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sábado, 6 de outubro de 2012

JOAQUIM BARBOSA


Nas vésperas das eleições, resolvi prestar homenagem ao Joaquim Barbosa, ministro do STF, em coro com principais jornais do Brasil, porém ao meu modo, singela mas singular.  

Joaquim Barbosa, não saberia dizer exatamente a sua origem social, nem tive o trabalho de procurar saber a saga da sua vida.  Só sei que ele é um homem corajoso que enfrentou o établissement (Ce qui est établi), a administração terrorista implantada pelo ex-presidente Lula e seus companheiros do Partido do Trabalhadores.  Ele é negro, assim como poderia ser amarelo ou branco.  Em termos chulos, meu modo de expressar, diria que ele teve e tem culhões.  Com seu relatório no processo penal número 470, conhecido como mensalão, colocou os seus colegas da Corte na parede.  Utilizou o seu relatório, para que seus pares se pronunciassem a favor ou contra à própria vontade da população.  Ele, Joaquim Barbosa, foi inteligente duplamente na elaboração do seu relatório no processo mensalão.

Lembrei-me bem do outro Joaquim, o José Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes.  Este último, tal qual ao Joaquim Barbosa, à sua época, enfrentou o établissement, a corte portuguesa.  Venho, sistematicamente, criticando a administração dos governos Lula e Dilma, através deste espaço democrático, concedido pela empresa Google.  Esta matéria é de número 391, desde a criação deste meu espaço em 15 de fevereiro deste ano.  Nada se compara aos feitos dos dois Joaquim, mas, tenho certeza de que faço parte dos 23% da população que não aceita a forma de administração dos presidentes Lula e Dilma.  Estes últimos ao contrário dos Joaquim, vieram para subtrair dinheiro dos contribuintes ou expressamente podemos dizer que veio para meter a mão nos cofres públicos, em proveito para si próprios ou para os seus companheiros, agentes públicos ou privados.

Está a demonstrar, também, o falso conceito de que os negros tem inteligência em desvantagem.  Ledo engano.  Está aí, o Joaquim Barbosa a demonstrar o contrário.  Quem, no meu entender, está com déficit mental é o seu colega da Corte, o ministro Ricardo Lewandowski, que por sinal é branco alvura.  Afinal, quem está com inteligência em desvantagem?  Até em homenagem ao Joaquim Barbosa, o ministro, deveria acabar de vez com esta besteira de tratar os negros como raça inferior!  E eu que sou, de origem, de etnia amarela, fico no meio do caminho.  Mas que existe preconceito, existe!  Obrigado, Joaquim Barbosa, você veio para quebrar o outro mito, dos companheiros mente capto de que os negros são de raça inferior.  Vamos, aproveitar, o Joaquim Barbosa e abrir as nossas mentes, vamos?

Amanhã é o dia das eleições. Aqueles que homenageiam o Joaquim Barbosa, seria de conveniente, mostrar a coragem que ele demonstrou e votar contra o établissement , escolhendo os melhores candidatos.

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT, reles cidadão.
E-mail sakamori10@gmail.com  Twitter: @sakamori10

5 comentários:

  1. Concordo em gênero numero e grau com tudo o que você postou ai. Parabéns o ministro Joaquim Barbosa é porreta mesmo, eu também admiro demais à ele.

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  2. Grande Ossami, concordo em gênero, número, grau e cor...

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  3. Belo artigo. Sem dúvida, Joaquim Barbosa é o homem do ano. E que o julgamento do Mensalão coloque os bandidos do colarinho branco na cadeia. Será um golpe na secular tradição da impunidade brasileira. Bravo, Ossami.

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  4. O plano perfeito
    Nelson Motta

    E se Roberto Jefferson não tivesse denunciado o mensalão, como estaria o Brasil hoje ?

    Pelo que o julgamento do Supremo Tribunal Federal está provando, o PT teria a maior e mais fiel base de apoio do Ocidente, maior até do que a velha Arena da ditadura, presidida por Sarney.

    Além dos cargos e boquinhas de sempre, os partidos aliados teriam suas despesas de campanha bancadas pelo PT. Assim, tanto nas votações no Congresso como nas eleições, não seria uma coalizão mas um rolo compressor. A democracia perfeita de Lula e Dirceu.

    Seria preciso apenas encontrar novas fontes de financiamento da operação, além dos empréstimos de araque de Marcos Valério no Banco Rural e no BMG e do desvio de dinheiro do Visanet, que não seriam suficientes para pagar as dividas e as campanhas do PT, e as despesas crescentes com a voracidade da base aliada, que quanto mais come mais fome tem.

    De onde sairia o dinheiro? Militantes do partido em postos chave na administração pública facilitariam concorrências e superfaturariam campanhas publicitárias e eventos produzidos pelas agências de Marcos Valério, que ficaria com uma parte do butim. Depois era só lavar o dinheiro na Bônus Banval e distribuí-lo aos aliados para garantir a governabilidade sem fazer concessões politicas e a aprovação de seus projetos que - eles tinham certeza - eram os melhores para o povo brasileiro.

    Como Lula e Dirceu sabiam melhor que ninguém, pelo menos 300 picaretas estavam à venda no Congresso. Então, por que não comprá-los para servir ao governo do primeiro operário a chegar à Presidência, para atualizar e fazer as "reformas de base" que derrubaram Jango e Brizola em 64? Era uma causa nobre, um velho sonho, um plano perfeito. Ou quase.

    Mais do que um inútil exercício de retrofuturologia, imaginar as consequências funestas da continuidade do mensalão - que não ia parar ali, cresceria e envenenaria o Congresso, as campanhas eleitorais, a democracia e o Estado - serve para dar um suspiro de alívio e agradecer ao procurador-geral e aos ministros do Supremo Tribunal Federal. E ao gesto tresloucado de Roberto Jefferson.

    O Globo Fonte: << http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com.br/2012/10/o-plano-perfeito.html >>

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  5. Saka,...esse é sem dúvida um grande redentor da nação. Devolveu-nos a perdido e olvidado senso de justiça, duramente ofuscado pela nação PTralha que tomou de assalto os cofres do povo, mascarando seus malfeitos através das bolsas esmola.

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