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domingo, 23 de julho de 2017

Mês de agosto, o fim do governo Temer!

Crédito de imagem: Globo

Faz parte da política econômica do governo Michel Temer, PMDB/SP, obedecer rigorosamente o "teto dos gastos" oriundo das Emendas Constitucionais, aprovado com forte pressão política, logo após assumir a vaga de presidente da República deixada pela Dilma, PT/RS.  O governo Temer quer cumprir o que prevê a LDO de 2017 que prevê um "rombo fiscal" de R$ 139 bilhões, "custe o que custar". O custo do "falso rigor fiscal" para a população vem em forma de aumento de tributos. O "primeiro de uma série" destes tributos foi a PIS/Cofins sobre combustíveis. 

Disse o presidente Temer em relação ao aumento de preço de combustíveis, em decorrência do aumento de tributos: "o povo compreenderá". Certamente, "compreenderá" outros tributos que serão implementados, conforme a necessidade que venha apresentar nos futuros relatórios bimestrais sobre a execução orçamentária deste ano. O fato é que o governo Temer caiu nas próprias armadilhas que são as Emendas do "teto dos gastos". 

Literalmente, o Brasil está falido. O País não consegue pagar as suas contas com arrecadação de impostos e contribuições. Em 2016, o governo federal fechou com o "déficit primário" ou o "rombo" de R$ 179 bilhões. O governo Temer está encontrando dificuldade, faltando 5 meses para terminar o exercício, fechar a conta com o "rombo" de R$ 139 bilhões. O governo Temer mandou para Congresso Nacional e este aprovou, a LDO de 2018, com o "rombo" de R$ 131 bilhões.

O famigerado "déficit primário" ou o "rombo fiscal" é exatamente o dinheiro que falta para pagar as contas ou gastos do governo federal. O governo emite títulos da dívida pública para cobrir os "rombos" previstos na LDO - Lei das Diretrizes Orçamentárias. O fato concreto é que o País não consegue pagar as suas contas com receitas correntes. O País lança mão de empréstimos, mediante emissão de títulos da dívida, para cobrir os seus gastos, sem considerar ainda os juros da dívida. 

O governo Temer quer debitar os "rombos fiscais" ao governo da presidente Dilma, o governo do PT, mas faz pouca coisa para mudar a situação. O exemplo de que não faz muita coisa, vem dos sucessivos "rombos fiscais" ou "déficits primários" dos anos de 2016, 2017 e 2018. Podemos dizer grosso modo que o governo Temer é perdulário, gasta o dinheiro que não tem!

O governo Temer privilegia os agiotas internacionais em detrimento do setor produtivo. Isto é fato que salta os olhos de qualquer analista econômico.  O governo Temer está levando o País ao "estado de falência". O setor produtivo sabe, o povo sabe. Só o mercado financeiro finge que não sabe. 

As primeiras reações poderão vir nos próximos dias. Os caminhoneiros vão parar no dia 1º de agosto, véspera da votação do processo de corrupção passiva do presidente Temer pela Câmara dos Deputados, com motivação no aumento de combustíveis.

Mês de agosto, o fim do governo Temer!

Ossami Sakamori


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Veio um novo aumento de gasolina!

Crédito da imagem: Verdemares

O governo Temer anunciou no final do dia de ontem, o aumento da gasolina, em média R$ 0,40 por litro e do diesel, em média R$ 0,20 por litro. O número veio com diferença significativa em relação ao que anunciei na matéria de ontem. Na matéria de ontem, postei que o aumento de gasolina e diesel seria de R$ 0,10 cada litro, na bomba. Infelizmente, o aumento veio em "dose cavalar", em meio ao desespero do governo Temer em tentar fechar o Orçamento Fiscal de 2017, dentro do "rombo" de R$ 139 bilhões. 

O governo Temer pretende arrecadar, com o aumento do PIS/Cofins que incide sobre os combustíveis, em cerca de R$ 10,4 bilhões até o final do ano. Isto significa que a previsão de receita para o próximo ano é cerca de R$ 23 bilhões apenas deste aumento deste tributo. O aumento de contribuição vem após o mesmo governo ter liberado "verbas parlamentares" de cerca de R$ 1,6 bilhão, para "compra" de votos de 20 parlamentares da CCJ da Câmara que decidem sobre a autorização ou não de processo contra Michel Temer sobre "corrupção passiva" no STF.

Convém lembrar que a nova alíquota da contribuição social não é para manter o Orçamento Fiscal em "equilíbrio" como mandava a Lei de Responsabilidade Fiscal de 2000, "sepultado" pelo governo Michel Temer, com as Emendas Constitucionais que ficaram conhecidas como "teto dos gastos". Só para lembrar, as Emendas do "teto dos gastos" autorizam o governo conviver com o "déficit primário" ou o "rombo fiscal", igual ao de 2006, corrigido pela inflação para os próximos 20 anos. 

Todo esforço do governo Temer é para "tentar" manter o "déficit fiscal" de R$ 139 bilhões previsto na LDO de 2017. Para leigos entenderem, o "déficit primário" é o dinheiro que falta para pagar as contas do governo. O "rombo" é coberto com emissão de títulos da dívida do governo. Literalmente, o governo brasileiro paga as suas contas contraindo novas dívidas. A dívida do governo federal aumenta desde 2005, em curva espiral. Se não mudar a "matriz" da política econômica, o País caminha celeremente para o "default" ou a "falência".

Estranho muito que o empresariado e o mercado financeiro continue mantendo o apoio ao atual Temer, e à equipe econômica comandada pelo Henrique Meirelles, vendo o País caminhar celeremente para o "default" no médio prazo. Tenho defendido uma matriz econômica completamente oposta ao da atual equipe econômica. O pensamento deste que escreve está, com alguma dose de economês, no blog: Brasil liberal já!  Recomendo leitura para quem quer conhecer a nova matriz econômica que tem como foco o desenvolvimento sustentável do País.

Temer: Oh! pro cêis!

Ossami Sakamori


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Meirelles: "Oh, pro cêis!"

Crédito de imagem: Estadão

Depois de presidente Michel Temer ter liberado, adoidado, "emendas parlamentares" para conseguir reverter a sua situação no processo de crime de corrupção para "liberação" pela CCJ da Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles anuncia o aumento de PIS/Cofins sobre combustíveis. Mais uma vez, sobrou a conta para o povo pagar!

A nova contribuição incide sobre combustíveis, que deve aumentar em cerca de R$ 0,10 por litro de gasolina ou diesel. O governo federal vai arrecadar cerca de R$ 3 bilhões que vai ajudar a fechar a conta prevista no LDO de 2017, isto é com o "rombo" de R$ 139 bilhões.  Presidente Temer, segundo Contas Abertas, teria liberado cerca de R$ 1,6 bilhões das emendas parlamentares, o que justifica a implantação da nova contribuição. A nova tributação, entra em vigor, imediatamente, não havendo necessidade de leis especiais.

Errata: O preço de gasolina deverá sofrer reajuste médio de R$ 0,40 por litro e o diesel em R$ 0,20 por litro, na bomba. E o governo vai arrecadar R$ 10,4 bilhões até o final do ano. 

Quanto a consequência para a população, dispensa o comentário. O próprio gesto do ministro da Fazenda Henrique Meirelles na foto do topo, mostra quem vai pagar as contas. Os rombos ou desacertos do governo, quem paga é sempre o contribuinte. 

Meirelles: "Olha o tamanho da conta para o povo pagar!"

Ossami Sakamori

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Temer: "Roubo, mas faço!"

 Crédito da imagem: Globo

Crédito da imagem: Veja

Os ladrões andam juntos e misturados. O presidente Temer é acusado de corrupção passiva, no caso do "grampo" do Jesley Batista, cuja autorização para ser processado pelo STF será votado no próximo dia 2 de agosto, no plenário da Câmara dos Deputados. Na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o deputado Paulo Maluf, PP/SP, condenado pelo STF por crime de corrupção passiva, defendeu o presidente Temer, enfaticamente, alegando Michel Temer ser "honesto" e "honrado".

O "grampo" do dono da JBS cita a continuidade da "ajuda" financeira ao ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Colonia Penal da Região Metropolitana de Curitiba. Isto é como "organização criminosa" que os que estão fora da cadeia ajuda os que estão cumprindo a pena.  Só mesmo rindo. O apoio vem de um outro, igualmente, "corrupto", sentenciado.

Michel Temer já tinha sido apontado por um doleiro, que nem me lembro o nome, tinha enviado como parte da doação da campanha de 2014, um "envelope" contendo R$ 1 milhão, para o "mula" Antonio Mariz, atual advogado do presidente no processo criminal de natureza comum, a de corrupção passiva, em discussão na Câmara dos Deputados. O termo "mula" foi designado pelo próprio advogado.

Michel Temer é apontado como beneficiário de outro R$ 1 milhão por um dos executivos da JBS. Segundo o executivo, o dinheiro foi entregue no escritório do Coronel aposentado, amigo do presidente. Isto tudo, segundo relato das investigações, o dinheiro foi destinado para reforma da casa da filha do presidente Temer. Naturalmente, que o presidente Temer nega ter recebido o valor para pagamento de reforma da residência da sua filha. Alega Temer, para campanha, tal qual fizera outrora, outro notório "corrupto" ex-presidente Collor. 

Michel Temer é apontado como o beneficiário juntamente com o seu auxiliar, que despachava no gabinete ao lado do seu, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures. Segunda a grande imprensa noticiou, a mala contendo R$ 500 mil, seria o primeiro desembolso de uma "semanada", que seria para pagamento de "propina", por ambos terem conseguido preço de gás privilegiado para Usina Termoelétrica do grupo J&F.

Presidente Temer, tem aparecido nas mídias nos últimos dias, como quem está fazendo muito pelo Brasil. Pelo visto, Michel Temer é da mesma escola do Paulo Maluf: "rouba, mas faz!". Se a moda pega, o povo brasileiro está mais do que "frito". A conta para pagar será do povo, na condição de contribuinte de impostos. 

Michel Temer: "Roubo, mas faço!".

Ossami Sakamori


domingo, 16 de julho de 2017

Temer faz "surubas" com o nosso dinheiro!

Crédito da imagem: Correio Brasiliense

Para garantir a sua permanência no posto de presidente da República, alçada com o impeachment do seu titular, a Dilma Rousseff, presidente Michel Temer pratica explicitamente o "toma lá, dá cá", com liberação de emendas parlamentares aos seus aliados de "interesse", do momento. Isto é uma prática comum de todos os presidentes, quando se encontra na posição de "saia justa".  Temer se encontra nela com o processo de crime de corrupção. 

Na prática, isto é igual dito pelo senador Romero Jucá, do mesmo partido do presidente Temer, o PMDB: "Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada". Parece que o Michel Temer não segue as regras do seu colega do PMDB, Romero Jucá. Suruba do Temer é "selecionada". Só participa do suruba os que votam a favor dele, especialmente os que fazem parte da Comissão de Constituição de Justiça da Câmara dos Deputados. Suruba do Temer é para público restrito dos parlamentares do "centrão" e "infiéis" de outros partidos. 

Ao que parece, "suruba" é especialidade do partido do presidente Temer, o PMDB. A suruba é praticada desde o primeiro presidente civil, após o Regime militar de 1964, o José Sarney. Sarney fez escola para os atuais membros do PMDB, o Romero Jucá e Michel Temer, entre eles. O PMDB de hoje não lembra nem um pouco a figura do Ulysses Guimarães, que "abriu mão" para que Tancredo Neves pudesse ser o candidato de consenso na saída do Regime militar. 

Michel Temer não lembra nada do Ulysses Guimarães, símbolo do PMDB. Presidente Temer é retrato da decadência de um partido que se aliou ao PT para, de forma obtusa, chegar ao posto de presidente da República. Pelo contrário, o Michel Temer é acusado pela Procuradoria Geral da República de "corrupção passiva". Temer não quer que a Câmara dos Deputados autorize o prosseguimento do inquérito pelo STF. Temer tem culpa no cartório. Temer tem marca do batão das "surubas" que andou praticando, no pleno exercício da presidência da República. 

Enquanto isto, o povo brasileiro anda "pagando o pato" ou melhor "pagando a conta" das "surubas" promovidas pelo Michel Temer, com o nosso dinheiro! 

Ossami Sakamori



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Ponto final para PT e Lula!

Crédito da imagem: Veja

A foto do topo, outrora, seria digno de ir para galeria de pessoas famosas, no bom sentido. Infelizmente, a foto representa um condenado pelo Judiciário em 9 anos e 6 meses e uma investigada em Lava Jato com denúncia de recebimento de propina. Esta foto do topo, só irá fazer parte da galeria de famosos na sede do Partido dos Trabalhadores, ainda, bem.

O Lula, segundo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, terá o julgamento do juiz Sérgio Moro confirmado ou reformado, até o mês de agosto de 2018, antes das eleições gerais do próximo ano.  Se o TRF4 confirmar a condenação, o Lula será "ficha suja" e será impedido de concorrer às eleições presidenciais do próximo ano, como é do desejo dele. Lula dá seu último suspiro. Seu destino, inexorável, é uma cela de qualquer penitenciária do País. 

Quanto à segunda pessoa, a Gleisi Hoffmann, atual presidente do Partido dos Trabalhadores e ex-chefe da Casa Civil do governo Dilma, responde pelos crimes de "corrupção", em andamento no Judiciário. Felizmente, para o povo brasileiro as notórias figuras desta matéria, não mais estarão nas primeiras páginas da política, mas sim, nas primeiras páginas do noticiário policial. De onde não deveria ter saído. 

Brasil tem pressa. Brasil não tem tempo de ficar discutindo o "leite derramado" dos petistas. Brasil quer retomar o ciclo de crescimento econômico, que é o caminho natural de um país com tanta riqueza natural e quinto maior do mundo em extensão territorial e em número de população. 

E, ponto final. Ponto final para PT e Lula!

Ossami Sakamori

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Lula é bandido de marca maior!

Lula: o bandido de marca maior.

Ontem, o juiz Sérgio Moro, condenou Lula da Silva no processo que se refere ao caso "triplex", em 9 anos e 6 meses de reclusão. O processo deve subir para TRF da 4ª Região para confirmar, modificar ou anular a sentença proferida pelo Sérgio Moro. É de esperar que até julho do próximo ano já tenha decisão daquela Corte. Se TRF4 confirmar a sentença do juiz Sérgio Moro, Lula da Silva não poderá se candidatar a nenhum cargo eletivo, muito menos ao de presidência da República.  Assim, não precisarei deixar o meu País. 


Desde a abertura deste blog em 15 de fevereiro de 2012, escrevi centenas de matérias sobre o "maior bandido" da história política do País. Vocês poderão acessar às matérias sobre Lula, via "Procurar" que se acha no canto direito superior desta mesma página. O resumo de tudo está contido na matéria que publiquei no dia 1º de outubro de 2015, há quase dois anos, o qual estou publicando na íntegra, logo abaixo.

A matéria:

Lula é mula dos empreiteiros!


Está circulando notícias de que o ex-presidente Lula da Silva estaria se preparando para se candidatar ao cargo que ocupou entre 2003 e 2010.  Lula se apresenta como pré-candidato à presidência da República, aparentemente prematuro, porém, já prevendo convocação de novas eleições no caso de impeachment da Dilma e seu vice Michel Temer.  Na pior das hipóteses, será candidato ao cargo de presidente em 2018. 

Arrepia-me, só de pensar que o Lula venha ocupar o cargo de presidente da República, novamente. O Lula da Silva, antes de entrar na política, nem sequer tinha casa própria para morar. Na época que foi presidente do Sindicado dos Metalúrgicos de São Bernardo, morava de favor na casa do advogado Roberto Teixeira. No entanto, após ocupar o cargo de presidente da República, ele se tornou R$ milionário, se não for R$ bilionário.

Para mim, o Lula é apenas um "mula". O Lula faz o serviço equivalente ao de "mula" do tráfico de drogas. Apenas o mundo que Lula vive é diverso do "tráfico de drogas". Lula está no mundo de "tráfico de influências". Ao contrário do que corre nas redes sociais, ele não é dono da Oi Telecomunicações e nem tão pouco dono do grupo empresarial JBS/Friboi dos meninos goianos. Lula faz o serviço de "mula" para os empreiteiros e empresários sobejamente conhecidos como corruptores.

Lula foi "mula" do Eike Batista do grupo OGX. Fez serviço de "mula" para o empresário estelionatário Eike Batista. Só para lembrar, o Lula como presidente da República, mandou o BNDES conceder financiamento para o grupo OGX, que resultou num prejuízo de R$10,6 bilhões, para o Banco. Até hoje, ninguém deu explicações plausíveis sobre a situação da dívida que o Eike Batista deixou no BNDES. Com certeza, o Lula mula ganhou muitos R$ milhões com o Batista.

Lula é "mula" dos outros Batista, os de Goiás, donos do grupo JBS/Friboi.  As empresas do grupo JBS/Friboi são basicamente: J & F Investimentos (holding), JBS/Friboi, Zetta Infraestrutura, Eldorado Papel e Celulose e o Banco Original. O grupo é o maior tomador individual de financiamentos do BNDES, alguns com juros subsidiados fixos de 3,5% ao ano. Com empréstimos assim, até eu seria R$ bilionário. Lula mula ficou mais alguns R$ milhões mais ricos. Com certeza, não foi pelos belos olhos dos Batista.

Lula é "mula" do Carlos Jereissati do grupo La Fonte, que mantém o controle acionário da Oi Telecomunicações. Lula na condição de "mula" dos Jereissati, conseguiu trazer para a sociedade da Oi Telecomunicações, a Portugal Telecom. Foi a Portugal Telecom é que fez doações ilegais para o financiamento da campanha de reeleição do Lula em 2006. Até hoje, não está bem explicado, onde foi parar o dinheiro da doação da Portugal Telecom para a campanha do Lula da Silva.

Lula é "mula" de empreiteiros da Lava Jato, como a Construtora Odebrecht e a OAS. Lula na condição de "mula" do Odebrecht, forçou os antigos donos da Triunfo Petroquímica vender os ativos para a Braskem do grupo do Marcelo Odebrecht.  A maior parte das obras financiados pelo programa de exportação do BNDES para construtoras, foram executados pelas empresas Odebrecht e OAS. O Lula mula fez o serviço não pela amizade com o Marcelo Odebrecht. Muitos R$ milhões devem ter "rolado" nas viagens internacionais, nos jatinhos do Marcelo. Só não enxerga quem não quer.

Lula é "mula" da Vale. Lula conseguiu para a Vale do presidente Murilo Ferreira, o também presidente licenciado do Conselho de Administração da Petrobras, concessão de uma jazidas de ferro em Guiné francesa. O Lula "mula" conseguiu "convencer" o presidente daquele país, o Alpha Condé, a concessão da exploração de um entre três maiores jazidas de ferro daquele país. Tem notícia de que a Vale teria pago R$ 50 milhões pelo serviço de "mula" ao Lula da Silva.

Lula mula foi responsável, segundo depoimento dos investigados da Operação Lava Jato, pela nomeação do "Paulinho", Paulo Roberto Costa, para ser o "operador" de propina da Petrobras. Lula "mula" lavou o dinheiro da ladroagem da Petrobras na forma de "palestras". O Instituto Lula é lavanderia do Lula mula. Muitos R$ milhões foram ganhos pelo Lula mula pelas supostas palestras. Palestras de um pinguço analfabeto funcional, é de dar muita rizada.

Se efetivamente, o Lula mula, for presidente da República nas próximas eleições, não haverá condição de minha permanência no País, infelizmente. Mas, não tenho medo de bandido e de políticos corruptos. Lula mula não pode voltar à presidência da República, nem que a vaca tussa!

E vocês querem a volta do Lula mula? Diga não para esse mula safado, ordinário, bandido de marca maior!

Ossami Sakamori




quarta-feira, 12 de julho de 2017

Com Temer ou sem Temer, Brasil não acaba!


Presidente Michel Temer caiu na armadilha que ele próprio criou. Temer se achava mais esperto do que o empresário estelionatário Joesley, dono da JBS. Justificou-se de que ele, presidente da República, atendia informalmente, qualquer empresário do setor produtivo do País. Só não disse ter atendido qualquer presidente das Federação das Indústrias do País, informalmente, no porão do Palácio Jaburu, residência oficial do atual presidente da República.

O fato é que Michel Temer tenta justificar o injustificável. Atender um empresário "falastrão", como ele denominou o dono da JBS, às altas horas da noite, informalmente, conduzido pelo carro oficial do seu imediato Rodrigo Rocha Loures, no porão do Jaburu, não pode ser rotina normal para um presidente da República. O conteúdo do "grampo", considerado como ilegal pelo seu advogado, contém conversas nada republicanas, as quais não contesta.  

Michel Temer tenta atribuir para si, o sucesso das medidas econômicas. Michel Temer, igual a sua antecessora Dilma Rousseff, deu de conjugar o verbo na primeira pessoa do singular: eu. Ontem, no lançamento do Plano Safra de 2017/18, no Palácio do Planalto, foi uma sucessão de frases de efeito, sempre no primeira pessoa do singular: Eu fiz mudanças... Eu tive coragem... Meu governo foi capaz...

Michel Temer, tenta manobras para se manter no poder, custe o que custar. Lembro-me das manobras dos últimos dias de mandato da antecessora Dilma Rousseff. Tanto a antecessora como o atual presidente, com popularidade abaixo da crítica, menos de 9% de aprovação, tenta cooptar os deputados para votarem a seu favor no processo de afastamento do cargo de presidente da República para poder ser julgado pelo STF, pela prática de crime comum, o da corrupção passiva.

Michel Temer tenta conquistar voto de 172 deputados, com liberação de emendas parlamentares, segundo grande imprensa, mais de R$ 1,5 bilhão nos últimos dias. Isto me lembra, também, os últimos dias da Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada. Quero ver, às vésperas de suas reeleições (2018), os deputados votarem ou se ausentarem em favor do Michel Temer prestes a ser julgado por crime  de corrupção. Os ventos são totalmente desfavoráveis à intensão do Michel Temer. Mesmo que ele se livre desta votação, há mais dois processos suscitados pela Procuradoria Geral da República, previsto para serem votados no início de agosto. Temer poderá se livrar desta feita, mas não resiste a mais dois novos julgamentos.

O mercado financeiro já precificou a saída do Temer. O mercado financeiro volta à normalidade. A classe empresarial do setor produtivo já considera o Maia, uma solução menos pior para a situação. Os investimentos produtivos já pensam em investir nas suas fábricas, pela queda de inflação e primeiros sinais de retomada do crescimento estão sendo notados. 

Com Temer ou sem Temer, Brasil não acaba!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori



terça-feira, 11 de julho de 2017

Juntos, podemos mudar o rumo do País.


Vocês podem achar estranho o comentário que vou fazer hoje. Vamos colocar aqui, para não haver dúvida, de que continuo acreditando de que a matriz econômica que vigora no País está "equivocada". No entanto, após dois longos anos de "depressão", a pior dos últimos 100 anos, a economia começa a "descolar" da política. Os agentes econômicos, tanto da área pública como da área privada, não vislumbram grandes mudanças no rumo da política econômica atual, independe de quem esteja no topo do Poder da República. 

Os empresários "locomotivas" e investidores institucionais cansaram de esperar. Os investidores institucionais não vislumbram grandes mudanças no rumo da economia, mesmo com eventual mudança no comando do País. Mesmo os investidores especulativos, que aplicam nos títulos da dívida pública brasileira, não vislumbram grandes mudanças na política de juros Selic, praticada por Banco Central.  À essa altura, a economia brasileira tem pouco espaço para afundar mais do que está. Isto já está virou consenso no mercado financeiro. O mercado já "precificou" a atual situação política e econômica do País. 

O fato é que tanto o mercado financeiro como o povo brasileiro, hoje, estão dando menor importância sobre o uma eventual troca de nomes para presidente da República. O espírito de "desistência" está configurada com a menor importância dadas pelas redes sociais sobre o tema e sem nenhuma manifestação de ruas pela mudança. O povo desistiu de mudanças profundas, já acostumou com a "depressão". O povo já não acredita mais nos "salvadores da pátria". 

Por outro lado, os indicadores econômicos, independente da matriz econômica, mostram sinais de ter encontrado o "fundo do poço".  A economia não tem mais espaço para "piorar". Pior que 14 milhões de desempregados e 61 milhões de inadimplentes, não encontram paralelo na história recente do País. O povo já "se conformou" com o "fundo do poço". 

Esta sensação de "fundo de poço" provoca o "paradoxo" nas mentes de empresários e investidores. O "paradoxo" é mostrado pela reação dos agentes econômicos em "tomar atitude" diante da paradeira geral. A sensação que o povo está sentindo é o que os empresários e investidores produtivos estão sentindo, de que "pior que está, não fica". Esta sensação paradoxalmente levará, no médio prazo, provocar a "corrida" para os investimentos produtivos.

Os dois trimestres consecutivos de PIB positivo é sinal desta mudança do rumo. Indica o ponto de "inflexão" da curva de "depressão". Pouco importa neste quadro, quem seja o futuro presidente da República, Temer, Maia ou um outro qualquer. Os empresários e investidores querem saber da "rentabilidade" e "segurança" dos seus investimentos. Nesta área, não prevalece nenhum espírito de "patriotismo" para com o País, o que importa para investidores é a "rentabilidade" e "segurança" dos capitais investidos.

Brasil já bateu o fundo do poço. Brasil retomará "um novo ciclo de crescimento", timidamente, mas será inexorável. Os indicadores do mercado financeiro de ontem, que operou em estabilidade, mesmo com possibilidade do afastamento do Temer do cargo de presidente, mostra claramente o que estou a afirmar aqui. O mercado financeiro já considera que o País é maior que qualquer nome para o presidente da República. 

Com Temer ou sem Temer, o País voltará ao "novo ciclo" de crescimento. Timidamente, vai encontrando o seu curso normal de um País com potencialidade incalculável. 

Juntos, podemos mudar o rumo do País. 

Ossami Sakamori


sábado, 8 de julho de 2017

A "deflação" do tomate!


Desta feita, o tomate é protagonista da primeira deflação, a primeira em 11 anos.  A notícia em tempos normais era para ser motivo de comemorações, mas em "tempos bicudos", não passa de triste constatação de que estamos no "fundo do poço".  O país está na "pior" fase da "depressão" que já dura há mais de 2 anos. 

Os repórteres e jornalistas da grande imprensa dá destaque e comemoram o acontecimento. Comemoram porque estão no "bem bom" do emprego. Mas os indicadores econômicos que eles próprios, os jornalistas, divulgam não são nada animadores. O número oficial de desempregados beirando 14 milhões de trabalhadores, o número de inadimplentes alcançando o "pico" de 61 milhões de pessoas, são números que não temos nada a comemorar.  A "deflação" comemorada, a primeira dos últimos 11 anos, ao contrário do que possa imaginar indica o estado de "depressão profunda" que estamos a viver.

Os mesmos jornalistas da grande imprensa esquecem de que o País experimenta, há dois anos, o estado de "estagflação", isto é estagnação somado à inflação. Com contínua política econômica recessiva somado à política de juros reais Selic, a segunda mais alta do mundo, dentre 40 maiores economias, estamos a alcançar, finalmente, o fundo do poço da "depressão".  Espero que a "deflação" não continue para os próximos meses, pois aí seria fatal para a vida da população brasileira.

O outro indicador muito comemorado pelo mercado financeiro é o número da "balança comercial" alcançado neste primeiro semestre, muito maior do que o número do igual período do ano anterior.   É certo que o setor agrícola responde por uma boa fatia das exportações, mas o número positivo da balança comercial vem acompanhado da diminuição das importações. Isto significa que o povo brasileiro está consumindo menos, apesar da "política cambial" equivocada, de dólar baixo ou real valorizado.

Seja como for, vamos torcer que o próximo indicador dos preços ao consumidor, o IPCA, venha ligeiramente positivo. Mais uma "deflação" é sinal de alerta para a equipe econômica e não será mais motivo de comemorações. Isto, a equipe econômica sabe. Como já disse numa das matérias anteriores, a vitória mais parece ser a "vitória do Pirro". 

Desta feita, o tomate é amigo da "deflação".

Ossami Sakamori


quinta-feira, 6 de julho de 2017

O "bolinha" foi picado por "mosca azul" !

Crédito da imagem: Folha

Vou ser breve hoje. A grande imprensa se encarregou de colocar o assunto em pauta, em forma de "especulação" ou de "gozação". Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, conhecido nas redes sociais como "bolinha", prepara-se para assumir a presidência da República, em mandato de transição, enquanto o Michel Temer, o titular, vai ser julgado pelo STF, após provável "autorização" da Câmara dos Deputados para que o presidente da República Michel Temer possa ser julgado sob crime de "corrupção". 

A matéria de hoje da Folha traz "interessante" matéria sobre o "bolinha". A Folha faz "gozação" em cima do presidente da Câmara dos Deputados de que ele teria sido picado por "mosca azul". Ao que o "bolinha" respondeu dizendo que atualmente estuda, ao contrário, como matar o "mosca azul".

Brincadeira à parte, Rodrigo Maia estuda seriamente a postulação ao cargo de presidente da República, no mandato de transição enquanto o titular Michel Temer vai ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal pelo crime de corrupção. Segundo a grande imprensa, Rodrigo Maia "fez" o relator do processo Temer, o deputado Sérgio Zveiter, PMDB/RJ, de quem é amigo pessoal. O relator foi nomeado, oficialmente, pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça Rodrigo Pacheco, PMDB/MG, também aliado do "bolinha". 

Rodrigo Maia conta com os aliados importantes para o seu projeto pessoal, de alçar à presidência da República, em mandato de transição, enquanto STF julga o presidente da República Michel Temer. De acordo com a Constituição, o STF pode arquivar ou dar prosseguimento ao julgamento, num prazo máximo de 180 dias. Neste período, Rodrigo Maia, o segundo na linha de sucessão presidencial, assume o cargo em "mandato de transição".  Se Michel Temer for condenado pelo STF, o presidente da República é afastado do cargo definitivamente, tendo o presidente de transição, no caso, Rodrigo Maia, prazo de 30 dias para promover eleição de um presidente com "mandato tampão". Nada impede, neste caso, a postulação do próprio Rodrigo Maia, presidente em exercício, concorrer ao cargo. À essa altura, Rodrigo Maia, estará com toda estrutura do poder trabalhando para viabilizar o "mandato tamão" até 31 de dezembro de 2018. 

Quem está chamando atenção para o fato é o ex-presidente Lula, aliado do presidente Michel Temer. Interessaria ao ex-presidente Lula, "eleição direta". Mas sabe o Lula que não tem viabilidade constitucional para esta sucessão. Para Lula é melhor a "manutenção" do "status quo" ou seja a manutenção do Michel Temer na presidência República, apesar de discursos divergentes dos membros do PT. 

É provável que, no mês de agosto, teremos Rodrigo Maia, DEM/RJ, como presidente da República para mandato de transição. Confirma assim que o "bolinha" foi picado por "mosca azul". 

Ossami Sakamori


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Chegou o fim da depressão!


A depressão parece ter chegado ao fundo do poço. Os indicadores econômicos do segundo trimestre que está a fechar, indicam números positivos. Timidamente, mas positivos. Eu já afirmei em matérias anteriores de que o fim da depressão só poderia confirmar com o crescimento do PIB em dois trimestres consecutivos. É o que está para ser anunciado até o final deste mês. Felizmente. 

Nenhuma nova medida foi anunciada pela equipe econômica que justifique mudança no rumo. No entanto, a própria falta de notícia de medidas parece ser o principal fator que está movendo a economia no sentido ascendente. Timidamente, mas ascendente. A normalidade ou falta de notícias é um dos indicadores de que o País está caminhando. Tropegamente, mas caminhando. 

No momento, os indicadores negativos como o número de desempregados que ascendem a 14 milhões e o número de inadimplentes ter atingido a marca recorde de 61 milhões de pessoas, correspondente a 40% da população adulta, mostram claramente que o quadro da economia "desolador" ou "desesperador".  Por outro lado, a queda da inflação para patamar próximo ao centro da meta de 4,5%, apesar de ter alcançado com enorme sacrifício da população, estimula o setor produtivo a voltar a investir.

Embora, os juros reais Selic pago pelo governo via títulos da dívida pública serem a segunda mais alta do mundo dentre 40 maiores economias, ficando atrás apenas da Rússia, os juros nominais Selic são os mais baixa dos últimos dois anos pelo menos.  Na próxima reunião do COPOM, o Banco Central deve anunciar juros Selic nominais algo como 9,5%. Psicologicamente, para os investidores institucionais, é um número mágico, abaixo de 10% ou 1 dígito. 

Na outra ponta, a crise política que o País vive pós "grampo" do Temer, tem "puxado" o dólar para cima, alcançando o patamar de R$ 3,30.  Ao contrário do que se apregoa no mercado financeiro e pelos analistas econômicos, o "dólar alto" ou o "real desvalorizado" estimula a economia do País. Dólar alto estimula as exportações e desestimula as importações. O dólar alto cria emprego dentro do País, deixando de criar emprego fora do País. No meu entender, o dólar deveria estar mais alto do que atuais R$ 3,30, para acelerar ainda mais o crescimento do País. Fica sugestão para o Banco Central, executor da política monetária. 

Com Temer ou sem Temer, com Meirelles ou sem Meirelles, o País vai voltando à normalidade, independente das reformas estruturantes que vão ficando para o "próximo governo". Juntos, a população vai demonstrando que o Brasil é capaz de encontrar o seu próprio destino independente de quem esteja no comando do País. 

Nada de salvador da pátria!  Nada de ponte para o futuro!

Chegou o fim da depressão! 

Ossami Sakamori

sábado, 1 de julho de 2017

JBS, a maior lavanderia da América Latina!

Crédito da imagem: Estadão

Quando leio matéria como o de hoje, do tradicional jornal Estadão, do qual sou assinante, a matéria sobre o empresário estelionatário Joesley Batista da JBS, sobre o que ele narrou à Procuradoria da República, em delação premiada. Segundo o Estadão, Joesley Batista narra como avisou os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff a respeito de supostas "contas correntes de propina" que o grupo mantinha no valor de R$ 300 milhões. Quando leio isto, fico perplexo e com náusea, uma vontade enorme de "vomitar", diante da "ocultação" das notícias durante os últimos 3 anos e lai vai pedrada! 

O assunto de financiamento de campanha da Dilma foi denunciada por este blog em 20 de janeiro de 2014, portando, há 3 anos e 5 meses. A matéria foi a mais lida deste blog e mereceu comentário do @tumaoficial de que o grupo JBS/Friboi era "a maior "lavanderia" da América Latina". No entanto, faz parte do ofício de um blogueiro, chamar atenção ao fato, pela enésima vez, mostrando a minha total indignação com a leniência das autoridades judiciais deste País. O Judiciário só corre atrás de "leite derramado", infelizmente.  Vamos aos fatos.

Escrevi no dia 20 de janeiro de 2014:

domingo, 19 de janeiro de 2014


JBS/Friboi deverá financiar Dilma 2014.

Folha, ontem. Sob o argumento de promover a internacionalização e reduzir a informalidade, o BNDES injetou, por da meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014. 

Folha, 5/1/2014. Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos "campeões nacionais" do governo Lula. Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada. Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas

Comentário do blog.

Sempre, as notícias vem em conta gotas.  Mas, as maracutaias dos governos Lula & Dilma, pelo menos no âmbito do BNDES, estão blindadas.  O dinheiro dos empréstimos ou participações do banco de fomento federal, somem no ralo, sem dar mínima explicação ao mercado e ao contribuinte.  Foi o que aconteceu com os empréstimos do BNDES, no montante declarado pelo próprio BNDES em R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Simplesmente, ninguém explicou para onde foi parar.  Vamos ao assunto de hoje, a JBS/Friboi.


As notícias que a Folha levantou, fala-se em passivo do grupo de empresas frigoríficos junto ao BNDES em R$ 12,8 bilhões, que aparentemente corresponde às participações acionárias aos grupos de empresas citadas, via BNDESpar, braço de participação financeira do banco de fomento federal, BNDES.  Isto é valor de aquisição das ações das companhias citadas no boom da Bolsa de Valores.  Hoje, no mercado este montante de investimento deve estar valendo cerca de 20% do valor colocado pelo BNDES.  

As notícias da Folha aponta que Mafrig se encontra em situação delicada.  Consta na notícia, também, que JBS, outra empresa do ramo de frigorífico, assumiu uma dívida junto ao BNDES no montante de R$ 5,85 bilhões na aquisição da empresa Seara pertencente a Mafrig, para não deixar a Mafrig naufragar de vez.  Foi dada uma espécie de sobrevida a Mafrig para evitar outro escândalo igual ao da empresa OGX do Eike Batista.

Há um inquérito corrento na área da Justiça Federal do estado de Rio de Janeiro, em investigação pelo MPF/RJ, sobre os empréstimos suspeitos do BNDES ao grupo Mafrig.  Consta do inquérito, que a empresa Mafrig teria contratado uma empresa de consultoria que pertencia ao atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho.  As maracutaias são feitas, intra muro, para evitar vazamento de informações negativos.   No papel manipulado, aceita tudo!  Assim como, a situação real da OGX foi escondido pelo próprio BNDES ao mercado acionário e ao público em geral.

O grupo Mafrig é apenas ponta de "iceberg" dos empréstimos fajutos do BNDES aos frigoríficos.  Isto, não sou eu que estou a afirmar, mas o mercado financeiro. Até engraxate da Bovespa sabe que o rombo maior vem da empesa JBS.  Para quem não sabe, com a ajuda do Lula & Dilma, o grupo se tornou maior empresa no setor de frigoríficos, senão, o maior faturamento do Brasil.  Isto não quer dizer muita coisa.  A maior empresa montadora nos EEUU, a GM, quase foi a pique, na crise financeira americana de 2008, se não fosse socorro do Obama.

O setor de frigoríficos é uma segmento que a margem da rentabilidade operacional é quase nula.  A JBS não ganha no operacional, mas sim no financeiro, tanto quanto GM ganhava no financeiro ao invés de operacional, produzindo seus veículos.  O grupo JBS está na corda bamba há muito tempo.  Estima o mercado que o grupo JBS deve ao sistema BNDES, com empréstimos subsidiados, o Bolsa Empresário, num montante que beira R$ 30 bilhões.  O patrimônio líquido da JBS é de R$ 8 bilhões, segundo balancete de 3ºT/ 2013, do próprio JBS, descontado os R$ 14,8 bilhões de valores intangíveis. 

Bem, o conglomerado JBS, é dos outros Batistas, o Joesley e Wesley Batistas, famosos também no "jet set" nacional e internacional, com iate de US$ 40 milhões comprados indiretamente com o dinheiro do BNDES e seus jatinhos cruzando o País de norte ao sul, acontecem no mundo social, também.  

Estes Batistas, tem comportamento megalomaníaco do outro Batista, o estelionatário Eike Batista.  Acontecem e esbanjam o dinheiro nosso, o suado dinheiro do sistema BNDES.  Os dois irmãos, são empresários que não tem 40 anos de idade e não herdaram fortuna dos pais. Ambos Batistas tem em comum os padrinhos Lula & Dilma.  Isto explica tudo.  

Enquanto permanecer os governos Lula & Dilma, os Batistas das carnes Friboi do Tony Ramos, estarão na mídia e estarão blindados com o dinheiro fácil do BNDES. Só para lembrar, o presidente do Banco Central do Lula, o banqueiro Henrique Meirelles é o principal articulador do grupo junto ao governo da Dilma.  Costa quente eles tem, até demais.  Até quando o grupo JBS vai viver às custas do BNDES, ninguém sabe.  Só Dilma sabe!

JBS/Friboi do conhecido comercial doTony Ramos é o próximo OGX, a sucumbir, se o governo PT perder eleições.  Se Dilma ganhar eleições, a festa continua!  E cada vez mais BNDES vai botar nosso dinheiro no Friboi do Tony Ramos.  Com certeza absoluta, JBS será o principal financiador da campanha da Dilma.  Quem sabe, Tony Ramos será o principal mascote da Dilma 2014. 

Cai fora, Tony Ramos, antes que Friboi afunde!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori