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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Mina de ouro em Belo Monte.

Reprodução integral da matéria enviado pelo leitor deste blog.

Caros amigos do Brasil,

 Em pouco dias, uma mega mineradora canadense poderá ser concedida a permissão para construir uma enorme mina de ouro a céu aberto e começar a injetar toneladas de produtos químicos venenosos no coração da Amazônia, devastando a vida das comunidades indígenas locais. Mas um grande interesse público pode pressionar o IBAMA e a presidente Dilma a acabar com este colonialismo vestido de ouro do século 21 de acabar com nossa Amazônia.

Para extrair os metais preciosos, a água doce e os peixes endêmicos do rio Xingu serão em breve substituídos por córregos tóxicos de cianeto, arsênico, e montanhas de resíduos químicos. Autoridades no Pará estão pressionando pela aprovação do projeto baseadas em estudos cheios de irregularidades. Mas esta mega mina é tão arriscada que até mesmo o Ministério Público Federal está exigindo que as autoridades locais neguem a concessão desta licença até que uma melhor avaliação do seu impacto sobre as terras dos povos indígenas próximas, os Arara e Juruna, seja feita.

Este debate fundamental está acontecendo agora, grande parte fora do radar da imprensa e da opinião pública. Se milhares de nós pedirmos ao presidente do IBAMA, Volney Zanardiy, para intervir e acabar com essa injeção letal para a Amazônia, ainda teremos uma chance de impedir sua destruição. Assine e espalhe a campanha agora:

http://www.avaaz.org/po/a_lethal_injection_in_the_amazon_c2/?bLgFDdb&v=30942

Planejada para ser construída a apenas alguns quilômetros de Belo Monte, a Belo Sun Mining Corporation, empresa baseada em Toronto, afirma que sua nova mina vai ajudar as comunidades indígenas locais, proporcionando um impulso na economia local, e ajudando a financiar novas escolas e hospitais. Mas o relatório de impacto inicial da mina, apresentado pelo governo do Estado, estava repleto de irregularidades, e foi produzido sem qualquer consulta com os povos  Arara e Juruna que vivem nas proximidades - uma violação direta da Constituição brasileira.

A hidrelétrica de Belo Monte já está causando grandes transtornos na região - grupos indígenas ocuparam várias vezes o canteiro de obras, e dezenas de processos estão questionando sua legalidade. Esta nova mina de ouro, obviamente, irá fornecer alguns postos de trabalho, mas o custo é muito alto, prejudicando ainda mais o delicado ecossistema da região, e canalizando a maioria das centenas de milhões em lucros para os bolsos de um consórcio canadense. Numa época pré-campanha eleitoral, com Dilma provavelmente enfrentando um oposição de candidatos verdes, como Marina Silva, essa mina poderia ser uma pedra em seu sapato - uma pedra que ele preferiria se livrar.

O processo de concessão está acontecendo silenciosamente, e isso ainda não se tornou uma prioridade política. Nós podemos mudar isso com um enorme apelo para impedir esta devastadora conquista do ouro no coração da Amazônia. Assine agora:

http://www.avaaz.org/po/a_lethal_injection_in_the_amazon_c2/?bLgFDdb&v=30942

Com espereança e determinação,

Joseph, Michael, Diego, Nadia, Caroline, Luis, Ricken ae toda equipe da Avaaz

6 comentários:

  1. Lembrando que 98% de nióbio do mundo se encontra na Raposa Serra Dourada e os outros 2% no Canadá.

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  2. Ainda não havia visto tanta bobagem reunida num mesmo post....

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  3. Antes de escrever tantos absurdos, custava ao autor do texto acima pesquisar sobre o tema que gostaria de abordar? Se eu tivesse mais tempo e paciência, contestaria cada parágrafo desse ajuntamento de bobagens com argumentos e fatos. Como não tenho tempo e minha paciência com mentiras é pequena, fico só no lamento...

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  4. Opinião é livre de quem escreve. Independente de os autores terem ou não suas razões, achei oportuno colocá-la aqui, para exatamente as pessoas com opiniões contrárias poderem se manifestar.

    A palavra está com todos.

    Democracia é assim. Há muito tempo que perdemos espaços para manifestações de idéias e de pensamentos. As pessoas não se aperceberam de que a democracia é ajuntamento de contraditórios.

    Agradeço a participação de todos, à favor da matéria ou contra a matéria!

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  5. Tava bom para este japonês aí, ir morar com os índios. A região tem de desenvolver sim, a empresa é séria e busca todos os diálogos e formas sustentáveis de implantar o projeto, só que as vezes encontram este pessoal que gosta de aparecer em cima de meio ambiente.

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  6. Eu li e achei a informação confiável. Tudo isso se confirma em outros sites.

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