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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Tem motivos! DILMA não se reelege em 2014!

Eu afirmei ontem de que a presidente Dilma não se reelegeria em 2014.   Aleguei motivos que me fez crer no que estava a falar.  A repercussão foi tal que volto a falar sobre o assunto.

Por mais que os admiradores e as admiradoras da presidente Dilma, não queiram aceitar a minha opinião, tenho motivos suficientes para me fazer crer que isto será realidade, em 2014.

Por período longo, desde sua posse em 1° de janeiro de 2011, o governo Dilma, vem adotando o "Plano Dilma", dentro do contexto do Plano Real.  O plano é basicamente a cópia ou melhor prosseguimento do "Plano Lula", emergencial, de 2009, para enfrentar a crise financeira mundial de 2008.

O "Plano Lula" foi a maneira de enfrentar a recessão mundial que se avizinhava.  O "Plano Lula" consistia em fazer o País crescer baseado em "mercado interno".  Foi dado estímulo ao crédito aos empresários mediante programa PIS - Plano de Investimento Sustentável, concedendo crédito fácil e barato.  O programa já injetou no "Plano Lula" e "Plano Dilma" nada mais que R$ 430 bilhões, de 2009 a 2013.  O plano que chamo de Bolsa Empresário, devido ao subsídio bancado pelo Estado.

O "Plano Lula" e "Plano Dilma" estimulou o consumo interno, basicamente, com câmbio defasado, ou seja dólar desvalorizado e crédito fácil e barato.  O Banco Central vem atuando com intervenção sistemática sobre área de câmbio, tentando segurar a cotação no atual patamar.  As instituições financeiras oficiais, como a CEF e BB vem atuando pesadamente, ofertando crédito fácil e barato para a população,  com muita propaganda, diga-se de passagem.

O programa PIS, o Bolsa Empresário, chegou no limite que compromete o endividamento do Estado, com captação a juros exorbitantes, Selic.  No ano de 2014, a oferta de crédito neste setor, vai se arrefecer.  Terá menos oferta de crédito nesta modalidade, o PIS.  Por outro lado, a oferta de crédito para a população está chegando no esgotamento da capacidade de endividamento das famílias, que já chega aos 50% da sua renda comprometida com prestações de financiamentos.  O limite de endividamento, que os brasileiros não estão preparados para assumir, chegou no limite do limite. 

O índice de inflação oficial, IPCA, de 5,85% ao ano, chega a ser uma piada, comparado com a inflação do bolso.  A inflação do consumo de dia a dia da população, seja em serviços ou produtos, estão além de 15% ao ano.  Isto me parece, manipulação, como aconteceu e acontece na Argentina.  Esta trajetória ascendente da inflação do bolso, vai continuar no ano de 2014, sobretudo pelo efeito inercial e aumento de tarifas administradas como combustíveis e energia elétrica.  Não há mais espaço para Petrobras e Eletrobras continuar bancando a defasagem de preços.  

O primeiro sinal de que há uma desaceleração do crescimento se verificou pelas vendas do Natal deste ano.  As vendas do comércio estacionaram no mesmo volume de venda do ano anterior, 2012.  Significa que o PIB está desacelerando.  Se tirar a foto do instante, no dia do Natal, o PIB é igual a 0% (zero).  Isto é fotografia do que poderá ser o desempenho da economia no ano de 2014, ano de eleições.  

Há uma certa calmaria no mercado.  Parece que tudo parou no tempo.  As vendas do Natal a 0% de crescimento.  A estabilidade na criação de empregos com carteira assinada, a menor dos últimos 11 anos.  O índice de desemprego do IBGE decrescendo, em função de que o povo, já cansou de procurar empregos.  Isto me parece exatamente o "olho do furacão".  Bem no centro do furação, há calmaria de dar medo.  Ao entorno do olho, ventos que destroem tudo que se encontra na frente.  Estamos, neste momento, no "olho do furacão". 

Não tem como permanecer eternamente no "olho do furacão".  Há momento que terá de sair do olho e enfrentar a tempestade ou tormento, querendo ou não querendo.  Pois, o Brasil atravessa uma situação como descrito.  A própria equipe da Dilma já admite isto.  O conselheiro da Dilma sobre a economia Luiz Gonzaga Belluzzo, pai do Plano Cruzado do Sarney, já pulou fora.  O próprio ministro Mantega, já disse que o Brasil está manco de duas pernas.  Fiz uma frase, que me deu suspensão na rede social, na mesma linha de pensamento dos assessores da Dilma, eu disse que "o Brasil está como pato manco".  

Bem, a oposição no Brasil não existe.  Os virtuais candidatos, também, tanto quanto Dilma, não tem noção da gravidade do momento que vivemos.  Realmente o Brasil é como pato manco, de duas pernas!  Vem turbulência por aí.  O País passará por momentos semelhantes às saídas do Plano Cruzado ou do Plano Collor, isto é inexorável.  Muitas turbulências estão a acontecer no próximo ano.  Não há como segurar ou mitigar o desastre até depois das eleições.  Neste quadro, a presidente Dilma não se reelegerá!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

2 comentários:

  1. Concordo com o Sr. O problema é a Urna Eletrônica, que como sabemos, já elegeu por conta própria quem quis, ou melhor, quem o governo quis. Não é de se admirar Dilma vencer as eleições em 2014 manipulando as urnas. Essas Urnas não tem como recontar votos.

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    1. Concordo, se hackers conseguem fraudar sistemas como os da CIA, FBI, Casa Branca, etc.., Imagina essas urnas da Bananânia...
      Segue no link de vários exemplos já orridos e comprovados: http://www.youtube.com/watch?v=g773isvPL9w

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