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domingo, 31 de janeiro de 2016

Com Dilma, o Brasil estará em depressão!



No início do ano, costumo apresentar a previsão dos indicadores econômicos do País até o final do ano. As previsões que este blog apresentou no mês de fevereiro do ano passado sob o título É inexorável estagflação em 2015 acabaram terminando em números conservadores. Os indicadores apresentados por este blog, infelizmente, foram todos superados "negativamente".

Para fazer previsão do ano de 2016, considerando a permanência da Dilma na presidência, os números são os que apresentamos abaixo. A queda da Dilma, seja por cassação de mandato por via do impeachment ou pela cassação da chapa pelo TSE, esta previsão deverá ser revista. Os números são assustadores. 

Déficit primário.

O déficit primário do governo central será de R$ 200 bilhões, sem considerar a entrada de recursos para o Tesouro de multas e impostos decorrente da lei de repatriação de ativos no exterior. O número está baseado em resultado do déficit primário de 2015, aumento real do custeio do governo e decréscimo da arredação de impostos, sem considerar a aprovação da CPMF. O déficit primário indica que o Tesouro deverá emitir dívida pública para cobrir o "rombo" dos gastos do governo federal. 

Selic.

Pela nova política monetária do Banco Central inaugurada na primeira reunião do Copom, a taxa Selic deve manter a atual taxa de 14,25% até o final do ano de 2016. 

Inflação.

A inflação oficial, IPCA, deve terminar acima do índice anualizado de dezembro de 10,67%. O comportamento do aumento dos preços do início do ano mostra que o IPCA deve terminar no mesmo nível do ano de 2015, acima de 10% (dois dígitos). Temo que a inflação fuja do controle do governo e termine o ano em 15%. Pelo movimento altista do mês de janeiro, podemos estimar que a inflação do bolso (não oficial) será de 30% no término do ano de 2016. 

Dólar.

O Banco Central está intervindo no câmbio, lançando mão do "swap cambial tradicional" e "dólar futuro", para manter o dólar no nível atual. Se não houver nenhuma turbulência no front interno e externo, o dólar deve terminar em R$ 4,50 no final de 2016. O resultado negativo da economia no primeiro semestre, poderá haver movimento de saída do investimento especulativo, causando desvalorização mais acentuada, terminando o dólar em R$ 5, no final do ano. 

Desemprego.

O número de desempregado pelo Pnad do IBGE deverá passar dos atuais 9 milhões para 14 milhões até o final do ano. A análise da previsão do número de desempregado está detalhado na matéria desde blog de 14/1/2916 sob o título Dilma leva o Brasil à depressão. O índice de desemprego poderá ser o "motivo político" para a queda da presidente Dilma. 



PIB.

O FMI prevê a retração da economia brasileira em 3,5%. O mercado financeiro e maior parte dos articulistas econômicos prevê retração do PIB em 2016, acima de 4%. Este é o número que foi utilizado para fazer previsão do "déficit primário" para este ano. O indicador do consumo de energia elétrica no mês de janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, cerca de 10%, mostra que a retração deste ano poderá alcançar o nível recorde de retração acima de 6% do PIB. 

Impeachment da Dilma.

Caso haja impeachment ou cassação de mandato da presidente Dilma, todos os números apresentados acima terão que sofrer revisão. É o que este editor espera que aconteça. 

O Brasil não aguenta mais a Dilma!

Ossami Sakamori





@Japa_Saka


sábado, 30 de janeiro de 2016

Lula da Silva faz o povo de otário!

Crédito da imagem: Estadão

A maior parte da fortuna do Lula da Silva está em contas bancárias em Hong Kong. O apartamento Triplex em Guarujá e sítio em Atibaia são patrimônios menores comparado com os dólares depositados na estado autônomo da China. 

A Operação Lava Jato levou ao escritório Mossack Fonseca, que providenciava a abertura de offshores e abria contas no exterior para esquemas de lavagem de dinheiro, para vários clientes. Segundo investigações conhecidas até hoje, o apartamento triplex do Lula da Silva 163-B no edifício Solaris, que está em nome de Murray Holdings, é um "offshore" da publicitária Nelci Warken, montada pelo Murray Fonseca. Supõe-se que o recurso seja proveniente da "propina" da Construtora OAS.

O escritório Mossack Fonseca, segundo imprensa, atuando no mercado de abertura de empresas de fachada "offshore" há mais de 30 anos. A empresa, na prática, funciona como representante e agente para "abertura" e "manutenção" destas empresas de fachadas em "paraísos fiscais". Mossack Fonseca atende empresas ou pessoas que operam recursos em escala menor. As grandes empresas abrem e operam os "offshores" diretamente. 

As grandes operações de pagamento de propina no exterior e consequente "lavagem de dinheiro" são feitas através de empresas de fachadas, sem intermediação de serviços de despachante como o da Mossack Fonseca. As empresas como a Odebrecht e Andrade Gutierrez fazem pagamento de propinas via as subsidiárias e "offshores" de fachadas para "offshores" dos beneficiários das propinas, como o Lula da Silva.

O volume maior do dinheiro corre, ao largo de uma empresa como Mossack Fonseca. O destino preferencial dos depósitos das propinas eram tradicionalmente para Suíça ou para países nanicos como Liechtenstein. Com forte presença do DEA  do Departamento de Justiça americana em países tradicionais que abrigavam dinheiros ilícitos, há algum tempo, o destino do dinheiro sujo da propina está migrando para praça financeira de Hong Kong. 

Há investigação do Ministério Público português sobre o dinheiro de propina a favor do presidente Lula da Silva e primeiro ministro José Sócrates, que resultou na injeção de capital pela Portugal Telecom na Oi Telecomunicações. O recurso da propina teria sido depositado em contas de Hong Kong providenciado não menos que o Banco Espírito Santo, liquidado pelo Banco Central Português. A investigação sobre o suposto crime praticado foi postado em 19/8/2015, por este blog sob o título : Lula da Silva poderá ser preso em Lisboa .

As propinas recebidas pelo Lula da Silva, as de volumes maiores, vindo de empresas como a Odebrecht e Andrade Gutierrez, teriam seguido o mesmo destino daquele que teria recebido da Portugal Telecom. Lula da Silva, teria aprendido o caminho das pedras com os portugueses. Quem sabe dos detalhes destas operações são o ex-operador do PT Marcos Valério, chefe da Casa Civil José Dirceu e coordenador da campanha da Dilma em 2010 Antonio Palocci. 

O apartamento Triplex e sítio de Atibaia são apenas partes menores do patrimônio acumulado pelo Lula da Silva com intermediações de negócios para grandes empresas como Odebrecht, Andrade Gutierrez, BTG, JBS/Friboi e a falida OGX. As investigações para valer, nem começaram. 

Sem Triplex e sem o sítio de Atibaia, Lula da Silva, continua sendo R$ milionário ou até R$ bilionário. Otários, somos nós, que estamos satisfeitos com a descoberta da ocultação de patrimônio imobiliário. É possível que os portugueses terminem a investigação antes da Justiça brasileira. 

Há que investigar mais a fundo sobre as "mega-propinas" do Lula da Silva e exigir a repatriação do dinheiro, sem o benefício da Lei de repatriação recentemente sancionada pela presidente Dilma. Infelizmente, o Lula da Silva continua "esperto" e o povo brasileiro um verdadeiro "otário".

Ossami Sakamori











Dilma e os bananões da República!

Crédito de imagem: Estadão
Presidente Dilma, mais uma vez, mentiu! Na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social nessa quinta-feira, dia 28 de janeiro, apresentou o plano para aquecer a economia, com injeção de R$ 83 bilhões (sic) pelo sistema bancário federal. O pior, os membros do "Conselhão" aprovaram o plano. Para completar, como sempre, os jornalistas da Rede Globo, rasgaram elogios à presidente Dilma pela sua humildade e ousadia do plano.

Pura enganação da Dilma pela enésima vez. Analisando detalhadamente os R$ 83 bilhões disponibilizados (sic), R$ 17 bilhões ainda depende do Congresso Nacional, para liberar ou não recursos do FGTS, para garantia de empréstimos consignados. Os R$ 56 bilhões que serão disponibilizados pelo BNDES, se referem aos recursos que já estavam disponíveis para aplicações ordinárias no ano de 2016. Restou tão somente R$ 10 bilhões, para financiamento do setor agrícola pelo Banco do Brasil, de dinheiro novo, com liberação do depósito compulsório que o Banco tem junto ao Banco Central.

Ministro da Fazenda Nelson Barbosa foi até honesto em dizer que a liberação dos R$ 83 bilhões não causaria impacto inflacionário. Ele sabia o que estava se passando. Nelson Barbosa sabia que "recurso novo" seria tão somente R$ 10 bilhões, que não causaria impacto na inflação. Isto representa pouco mais de 0,2% do PIB.

Este blog alertou que o "afrouxamento" da base monetária causaria impacto inflacionário de grandes proporções, considerado o volume anunciado previamente. No entanto, com a revisão do número de recursos novos para R$ 10 bilhões, não haverá impacto na inflação decorrente "destes" recursos anunciados. As causas da inflação continuarão sendo outras já comentadas neste blog.

Segue abaixo, a lista do otários, membros do "Conselhão" que aplaudiram o anúncio da Dilma, sobre liberação dos recursos para retomada do crescimento. Em ordem alfabética. 

Abílio Santos Diniz 
Adilson Gonçalves de Araújo
Alberto Ercilio Broch
Alexandre José da Conceição
Ana Beatriz Moser
Antonio Fernandes dos Santos Neto
Antonio Ricardo Alvarez Alban
Arildo Mota Lopes
Ariovaldo Santana da Rocha
Benjamin Steinbruch
Camila Cristina Lanes da Silva
Carina Vitral Costa
Carlos Buch Pastoriza
Carlos Jose Fadigas de Souza Filho
Carmen Helena Ferreira Foro
Cláudia Muinhos Ricaldoni
Claudia Sender Ramirez
Cledorvino Belini
Clemente Ganz Lucio
Creuza Maria Oliveira
Décio da Silva
Edson de Godoy Bueno
Eduardo Fagnani
Eleuza de Cássia Bufelli Macari
Eliel Benites
Elizabeth Maria Barbosa de Carvalhaes
Ennio Candotti
Eraí Maggi Scheffer
Fábio José Silva Coelho
Fernando Gomes De Morais
Bispo Flávio Augusto Borges Irala
Frederico Pinheiro Fleury Curado
Guilherme Afif Domingos
Guilherme de Jesus Paulus
Heitor José Müller
Helena Bonciani Nader
Humberto Eustáquio César Mota
João Bosco De Oliveira Borba
João Carlos di Gênio
João Martins da Silva Junior
Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães
Joesley Mendonça Batista
Jorge Gerdau Johannpeter
Jorge Luiz Numa Abrahão
Jorge Marques de Toledo Camargo
Jorge Nazareno Rodrigues
Jorge Paulo Lemann
José Antonio Moroni
José Calixto Ramos
José Carlos Rodrigues Martins
José Antonio Guaraldi Félix
José Maria Ferreira Rangel
José Roberto Ermirio de Moraes
Josué Christiano Gomes da Silva
Juvandia Moreira Leite
Luiz Carlos Trabuco Cappi
Luiz Moan Yabiku Junior
Luís Roberto Pogetti
Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues
Márcio Lopes de Freitas
Marco Antonio Silva Stefanini
Marcos Rochinski
Marcus Vinicius Furtado Coelho
Maria Izabel Azevedo Noronha
Maria Lucia Cavalli Neder
Miguel Angelo Laporta Nicolelis
Miguel Eduardo Torres
Murilo Pinto de Oliveira Ferreira
Nair Maria de Jesus Goulart
Paulo Sérgio de Moraes Sarmento Pinheiro
Pedro Luiz Barreiros Passos
Pedro Wongtschowski
Rafael Marques da Silva Junior
Reginaldo Braga Arcuri
Renato Alves Vale
Ricardo Alberto Bielschowsky
Ricardo Patah
Roberto Egydio Setubal
Roberto Rodrigues
Robson Braga de Andrade
Rogério Cezar de Cerqueira Leite
Rosangela Piovizani Cordeiro
Rubens Ometto Silveira Mello
Sérgio Haddad
Sergio Paulo Gomes Gallindo
Synésio Batista da Costa
Tania Bacelar de Araujo
Vagner Freitas de Moraes
Viviane Senna Lalli
Wagner Maniçoba de Moura
Warley Martins Gonçalles
Wilson Pinto Ferreira Junior.

Desse jeito, o Brasil não vai para lugar nenhum, não só pela culpa da presidente Dilma, mas sobretudo pelos "bananões" da República que representa a sociedade civil. E nós continuaremos sendo os "otários solidários" a estes "bananões" representantes da sociedade civil.



Nota: Estão com a palavra, em querendo, a Rede Globo e os membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do governo Dilma Rousseff, para divergir ou contestar o conteúdo desta matéria. 

Ossami Sakamori















sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

matrix. Bancos lucram como nunca!

Crédito da imagem: Estadão

O Banco Bradesco apresentou lucro líquido de R$ 17,19 bilhões, 13,92% de aumento em relação ao número de 2014 que foi de R$ 15,08 bilhões. A rentabilidade em relação ao patrimônio líquido de R$ 88,90 bilhões foi de 20,5%.

Crédito da imagem: Estadão

O quinto maior banco comercial, o Banco Santander Brasil alcançou o lucro líquido de R$ 6,6 bilhões em 2015, com aumento em relação ao ano anterior de 13,2%. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido foi de 12,4%.

Enquanto o setor produtivo brasileiro amargou prejuízo em 2015, marcado pela retração de 3,67% no PIB, o capital especulativo, incluindo o sistema financeiro, vem ampliando o seu patrimônio conforme já noticiei em matéria no final do ano Dilma transfere 200 bilhões para banqueiros . 

É importante que o sistema financeiro tenha solidez e garanta a liquidez. No entanto, vamos lembrar que o sistema bancário é concessão de serviço público. Ponto. As instituições bancárias agem e prestam serviços de administração da moeda, sob supervisão e fiscalização do Banco Central do Brasil. Por esta razão, entre outras, que o Banco Central pode intervir "extra-judicialmente" a qualquer instituição financeira para garantir a saúde no setor financeiro do País.

O sistema bancário, especuladores e fundos institucionais, ao contrário do setor produtivo, ganham com a inflação.  Eu disse, ganham com a inflação. Quanto maior o índice de inflação, maior o ganho. Os bancos torcem pela inflação alta. O setor bancário navega à favor da crise econômica, de preferência associado à inflação alta. O Brasil se encontra nesta posição. Está tudo como o diabo (banco) gosta. 

Com a inflação em alta e taxa básica de juros Selic nas alturas, as grandes corporações preferem aplicar o seu capital financeiro na dívida do Tesouro do que aplicar no sistema produtivo, sem correr risco inerente à sua atividade. Isto é uma distorção da política "neoliberal" preconizada pelo FMI - Fundo Monetário Internacional. Brasil é cotista importante do FMI, ocupando a 10ª posição em aporte de capital. Essa história de Dilma criticar o FMI, como vilão fosse, é apenas o pano de fundo para esconder a prática do "neoliberalismo" ortodoxo do próprio organismo. Vamos botar os pingos nos is, para que não pairem dúvidas.

O privilégio dado ao setor bancário em detrimento do setor produtivo é política econômica da presidente Dilma. É uma distorção da matriz econômica "neoliberal" adotada nos últimos 21 anos pelos sucessivos governos. A política "neoliberal" com forte intervenção do Estado na economia, não difere muito entre o governo do PT e o governo do PSDB. E ponto final. 

É exatamente, dentro deste contexto é que defendo uma "nova matriz econômica" (Matrix), que não é tão nova, mas diferencia da "neoliberal" clássica praticada pela Dilma. Quem ler atentamente, as minhas matérias, desde 2012, saberá a diferença das matrizes econômicas entre a "neoliberal" e a dos que se opõe. Posso afirmar com segurança de que não estou sozinho neste pensamento que. genericamente, estou a denominar de "Matrix". 

Com Dilma ou um eventual um novo governo, não haverá chance do País tomar o rumo do desenvolvimento sustentável, se não houver mudança na política econômica "neoliberal" para a "Matrix". Mudança de nomes na presidência, não significa muito, se não houver a mudança na matriz econômica do futuro presidente da República. 

Ossami Sakamori















quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Petrobras, o pior momento!



A Petrobras pretende vender os ativos bons, filé mignon, das áreas terrestres de exploração em Alagoas, Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe. Segundo os estudos da diretoria de Exploração e Produção, o plano de desmobilização faz parte da estratégia de vender até US$ 14,4 bilhões destes ativos. É como vender almoço para poder jantar ou vender carne para ficar com o osso. Triste fim, de uma empresa que um dia foi "orgulho nacional". 

Se atual conjuntura de preço de petróleo continuar em baixa, aos níveis de preços inviáveis para exploração dos campos de "pré-sal", a reserva de caixa da Petrobras só daria para manter a Companhia até o final deste ano. A venda de ativo, avaliado na cotação de dólar a R$ 4, corresponderia a cerca de R$ 58 bilhões, traria reforço no caixa da Companhia para manter-se de pé, com muito sacrifício, até o final de 2017.

Em matéria de 10/01/2016, este blog publicou a matéria com o título Petrobras está falida! , onde demonstra claramente a real situação patrimonial da Companhia. Se o preço internacional de petróleo não voltar aos níveis de US$ 60 o barril, a Petrobras está fadada a ficar com endividamento de US$ 130 bilhões no passivo e um "monte" de esqueletos no ativo. Petrobras só é viável com "imobilizados" ocultos.



A declaração do presidente da Petrobras Aldemir Bendini prestada à imprensa no dia de hoje: "É um dos grandes diferenciais da Petrobras, pelo seu custo de produção de US$ 8", se referindo à exploração do "pré-sal", chega a ser ridículo. O corpo técnico da própria Petrobras afirmam que a média do custo do "pré-sal" é de US$ 50 o barril. A exploração do "pré-sal" só está sendo viável porque a Petrobras tem o monopólio e pratica preço dos combustíveis na "bomba", o mesmo de quando o petróleo no mercado internacional estava a US$ 90 o barril. 

Por outro lado, a Polícia Federal, após operação Triplo X, declarou à imprensa que a Petrobras foi saqueado em R$ 43 bilhões, em esquema de "propinas", para saciar a facção criminosa que tomou conta do Palácio do Planalto. Esta última afirmação é da minha conta. E vou mais longe ainda, a ladroagem na Petrobras sempre esteve sob o comando do Lula da Silva e Dilma Rousseff. Só não enxerga quem não quer. Veja na foto, a gangue da Petrobras!



Seja como for, sempre tem otários que continuam acreditando na recuperação da Petrobras. Continuam comprando Petrobras PN nos níveis de R$ 4. Fazer o que? 

Ossami Sakamori












Japa_Saka




quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

JBS/Friboi no caminho da falência.

Em 19 de janeiro de 2014, fiz matéria sobre JBS/Friboi que deu maior audiência neste blog. Com o presidente do grupo JBF/Friboi envolvido em falcatruas pelo Banco Original do grupo econômico, é importante relembrar o assunto. Segue a matéria daquele dia sob o título: "JBS/Friboi deverá financiar a campanha da Dilma". 



Eu disse em 19/1/2014, há 2 anos:


Deu na Folha de ontem, 18/1/2014. Sob o argumento de promover a internacionalização e reduzir a informalidade, o BNDES injetou, por da meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014. 

Também na Folha de 5/1/2014. Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Mafrig, um dos "campeões nacionais" do governo Lula. Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Mafrig está numa situação financeira muito delicada. Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas.

Sempre, as notícias vem em conta gotas.  Mas, as maracutaias dos governos Lula & Dilma, pelo menos no âmbito do BNDES, estão blindadas.  O dinheiro dos empréstimos ou participações do banco de fomento federal, somem no ralo, sem dar mínima explicação ao mercado e ao contribuinte.  Foi o que aconteceu com os empréstimos do BNDES, no montante declarado pelo próprio BNDES em R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Simplesmente, ninguém explicou para onde foi parar.  

As notícias que a Folha levantou, fala-se em passivo do grupo de empresas frigoríficos junto ao BNDES em R$ 12,8 bilhões, que aparentemente corresponde às participações acionárias aos grupos de empresas citadas, via BNDESpar, braço de participação financeira do banco de fomento federal, BNDES.  Isto é valor de aquisição das ações das companhias citadas no boom da Bolsa de Valores.  Hoje, no mercado este montante de investimento deve estar valendo cerca de 20% do valor colocado pelo BNDES.

A Folha aponta aponta que a Mafrig se encontra em situação delicada.  Consta na notícia, também, que JBS, outra empresa do ramo de frigorífico, assumiu uma dívida junto ao BNDES no montante de R$ 5,85 bilhões na aquisição da empresa Seara pertencente a Mafrig, para não deixar a Mafrig naufragar de vez.  Foi dada uma espécie de sobrevida a Mafrig para evitar outro escândalo igual ao da empresa OGX do Eike Batista.

Há um inquérito correndo corrento na área da Justiça Federal do estado de Rio de Janeiro, em investigação pelo MPF/RJ, sobre osempréstimos suspeitos do BNDES ao grupo Mafrig.  Consta do inquérito, que a empresa Mafrig teria contratado uma empresa de consultoria que pertencia ao atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho. 

As maracutaias são feitas, intra muro, para evitar vazamento de informações negativos.   No papel manipulado, aceita tudo!  Assim como, a situação real da OGX foi escondido pelo próprio BNDES ao mercado acionário e ao público em geral.

O financiamento ao grupo JBS/Friboi é apenas ponta de "iceberg" dos empréstimos fajutos do BNDES aos frigoríficos.  Isto, não sou eu que estou a afirmar, mas no mercado financeiro, até engraxate da Bovespa sabe que o rombo maior vem da empesa JBS.  Para quem não sabe, com a ajuda do Lula & Dilma, o grupo se tornou maior empresa no setor de frigoríficos, senão, o maior faturamento do Brasil.  Isto não quer dizer muita coisa.  A maior empresa montadora nos EEUU, a empresa americana General Mortors quase foi a pique, na crise financeira americana de 2008, se não fosse socorro do Obama.

O setor de de frigoríficos é um segmento que a margem da rentabilidade operacional é quase nula.  A JBS não ganha no operacional, mas sim no financeiro, tanto quanto GM ganhava no financeiro ao invés de operacional, produzindo seus veículos.  O grupo JBS está na corda bamba há muito tempo.  Estima o mercado que o grupo JBS deve ao sistema BNDES, com empréstimos subsidiados, o Bolsa Empresário, num montante que beira R$ 30 bilhões.  O patrimônio líquido da JBS é de R$ 8 bilhões, segundo balancete de 3ºT/ 2013, descontado os R$ 14,8 bilhões de valores intangíveis, que poderão não valer nada. 

Bem, o conglomerado JBS, é dos outros Batistas, o dos meninos Joesley e Wesley Batistas, famosos também no "jet set" nacional e internacional, que exibem iate de US$ 40 milhões, comprado, indiretamente, com o dinheiro financiado pelo BNDES e seus jatinhos cruzam o País de norte ao sul. Os Batistas de Goiás, acontecem no mundo social, também. 


Vestido de noiva: R$ 600 mil

Estes Batistas, tem comportamento megalomaníaco do outro Batista, o empresário estelionatário Eike Batista.  Acontecem e esbanjam o dinheiro nosso, o suado dinheiro do contribuinte que abastece o sistema BNDES. Ambas famílias Batistas tem em comum os padrinhos Lula & Dilma.  Isto explica, a ascensão repentina do JBS/Friboi.  

Enquanto permanecer os Lula & Dilma, os  Batistas dos carnes Friboi do Tony Ramos, estarão na mídia e estarão abastecidos com o dinheiro fácil do BNDES.  Só para lembrar, o presidente do Banco Central do Lula, o banqueiro Henrique Meirelles é o principal articulador empresarial do grupo junto ao governo da Dilma.  Costa quente eles tem, até demais.  Até quando o grupo JBS vai viver às custas do BNDES, ninguém sabe.  Só Dilma sabe!

JBS/Friboi conhecido pelo comercial do ator Tony Ramos é o próximo a sucumbir, se o governo PT perder eleições.  Se Dilma ganhar eleições, a festa continua!  E cada vez mais BNDES vai botar nosso dinheiro no Friboi do Tony Ramos. Com certeza absoluta, JBS será o principal financiador da campanha da Dilma.  Quem sabe, Tony Ramos será o principal mascote da Dilma 2014. Cai fora, Tony Ramos, antes que Friboi afunde!


Na ocasião da publicação da matéria (19/1/2014) original, @Tumaoficial afirmou que a JBS/Friboi era a maior lavanderia da América Latina.  Tudo leva a crer que, pelas últimas notícias sobre falcatruas na área financeira, de que o ex-delegado estava coberto de razão. 

Ossami Sakamori










@Japa_Saka


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

matrix. Entenda o Banco Central do Brasil


Os empresários, banqueiros, agentes públicos, articulistas econômicos, prestam atenção no que pensa e o que faz o ministro da Fazenda, especificamente no caso deste governo, o ministro Nelson Barbosa. Para começar, o atual ministro da Fazenda foi secretário executivo do Ministério da Fazenda na gestão do ministro Guido Mantega, entre 2011 e 2013. Ele é o rei das contabilidades criativas ou das pedaladas fiscais. Quem foi mutreteiro, sempre será. 

O Banco Central é um órgão que se diz "independente". Nada disso é verdadeiro. É verdade que, o Banco Central tem independência, na administração do fluxo monetário que é crucial para manter liquidez no mercado. O Banco Central prerrogativa de ser o "fiscal" do sistema financeiro nacional. No entanto o Banco Central está longe de ser o tão defendida instituição "independente", pelas diferentes correntes políticas.

O Banco Central é que fiscaliza, diuturnamente, a saúde do sistema financeiro. Para exercer o poder, o Banco Central tem instrumentos "extra-judiciais" para intervir nas instituições financeiras sem passar pelo instrumento jurídico convencional que se submetem as empresas de outros setores, que é a "recuperação judicial". O Banco Central tem o poder de "intervir" e fazer a "liquidação extra-judicial". É assim em todo o mundo. 

O objetivo do Banco Central é "assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente". O Banco Central administra a dívida do Tesouro Nacional, colocando os títulos no mercado financeiro e garantindo a sua liquidez. O Banco Central administra também o "papel moeda" em circulação. Ufa! Muita tarefa para um órgão só.

O que passa despercebido é que o Banco Central é que estabelece a meta de crescimento, além de assegurar a estabilidade do poder de compra  da moeda. Cabe ao Banco Central o estabelecimento a meta de inflação, também. Na prática, o projeto de desenvolvimento sustentável tem que passar necessariamente pelo Banco Central. 

A meta de crescimento e a meta de inflação é "política do governo", e não um "objetivo do Banco Central". Imagine a FED caminhar com o objetivo oposto ao Obama nos Estados Unidos. Imagine o Banco Central europeu agir independente da vontade da Angela Merkel. É impensável que o Banco Central chinês agisse independentemente do ideal Partido Comunista e do Xi Jinping. 

O Banco Central do Brasil executou e executa a política econômica do governo PT, ao longo dos 13 anos. Assim como, administrou o Plano Real no governo FHC ao longo dos 8 anos. Isto é fato incontestável. O Banco Central está "dependente" de cada governo. Não vamos perder tempo brincando de "esconde-esconde", defendendo como se "dogma" fosse o Banco Central "independente".

Não é verdade também que a taxa básica de juros Selic é "único" instrumento para controle da inflação. Eu já disse aqui no blog mais de 500 vezes que a taxa Selic não é remédio para inflação, mas o termômetro da credibilidade do governo. A origem principal da inflação é "alargamento da base monetária". O Banco Central tem instrumentos capazes de "monitorar" a base monetária, sem que seja por via  da taxa Selic. Controlar inflação apenas pela taxa Selic é para "mentecaptos". Mentecaptos são seres que não tem cabeça no lugar! 

É um absurdo que o Banco Central esteja querendo "afrouxar" a base monetária, injetando R$ 50 bilhões no mercado, no momento em que a inflação está em 10,67%, com tendência ascendente. Todas declarações, do ministro da Fazenda e do presidente do Banco Central. A atitude do governo Dilma em querer dar a "sensação do bem estar" num quadro como que estamos a viver, é uma tremenda irresponsabilidade. É o desespero que tomou conta da doentia presidente Dilma. Uma pessoa esquizofrênica é capaz de tudo. 



Este que escreve tem uma "nova matriz econômica" que poderá trazer desenvolvimento sustentável ao País. A nova matriz passa necessariamente pelo abandono da política "neoliberal" intervencionista dos sucessivos governos.

Ossami Sakamori