrologia; Raul Morin, presidente da Associação Mexicana para o Estudo da Obesidade; Paulo Giorelli, presidente do International College of Advancement of Medical Nutrition (ICAN); Richard Atkinson, fundador da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (IASO); César Casávola, presidente da Associação Argentina de Nutrição (SAN); Any Ferreira, presidente da Sociedade Paraguaia de Nutriçao; Rafael Figueredo, ex-presidente da Sociedade Paraguaia de Nutrição (SPN); Dimitri Homar (ABRAN); Valter Makoto Nakagawa, da Seção de Vigilância Sanitária de Santos/SP (SEVISA); José Alves Lara Neto (ABRAN); Milton Mizumoto (Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva), João Alberto Ferreira Matos, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e da ABRAN, além de representantes de grupos de doentes obesos que lutam pela liberação dos medicamentos.

Todos os profissionais presentes foram unânimes em afirmar que a obesidade em seus países é tratada como uma doença que provoca sérios danos à saúde se não for adequadamente tratada. 

O americano Richard Atkinson, médico endocrinologista com mais de 40 anos de experiência, fundador da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (IASO), editor do International Journal of Obesity e professor e pesquisador da Universidade de Virgínia, foi categórico em mencionar que nos Estados Unidos a obesidade é tratada como se deve, ou seja, com a prescrição, acompanhada e controlada, dos medicamentos antiobesidade dos quais nós, brasileiros, fomos privados e, ainda por cima, somos frequentemente provocados com a frase “tranque a boca a faça exercício”. A essa piada, o doutor Atkinson responde com um enfático “obesidade é uma doença crônica e precisa ser enfrentada como qualquer outra, como a hipertensão, diabetes, câncer e depressão

Nos Estados Unidos, as substâncias que mais prescrevemos para nossos pacientes são a Phentermine (fenproporex), seguida do Dietilpropiona (anfepramona),  Benzofetamina, Fendimetrazina e, mais recentemente, a Lorcaserina”.

Segundo o especialista, dieta saudável e exercícios físicos são condições para manutenção da qualidade de vida que todo cidadão deve adotar. “Quando o indivíduo chega a uma condição de obesidade crônica, onde alimentação e atividade física não resolvem, é hora de entrar com medicamento”, completa.

O doutor Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da ABRAN, resumiu a situação dos obesos com uma frase real: “nem todo obeso come muito e nem todo magro come pouco”.

O nutrólogo e endrocrinologista Paulo Giorelli explicou que foram apresentados à Anvisa estudos e comprovações científicas a respeito dos benefícios do uso controlado desses medicamentos. “Já trouxemos casos de sucesso e provamos a necessidade, eficácia e segurança do uso da farmacoterapia no combate à obesidade. Nós somos médicos e especialistas e estamos em contato direto com os pacientes e, por essa razão, melhor do que ninguém, nós compreendemos quais são as necessidades da população brasileira.”

O encontro entre obesos e médicos resultou na Carta pelos Medicamentos Antiobesidade, que foi distribuída a entidades representativas das classes médica e farmacêutica, como uma forma de posicionamento contra a postura retaliativa da Anvisa em relação ao projeto que libera os medicamentos que os obesos tanto precisam. O documento está disponível no link ABRAN

Quase seis meses se passaram da aprovação do PDS 52/14, transformado no DLG 273/2014. As eleições se foram, políticos eleitos tomaram posse e nós? Vamos continuar com cara de palhaços, doentes e vítimas de piadas, ironias e descaso do governo?

São 74 milhões de obesos no Brasil que dependem da consciência e apoio dos senhores deputados federais e senadores para viverem ou não. Que se faça valer o DLG 273/2014 e seja aprovado o PL 2431/11, de autoria do deputado Felipe Bornier!


Toninha Rodrigues




terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Lula e Dilma são bandidos!


Não vou fazer aqui discursos chavões dos neo-socialistas combatendo o capital financeiro, até porque sou mais adepto aos postulados do John Mainard Keynes, sem ser neo-liberal ao extremo. Deixando de lado a discussão ideológicas vamos aos fatos que me chamam atenção na política econômica dos seguidos governos petistas.

A facção criminosa que tomou conta do País desde 1º de janeiro de 2003 tem um projeto de perpetuação no poder para tirar os proveitos, não politicamente, mas com objetivo apenas de assaltar os cofres públicos para engordar as contas bancárias dos chefões, nos paraísos fiscais.  Tentar dar tintura de ideologia para este bando de rapinas é como tentar ideologizar o comando de traficantes nos morros de qualquer parte do País. 

Para manterem-se no poder, a facção criminosa procurou nesses longos 12 anos, praticar a política econômica equivocada de intervencionismo para permitir a "sensação de bem estar" e "sensação do poder de compra", dos brasileiros de renda mais baixa. Foi durante 12 anos praticado o  "erro sistêmico" da política econômica que tanto denunciei e continuo denunciando neste blog.

A política econômica equivocada tem alguns beneficiários. Com justa razão o atendimento à população carente, emergencialmente, é uma política correta. No entanto, tornar o plano de emergência num programa permanente sem implementar a porta de saída do programa é um equívoco pior do que o objetivo do programa inicial. Bolsa Família é um programa que leva o povo à escravidão.

O fato é que a excessiva intervenção do Estado na economia tem trazido distorções tamanha que não é nada fácil corrigi-los sem custos sociais para a população. 

A facção criminosa, para manterem-se no poder elegeu dois segmentos que lhes dão sustentação do poder e consequentemente engordar as contas bancárias nos paraísos fiscais. 

Um dos segmentos que foi e continua sendo beneficiado é o grupo de empresas que se beneficia dos esquemas criminosos que contam com obras superfaturadas e financiamentos subsidiados com garantias duvidosas. Este conjunto de empresas representam risco de cerca de R$ 1,3 trilhões apenas nos sistemas Petrobras e BNDES. Estas empresas são beneficiários de Bolsa Empresários. Somente o subsídio devido aos financiamentos do BNDES ascende a R$ 40 bilhões anuas, mais do que o Bolsa Família.

Outro segmento que foi e continua sendo beneficiado é o setor bancário e especuladores financeiros. O governo federal tem uma dívida bruta de R$ 3,2 trilhões. Este grupo de banqueiros e agiotas nacionais e internacionais, se beneficia do diferencial de juros pagos pelo Tesouro e a inflação, sem fazer o mínimo de esforço.  O lucro líquido deste segmento de beneficiário representa anualmente cerca de R$ 150 bilhões ao Tesouro Nacional. 

Dilma entregou a condução da política econômica à equipe de gestão do Banco Bradesco. O ministro da Fazenda Joaquim Levy até à véspera da sua indicação foi diretor do Bradesco. O segundo na escala de hierarquia do Ministério da Fazenda é o Tarcísio Godoy, também diretor do Bradesco até a sua indicação para a Secretaria Geral. O principal conselheiro, neste segundo mandado da Dilma é o Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração do Bradesco. Enfim, o Bradesco comanda a política econômica do Brasil. É o mesmo colocar o lobo cuidando do galinheiro.

Como vocês podem ver, quem está no poder da República não é partido político, mas uma facção criminosa. Quem está com uma fatia grande do Produto Interno Bruto do País é que administram e comandam o dia a dia da economia e finanças do Brasil.

Brasil, infelizmente, está nas mãos de bandidos e gananciosos.

Ossami Sakamori

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Dilma e Levy, vocês vão ver o que é bom para tosse!


Ministro Joaquim Levy da Fazenda fez palestra, hoje, segunda-feira para 375 economistas e empresários membros da Câmara de Comércio Brasil-França. Para ministro não há nada de problemático na economia do País. O ministro Levy deve estar ceguinho, só pode ser.


O Brasil está parando. Ontem mesmo, reafirmei a projeção do PIB em 2015, feito no primeiro dia do segundo mandato da Dilma. Ministro Levy, o País, em vez de crescer vai retrair o PIB em 2%, na minha conta. Até o Banco Central já está admitindo retração de 0,42%. Nem sei dondo o Banco Central foi buscar o número com casas de centésimos! Aliás, número muito otimista.


Disse o ministro na palestra que o custo de "benefícios fiscais" de R$ 100 bilhões é muito. Foi a justificativa que o ministro Levy apresentou para amparar os o aumento dos impostos e contribuições que estão em andamento e os que virão no decorrer do ano. Ministro, só quero lembrar que não foi o FHC que deu estes benefícios, mas sim a própria Dilma no seu primeiro mandato. 


Levy citou também a intervenção necessária no câmbio para equilibrar a economia, como compra de dólares para manutenção da reserva cambial. Esquece o ministro Levy que o Banco Central já vem atuando firme, com sistemática compra de dólares, mas também,na outra ponta vendendo o título "swap cambial tradicional" num montante equivalente a US$ 100 bilhões.


O ministro Levy já pegou a doença da Dilma. Doença de faz de conta que deixa cego. Doença grave para quem está incumbido de conduzir a economia do País nos próximos 4 anos. Só não enxerga quem não quer. O desemprego está visível sobretudo nas camadas de baixa renda. Vide a imagem de fila que fez para 70 vagas com salário de R$ 1.300,00. Apareceram, segundo a imprensa, cerca de 10.000 candidatos. Isto é Brasil real !


Ministro Joaquim Levy, você está precisando fazer visita ao oftalmologista para enxergar melhor. Leve junto a presidente Dilma, também. Tome remédio também contra o "Mentirol" para curar-se da doença que ataca os inquilinos do Palácio do Planalto. Você, deviam estar todos na Papuda, Levy.  


Por enquanto, vamos engolindo sua opinião de que "não há problemática nenhuma no Brasil". Daqui a pouco, o povo #VemPraRua , você verá! 


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Dilma e Levy, vocês vão ver o que é bom para tosse!

Ossami Sakamori

domingo, 22 de fevereiro de 2015

PIB do País aponta retração de 2% !



Anunciei minha prévia de crescimento do País em 2% negativo, no dia 1/1/2015, valendo para o ano de 2015, enquanto o Banco Central dizia que o Brasil iria crescer 0,4%. Fiz projeção baseado nos ajustes fiscais anunciados pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy e baseado também no risco sistema Petrobras devido à Operação Lava Jato.

O último Boletim Focus, projeta queda do PIB em 0,4%, ajustando o valor que era 0,4% positivo, no início do ano. Eu mantenho a minha projeção em queda de 2% para o ano, porque o quadro da economia brasileira, nada mudou no sentido positivo. Melhor dizendo, só vem confirmando as situações que levei em consideração para o cálculo do PIB de 2015.

Os leitores deste devem estar tontos, com seguidas mudanças de projeção divulgada pelo Boletim Focus do Banco Central. Em apenas dois meses, de 0,4% positivo desceu para 0,4% negativo, então, é de deixar qualquer um tonto. Eu mantenho minha projeção nos  2% negativo para o PIB em 2015

Explico o porquê para os leitores, sobretudo para os leigos em macro economia. O Banco Central faz projeção do PIB para o ano todo, baseados em possíveis variáveis no horizonte de 1 mês. Então, cada mês que passa, a projeção do PIB muda, porque o cenário muda todos os meses. O Banco Central erra muito na projeção do PIB para o ano porque coloca o farol apenas iluminado os próximos 30 dias. 

Em linhas gerais, a política econômica para o ano de 2015 espero já estar traçada. Então é  possível fazer projeções com vistas nos próximos 12 meses, sem medo de errar em muito. Estou fiz e mantenho a projeção de retração da economia, baseado em fundamentos econômicos da nova equipe e levando em conta os fatores conjunturais externos previstos neste ano. Faço projeção do PIB para os próximos 12 meses, com farol que ilumine os próximos 12 meses, obviamente. Uso farol de milha ao contrário do Banco Central.

Os fatores conjunturais, sobretudo externos acontecidos nesses 50 primeiros dias do ano, mostram que a inflação brasileira deverá estar muito acima do teto da meta de 6,5%. Creio que isto trará consequência maior do que esperado sobre o índice de retração, mas vou esperar mais alguns dias para revisar a minha projeção do PIB.

A diferença entre minha projeção e a da equipe econômica da Dilma está no que a "equipe Levy e Tombini usa faróis para os próximos 30 dias, como os olhares do Ceveró" e "eu uso o farol de milha que ilumina o caminho até o  final do ano". Poderá haver algum problema de trânsito no percurso e talvez eu tenha que mudar a minha velocidade, mas os erros não serão tão grosseiros como da equipe econômica da Dilma. 



Levy e Tombini andam como Ceveró, da um olhando um lado!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori