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terça-feira, 30 de outubro de 2012

EDUARDO CAMPOS, PRESIDENCIÁVEL EM 2014



O governador Eduardo Campos, de Pernambuco, já tem na imprensa estrangeira um simpatizante entusiasmado com a sua candidatura à Presidência: a revista The Economist. Em reportagem elogiosa, com o título “O modelo de Pernambuco”, o semanário britânico diz que “o sucesso (de Campos) no desenvolvimento do seu Estado pode fazer dele o próximo presidente do seu país”. Fonte: Estadão.


“Ele é nominalmente um aliado da presidente Dilma Rousseff. Mas também uma potencial ameaça à reeleição dela”, observa. A reportagem o descreve como “ao mesmo tempo um gestor moderno e um político à moda antiga”. A tese da revista é de que o desenvolvimento de Pernambuco pode ser atribuído, em parte, ao  governo federal, por meio do Bolsa Família e de investimentos como o do porto de Suape, e em parte ao empenho do governador. Ele soube aproveitar, na visão da revista, os bons ventos econômicos para promover melhorias no Estado. Fonte: Estadão.

Na educação, Campos aumentou salário de professores, lembra a reportagem, e teve ajuda do Instituto de Co-responsabilidade pela Educação, uma entidade privada, para implantar o ensino em tempo integral em escolas do nível médio. Com isso, o Estado tem subido em rankings de performance estudantil. Fonte: Estadão.


No dia 1º/7/2012, postei matéria neste blog, compilação de notícias da imprensa com o título "Eduardo Campos, uma nova geração de políticos".  Hoje, faço, o mesmo, publico matéria do "The Economist" republicado pelo jornal O Estado de São Paulo.  

O objetivo desta publicação é no sentido de abrir a discussão sobre política brasileira, fugindo da polarização PT/PSDB.  Já ouvi muitos comentários preconceituosos sobre o nome do Eduardo Campos, neto do Miguel Arraes.  Ouvi igualmente, comentário de que existe um movimento coordenado pela direita, simbolizado para retomada do poder.  Outros consideram a revista "The Economist", imprensa marrom.  Cheio de intolerância e preconceitos.  Será porque ele é "nordestino" ou porque ele representa uma "nova opção" para oposição?  Só falta mesmo classificar o "fato novo" como "golpe" para derrubada do poder.  Não temos mais democracia?  

Aqueles que discordam do meu ponto de vista, poderão fazer comentários no rodapé deste.  Só não é aceito comentário de anônimo.  Expressão é livre, sem censura, mas com responsabilidade.

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori10

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