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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

É fácil tirar eleições da Dilma! Veja como...

O governo federal, no seu conjunto, incluindo as estatais, gastam ao ano pouco mais de R$ 1,5 bilhão em publicidade e anúncios do governo federal, quer seja de projetos a serem implementados, quanto ao projetos em andamento.  Deste total, cerca de R$ 700 milhões são destinados para o sistema Rede Globo.  

Quanto ao gastos com a propagando do governo, as redes de rádio e televisão tinha como obrigação fazer anúncio de algum feito do governo, gratuitamente, já que os serviços são concessões do governo federal.  A mídia impressa que não são concessões, não são obrigados a atender o governo a não ser os serviços de utilidade pública, como campanha de vacinação. Esta seria exceção.

Volto ao assunto sobre o orçamento do governo federal para publicidade, num montante para ninguém botar defeito, porque a verba está sendo usado, prioritariamente para fazer imagem positiva da presidente da República.  Ademais, as emissoras de rádio e televisão, com verba polpuda do governo federal é quase que impraticável fazer matérias contra o governo federal, seu principal cliente.  

Segundo a última pesquisa de intenção de voto, o DataFolha, identificou que 47% dos brasileiros tem intenção de votar na presidente Dilma e 30% para os candidatos da oposição.  Lembrando que os virtuais candidatos da oposição, em tese, não dispõe desse montanha de dinheiro em publicidade. 

Não precisaria ser o João Santana, o marqueteiro da Dilma, para fazer a popularidade do seu cliente chegar nos 47%.  Qualquer marqueteiro medíocre, faria um qualquer cidadão, pode ser João, José, Manuel ou um poste qualquer, alcançar a popularidade nos níveis alcançados pela Dilma.  E vem dizer que a presidente Dilma está reeleita é uma afirmação não tão segura, conseguido à custa da verba de R$ 1,5 bilhão por ano.  

Já se sabe, também, que o tempo de televisão no horário gratuito do programa do TSE, a presidente Dilma vai ocupar cerca de 2/3 e o restante dividido entre os candidatos da oposição.  Nas condições expostas, resta ao candidato à oposição ter o carisma suficiente para empolgar a população a ponto de contrapor à poderosa força econômica e financeira do candidato ou da candidata da situação.  

Única alternativa viável para o candidato da oposição, qualquer que seja, será apresentar à população o seu compromisso com a probidade administrativa, competência gerencial e interação pessoal com o povo.  O candidato que não gostar do cheiro do povo, não se elege.  Nem precisa perder o tempo e dinheiro em se candidatando se não tiver as características mínimas apresentadas acima.  

Seria, no meu entender, até uma tarefa fácil fazer oposição à presidente Dilma porque ela não possui nenhuma das características apontadas por mim, qual seja, a probidade, a competência e gostar do cheiro do povo.  Tem algum, José, João ou Manuel com estas qualidades?  Então, põe como candidato que ele se elege presidente da República Federativa do Brasil, como alternativa a Dilma.

É como tirar pirulito da boca de uma criança!  

Ossami Sakamori


3 comentários:

  1. cara,, não tem ninguém com competência gerencial E probidade E empatia pelo povo. Na verdade, nenhuma das três qualidades. (corrigido para por "E")

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  2. Esta na hora de colocar os bandidos do PT em um pau de arara. Chega de comunista tentando fazer lavagem cerebral. Deveriiamos passar a mao nas armas, facas, porretes... e depor este governo tirano, ladrao e acabar com o sfrimento do povo brasileiro. Esta mais do que na hora.

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