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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

QUE O ANO DE 2013 SEJA ABENÇOADO PARA TODOS NÓS !


Hoje, dia 31 de dezembro de 2012, é o último dia do ano que transcorreu, cheio de acontecimentos políticos marcantes. Sem dúvida o julgamento do processo mensao pelo STF foi o mais importante entre eles. No plano econômico houve muitas promessas e metas não cumpridas, também, foi a tônica dos discursos da presidente Dilma.  Muita espuma para pouco resultado.  Percebo que o povo está ficando com o pé atrás.

Amanhã, será dia 1º de janeiro de 2013.  Infelizmente, o ano vai ser muito difícil,, economicamente para o País.  O governo Dilma, nestes 2 anos de mandato, conseguiu a proeza de deixar a economia desorganizada e desalinhada contrariando a expectativa da capacidade de "gerentona" da presidente Dilma.  O crescimento econômico baseado apenas com incentivo ao "consumo" do mercado interno, mediante concessão de crédito fácil e crédito barato, já chegou ao limite da exaustão.  O povo já não aguenta mais ficar com nível de endividamento tão alto.  

O início do ano de 2013, para os formuladores da política econômica deve ser como Carnaval de Cinzas, após a folia de Carnaval.  Um pesadelo.  Com muitas serpentinas ou espumas para serem limpados.  Chegou a hora da decisão. Chegou a hora da verdade.  Será importante para o País, que a presidente Dilma tire a máscara do Carnaval e pegar a economia no "arreio" e conduzí-la de forma realista e consistente.  Não permite mais amadorismo sob pena de levar o País ao abismo econômico.  Fazer a campanha presidencial de 2014, manipulando diversos instrumentos da política econômica, apenas, para mantero a popularidade da Dilma em alta, parece ser o caminho mais curto para estagflação.  Muitos exemplos desta gastança desenfreada do povo e do governo e suas consequências vem da Europa, representados pelo Portugal, Espanha, Itália e Grécia.  

Cabe a nós, 194 milhões de pessoas, reagir contra este "status quo" criado à revelia da população.  Devemos, também, cair na "real" e cobrar da presidente Dilma, a correção do rumo da economia  brasileira, mesmo que para isto tenhamos que tomar remédios amargos.  Melhor remédio amargo, agora, do que o País entrar na UTI  e tomar remédios direto na veia.  O Carnaval terminou, na economia brasileira.  É preciso encarar a realidade e e fazer o dever de casa.  Em nada resolve criticar os países do primeiro mundo.  Eles tem os problemas deles e estão tentando sair da situação.  Devemos, isto sim, concentrar os esforços no "front" interno.  Os caminhos a Dilma sabe ou pelo deveria saber.  Só falta coragem da presidente Dilma para colocá-los em prática.  Ser ou não ser, eis a questão.  Garantir reeleição à todo custo, colocando o País ao nível crítico ou convocar a população para enfrentar a situação com realismo.  A decisão é Brasil ou Dilma, sobre a prioridade a ser considerada.

A nós, reles cidadãos, cabe cobrar com veemência, a partir de hoje, as devidas medidas, antes que seja tarde demais.

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT. E-mail: sakamori10@gmail.com

domingo, 30 de dezembro de 2012

LULA É MENTIROSO E VAGABUNDO!


O ano de 2012 foi o ano de revelação do verdadeiro caráter do presidente Lula.  Ele é um mentiroso que vive de esperteza. No bojo do  processo do mensalão, por mais que ele negasse a sua participalção no episódio, o publicitário fez depoimento no MPF de que o Lula sabia do mensalão e que ele próprio, Marcos Valério, teria feito pagamento de R$ 100 mil das suas contas particulares, via depósito na conta do seu segurança Godoy.  Curiosamente, o presidente Collor perdeu o mandato de presidente da República, com, apenas, a compra de um Fiat Elba, em nome do seu motorista particular. 

É público que os empreiteiros do DNIT, contribuiram com dinheiro Caixa 2, proveniente das obras realizadas em 2006 para o órgão, sob o nome "operação tapa buraco" cujos contratos somaram R$ 10 bilhões.  Estima-se que tenha circulado o dinheiro em forma de Caixa 2, no montante não inferior a R$ 500 milhões.  Sobre o assunto, foi colocado o pá de cal.  Ninguém ousou fazer denúncias, nem mesmo o MPF teve iniciativa de investigar sobre os fatos suspeitos, tão evidentes quanto o mensalão.  

Existe evidência robusta da interferência do Lula,  ainda na condição de presidente da República, ter paticipado da negociação junto ao presidente da Guiné francesa, a transferência da concessão da maior jazida de ferro do mundo, localizada na província mineral de Simandou, da Vale para nineradora M&A, dos André Esteves e Roger Agnelli, como sempre, de forma obtusa.  O projeto prevê, também, construção de uma ferrovia de Simandou para o porto daquele País, possivelmente, que será entrege a uma construtora brasileira, com o financiamento do BNDES a juros subsidiados do BNDES. Concluído a negociação, Lula vai se tornar bilionário, de fato.

A CMPI do Cachoeira foi mandado instaular pelo Lula para atazanar a vida do seu desafeto político Marconi Perillo, no entanto, como foi dito neste blog, em abril de 2012, o tiro acabou saindo pela culatra,  A CPMI levantou dados da Constutora Delta, que fez depósitos em nome de laranjas num montante de R$450 milhões.  Seria apenas caso policial, se a Construtora Delta não fosse um dos principais empreiteiros do DNIT nos governos de Lula e Dilma.  Com os rastros chegando à porta do Palácio do Planalto, nas gestões Lula e Dilma, houve por bem, deles, mandar enterrar a CPMI com lacônico Relatório de 2 laudas.  Ainda, assim, poderá haver desdobramento uma vez que os partidos da oposição protocolaram a denúncia encaminhando ao MPF todo o "dossier" levantado no  curso da investigação.

O recente caso levando pela PF, o da Rosemary Noronha, chefe de gabinete da presidência da Republica em São Paulo, mostrou evidente de que Lula, pessoa física, fez orgia com sua manteúda com o dinheiro público.  A referida mantéuda, pelas evidências, contribuiu em muito para locupletar-se do dinheiro do contribuinte.  A denúcia apresentada por um deputado do Rio de Janeiro, mostra a evidente da utilização do avião presidencial, o AeroLula para , em espécie, transportar os EU$ 20 milhões para Portugal, com finalidade de depositar o numerário em nome do Lula ou ainda em nome uboda amacebada Rosemary.  Evidentemente, o dinheiro não foi produto de atividade de palestrista do Lua ou mesmo proveniente do salário da Rosemary. 

Reconheço, no entanto, avanços significativos conquistados no governo Lula, sobretudo com recuperação do valor do salário mínimo e redistriundo a renda via Bolsa Miséria, no entanto, todas conquistas não justificam o roubo do dinheiro público.  Se a moda pega, todos políticos vão adotar a teoria do depuado Paulo Maluf de que roubo mas faço.  Isto seria o caos para o País, além de demonstrar que somos republiqueta de 5ª categoria.

Com tudo isso, só podemos qualificar o presidente Lula como mentiroso e vagabundo (sentido máu caráter)! 

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  E-mail: sakamori10@gmail.com     

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

DILMA É GERENTONA INCOMPETENTE!


Coisa mais estranha este final do ano.  Talvez, porque estamos fechando o ano com PIBinho de 1% ao invés de PIB previsto pelas autoridades monetárias do País em cerca de 3,5%. A meta de inflação de 4,5% prevista pelo Banco Central estourou para próximo de 6,0%.  Esse desempenho pífio após anúncio pelo presidente Dilma de várias medidas de estímulo ao crédito, de desonerações fiscais anunciados com estardalhaço, sem contar com anúncio de 130 bilhões de obras em infraestutura rodoferroviária, 30 bilhões em portos e construção de 800 aeroportos pelo Brasil a fora, nos deixa mais em dúvida do que com certeza,

Com muitas espumas anunciadas e ver desempenho da economia, abaixo, apenas ao do Paraguai entre os países latino-americanos, deixou o povo com "pulga atrás da orelha".  O que será que aconteceu? A presidente Dilma, cuja fama vendida pelos marqueteiros de gerentona, teria mentido todo este tempo à população?  Será que aquela teoria de "estímulo ao mercado inerno" vendida aos principais líderes do mundo, não teria dado certo?  A falta de combustíveis acontecendo aqui ou acolá será um prenúncio de racionamento?  E os apagões acontecidos em algumas regiões, por conta dos raios, seria o aviso de futuros apagões maiores?

Os resultados pífios da economia aconteceram, concomitantemente, com a condenação dos réus do mensalão, quadrilheiros, ex-dirigentes e fundadores do Partido dos Trabalhadores, pelo Supremo Tribunal Federal, numa indicação de que algo no Palácio do Planalto não andam bem.  As denúncias do operador do mensalão, publicitário Marcos Valério contra presidente Lula, embora não comprovadas e recente episódio da Rosemary do Lula, deixam uma incerteza no horizonte político da própria presidente Dilma.

Lá de fora, a revista The Economist, vem a afirmar categoricamente da necessidade de presidente Dilma demitir o ministro da Fazenda para recolocar a economia no seu devido prumo, coincidente com o fraco desempenho da economia, deixando em dúvida maior a fama de gerentona, criada pela sua própria equipe de marketing.  Tudo esta sequência de acontecimentos negativos, deixa em sérias dúvidas, o futuro da economia para os próximos anos, com a direção, antes pensada, segura da presidente Dilma.  

Este modesto blogueiro vem alardeando a falta de capacidade da presidente Dilma e da discutida idoneidade moral do presidente Lula, contrariando os agentes públicos, economistas e empresários de plantões no Palácio Planalto.  Ao que me parece, tudo que foi dito aqui no blog, vem apenas confirmar opiniões e considerações apresentados por mim, neste espaço.  Gostaria de ter errado nas minhas visões, mas ao que indica, a minha tese de "política econômica equivocada" da presidente Dilma e a falta de idoneidade moral do presidente Lula, vem a confirmar, até mesmo, antes do tempo.

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT. E-mail: sakamori10@gmail.com

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

POUCA ESPERANÇA PARA 2013


Presidente Dilma, em recentes aparições públicas, tenta demonstrar otimismo quanto a previsão do desempenho da economia brasileira no ano de 2013. Não vejo nenhum indicador que justifique as tais afirnativas sobre  economia interna. Dilma nos 2 primeiros anos de administração conseguiu desorganizar as diversas atividades que compõe o mercado, como preço de combustíveis e tarifas de energia elétrica.  No entanto, o maior e fatal impasse para crescimento do País é, ainda, o controle  que sxercesobre o câmbio, apreciado demasiadamente o real perante o dólar.

O propalado investimento em infraestrutura anunciado com muita espuma, são programas que nem os projetos executivos ainda existem.  Como a elaboração dos projetos executivos de uma obra de porte leva no mínimo 2 anos, as tais obras anunciadas tem poucas chances de provocar elevação do PIB no curto prazo.  Presidente Dilma contar com os programas espumas como elementos de alavancagem ao crescimento econômico em 2013 é  no mínimo um delírio.

O Brasil encontra-se na posição daquele dito popular: se correr o bicho pega, se parar o bicho come.  Tentar fazer o alinhamento dos diversos fatores, numa tacada só, poderá levar o País a hiperinflação, como está ocorrendo na vizinha Argentina.  A última intervenção do Banco Central para conter a alta do dólar demonstra o desespero dos condutores da economia na tentativa de segurar a inflação no patamar.

O preço dos combustíveis está demasiadamente defasado, entre 15% a 25% segundo os melhores analistas, fazendo com que a Companhia adiem os diversos investimentos, entre os quais a construção e ampliação das refinarias, sem contar com o encolhimento de investimentos na área de exploração.  O plano de desinvestimento no exterior, com pretensão de vender os ativos "filé mignon" para fazer caixa como quer a Graça Foster, presidente da Petrobras, está causando enormes prejuízos, desfavorecendo ainda mais a condição econômica financeira da Companhia.  A Petrobras, ao invés de ajudar o País com os investimentos, vai requerer, no curto prazo, aporte de recurso do Tesouro Nacional. Isto é incompetência pura.

A redução tarifária de energia elétrica, foi planejado para compensar o necessário reajustamento dos combustíveis, mas o tiro acabou saindo pela culatra, causando enorme buraco no patrimônio líquido da Eletrobras.  Por mais que a presidente Dilma diga que não haverá apagões, a realidade vai mostrar exatamento o contrário.  Por falta de investimentos o sistema elétrico brasileiro, vai se tornar obsoleto com dantes da privatização a passos celeres.

O crescimento PIBão da presidente Dilma em 2013, baseado exlusivamento no mercado interno é outro erro de avaliação.  Coisa de leigo, não de uma competente gerentona.  O endividamento da população já está acim dos 60% do PIB.  Em valor absoluto, nem é tão alto, mas se considerarmos que o endividamento da população no início da gestão Lula estava em 23% do PIB, é um número insustentável.  Lembrando que a causa da crise financeira internacional de 2008 começou com a inadimplência de créditos na área imobiliária nos EEUU, nos dá um certo  arrepio.

Recomendo aos meus leitores a não ir atrás das espumas do presidente Dilma e colocar a barba no molho ou prevenir-se para uma eventual crise financeira brasileira no futuro próximo.  Todos os ingredientes para que isto venha ocorrer, tem.  Só  nos resta acreditar que Deus é brasileiro, mesmo!

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR.  E-mail: sakamori10@gmail.com

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

THOMAZ BASTOS: STF É REPRESSIVO!


Advogado de um dos condenados no julgamento do mensalão, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos atacou em um artigo a possibilidade de uma "degeneração autoritária de nossas práticas penais" e afirmou que a "tendência repressiva passou dos limites em 2012". Fonte: Folha.

Na ação do mensalão, Thomaz Bastos (que foi ministro de Lula) defendeu o ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado, condenado a 16 anos e 8 meses de prisão mais o pagamento de R$ 926 mil em multas por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas. Fonte: Folha.

Para Thomaz Bastos, há um "sentimento de desprezo pelos direitos e garantias fundamentais" que age "à sombra da legítima expectativa republicana de responsabilização". "Não é de hoje que o direito de defesa vem sendo arrastado pela vaga repressiva que embala a sociedade brasileira", escreve. Fonte: Folha. 

Nem sou jurista para fazer o julgamento sobre o conteúdo das declarações do ministro da Justiça do governo Lula.  No entanto, um dos 3 poderes da República, composto por 11 ministros, à época do julgamento, em sua maioria nomeados no governo que ele pertenceu.  Talvez, ele deve ter imaginado que tivesse ficado em "crédito" com os ministros indicados pelo governo Lula, assim como já fizera declaração o outro ministro do Lula, Gilberto Carvalho que cobrara "mudança" de posição de um dos ministros indicado pelo Lula.  

Para leigo como eu, é difícil avaliar o que seja prova para condenar um réu, seja material ou circunstancial.  Porém,vejo muitas condenações dos mandantes dos crimes, sobretudo de homicídios, pelos depoimentos e fatos circunstanciais.  Não vi nenhuma novidade no julgamento do mensalão com muitas condenações pelos fatos circunstanciais evidentes.  Se não fossem assim, quantos traficantes não estariam em liberdade?  Ainda bem, que o STF, condenou os réus às penas de lei, contrariando a expectativa de dosimetria menores, por se tratarem de figuras notórias da República.  

O julgamento do STF, de certa forma, serviu de balizamento para os crimes cometidos pelos agentes públicos que de alguma forma tem imunidade ou influência notória na vida pública.  Nunca vi, o ex-ministro de Justiça Márcio Bastos, fazer alerta sobre os excessos e injustiças cometidos pelos magistrados de primeira instância contra o reles cidadão brasileiro, sobretudo aqueles que são negros e ou condição econômica ou social desfavorecida.  Os ladrões de galinha ou mesmo inocentes indefesos apodrecem nos porões das cadeias públicas. Isto é fato. Por que tanta indignação, agora, quando o crimes são cometidos contra erário público, em nome do partido político, com clara evidência do objetivo de permanecer no poder? 

Ministro Márcio Thomaz Bastos, este espaço está disponível para sua defesa.  Vossa Senhoria pode colocar suas razões no espaço de comentários no rodapé deste ou mesmo mandando-me o texto no meu e-mail identificado abaixo, que o colocarei sem moderação e sem comentário. Mesmo, não sendo blog classificado como imprensa, obedecerei as mesmas regras desta.

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  E-mail: sakamori10@gmail.com

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

BRASIL JÁ GASTOU R$ 1,3 BI NO HAITI


Sem previsão para deixar o Haiti, o Exército gastou, de abril de 2004 a novembro deste ano, R$ 1,892 bilhão na manutenção da tropa no país arrasado por uma guerra civil e, mais recentemente, por um terremoto. Atualmente, o Brasil mantém 1.910 homens das Forças Armadas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah). Em 2004, o governo Lula justificou que a participação na missão de paz da ONU era uma forma de garantir um assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança, o que não ocorreu. Fonte: Estadão.

Desse total, a Organização das Nações Unidas (ONU) reembolsou R$ 556,5 milhões para o Tesouro Nacional. Os números são do Ministério da Defesa. Na prática, um gasto de R$ 1,3 bilhão líquido em recursos do Brasil. Não estão incluídos no total de despesas os recursos gastos com soldos dos militares. O gasto inclui recursos de diárias, alimentação, comunicação, rede de internet, processamento de dados, explosivos e munições, vestuário, transporte, combustível e produtos médicos e farmacêuticos. Fonte: Estadão.


O gasto total do Brasil no Haiti é quase nove vezes maior que o valor pedido em 2012 pelo governo de São Paulo ao governo federal para modernizar as áreas de informação e inteligência da polícia – neste ano, o governo paulista reclamou que pediu R$ 148,8 milhões ao Ministério da Justiça e só recebeu R$ 4 milhões. No contra-ataque, o governo federal alegou que não recebeu projeto consistente para o envio dos recursos. Se aplicada na área social, a despesa no Haiti daria para pagar o plano de expansão da rede de creches e escolas infantis nos próximos três anos e que, até agora, não saiu do papel. O governo anunciou um investimento de R$ 1,3 bilhão até 2014. Fonte: Estadão.

Enquanto isso, não conseguimos que os alunos brasileiros do ensino fundamental de até 8 anos se tornem alfabetizados com algum conhecimento de matemática.  Enquanto damos assistência aos haitianos, os doentes brasileiros morrem nos corredores dos hospitais públicos, diuturnamente.   Enquanto o governo batalha para uma vaga no Conselho de Segurança da ONU, 50.000 pessoas morrem em homicídios e mais 50.000 pessoas morrem em acidentes de trânsito.   

Dá para ficarmos felizes assim?  Daqui a pouco, morar em Haiti vai ficar melhor que morar em comunidades dominados pelas milícias ou traficantes.  Vamos pensar, vamos?

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  E-mail: sakamori10@gmail.com

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

BRASIL É DE TODOS NÓS!


Fim do ano chegando e graças a bom Deus, passamos mais um ano sem sobressaltos.  Não assistimos nem o crescimento estupendo, nem uma recessão profunda.  Mas, pudemos assistir, um lento crescimento, pífio, mas o suficiente para levamos o País um pouco para frente, independente da desastrada e equivocada política econômica do governo federal.

Assistimos noticiários, durante o ano, muita espuma lançada pela presidente da República, mas vimos poucas coisas concretas acontecendo no País, apenas inaugurações de alguns estádios com vistas à realização no ano que vem, da Copa das Confederações.  Infelizmente, a visão míope dos governantes, não puderam fazer com que o País exercesse a sua vocação natural de crescimento reservada apenas a gigantes como Brasil com suas condições geográficas e de riquezas naturais.  

O que se viu ocorrer, sobretudo nestes primeiros anos do novo governo, foi repetição de culto à personalidade do mandatário da República.  Como na administração anterior, muitas promessas de realizações de obras, que nem sequer tem os seus projetos executivos completos.  As tão propaladas grandes obras como transposição do Rio São Francisco, Ferrovia Trans-nordestina e Refinaria Abreu e Lima, estão longe de vê-las concluídas no curto prazo.  Único projeto bem sucedido, o Minha Casa Minha Vida, os recursos de financiamento e de subsídios provém do dinheiro privado dos trabalhadores, o FGTS.  Vamos lá, poderia ser pior.

Felizmente, o Brasil não é apenas governos.  O Brasil é composto de 60% do PIB, de iniciativa privada, que provisionam recursos para manter andando os 40% do setor público.  Apesar de governos privilegiarem apenas poucos amigos dos Palácios, o grande contingente de pequenas, médias e micro empresas, garante o recolhimento dos tributos que sustentam a máquina pública.  Os governantes de plantão, dispõe de impostos recolhidos, 40% do PIB, por conta dos quais anunciam os projetos e realizações conjugando invariavelmente o verbo na primeira pessoa do singular: Eu faço, meu governo, eu mandei e por aí a fora.  Um verdadeiro culto à personalidade, com o dinheiro do contribuinte, com único objetivo de manter-se no poder por períodos longos.

Felizmente, esta brava gente, composto por 194 milhões de pessoas, apesar de ser pisadas, usadas, espoliadas, respondem pelo crescimento do País.  Os impostos são do primeiro mundo, mas o que os serviços públicos, como educação, saúde e segurança pública são de terceiro mundo.  Digo mais, os serviços essenciais da população, se assemelha à uma republiqueta de quinta categoria.  O Brasil tem vocação para crescimento e sempre soube trilhar o caminho do crescimento, qualquer que seja matizes e formas dos governos de plantão.  O Brasil é um País pródigo em natureza, que mesmo espoliados pelos agentes públicos, ainda tem fôlego suficientes para o crescimento.  O Brasil, felizmente, é composto de pessoas do bem, em sua maioria.  Convém lembrar que  o Brasil é de todos nós!

Em tempo: Ontem, mais um perfil twitter meu, @sakamori12, foi suspenso.  Censura? 

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  E-mail: sakamori10@gmail.com

domingo, 23 de dezembro de 2012

PLANO DILMA = PLANO CRUZADO DO SARNEY


Presidente Dilma conseguiu o feito único, com sua ignorância e incompetência, desorganizar a economia.  A situação se assemelha com o Plano Cruzado do Sarney.  Com engessamento de câmbio e tarifas públicas, conseguiu a proeza de deixar o País numa situação delicada.  Já que nenhum economista de renome ousa a enfrentar a presidente Dilma com as análises, contrariando a política econômica do ministro Mantega/ Tombini, eu as farei.

A Europa viveu nos últimos 2 anos, um período difícil, com estagnação, resultado do refluxo da crise financeira global de 2008.  Isto refletiu em todo o mundo, até na China que vinha crescendo a uma média anual de 10% ao ano.  Isto afetou o Brasil porque a China que se tornara um dos maiores consumidores de commodities do País.  Aliado ao fato da estagnação da economia mundial, os presidentes Dilma e Lula, artificialmente, apreciaram o real, para permitir à população brasileira, a sensação do "poder de compra".  Tinha em vista, o Lula, a eleição da presidente Dilma, à época. Mas, não justificava Dilma, ter mantido a mesma política do Lula, nos primeiros anos do mandato.

Quando da sua posse, a presidente Dilma, teve oportunidade de impor correção do rumo, já que no poder ela já estava.  Mas, não a fez.  Deixou o tempo correr, com "êxtase" da popularidade, nunca dantes vista para o primeiro ano de um presidente.  Tal qual fez o presidente Sarney com o seu primeiro período do Plano Cruzado, adiou o ajustamento da economia engessada.  Dilma tentou ajustar a economia no ano de 2012, mas a fez em dose homeopática e deixou a economia em descompasso maior ainda.  Fez o ajuste do câmbio em níveis abaixo do necessário, através de intervenções no câmbio pelo BC.  Fez o ajuste da taxa básica de juros, em dosagem insuficiente para equalizar com os países desenvolvidos.  Não teve a coragem de colocar a economia flutuando no mercado, porque queria Dilma manter a sensação do "poder de compra" da população.  Teve medo de enfrentar o realismo do mercado tudo por conta da sua "alta popularidade".

Dois anos do governo Dilma, já se foram e ela teve proeza de deixar a economia mais desorganizada do que nunca.  Pior de tudo, desorganizada e engessada.  Com o câmbio engessado, conseguiu fechar ou desnacionalizar as indústrias brasileiras. Muitas das indústrias brasileiras, montaram fábricas no exterior, para compensar a perda de competitividade. Com a taxa Selic, ainda, na altura de 7,25%, o governo necessita gerar Superávit Primário além de 10% do total da sua arrecadação somente para pagamento de juros da dívida do Tesouro Nacional.  Com a contenção do reajuste de combustíveis para o consumidor, à título de segurar a inflação, quebrou de vez a Petrobras.  A Companhia vale hoje no mercado, metade do valor de 2007, em termos reais.  Com a última redução tarifária de energia elétrica impostas às concessionárias, acabou de quebrar a Eletrobras, que vale hoje cerca de 1/3 do que valia em 2007. 

A presidente Dilma, se encontra na mesma posição do presidente Sarney no segundo semestre do seu primeiro ano do seu mandato.  Se correr o bicho pega, se parar o bicho come.  Com a dupla Mantega/ Tombini, não conseguiremos sair da situação incólume.  Teríamos que ter uma nova concepção da política econômica, para sair da situação engessada.  Os primeiros sinais dadas pela Dilma, é de adiar o alinhamento dos pesos relativos da economia, quais sejam, câmbio, taxa Selic, combustíveis e tarifa de energia.  Imagino, que o adiamento se deve a manter sua popularidade à altura para garantir a sua pretensão de se manter na condição de candidata ao cargo de presidente em 2014.  Quanto mais tempo adiar os ajustes, mais próxima fica a posição do Brasil como dantes do Portugal, da Espanha, da Itália e da Grécia.  Nem é necessário ir longe para buscar semelhança, basta lembrar do que aconteceu com o nosso cruzado "valorizado" do Sarney.

Se nenhum agente público, analista econômico renomado, imprensa em geral, empresário de peso no PIB não chamar atenção para a política econômica equivocada da Dilma, serei eu a fazê-la, com veemência, mesmo ciente de que em quase nada influenciaria na mudança do rumo do País.

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  E-mail: sakamori10@gmail.com

sábado, 22 de dezembro de 2012

QUE DEUS PERDOE PRESIDENTE DILMA


Assisti a fala da presidente Dilma, hoje na TV, numa inauguração de obra qualquer no Rio Grande do Sul.  Visivelmente abatida, falou sobre a esperança de PIBão no próximo ano.  Argumentou do dólar alinhado e dos juros baixos.  Creio que ela está fora de si, desesperada, com ineficácia das medidas tomadas por ela neste ano de 2012. Pois o dólar não está alinhado e nem os juros estão baixos relativamente ao mundo desenvolvido. Para uma presidente com super poder, num regime presidencialista como do nosso País, não parecia estar passando por bons momentos. 

Muitas vezes, as pessoas pensam que com o poder na mão, manda no mundo.  Chegam a acreditar que mandam no próprio destino como ser humano.  Esquecem-se de que somos, todos, reles ser humano cuja vida está ungido por um ser superior.  Seja qual nome que lhe for dado ao ser superior, Deus, Cristo, Maomé ou Buda, continuamos sendo apenas um ser humano.  Muitos que acreditaram possuir o poder como o de Deus, sucumbiram impiedosamente, de formas muito tristes. A história está cheio de exemplos. 

Ela, Dilma Rousseff, carrega um peso na sua consciência.  O peso do malfeito dela própria, que redundou na conquista da presidência da República em 2010.  A ideia partiu do seu padrinho Lula, mas na condição de chefe da Casa Civil, a ordem do malfeito partiu dela própria.  Isto martela, martela, martela na cabeça dela.  Este fato, ligado, indiretamente, aos assuntos tratados na recente CPMI a deixou muito preocupada.  O caso já está na PGR e isto lhe tira o sono.  Tira também o humor.  Quer se sobrepor a fase negra com frase de efeito que nem produz mais a empolgação de antes.  Ela diz que espera para o ano de 2013, um "PIBão grande" (sic), frase que nem ela própria acredita.

Os ídolos revolucionários da Dilma, como Fidel, Kadafi, Hugo Chavez, vão sucumbindo diante da realidade da vida.  Eles vieram ao mundo como Deus quis e deixará o mundo como Deus quer.  Dilma como seu padrinho Lula, criou um mundo de fantasia que pensou nunca acabar, mas a fantasia um dia acaba.  O mundo é feito de realidade, que a presidente Dilma deveria ter dado atenção, como a educação, a saúde e a segurança pública.  Não fez dever de casa.  Não tem mais como escondê-la com espumas e blá-blá-blás.  Um dia, a máscara cai.  Pois, a cara da presidente na última aparição parecia um rosto sem máscara, rude e ao mesmo tempo triste.  

Que Deus perdoe a minha presidente Dilma, a quem devo obediência constitucional.  

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12

DILMA, DESEMPREGO X BOLSA MISÉRIA, OS NÚMEROS NÃO BATEM!


Várias coisas não saem da minha cabeça.  IBGE divulga, nos últimos anos seguidos, o nível de taxa de emprego cada vez menor, conforme pode constatar nas notícias reproduzidas abaixo, no entanto, os números de beneficiados do Seguro Desemprego aumenta. 

A taxa de desemprego de novembro ficou em 4,9%, o menor índice para o mês em toda a série histórica Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2002. O resultado também é o segundo menor se considerados todos os meses, só perdendo para dezembro de 2011, quando atingiu 4,7%. Fonte: Estadão. 

Ainda, segundo IBGE, a população desocupada soma 1,2 milhão de pessoas.  Curiosamente, outra estatística, já noticiado antes, de que 5% da população jovem, de 18 a 22 anos, não estudam e nem trabalham.  Certamente, neste critério do IBGE, este contingente do primeiro emprego, nem devem constar da estatística.  Onde foram parar estas pessoas? Simplesmente, não existem?

A população ocupada somou 23,5 milhões em novembro, um aumento de 0,4% em relação a outubro, o mesmo que 98 mil pessoas a mais empregadas. Na comparação com novembro de 2011, houve aumento de 2,8%, o mesmo que 634 mil ocupados a mais. A população desocupada totalizou 1,2 milhão de pessoas em novembro, uma queda de 8,0% em relação a outubro, o equivalente a menos 106 mil pessoas procurando trabalho. Em relação a novembro de 2011, houve recuo de 3,5%, ou menos 44 mil pessoas à procura de emprego. Fonte: Estadão. 

Outra conta que não fecha é o número de beneficiário da Bolsa Miséria com o número de desempregados.  São 14 milhões, chefes de famílias, que vivem abaixo da linha da pobreza, segundo Dilma.   Mais grave, ainda, disse a presidente Dilma, que vai buscar mais 11 milhões de chefes de famílias que não estão recebendo o benefício da Bolsa Miséria, que durante seu governo será atendido pelo programa.  Somado, dá 25 milhões de chefes de famílias que tem direito aos benefícios da Bolsa Miséria.  

Não estou entendendo bem.  Segundo IBGE, o número de população ocupada somou 23,5 milhões em novembro.  Ao mesmo tempo a Dilma diz que 25 milhões de chefes de família estão em condições de receber Bolsa Miséria.  Então, pressupõe que os desempregados, beneficiários da Bolsa Família, não é maior que o número de empregados?  Uma hora Dilma alardeia o pleno emprego e noutro momento diz que tem 25 milhões adultos aptos a receber a Bolsa Miséria.  Vá entender assim!  A Dilma deve sofrer do síndrome "bipolar", só pode! 

Meu raciocínio cartesiano de engenheiro não bate.  Fiz cadeira de Cálculo I, Cálculo II, Economia, Administração e Estatística, na Escola de Engenharia da UFPR.  Creio que devo ter aprendido tudo errado!  Se eu estiver errado no meu ponto de vista, por favor, me mande para o manicômio!  Agora, se eu tiver certo, tem que mandar a presidente Dilma internar-se no sanatório para tratar do síndrome bipolar.  Não tem outra alternativa.  Ou uma coisa ou outra.  

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

PERSPECTIVA PARA 1° TRI 2013


Não vou me aventurar em fazer previsão da evolução da economia brasileira para o ano de 2013.  Com a equipe econômica do governo Dilma, seria uma estupidez, fazer previsão de longo prazo, mesmo as curtas, não são tão fáceis de fazê-la.  De toda forma, os meus amigos leitores, certamente, estarão à espera de uma palavrinha minha.  Então, vou fazer um rápido comentário sobre o próximo trimestre.

1.  Salário mínimo.  O orçamento fiscal de 2013, ainda não aprovado pelo Congresso Nacional prevê salário mínimo de R$ 674,90.  Pelas novas regras aprovado pelo Congresso, a presidente Dilma, pode estabelecer o novo salário mínimo mediante Decreto.  Sendo assim, é previsível que o novo salário mínimo à vigorar à partir de janeiro seja de R$ 675,00 ou arredondar para R$ 680,00, conforme desejo da presidente Dilma.  Seja qual for o novo salário mínimo, como o reajuste é "pífio" não vai causar nenhum aumento na demanda.  

2.  Dólar.  O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, já deu sinal ao mercado que pretende trabalhar a moeda americana na banda cambial informal entre R$ 2,00 e R$ 2,10.  Dólar defasado que continua a castigar as indústrias brasileiras.  O ministro Mantega e presidente do BC, Alexandre Tombini, sabem que o ajustamento à maior na banda cambial poderá trazer defasagem insustentável para os combustíveis. 

3.  Selic.  A taxa básica Selic, da próxima reunião, no início de janeiro, deverá manter no atual patamar de 7,25% ou numa taxa ligeiramente superior.  A taxa básica de juros do Brasil, apesar de nominalmente, menor dos últimos anos, ainda é uma das maiores do mundo, em termos reais.

4. Tarifa de energia.  As novas regras sobre tarifas de energia, causarão pequeno impacto comparado com a expectativa criada em torno do assunto, com estardalhaço feito pela presidente Dilma.  Muitas concessionárias importantes dos estados do sul e sudeste, não aderiram ao programa da redução tarifária.  Dilma conseguiu quebrar as concessionárias, mas não conseguiu redução tarifária que queria.  Coisa da gerentona, tudo feito às pressas, que acabou sucateando a Eletrobras, no entanto, não conseguiu o objetivo que ela gostaria de ter alcançado.

5.  Gasolina.  A Petrobras está próximo de sucateamento, com a manutenção do preço dos combustíveis ao longo do ano de 2012.  Conforme analistas, apontam a defasagem do preço dos combustíveis está entre 15% a 25%.  A minha percepção é de que a defasagem de 25% seria o mais próximo da realidade.  No entanto, a presidente Dilma, não quer causar impacto à população, por isso o aumento da gasolina e diesel deverão vir entre 10% a 15%, na bomba.  A Petrobras continuará amargando prejuízo com resíduo da defasagem.  

6. Passagens áreas.  As passagens aéreas acompanharão o aumento dos combustíveis e sofrerão aumentos significativos, aliado ao fato de que o setor ficou oligopolizado com absorção de companhias menores pelos 3 grandes, a TAM, GOL e AZUL. Em tese, as classes emergentes deverão voltar para transportes rodoviários.
 
7. Veículos e linha branca.  Com prorrogação da renúncia fiscal sobre veículos e linha branca, as vendas no primeiro trimestre do ano de 2013, deverão estar mornos em função da exaustão da oferta por período muito longo.  Quem tinha que comprar, já comprou.   

8. Inflação.  A inflação no primeiro trimestre, apesar do reajuste dos combustíveis e do salário mínimo, deverá se comportar nos atuais patamar, isto é, próximo de 6,0% aa.  O impacto da tarifa de energia que, em tese, compensaria o aumento dos combustíveis não deverá sentir nos preços dos produtos.

9. PIB. A previsão do Banco Central de PIB de 3,5% aa para 2013, pelo menos no primeiro trimestre, não corresponderá à expectativa.  Lembrando que o BC previu o PIB para 2012 de 3,7% e acabou terminando em 1,0%.  Vamos torcer que nos 3 restantes dos trimestres de 2013, compensem o pífio crescimento do primeiro trimestre.  

10. Resta ao reles cidadão, ficar torcendo para que, apesar da política econômica totalmente equivocada da presidente Dilma, não leve o País a entrar no buraco sem fundo.  O fato concreto é que a presidente Dilma conseguiu deixar a economia brasileira, em situação caótica, desorganizada, com desequilíbrio de preços relativos, sobretudo os tarifados, na tentativa de assegurar a falsa sensação de "poder" de consumo da população.  Tudo em vista à reeleição da Dilma em 2014. 

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12