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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dilma oferece R$ 701 milhões para Cuba!

PATRICIA CAMPOS DE MELLO
De Havana, Cuba.

Brasil oferece mais R$ 701 milhões para financiar porto cubano.

Ao lado do ditador cubano, Raúl Castro, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira um crédito adicional de US$ 290 milhões (R$ 701 milhões) do BNDES para a zona econômica especial do porto de Mariel.

O Brasil já forneceu um crédito de US$ 802 milhões (R$ 1,88 bilhão) para a construção do porto que foi inaugurado hoje por Dilma, Raúl Castro, Nicolás Maduro (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e outros.

Do montante total, US$ 682 milhões (R$ 1,6 bilhão) foram entregues à Odebrecht, que lidera as obras, e outros US$ 120 milhões (R$ 282 milhões) a outras empresas brasileiras.

Em seu discurso, Dilma afirmou que Cuba sofre "um embargo econômico injusto" e que o Brasil quer ser parceiro comercial de primeira ordem da ilha. Ela também comemorou a reintegração de Cuba a organismos internacionais afirmando: "Somente com Cuba nossa região estará completa".

O embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba está em vigor desde a década de 1960. Dentre as medidas, proíbe a venda de produtos com mais de 10% de componentes americanos para Cuba e sanciona empresas que façam comércio com Havana.

O escritor Fernando Morais entregou aos chefes de Estado um livro que escreveu sobre a história do porto, que trata da crise dos mísseis, dos marielitos (exilados que saíram em massa de Cuba na década de 1980), e do atual investimento brasileiro. 

"O porto fica a 130 km da Flórida. Quando cair o embargo, será importantíssimo", disse. O porto de Havana está transferindo suas atividades para Mariel e passará por uma revitalização, nos moldes de Puerto Madero, em Buenos Aires.

Patricia Campos de Mello

3 comentários:

  1. Comentário que correm nas redes sociais que achei pertinente ao assunto, coloco aqui como complemento à reportagem da Patrícia Campos de Mello.

    O referido empréstido do BNDES ao governo de Cuba, é mais um daqueles empréstimo que o Brasil terá que perdoar no futuro, por absoluta falta de capacidade de pagamento do governo do Raul Castro, irmão do Fidel.

    Sendo assim, melhor mesmo é considerar como doação ou dação como quiserem considerar os leitores.

    O repasse dos valores ao governo cubano, é acrescido do pagamento de 5.000 médicos cubanos, mais os novos 2.000 contratados, por cabeça, como se fosse contratação de escravos brancos. Para cada médico cubano, é mandado ao governo do Raul Castro, R$ 10 mil por cabeça mês ou R$ 120 mil por ano, totalizando, agora R$ 840 milhões por ano. Desde montante, segundo se sabe, volta como salário aos médicos cerca de 30% do valor.

    Vamos ao que interessa. Vamos considerar, apenas R$ 710 milhões gastos para ampliação do porto. Lembrou-me colega engenheiro de Sergipe, Ivo Marcelino, que com o dinheiro doado ao Fidel Castro é possível construir 7 (sete) hospitais de Câncer no País.

    Donde se conclui que a presidente Dilma dá mais prioridade para Raul e Fidel Castro do que para os portadores de graves doenças no Brasil, que acabam morrendo pela interminável fila para tratamento daquela enfermidade. A espera mínima, preconizado pelo ministério da Saúde é de 6 meses!

    É muito grave, o ato praticado pela presidente Dilma. O governo do PT dá prioridade para movimento socialista do que para os doentes de câncer no Brasil. Isto é fato!

    Ossami Sakamori

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  2. O Governo brasileiro assumiu o patrocínio que a antiga URSS oferecia à Cuba, só que sob orientação ideológica dos Castros. Sobre: ““... o "porto" construído com nosso dinheiro, não terá nenhuma utilidade para o Brasil” - eu tenho duvidas. Primeiro, porque o dinheiro do BNDES não nos pertence pelo menos há uns 11 anos. Na realidade é de propriedade Petista, tanto é, que: “emprestam” a bel prazer sem autorização do Congresso (me parece), e assim depois são doados através de perdão “Cumpanhero”. Não entendo muito que tipo de perdão é esse, me parece ser um tipo de estória de cobertura para no futuro ficar ao dispor da legião ou talvez quem sabe, financiar alguma necessidade do colegiado vermelho.
    Quanto ao dito "porto", em sua excelência, não encontrada nada semelhante no Brasil, quem sabe: já é preparado tecnologicamente apto a receber "nossas riquezas", as quais não poderão ser repatriadas em caso de um novo "Governo". - Que não seja “vermelho” é claro.
    Mas isso é mera suposição!

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  3. Enquanto o porto de santos...

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