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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Estamos doentes? Sim, estamos!


Estamos doentes?
Sim, estamos.
Não enxergamos a extensão territorial do País.
Não conseguimos plantar alimentos, nem para o próprio sustento. 

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Não enxergamos que temos 201 milhões de habitantes.
Não conseguimos mobilizar esta massa de população para o setor produtivo. 

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Não enxergamos as riquezas naturais do País.
Fazemos questão de entregarmos o solo e sob-solo para estrangeiros.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos campo suficiente para matar a fome do mundo.
Fazemos questão de manter 13 milhões de famílias ou 52 milhões de brasileiros com fome, na miséria absoluta.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos hospitais de referência os melhores do mundo.
Fazemos de conta que não morrem 100 mil doentes por infecção hospitalar, sem contar os que morrem nos corredores dos hospitais públicos.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Produzimos veículos em quantidade de dar inveja ao mundo.
Só esquecemos de construir estradas e ruas para estes poderem trafegar sem causar acidentes que matam 50 mil por ano.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos forças armadas que já tomou conta do País.
Só esqueceram de tomar conta da segurança pública de cada cidadão e cidadã.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos estrutura do governo que gasta 40% do orçamento.
Só não sabemos onde vai este dinheiro. Dizem que são gastos de custeio.  De que custeio o povo não sabe dizer.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos corruptos que assaltam os cofres públicos.
Só não sabemos porque estes assaltantes não vão para cadeia.  Estão livres, mandando no País.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos os privilegiados que apoiam o governo corrupto.
Os privilegiados são os que usufruem dos benesses do dinheiro público, o nosso, ou tomam financiamentos a juros subsidiados.

Estamos doentes?
Sim, estamos.
Temos 201 milhões de pessoas anestesiados.
São pessoas que perderam a dignidade, a vergonha na cara. Só pode ser porque se acovardam quando falam em tirar a quadrilha do poder. O povo é incapaz de sair as ruas como fazem os árabes.  

Estamos doentes?
Sim, estamos literalmente.
Temos 201 milhões de covardes que desistiram do País.
Os que tem dinheiro vão se mudando para os países do primeiro mundo.  Os que não tem ficam quietos e amuados como cachorro vira-lata.  

Precisamos, urgentemente, virar este jogo!!!

Ossami Sakamori


7 comentários:

  1. Caim, caim, caim....!!
    Uma andorinha não faz a primavera, nem duas, nem três, nem muito mais e além disso nesta nação continental isso è impossível de sucede dada a diferenciação sociologa dos seus habitantes multiculturais.
    Quem deveria eram os militares, os nossos generais, mas até esses viraram petistas e comissários vemelhos.

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  2. A cura da nossa doença está em 5 de Outubro. O que falta para nós é alguém que nos lidere. Até em uma boiada tem um boi que é líder. Quando isso não ocorre tem-se o estouro da boiada. E muitos morrem atropelados. Como o Brasil é muito grande, fica difícil o próprio povo decidir sozinho pois haverá desentendimento. Por isso a importância de um líder carismático, conciliador, firme, patriota, sem apego ao dinheiro e que cuide do povo como se estivesse cuidando da própria família.

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  3. Sou um cão vira-lata porque não tenho e nem quero ter dono. Vivo solto na rua querendo briga, não sou manso, não vivo na sombra. Ainda bem que não somos árabes, a Primavera árabe do Egito tornou-se um longo e tenebroso inverno. A tentativa elitista de purificar o Brasil, no final do século 19 era uma farsa, que tentou eliminar o povo pela genética. As ditaduras só trouxeram trevas de violência, repressão e atraso. As promessas do PSDB e PT eram, enfim, mentiras.

    A ditadura, neste país, não distribuiu a renda, não deu educação e saúde. As ditaduras da Alemanha, Itália, Espanha, Grécia e Portugal e,por fim, as ditaduras comunistas da antiga URSS e Cuba deram saúde, educação, emprego, infraestrutura, mas o preço cobrado pelas regimes ditatoriais é caro demais, tanto que todas as ditaduras na Europa caíram. Hoje, as ditaduras só sobrevivem em países da Ásia, África e Oriente Médio. Aqui, as ditaduras só ofereceram medo e violência.

    A democracia no Brasil não deu certo. Entretanto, não dá para apostar numa nova ditadura. Não quero apostar no velho a vida inteira. O espírito da sociedade brasileira não é democrático. Vivemos de empáfias e imposturas, cheios de pose. O brasileiro não é covarde, é burguês,cheio de falsos valores, procurando um culpado pelos seus erros pra qualquer lado. Brasileiro é chorão e rancoroso. Nossa direita/esquerda é uma piada, não podem ser levadas a sério.

    Sou um vira-lata porque não tenho raça, não sou multicultural porque sou uma coisa só. Não tenho raça, tenho garra. Não fujo, não caio, sou teimoso, sigo em frente. Faço parte dos mais de 200 milhões de brasileiros, mas não durmo no ponto.

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    Respostas
    1. Sr Alessandro, não houve ditadura no Brasil. Houve um Regime Militar. É diferente. Quem não se envolvia com brigas políticas e não ía na conversa de baderneiros como: Lula, Dilma, José Dirceu....que diziam querer Democracia e na verdade queriam outra coisa não era importunado pelo Exército. E a educação daquela época(sou dela) foi a das melhores. Basta comparar o nível de conhecimento dos Vestibulandos daquela época e os de agora fazendo o ENEM. E o vestibular era disputado por todos(refiro-me às cores de pele). Eu sou negro, e tanto eu como meu irmão e irmã temos curso superior completo e trabalhamos na área escolhida e nunca precisamos de cotas aliás, antigamente nem existia. A Educação de base é que era excelente e por isso todos(as) tinham acesso à Universidade. Logicamente que nem todos conseguiam pois dependia e depende da nossa capacidade intelectual. Contudo, há várias e ótimas profissões que não dependem de diploma universitário e sim da capacidade prática e muitos que as abraçam são considerados "Mestre de Ofício." Desculpem os erros gramaticais pois não estou corrigindo.

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    2. Caro Daniel, serei rápido, pois tenho pouco tempo. Sim, o termo "ditadura" foi, digamos, popularizado, pela chamada esquerda. Não sou esquerda, tampouco, direita, mas, creio que houve um governo repressor, não só a de 1964, mas também a de Getúlio. A educação universitária nos tempos da "ditadura" foi boa só por um tempo, mas, depois, logo em seguida, cai em qualidade, devido à ascensão do ensino privado, que praticamente acabou com o ensino primário e secundário público de qualidade. Também sou um "não branco" e me formei sem depender do sistema de cotas, nunca fui um "remediado", sou um trabalhador, sempre fui. E você, assim como eu, deve saber o que é ser "um não branco" num país como o Brasil, mas, sem dramas, sem dramas, estamos na luta, como qualquer cidadão.

      Fico contente ao receber respostas, discordantes, de uma certa forma, mas educadas e procedentes. Meu tempo acabou. Bom dia, Daniel Camilo.

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  4. Somos o país mais rico do mundo em recursos naturais, mas temos a população mais pobre do mundo em educação e cultura e por esse único motivo, continuaremos durante muitos anos presa fácil dos políticos aproveitadores e inescrupulosos. Em Buenos Aires capital da argentina, existem mais livrarias do que no brasil inteiro, com 200 milhões de habitantes. A nossa educação chegou a um nível tão baixo, que os alunos sabem ler e escrever mas não conseguem entender o que estão lendo. Se são semi analfabetos, jamais deveriam ter o direito de votar e escolher quem vai comandar nossa nação. Vivemos num circulo vicioso em que as pessoas sem condição procriam muitos filhos, enquanto as pessoas com mais condições tem no máximo um, ou dois filhos, assim a população analfabeta cresce em progressão geométrica enquanto a população esclarecida cresce em progressão aritmética. A cada ano que passa a situação do país vai ficando cada vez pior e as classes sociais vão se distanciando, criando um antagonismo de revolta e o brasil é o campeão de banditismo, de crianças que não tiveram acesso a educação, vivem nas ruas e transformam-se em adolescentes frios e cruéis, que matam por prazer. Não vislumbramos outra alternativa para o nosso país enquanto não melhorarmos o nível cultural do povo.O nível de nossos políticos é o reflexo do povo que continua elegendo várias vezes os mesmos políticos corruptos. Vivemos num estagio tão atrasado, que o voto de cabresto, ainda existe em várias regiões do brasil onde impera a fome e a ignorância. Como o brasil tem uma das maiores populações do mundo, esses contrastes do nível do povo, embora estejam se agravando, demorarão muito ainda para explodir, como já aconteceu em países menores em que o povo revoltado conseguiu eliminar os corruptos do poder.

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