Amazônia é nossa! Perito Judicial Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foi professor da Escola de Engenharia da UFPR. Macroeconomia e política.
segunda-feira, 28 de setembro de 2020
O Brasil é país do presente!
domingo, 27 de setembro de 2020
Brasil é menor que a Greta ?
Hahaha! Acho hilários os comentários neste blog de alguns dos meus leitores. Pensam que sabem muito, mas não sabem de nada. Ou são pessoas que são adeptos fanáticos do presidente da República, Jair Bolsonaro, ou são turmas do contra. Ninguém, com poucas exceções, pensam no Brasil como uma Nação que deveria estar liderando o mundo na economia e no meio ambiente. Ao contrário, o Brasil se preocupa em atender os discursos vindo do primeiro mundo, em especial da União Europeia. Infelizmente, o Brasil não tem discurso adequado ao momento atual, o de aquecimento global devido ao efeito estufa sobre o planeta Terra, admitindo-se como se fossemos os únicos responsáveis pelo aquecimento global.
Nós brasileiros, acreditamos mais nas palavras do presidente Macron da França e à uma menina gazeteira de aulas como a Greta Thunberg, que é inteligente, mas não o suficiente para mudar o mundo com desigualdade social, sem precedente, do planeta Terra. Que bom seria se o Macron e Greta pudessem mudar o destino do planeta que já passou pelas várias fases, do congelamento ao aquecimento global. Dentro deste ambiente, o nosso presidente da República, se apressa em colocar no seu discurso da abertura da Assembleia Geral da ONU como o tema principal, a Amazônia.
O povão desavisado acreditam que as queimadas no pantanal é um fenômeno atípico. O nosso presidente da República se apressa em coloca no seu discurso o tema as "queimadas na Amazônia", como se o Brasil tivesse a responsabilidade única de manter a estabilidade da temperatura do planeta Terra. Que se lixem os efeitos estufas que as usinas termoelétricas que a Europa e a China produzem ao planeta. Tudo bem! Eles e a menina Greta são eleitos como guardiã do efeito estufa no planeta Terra. Pobre somos nós, os mentecaptos que acreditam e ovacionam os descobridores do efeito estufa do planeta. Macron e Greta, ambos, são os mais sábios que Deus que criou no Universo. Os culpados somos nós mesmos, que ajoelhamos às suas verdades, até mesmo o nosso presidente da República, que se apressa em justificar as queimadas do pantanal. Brasil, há muito tempo, perdeu a sua própria dignidade apesar de ser um dos 5 países maiores em território e população. Brasil se ajoelha ao discurso do Macron e da Greta.
Corajoso é o Boris Jonhson, um conservador britânico, que aceitou a saída do Reino Unido da União Europeia. Peitou a causa. E levou a melhor. A União Europeia, sem uma liderança definida, neste momento, corre atrás do Reino Unido para fazer acordo comercial, porque sem o Reino Unido, a União Europeia, não existe. Ao contrário do que acontece com o nosso País, o Reino Unido peitou a situação que parecia ser o fim do reinado da Rainha Elizabeth II. Ao que parece, o Brasil continua tal qual republiqueta de segunda categoria da África, beijando os pés do Primeiro Mundo e da menina Greta.
Brasil é menor que a Greta ?
Ossami Sakamori
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
A economia do Brasil pós pandemia coronavírus
domingo, 13 de setembro de 2020
Chega de sermos tratados como meros números!
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
A hora é de arregaçar mangas, antes de comemorar!
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
Que país é esse ?
sexta-feira, 4 de setembro de 2020
O "v" do Guedes é uma verdadeira "ficção".
terça-feira, 1 de setembro de 2020
Governo federal vai gastar R$ 1,485 trilhão em 2021
Ontem, dia 31 de agosto, com atraso de 60 dias, o Ministério da Economia encaminhou para o Congresso Nacional, o Orçamento Fiscal de 2021, para sua apreciação. Isto faz parte do rito previsto na Constituição, onde a Presidência da República, o governo, manda a previsão de receitas e despesas do ano seguinte. Os gastos do governo federal para 2021 foi estabelecido em R$ 1,485 trilhão, que é exatamente o "teto dos gastos públicos" previsto na Emenda Constitucional 95 de dezembro de 2016.
No mesmo Orçamento Fiscal está previsto a estimativa da receita de R$ 1,560 trilhão ou equivalente a cerca de 20,4% do PIB do ano que vem. A receita é maior do que a despesas correntes do governo, porque embute as obtidas com a venda de títulos de dívidas do Tesouro Nacional para pagamento de juros da dívida pública. O governo federal informou ao Congresso Nacional que faltam R$ 454 bilhões para o cumprimento da "regra de ouro", receita cobrindo a despesa e para tanto pedirá ao Congresso Nacional um "crédito extraordinário" para cobrir o total das despesas, incluído juros da dívida pública.
É tudo um jogo de encenações, porque, a "regra de ouro" proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e demais custeio da máquina pública. Se a regra não for cumprida, o presidente da República pode ser processado por crime de responsabilidade e eventualmente sofrer o processo de impeachment.
Entre os pontos importantes, o salário mínimo será de R$ 1.067 e o "déficit primário" será de R$ 233 bilhões, que é o dinheiro que falta para cobrir as despesas correntes do governo federal, exceptuando o pagamento de juros da dívida pública. Está previsto no Orçamento Fiscal de 2021, o aumento de 20% nas despesas com o programa Bolsa Família. Não há previsão de gastos com o anunciado Renda Brasil do ministro Paulo Guedes. É possível que o ministro da Economia, Paulo Guedes, peça extensão do "Orçamento de Guerra" criado para cobrir despesas decorrentes da pandemia "coronavírus". Só para lembrar, o Orçamento de Guerra vai gastar cerca de R$ 1 trilhão, fora do Orçamento Fiscal, este ano.
Governo federal vai gastar R$ 1,485 trilhão em 2021.
Ossami Sakamori
domingo, 30 de agosto de 2020
Paulo Guedes é um ministro fanfarrão!
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Paulo Guedes está com um pé fora do governo
sábado, 22 de agosto de 2020
O "big bang" do Paulo Guedes é uma piada de mal gosto!
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
Paulo Guedes virou capacho do presidente da República.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Renda Brasil vai custar de R$ 200 bilhões a R$ 250 bilhões
terça-feira, 18 de agosto de 2020
O mercado financeiro viverá momentos de incerteza
Atualmente, o ministro Paulo Guedes tem em suas mãos o Orçamento de Guerra, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional, para enfrentar a pandemia "coronavírus". Os gastos previstos vão desde o "auxílio emergencial" de R$ 600 aos diversos subsídios às empresas de grande ao pequeno porte. Incluiu também, a transferência de recursos para estados e municípios para cobrir eventuais perdas de arrecadação. O Orçamento de Guerra é um instrumento para ministro da Economia criar despesas do governo federal, sem consultar o Congresso Nacional, fora do Orçamento Fiscal ordinário, um verdadeiro "cheque em branco" para ministro da Economia, criar despesas à sua própria avaliação.
O Orçamento de Guerra vai criar um gasto extra LDO do 2020, em cerca de R$ 1 trilhão. O Orçamento de Guerra é financiado com emissão de títulos da dívida pública emitido pelo Tesouro Nacional e colocados no mercado financeiro pagando taxa básica de juros Selic. A briga está exatamente neste "entendimento" dos gastos do Orçamento de Guerra. O ministro Paulo Guedes considera os "gastos em investimentos" como "não enquadráveis" no Orçamento de Guerra e os ministros desenvolvimentistas, à frente o ministro chefe da Casa Civil, Braga Netto e os ministros do Desenvolvimento Urbano e o da Infraestrutura, consideram que, diante do quadro de recessão devido a pandemia "coronavírus", os investimentos em obras "são enquadráveis" no Orçamento de Guerra. Pois sabe-se que os investimentos criariam cerca de 100 mil empregos diretos e indiretos a cada R$ 1 bilhão.
Na minha opinião, a pandemia "coronavírus" não termina até que a população brasileira seja vacinada, o que ocorrerá, na melhor hipótese, no primeiro semestre do ano que vem. É certeza de que o Paulo Guedes vai pedir extensão do Orçamento de Guerra para o próximo ano ou seja o "cheque em branco" ficar valendo para o ano de 2021. Estimo que o ministro da Economia, qualquer que venha assumir, deverá sacar outros R$ 500 bilhões por conta do Orçamento de Guerra em 2021. Talvez, nem precise lançar mão de um novo endividamento público, porque o Banco Central já anunciou que vai transferir R$ 400 bilhões para o Tesouro Nacional por conta dos lucros acumulados na Instituição.
Enquanto se discute o "sexo dos anjos" entre os ministros desenvolvimentistas e o ministro Paulo Guedes, o mercado financeiro vive e viverá momentos de incerteza. O que o mercado financeiro mais detesta é a "incerteza" na política econômica. Pouco importa se o ministro da Economia é o Paulo Guedes ou João da Silva. O mercado financeiro espera uma clara política econômica do governo federal seja ela do Paulo Guedes ou de um qualquer outro ministro da Economia.
Enquanto isto, o mercado financeiro vai viver momentos de "especulação". O índice Bovespa deverá operar em queda e o dólar deverá flutuar em níveis nunca dantes visto. O mercado financeiro vai viver momentos de "boatos". Neste momento, o melhor que faz é colocar as barbas de molho. Muita cautela em investimentos especulativos, numa situação de incerteza como de hoje.
Ossami Sakamori



























