Receba novas matérias via e-mail adicionando o endereço

terça-feira, 1 de julho de 2014

Brasil não merece ter Dilma, novamente!


O pior que podia acontecer, está acontecendo.  Os números apresentados pelo governo é de ficar com os cabelos arrepiados.  O governo apresenta os números que para os leigos não tem muito sentido, mas para quem entende um pouco de economia são graves.  A imprensa se limita em divulgar os números, sem comentários. Os analistas, apenas, comentam tecnicamente.  O Brasil já pôs um pé no buraco. E pior, a bomba relógio está acionada.

Vamos analisar os números do desempenho das contas do governo Dilma no mês de maio.  Déficit primário de R$ 11,07 bilhões, pagamento de juros em maio de R$ 21,39 bilhões e pagamento de juros no mês de maio anualizado de R$ 249,94 bilhões.  Em conjunto, o setor público somando todos os governos (federal, estaduais e municipais) o superávit primário dos últimos 12 meses é de R$ 31,48 bilhões o pior dos últimos 12 anos.  

Para vocês entenderem melhor os números.  O governo da Dilma gastou a mais do que arrecadou em impostos, contribuições e tarifas, no mês de maio em R$ 11,07 bilhões. A isto se chama déficit primário.  Seria superávit primário se os gastos fossem menores do que arrecadação.  O Tesouro teria que pagar de juros da sua dívida pública federal R$ 21,39 bilhões no mês de maio.  Não teve dinheiro para pagar. O que aconteceu, então.  O governo federal teve que emitir títulos da dívida para cobrir o excesso de gastos do governo e os juros vincendos. 

Como não sobrou dinheiro (superávit primário) nem para pagar os juros, o déficit primário do setor público (incluído governo federal, estaduais e municipais) somou no mês de maio R$ 31,48 bilhões.  Diz o histórico que só houve situação pior no mesmo mês de maio, no último ano ano do governo FHC.  Lembrando que foi o ano que o FHC não conseguiu fazer o seu sucessor.  O agravamento das contas do setor público influi no humor dos investidores institucionais.  Forma-se o círculo vicioso.  Forma-se uma bola de neve sem tamanho.

Só para vocês entenderem melhor, a arrecadação do governo federal, somando impostos, contribuições e tarifas, está previsto em R$ 1,2 trilhão.  O governo brasileiro como todo, conseguiu até mês de maio separar apenas R$ 31,48 bilhões para pagamento de juros da dívida pública.  Atente-se ao volume de juros que o governo federal teria que ter pago nos últimos 12 meses, terminado em maio, R$ 249,94 bilhões.  

A Dilma, em Davos, no Fórum Econômico Global, prometeu gerar superávit primário de R$ 90 bilhões para acalmar os investidores internacionais, incluído todos níveis de governos.  A fatia do governo federal caberia R$ 44 bilhões, segundo anunciado pelo ministro Mantega na ocasião.

Vou tentar fazer retrato do Brasil, fazendo analogia com o orçamento de uma família que tem renda bruta, digamos, R$ 10 mil por mês ou seja R$ 120 mil por ano.  Só assim para o povo entender a situação crítica que o País se encontra.  Vamos chamar de Vilma o nome da chefe da família em alusão a Dilma presidente.

Bem a situação da Vilma fazendo equivalência a Dilma está no seguinte.  A Vilma tem previsão de receita de R$ 120 mil. A Dilma tem previsão de receita de R$ 1,2 trilhão.  Assim como Dilma deve R$ 2,2 trilhões, a Vilma deve R$ 220 mil. Veja onde começa o problema da Vilma.  A Vilma deve quase o dobro do que recebe por ano, bruto.  Vocês devem imaginar a vida da Vilma.  Ela está literalmente, f... !

Bem, vamos em frente.  Já vamos direto à vida da Vilma.  A notícia diz que a Vilma teve que fazer empréstimo novo, porque a receita de R$ 10 mil por mês não deu para cobrir as despesas correntes da família.  Pagar juros da dívida nem pensar.  Vai juntar o empréstimo do dinheiro à receita que faltou para completar o orçamento do mês e rolar junto com os juros da dívida que não conseguiu pagar.  

É aqui que começa o inferno para a Vilma.  Até hoje, a Vilma, de alguma forma vinha pagando parte dos juros, com a promessa feita de tal "superávit primário". Pois, a Vilma não conseguiu gerar a sobra para pagar parte dos juros que venciam no mês de maio.  O agiota da Vilma, já ficou com pulga atrás da orelha.  Já desconfia que a Vilma não vai conseguir honrar com a dívida de R$ 220 mil, se nem parte dos juros não consegue honrar.  

O pior, o agiota está preocupado.  Por conta da Copa do Mundo, a Vilma deixou de trabalhar 3 dias no mês de junho e sabe que vai deixar de trabalhar mais 1 dia no mês de julho.  O agiota sabe que a receita da Vilma vai cair nestes dois meses.  O agiota que já está ficou preocupado com a situação da Vilma no mês de maio, está apavorado com a situação dela nestes dois meses.  O agiota já contou para outros agiotas que emprestar dinheiro para Vilma é um risco.

Pois, a vida da Dilma vai virar inferno como a da Vilma.  Ao contrário do que a Dilma anuncia a 4 cantos do Brasil, a Copa do Mundo, em termo de crescimento de PIB terá efeito negativo.  Em consequência, a arrecadação do governo federal, bem como todos indicadores como balança comercial, balança de conta corrente, terão declínio em relação ao mesmo de mês do ano anterior.  

Não se sabe bem, qual será a reação dos investidores estrangeiros quanto ao novo quadro que se desenha. Esperemos que os investidores estrangeiros não venham tomar atitudes contra Brasil da Dilma como aquelas que os agiotas vão tomar contra a pobre Vilma da minha história.

Engana-se a população ao pensar que a economia vai melhorar.  O quadro atual da economia vai ser refresco se comparar com a situação da economia do País que vivenciará nos próximos meses.  Acabou a "sensação de bem estar" e nem tão pouco a "sensação do poder de compra".  Danou-se a Dilma!  Infelizmente, Dilma leva todos nós no buraco, nesta aventura que começou há exatos 3 anos e 6 meses.  

Como a "Copa das Copas", a Dilma vai deixar os estádios, elefantes brancos, como legado para o povo.  Assim será na economia do País, a Dilma vai deixar legado nefasto, uma situação crítica, para ela própria ou para qualquer outro presidente administrar.  O próprio quadro da economia vai extirpar este câncer chamado Dilma. Os ventos de primavera soprarão à partir de 26 de outubro, se Deus quiser. 


Olha só o tamanho do pepino!

Só espero que não seja Dilma, a incompetente e corrupta a governar por mais 4 anos.  O Brasil não merece ter Dilma, novamente!

Ossami Sakamori


5 comentários:

  1. Parabéns. Muito interessante essa analogia que você fez da situação do Brasil com a da casa da Vilma. É isso mesmo. Não é possível se conviver por muito tempo com uma dívida tão gigantesca sem maiores problemas. E o pior: continua gastando muito e mal, sem levarmos em consideração que a corrupção continua a todo vapor. Se não houver providências urgente, poderemos ter consequências dramáticas num futuro não muito distante. Acesse: www.ideiasefatostucujus.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  2. E a Vilma ainda empresta dinheiro para os vizinhos prá "não deixar cair a peteca", ou seja: come mortadela e arrota perú como diz minha mãe.. Assim não dá, né Vilma???

    ResponderExcluir
  3. Se o brasil perder essa copa aí então a vaca vai pro brejo e a dilma vai junto e não vai adiantar o 9 dedos se candidatar no lugar da dilma, porque o tempo dele se acabou com essa roubalheira dos estádios, mais a isenção de impostos para a FIFA concedidos graciosamente, indica que o 9 dedos vai pro brejo também, acho que nem o bolsa família vai superar o voto dos indignados e dos inocentes úteis.

    ResponderExcluir
  4. Sakamori:

    Também acho.
    Só espero que não seja Dilma, a incompetente e corrupta a governar por mais 4 anos.
    O Brasil não merece ter Dilma, novamente!

    ResponderExcluir
  5. "O Brasil não merece ter Dilma, novamente!"

    Não merece mas as urnas eletrônicas vão lhe dar de novo vitória por que o "ministro" dias toffoli que nem juiz è mas sim um garoto e advogado do PT ao serviço do dirceu, está chefiando o STE.

    ResponderExcluir

Não há censura ou moderação nos comentários postados aqui.
De acordo com a legislação em vigor, o editor deste blog é responsável solidário pelos comentários postados aqui, inclusive de anônimos.