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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Dilma, quero gasolina a R$ 1,80 !


Pela ausência de notícias das fontes do governo e da Petrobras e dos  principais articulistas econômicos do País, volto novamente ao tema sobre o preço de combustíveis praticado no Brasil.  

Em novembro do ano passado, logo após eleições da presidente Dilma no dia 26 de outrubro,  o governo autorizou e a Petrobras promoveu o aumento de combustíveis para equilibrar a situação econômica e financeira da Companhia. Era o que a Graça Foster presidente da Petrobras queria, a "paridade" do preço de combustíveis com o preço do petróleo no mercado internacional.


O governo Dilma justificou o aumento dos combustíveis, apesar de queda do preço do petróleo no mercado internacional iniciado havia 3 meses antes do aumento. Em tese, com o último aumento de combustíveis foram "zerados" as perdas anteriores com a contenção do preço em função das eleições presidenciais.

Pois, do último aumento de combustíveis até ontem, dia 7 de janeiro, o preço internacional do petróleo caiu cerca de 40%. Ontem o petróleo tipo WTI, referência para o óleo do tipo pré-sal, fechou o barril a US$ 48, com tendência em baixa. Como já foi explicado em duas matérias anteriores ao mesmo tema, deixo de analisar o motivo que leva a baixa do petróleo no mercado internacional. Em querendo saber os motivos, poderão acessar as matérias em referências postadas ainda neste mês.

A baixa do petróleo do mercado mundial é altamente positivo para o conjunto da população. O Banco Mundial prevê expansão de crescimento da economia mundia, somente baseado no efeito petróleo barato é de 0,5% no PIB mundial. Exceção é para as empresas de exploração de petróleo mais caros em relação aos petróleo do golfo pérsico. Refiro-me aos petróleos oriundos de águas profundas, pós e pré-sal e algumas jazidas de xistos de custo de exploração mais alto.


Se o Brasil praticasse o preço de combustíveis baseado em "paridade" como quer ou queria a Graça Foster da Petrobras, uma vez zerado as perdas decorrente das defasagens anteriores em novembro de 2014, o preço dos combustíveis deveriam ser reajustados para baixo em cerca de 40% como foi justificado anteriormente. 

Se o País não tivesse que "carregar" a Petrobras nas costas, e contribuir com os impostos abusivos que pretende ministro Levy da Fazenda, o preço referência da gasolina na bomba, em torno de R$ 3,00 na bomba na região Sudeste, como preço referência da gasolina, deveria estar sendo praticado em torno de R$ 1,80.

Vamos ser claro. O preço da gasolina na boma acima da referência para Sudeste em torno de R$ 1,80 é "ônus" dos consumidores de gasolina na bomba. O conjunto da população também perde, porque os aumentos recentes de tarifas de transporte coletivos poderiam ser anulados. Não havendo a baixa de combustíveis na bomba, o País não só deixará de usar combustíveis como instrumento de combate à inflação, mas também o Brasil perde a oportunidade de acrescentar 0,5% no crescimento do PIB como apresenta o Banco Mundial. 


Isto é motivo mais do que suficiente como cidadão brasileiro pleno, defender a baixa do preço de combustíveis no País, agora!  As justificativas para não promovê-lo é mais um engodo e mentira da presidente Dilma!

#QueroGasolina180

Ossami Sakamori



5 comentários:

  1. Sr Sakamori, sua frase "Quero gasolina a R$1,80" é ótima para adesivar os carros e talvez forçar o governo a diminuir o preço dos combustíveis nos postos. Lula e Dilma incentivaram os pobres a comprar carros e agora os deixam na mão com esse preço do combustível. Eu acredito que se a Petrobras baixasse o preço até do Diesel, os alimentos ficariam mais baratos ou manteriam o preço pois desde antes do plantio até a sua venda, usa-se o Diesel e Gasolina. E, baixando o preço dos alimentos o governo ajudaria os mais pobres muito melhor que doando o bolsa família porque com a alta da inflação, esse ganho mensal não se consegue comprar nem o essencial para a alimentação.

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  2. Bem funcionários nossos compraram carro zero, mas não estão conseguindo andar neles pelo preço do combustível e pelo que gastam em Supermercado. Qual é a vantagem de comprar um carro e ñ poder usá-lo ? Como disse seu outro leitor, tudo ficaria mais barato com o combustível no preço razoável. Mas não, as dívidas das palhaçadas da Graça Foster nos temos que arcar. É uma UTOPIA pensar na gasolina a $1,80. O Brasil sairia da lama,mas não adianta, nossos governantes gostam de charfundar

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  3. Com uma formidável quadrilha de lesa-pátrias des-governando o país,vão dizer que podem fazer a gasolina a 1,80 euros o meio litro...
    Ninguém,nesses inoperantes 39 ministérios(ou mistérios) abre a boca se não for para agradar a rainha da farinha...
    Nada vai melhorar para o povo,enquanto continuar essa farra...
    E VAI CONTINUAR...

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  4. Sakamori:

    Veja que interessante:

    Em minha cidade, uma das cidades grandes produtoras de álcool para uso como combustível, vendem-se em todas as bombas da cidade o Etanol a R$. 1,98/2,02, enquanto em Sertãozinho (distante apenas 20 km de Ribeirão Preto) o mesmo Etanol é vendido também nas bombas a R$. 1,80.

    Mágica?
    Nada disso Cartel em plena cidade grande produtora de Etanol.

    Aqui os combustíveis (Diesel, Etanol e Gasolina) estão sempre com preços iguais em todos os Postos.

    Anteriormente, há alguns anos, havia muito inconformismo e reclamações com acusações de preços manipulados. Havia autuações, fechavam-se um ou outro posto, baixa-se os preços e seguia-se até novas reclamações e tudo se repetia.

    Agora com a cidade com comportamento de pequeno Brasil, com a prefeita mais corrupta da região, e os esquemas de corrupção idênticos ao do Brasilsão operando por aqui, nada mais se faz.
    Não se tem mais punições o preço é dos mais altos e tudo bem.

    Coisas de Brasil, de PT, e de pais corrupto do Planalto até à mais longínqua e pequena cidade.

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  5. Já estão vendendo água mineral pelo preço sugerido para a alcolina brasileira.
    Virou moda:o governo rouba e o povo aprende.
    O governo vende alcolina e o povo vende água,ambas caras.
    Cada um rouba como pode...

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