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quarta-feira, 9 de julho de 2014

O pragmatismo vence o improviso!


Perdemos da Alemanha de goleada. Estou a falar do resultado do jogo de ontem, no Mineirão.  Nem entendo do futebol para comentar sobre os detalhes da partida, apenas deu para notar que a organização e pragmatismo venceram o improviso e oba-oba.  

Virada a página da Copa do Mundo, já que temos chance apenas de conquistar o terceiro lugar no que seria o maior evento esportivo do mundo, vamos fazer uma pequena reflexão sobre tudo que acontece no Brasil, hoje.

Como na seleção brasileira, o povo escolheu para governar o seu País, Dilma Rousseff, a gerentona do Brasil, tal qual o mago Felipão.  Dilma convocou para compor a sua equipe, gente incompetente que tanto quanto ela não tem habilidade para administrar coisas públicas.

Assim como Blatter e José Marin transformaram a FIFA e a CBF transformaram as entidades em "negociatas", a Dilma transformou o Brasil no pais de "negociatas".  Os interesses das entidades e do País ficaram e ficam em segundo plano, prevalecendo sempre os interesses privados, do Blatter, do Marin e da Dilma.  O resto, o resto que se dane!

Alemanha da Angela Merkel, após a crise financeira mundial, pragmáticamente, escolheu o caminho mais difícil. Escolheu o caminho do equilíbrio fiscal, mesmo sofrendo nos primeiros anos crescimento pífio.  Angela Merkel fez o dever de casa. A Alemanha, hoje, está a despertar do inverno rigoroso em termo de economia.  Angela Merkel, teve votação expressiva no último pleito para escolha dos parlamentares daquele país como sinal de apoio do povo.

Dilma Rousseff e seu antecessor Lula escolheram o caminho oposto daquele da Angela Merkel.  Escolheram o caminho imediatista de promover o crescimento do País baseado em medidas emergenciais populista para sair da Crise financeira mundial de 2008.  O resultado daquela medida emergencial, parecia evitar o País do "tsunami". Ledo engano, o resultado das medidas estamos a colher nos próximos meses ou talvez nos próximos anos.  

Dilma Rousseff chegou a dar aula de economia, para a nossa vergonha, para a Angela Merkel, no início do seu governo.  E numa atitude de total descortesia, chamou os europeus de "canibais" em alusão à pessoa da pessoa da Angela Merkel.  Era como a gerentona incompetente, querendo dar aula para a pragmática Angela Merkel, chanceler alemã.  A mim, à época, pareceu ridículo, tanto assim que postei matéria neste blog.

Exatamente como fez o técnico da seleção alemã, que nem me lembro o nome, treinou os seus comandados para jogar organizadamente, pragmaticamente, sem estrelismo de nenhum dos jogadores.  Assim faz Angela Merkel.  Assim, faz o povo alemão.  Assim a Alemanha vai conquistando espaço no mundo esportivo além do mundo da tecnologia. 

Exatamente como faz o técnico Felipão, sem se preocupar com o conjunto da equipe, com convocação dos melhores em cada posição, tentou, baseado em qualidades individuais de cada atleta ganhar a Copa.  Assim é a Dilma, presidente. Leva o Brasil nas "coxas".  Improvisa medidas econômicas, sem ter uma política econômica com norte definido.  Dilma não tem competência da Angela Merkel, infelizmente. 

Como Felipão, a Dilma Russeff procura ganhar o jogo da economia sem definição do que queremos e de como chegaremos aos resultados.  Dilma colocou como prioridade a renovação do contrato no cargo de presidente da República.  Mas, não fez dever de casa e quer ganhar a próxima partida, mesmo com resultados pífios e com muita insegurança, aos grito, no improviso e na bravata.  

Dilma e Felipão são semelhantes.  Dilma e Felipão tem estilos "mandões". Dilma e Felipão tem instinto masculino. Dilma e Felipão não tem humildade. Dilma e Felipão só sabem armar a seleção no improviso. Dilma e Felipão não tem esquema tático.  Dilma e Felipão não servem nem para dirigir um time de várzea, imagine dirigir time da seleção.

A Copa do Felipão, não vamos ganhar. Isto é inexorável.  Só vamos disputar o terceiro lugar.  Assim como Felipão, a Dilma não vai ganhar a eleição presidencial de 5 de outubro. Assim como Felipão, a Dilma vai disputar o terceiro lugar.  

Felizmente, para o esporte, quem vai para o final da Copa são os competentes.  Com certeza, quem vai para o segundo turno das eleições do Brasil, serão candidatos mais preparados que a Dilma. Uma coisa é certa: Felipão e Dilma estarão fora do Final das competições.



Ossami Sakamori



2 comentários:

  1. Sakamori:

    A Alemanha escolheu o que mais toca o brasileiro para dar o troco à empáfia de Dilma Rousseff, pelo que causou àquele país, quando deu umas cutucadas em Angela Merkel.

    Os alemães como país, é claro, não gostaram daquele episódio, e, no tempo certo, em nossa casa, lavaram a honra do seu país e de sua mandatária, dando um troco à altura, usando o que mais emociona o brasileiro: O futebol.

    E, mais uma vez, vemos acontecer ao povo o retorno da forma desastrosa de administrar de uma equipe despreparada, descompromissada com o bem do povo que representa e que além do mais, é corrupta e administrativamente incapaz.

    Incapacidade como a de Felipão, que tem também em comum a arrogância e a empáfia.

    Assim como você diz, uma coisa é certa: Felipão e Dilma estarão fora do Final das Competições.

    Assim seja!

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  2. Quer queiram quer não, nos países de terceiro mundo, o futebol está intrinsecamente ligado a politica suja e rasteira, para iludir os povos que por falta de conhecimento e educação, são presa fácil como é notadamente o caso do brasil. Temos que agradecer a Alemanha, por acordar o povo que estava deslumbrado com a possibilidade de tornar-se o suprasumo do futebol mundial. Como bem diz a nossa má dama, esta é a copa das copas, que ficará conhecida como a copa da roubalheira e da subserviência do nosso governo, ao isentar a famigerada Fifa de impostos e permitir que durante 30 dias essa entidade nefasta esteja, comandando este infeliz país. Esperamos que o povo em geral tenha acordado e passe a priorizar nossos problemas que são gigantescos, produto de governos anteriores omissos e que o futebol é apenas um lazer e que não deve ser misturado com patriotismo que é um assunto muito mais sério, do que simplesmente colocar a mão no peito e cantar o hino nacional nos estádios de futebol.

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