terça-feira, 28 de janeiro de 2014

APOSENTADOS EM GREVE CONTRA O PETÊ.

Matéria extraída do blog Prosa e Política.

Mas, como ontem foi o DIA NACIONAL DO APOSENTADO, volto com este texto, prá lá  de subversivo. 
Primeiro, a motivação: meu pai era cirurgião-dentista, tinha um consultório onde trabalhava pela manhã. 
À tarde, atendia trabalhadores da Rede Ferroviária Federal S.A. Contribuía pagando INSS e IAPFESP, cada um sobre uma determinada quantia, algo no entorno de dez salários mínimos. 
Ao morrer deixou duas pensões para minha mãe.   No primeiro mês, ela recebeu 80% dos salários de contribuição, perto de dezesseis salários mínimos. 
No segundo, sob ação da inflação, 78%, no terceiro e quarto 76%, e por aí o tempo foi passando.  
Pouco antes de falecer, uns quinze anos depois, ela ia todos os meses enfrentar duas filas nos bancos para receber MENOS DE UM SALÁRIO MÍNIMO, somadas as duas pensões. 
Você deve conhecer muitos e muitos casos semelhantes.
Essa longa introdução foi para me desculpar pela precipitação do título do artigo que mencionei. 
A greve de aposentados que propus é contra o governo, qualquer governo que não respeite o aposentado. 
Nestes últimos onze anos, por acaso é o PETÊ quem está (des)governando. 
Os petistas não possuem exclusividade nas canalhices e maldades contra os aposentados. 
Esses idosos são os poucos que sobreviveram entre os muitos que passaram toda a vida trabalhando e sustentando suas crianças que hoje estão no lugar em que esses aposentados já estiveram. 
Mas este país se esquece de lhes garantir o direito à este resto de vida.
Essa última constituição tem um artigo que obriga o governo à reajustar o salário dos aposentados, mas não especifica o índice de reajuste. 
Com isso, houve um ano no governo do antecessor ao poste em que foi concedido um “aumento” de 0,1% aos velhinhos enquanto a inflação beirava os dois dígitos. 
E os ex-colegas na ativa o aceitaram ao negociar uma saída de greve. Aposentado – em nenhum sindicato – tem quem o defenda. 
Então nós temos de nos defender sozinhos.  Por isso, procurei pesquisar como. Primeiro: QUANTOS SOMOS?
O site Coisa de Velho (http://coisadevelho.com.br/?p=7332) , informa que existem no Brasil cerca de 24 milhões de aposentados e pensionistas. 
Todos, sem exceção, tem seus salários e pensões corroídas e roídas um pouquinho a cada ano. 
Somos assaltados permanentemente, roubados por sucessivos governos, porque não nos fazemos respeitar, não sabemos defender nossos direitos adquiridos por dezenas de anos de trabalho e garantidos (subjetivamente) pela Constituição.  
E QUANTOS ELEITORES EXISTEM NO BRASIL? 
O site da EBC (http://www.ebc.com.br/tags/numero-de-eleitores-no-brasil) informa que seremos na próxima eleição alguma coisa em torno de 140 milhões de eleitores.
Imagine que consigamos nos unir permanentemente em uma causa comum, uma bandeira simples: exigir que o pagamento dos salários dos aposentados e pensionistas – que sobrevivem tão pouco em relação ao muito que contribuíram – seja corrigido da mesma forma que o salário mínimo.  Imagine também que a área de influencia familiar de cada vovô ou vovó seja de quatro pessoas*.  Façamos então as contas:
Unidos, os aposentados e pensionistas mais seus quatro familiares formarão a fantástica força de 24. 000.000 x 5 = 120.000.000 de eleitores.  
Arredondemos para  baixo: 100 milhões. Com nosso voto contra, nenhum governo poderá ser reeleito.  
De qualquer partido. Unamo-nos, pois. VOTANDO CONTRA O GOVERNO. Vamos ver se esse rolezinho dá certo?
Por isso, nas próximas eleições, afirmo que APOSENTADO NÃO DEVE VOTAR NO PETÊ NEM EM QUALQUER CANDIDATO DE QUALQUER PARTIDO DA BASE ALIADA.  
Espalhe a campanha. E se quem ganhar também desrespeitar o aposentado, seja qual for o partido, repitamos o movimento VOTE CONTRA O GOVERNO
Quem não nos respeita não merece o nosso respeito. Essa campanha pode se tornar permanente, por mais maluca que pareça.
*Aposto que irá logo aparecer algum psicanalista zisquerdista dizendo que velho não tem influência alguma, é considerado pela família como lixo.  Mas eu pago para ver.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dilma oferece R$ 701 milhões para Cuba!

PATRICIA CAMPOS DE MELLO
De Havana, Cuba.

Brasil oferece mais R$ 701 milhões para financiar porto cubano.

Ao lado do ditador cubano, Raúl Castro, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira um crédito adicional de US$ 290 milhões (R$ 701 milhões) do BNDES para a zona econômica especial do porto de Mariel.

O Brasil já forneceu um crédito de US$ 802 milhões (R$ 1,88 bilhão) para a construção do porto que foi inaugurado hoje por Dilma, Raúl Castro, Nicolás Maduro (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e outros.

Do montante total, US$ 682 milhões (R$ 1,6 bilhão) foram entregues à Odebrecht, que lidera as obras, e outros US$ 120 milhões (R$ 282 milhões) a outras empresas brasileiras.

Em seu discurso, Dilma afirmou que Cuba sofre "um embargo econômico injusto" e que o Brasil quer ser parceiro comercial de primeira ordem da ilha. Ela também comemorou a reintegração de Cuba a organismos internacionais afirmando: "Somente com Cuba nossa região estará completa".

O embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba está em vigor desde a década de 1960. Dentre as medidas, proíbe a venda de produtos com mais de 10% de componentes americanos para Cuba e sanciona empresas que façam comércio com Havana.

O escritor Fernando Morais entregou aos chefes de Estado um livro que escreveu sobre a história do porto, que trata da crise dos mísseis, dos marielitos (exilados que saíram em massa de Cuba na década de 1980), e do atual investimento brasileiro. 

"O porto fica a 130 km da Flórida. Quando cair o embargo, será importantíssimo", disse. O porto de Havana está transferindo suas atividades para Mariel e passará por uma revitalização, nos moldes de Puerto Madero, em Buenos Aires.

Patricia Campos de Mello

Vivemos dois Brasís, o nosso e o da Dilma!

Nunca foi tão difícil escrever uma matéria com o conteúdo que passo a descrever.  Vou ter que descer ao "sub-mundo" do mundo real.  Sim, porque o mundo irreal é o que vivemos, o second life, o mundo do oba-oba, o mundo do faz de conta, o da presidente Dilma e seus companheiros.  

Um Brasil é esse que a propaganda do governo diz ser, o País de mil maravilhas.  Com propaganda enganosa sobre a educação, saúde pública e segurança pública, dá-se impressão de que o País é do primeiro mundo.  Sim, porque a propaganda diz que contratação dos médicos cubanos está com saúde pública resolvida.  Que o programa Prouni veio para resolver todos os problemas da educação do país. E que a intervenção federal em segurança pública resolveu todos os problemas de criminalidade no País.

O Brasil, o second life, é uma maravilha.  Inflação está sob controle, no patamar de 5,85% ao ano.  A moeda real está artificialmente valorizado que permite ao povo fazer viagens ao exterior.  As privatizações de rodovias resolveram todos os problemas de rodovias do país. Beleza! Os aeroportos privatizados, acabaram com os atrasos e cancelamento de voos.  Não, não temos mais apagões elétricos, nem mesmo no Rio de Janeiro.  Acabamos com analfabetismo no país. Acabamos com a miséria no país.  Isto tudo é o que a presidente Dilma, anuncia insistentemente mundo a fora.

Só que o Brasil real é outro.  Tem 22 milhões, mais do que 10% da população, vivendo de Bolsa Miséria. O Brasil tem 55 milhões de analfabetos funcionais, que representa quase 50% da população economicamente ativa.  No Brasil morrem 50.000 pessoas em homicídios por ano.  Morrem 50.000 pessoas vítimas de acidentes de trânsito.  São 50.000 mulheres estupradas todos anos.  A grande maioria da população em idade de trabalho, não tem qualificação profissional para exercer os mais simples trabalho.  Isto só pode ser terceiro! Mas, isto é a realidade do País, querendo ou não a presidente Dilma. O Brasil do first life. O Brasil real.  

Atrás do second life da presidente Dilma, tem um Brasil first life totalmente dissociado dos números oficiais.  No Brasil first life convivemos com ignorância do povo.  Convivemos com vida miserável do povo.  Convivemos com a maioria da população que nem sequer sabe ler ou entender o que se lê.  Convivemos com homicídios que virou banalidade nos programas de televisão.  Vivemos o silêncio da violência doméstica.  Aprendemos conviver com perda de amigos e parentes em acidentes de trânsito.  Isto é Brasil first life!

O que é real, o first life ou second life?  Sim, o Brasil real é o first life, exatamente contrário do que a presidente Dilma apregoa existir, o second life.  Presidente Dilma vive o Brasil da fantasia, da opulência, da ladroagem, de enriquecimento de seus companheiros.  Brasil proporciona a Dilma o cartão corporativo sem limite de gastos.  Mas, este mesmo povo que paga os cartões corporativos da presidente tem que se endividar em 48 prestações para comprar um simples freezer ou um TV plana.  O Brasil first life é o mundo real do povo. O Brasil second life e o mundo dos poderosos da República e de oligarquia beneficiária do sistema. 

Após o pronunciamento da Dilma em Davos na Suíça, parece que o mundo acordou para o Brasil que só 30% tem freezer e 8% tem TV plana.  A situação ao contrário da intenção da Dilma, mostrou o Brasil first life, do grau de subdesenvolvimento.  

A nossa moeda, o real,  perdeu credibilidade porque a inflação real está muito acima da inflação oficial.  A inflação oficial em 2013 foi de 5,85% enquanto a inflação real terminou por volta de 13%, medido pelo próprio juros do título do governo NTN-F.  A presidente Dilma disse em Davos que o governo vai continuar controlando a inflação, isto é como dizer que Brasil tem inflação preocupante.  

Dilma deu a entender que controlar o câmbio, que vai intervir no câmbio, para segurar a inflação.  É aqui que mora o perigo.  Assim como na Argentina e Venezuela, o povo vai procurar trocar o nosso já combalido real por dólar.  Não adianta, intervenção da Polícia Federal, para conter compra de moeda estrangeira, no paralelo.  Quanto mais reprime, mais distância vai ter o dólar comercial do dólar paralelo.  Isto é Brasil first life.  Isto é realidade inexorável.  O povo não confia mais na nossa moeda.  Vai voltar com toda força o mercado paralelo de dólar.  No primeiro mundo, manter moeda estrangeira em poder, não é crime.  No Brasil é, por isso o mercado de moeda se chama paralelo.  

Nós vivemos dois Brasis!  O nosso first life e o da presidente Dilma second life. Brasil está ficando com a cara da Argentina e da Venezuela.  Pensem nisto!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori


domingo, 26 de janeiro de 2014

O rombo do BNDES, CEF, BB e fundos de pensão! TNT puro!

Há um silêncio de cumplicidade.  Ninguém fala sobre o assunto.  Todos tem medo de fazer a conta e deparar com a dura realidade.  Há um pacto de silêncio que interessa aos bancos oficiais e aos fundos de pensão em específico.  

Há situações na vida da pessoa que o tamanho do buraco é tão grande que tem medo de fazer a conta para ver o real tamanho do prejuízo.  É assim que se encontra os bancos oficiais e os fundo de pensão, com relação ao prejuízo que levou em 2013.  Tem medo de expor a realidade aos acionistas e aos beneficiários dos fundos.  A situação é grave!

Os bancos oficiais, entre eles, BNDESpar, CEF e Banco do Brasil e  os fundos de pensão Previ, Funcef, Petros e outros tantos, carregam nos seus ativos, os verdadeiros micos, como ações da OGX, MMX, LLX, JBS/Friboi, Mafrig, Petrobras, Eletrobras, entre elas.  Em 2013, algumas delas simplesmente "micaram", em jargão do mercado viraram "pó", como as empresas do grupo OGX.  Outras como a Petrobras e Eletrobras, perderam grosso modo quase 50% do valor do mercado.  E as do setor frigorífico nominados, alavancados, estão com perspectiva negativa, no caminho da OGX.

É possível que os bancos e fundos de pensão citados, não atualizem os ativos mencionados, verdadeiros "micos", para não exporem o tamanho real do "rombo".  Pelas normas da Receita Federal, no dia 31 de dezembro de cada ano, teria que atualizar os seus ativos financeiros tomando como base a cotação de fechamento do último pregão do ano ou seja do dia 30/12/2013.  Quando a cotação configura lucro é obrigado a atualizar, para pagar imposto de renda sobre a renda do capital.  Quando configura o prejuízo, como não há renda sobre o capital, a Receita Federal, poderá fazer "vista grossa" para que não atualize os valores dos ativos.

Esta situação não acontece com os fundos de pensão de companhias privadas, porque os gestores destes não são obrigados a engolir os micos que o patrocinador determina.  Aliás, nos fundos de pensão da iniciativa privada, tem gestão independente do patrocinador, de modo geral.  Os bancos privados, também, não se mete em aventuras e quando se mete os acionistas obrigam que contabilize os lucros ou prejuízos, o que der.  Por isso, não vamos confundir os "alhos" com os "bugalhos".

Estou a falar dos "bugalhos", os bancos estatais e fundos de pensão ligados às companhias estatais.  Com o prejuízo havido, no caso de fundos de pensão, conforme acima explicado, os cálculos autoriais sobre a garantia de pagamento dos benefícios futuros vão para o espaço.  Não haverá garantia no longo prazo. Os beneficiários daqueles fundos, tem que começar a rezar para não acontecer como beneficiários do fundo de pensão da Varig.  Claro, estou a dramatizar, mas é o único meio de acordar este povo.  

Como não sou acionista dos bancos oficiais e nem tão pouco beneficiários dos fundos de pensão, não me é franqueado a carteira de ativos de cada instituição.  É mister exigir que BNDESpar, CEF, BB, Previ, Petros, Funcef e demais instituições vinculados ao governo federal que atualizem os ativos financeiros, nos seus balanços de 31/12/2013, baseados nas cotações dos ativos do último pregão do ano.   

Se as providências aqui exigidas, foram tomadas conforme sugerido por mim, certamente cairá a República.  A presidente Dilma poderá ser indiciada como responsável maior do poder executivo, donde originou todas determinações impróprias.  

Ossami Sakamori
@SakaSakamori


sábado, 25 de janeiro de 2014

Casa do prostíbulo! Rita Lee

O título foi por minha conta. Mandaram-me via e-mail o texto, supostamente, da Rita Lee.  Não saberia dizer se os textos são dela.  No entanto, como achei ideia genial, passo a reproduzir na íntegra como recebi.  E, assino em baixo!  

A cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas idéias brilhantes, dignas do seu gênio criativo.


Reclamando da inutilidade de programas como o Big Brother, ela   deu a seguinte sugestão:

- Colocar todos os pré-candidatos à presidência da República trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo.  Sem marqueteiros, sem assessores, sem máscaras e sem discursos ensaiados.


Toda semana o público vota e elimina um.

No final do programa, o vencedor ganharia o cargo público máximo do país.


Além de acabar com a roubalheira, com o enfadonho,com o desrespeito ao contribuinte e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos mais ou menos a fundo.

Assim, quem financiaria essa casa seria o repasse de parte do valor dos telefonemas que a casa "GLOBO" receberia e ninguém mais precisará corromper empreiteiras ou empresas de lixo, empresas de pequeno e médio porte, microempresários, o mercado em geral sob a alegação de cobrir o 'fundo de campanha'.

A idéia não é incrivelmente boa?

Rita Lee

Sendo ou não o texto da Rita Lee, assino em baixo.

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

Desfalque de R$ 1,2 bilhão no BNB. Dilma nada sabia!

Estadão, ontem.  O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra o ex-presidente do Banco do Nordeste (BNB) Roberto Smith e mais 10 dirigentes pelo crime de gestão fraudulenta de instituição financeira.    A acusação criminal sustenta que o desfalque nas contas do banco superou a cifra do R$ 1,2 bilhão.    A revelação das operações do BNB culminou na queda de Roberto Smith e de outros dirigentes da instituição em meados de 2011, após revelação pela imprensa. Segundo o procurador, partiu do ex-presidente do BNB "todas as diretrizes para a adulteração dos resultados nos registros contábeis do banco".

Comentário.

A notícia passou batido pela imprensa televisiva.  A Rede Globo que dá destaque às notícias sobre assaltantes de bancos que arrombam os caixas eletrônicos de diversos bancos, são noticiados com grande destaques.  Como sempre, as outras redes de televisão vão atrás da Globo e não noticiam fato como este, elas são pautadas pela Rede Globo.  Por outro lados, o BNB e o próprio governo federal é o maior anunciante de todas redes.  

Eu fiz matéria sobre a falta de seriedade na administração pública no Brasil há poucos dias.  O Brasil não é um país sério.  Independente da discussão sobre a autoria da frase, ela é atual e se encaixa exatamente ao que acontece no Brasil. Senão vejamos.

Se este fato tivesse acontecido na Alemanha ou no Japão, certamente seria escândalo nacional, com forte exposição na mídia e alcançaria a cúpula do poder.  Na Alemanha do Merkel, o presidente foi afastado por ter ocultado o recebimento de uma contribuição para campanha de US$ 1 milhão.  No Japão recente, monarquia, o primeiro ministro caiu porque escondera na declaração eleitoral a mesada de pouco mais de US$ 1 milhão que recebera da própria mãe, dona de um grande conglomerado industrial.  Atente bem na cifra, estamos a falar de menos de R$ 3 milhões!

Bem, se na Alemanha e no Japão, presidente e primeiro-ministro (equivalente a presidente) são afastados por US$ 1 milhão,  dinheiro de cafezinho comparado com as roubalheiras dos gestores públicos brasileiros, no caso R$ 1,2 bilhão, quem vai pagar o pato sozinho é o servidor Roberto Smith.  Bem semelhante ao caso mensalão, os verdadeiros culpados ou chefe da quadrilha, em última análise, a presidente Dilma por ser o chefe maior do Roberto Smith, ficará fora da investigação.  

Lembrei-me de 2 casos semelhantes que aconteceram no passado.  O Banestado, Banco do Estado do Paraná S.A., efetuou empréstimos fraudulentos semelhantes ao descrito na notícia e os diretores da época fizeram falcatruas como descritas na notícia. Os diretores do Banestado foram condenados, mas o verdadeiro mentor e beneficiado, o governador da época Jaime Lerner disse que nada sabia e ficou por isso mesmo.

O outro caso de leniência ou "caso pensado" foi a demanda sobre crédito fiscal da empresa Shell.  A Shell é a mesma do leilão de Libra e da compra sub-faturada dos poços em produção no apagar de luz do ano de 2013.   A referida demanda envolvia crédito fiscal de R$ 1 bilhão.  O servidor da época que nem me lembro o nome, simplesmente "esqueceu" de peticionar a contestação no prazo legal.  A União Federal teve que arcar com o prejuízo, mas ninguém foi responsabilizado, menos o servidor.  O presidente da República era FHC, que nem instado a perguntar foi.  

Ainda o Estadão diz:  Na denúncia, o procurador argumenta que os crimes contra o sistema financeiro cometidos pela cúpula do banco guardam "certa semelhança" com o caso do mensalão. Mas certamente, o ministro da Fazenda Guido Mantega nem tão pouco a presidente Dilma, que assinou o ato de nomeação do Roberto Smith, serão chamado para depor.  Se instado a pronunciar dirão que nada sabiam.  

Ossami Sakamori
@SakaSakamori



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Brasil sofrerá efeito tango, com certeza!

Folha, hoje.  A queda mais forte do peso argentino, ocorrida nos dois últimos dias, colocou em alerta investidores do mercado brasileiro.  Ontem, o dólar subiu e fechou no maior preço (R$ 2,395) em cinco meses em relação ao real e a Bolsa registrou uma queda 1,98% do seu principal índice. 

Comentário.

Os analistas de modo geral dizem que o que acontece na Argentina não tem nada a ver com o Brasil.  Afirmam que a política econômica (sic) dos argentinos é completamente diferente da politica econômica (sic) brasileira.  Comentam que o tamanho da economia da Argentina é tão pequena em relação ao do Brasil que não tem termo de comparação entre o que acontece lá e aqui.

Pois bem.  Neste momento, com a Argentina em crise, diria que o que acontece lá, tem tudo a ver com o Brasil.  Poderá, sim, vir o efeito "tango" contaminar a economia do Brasil, já em dificuldade, contrariando tudo que os analistas estão a dizer.  Senão vejamos os meus argumentos.

Primeiro de tudo, a política econômica (sic) da Cristina Kirchner é altamente intervencionista tal qual a política econômica (sic) da Dilma Rousseff.  A Cristina, lá, se mete a tentar intervir em economia como Dilma, cá, intervém na economia com os preços administrados.  Em tese, é a mesma política econômica equivocada de intervenção do Estado na economia.

Quanto ao efeito "tango" na economia, ela é mais real do que possa imaginar.  A Argentina responde por 8% das exportações brasileiras, atrás apenas da China (19%) e EEUU (9%).  Os argentinos, ao contrário da China e EEUU que compram produtos primários, commodities, compram produtos industrializados.  Isto, sim, afeta sobremaneira o setor industrial brasileiro, já combalido.

Na Argentina da Cristina Kirschner controla o câmbio ou melhor tenta controlar o câmbio, através de intervenções do Banco Central. A Dilma Rousseff controla o câmbio com venda diária de swap cambial tradicional, um artifício que o Banco Central está utilizando desde agosto do ano passado.  Já pôs no mercado  equivalente a US$ 100 bilhões, que embora em moeda brasileira, apenas atrelado à variação do dólar, não deixa de ser intervenção importante no setor de câmbio.

Se a situação econômica do Brasil fosse outra, talvez, não teria o efeito "tango", mesmo Argentina consumindo 8% de tudo que a indústria brasileira produz (13% do PIB).  Acontece que o Brasil se encontra na situação econômica que classificaria como "sinuca do bico".  A economia brasileira, com inflação ameaçando voltar, estamos a caminhar sobre o fio da navalha.  Qualquer descuido, o espiral inflacionário poderá voltar.  Haja coração, neste momento!

Sim, o efeito "tango" poderá afetar a economia brasileira!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori






quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dilma sucateia Petrobras

Estadão, ontem. A Petrobrás informou que o Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV) prevê o pagamento de indenizações variáveis, entre R$ 180 mil e R$ 600 mil, em média. Os valores poderão ser ainda maiores a depender do cargo e da função do funcionário, que foram classificadas em diferentes grupos. Segundo a companhia, cerca de oito mil funcionários podem participar do programa, todos com idade igual ou superior aos 55 anos.

Comentário.  Se a Petrobras quer expandir seus negócios com o seu Plano de Investimentos de US$ 236 bilhões, anunciado pela presidente Dilma com estardalhaço, com exposição pela mídia, por que diminuição do seu quadro precioso em 8 mil funcionários?

Estadão, 8/1/2014. A Petrobrás captou ontem R$ 12 bilhões em títulos de dívida (bônus) no exterior, mas chamou atenção para o endividamento recorde da companhia, agravado mês a mês com a defasagem nos preços de combustíveis.  

Comentário.  Isto é começo do fim.  Correndo desesperado atrás da grana!

Estadão, 8/1/2014. Entre 2011 e 2013, a relação entre o endividamento e o patrimônio da empresa mais que dobrou, saltando de 17% para 36%. O montante somava, no terceiro trimestre do último ano, R$ 250,8 bilhões. A situação levou a agência de risco Moody's a rebaixar o rating da empresa, saindo de "A3" para "Baa1", ainda dentro da escala considerada como "grau de investimento".

Comentário.  Daqui a pouco, o grau de investimento vai cair ainda mais.  A consequência é que a Petrobras terá que pagar juros cada vez maior para captação.  Tal qual Tesouro para rolar a dívida pública.  

Estadão, 16/1/2014. O Plano de Negócios 2009-2013 previa que a Petrobrás investiria US$ 174,4 bilhões até 2013, ou R$ 410,9 bilhões conforme a cotação do dia da divulgação. Praticamente 60% do total, ou US$ 104,6 bilhões (R$ 246,4 bilhões), seriam destinados à área de E&P, mas nesse período o investimento realizado em E&P totalizou R$ 178,7 bilhões.

Comentário.  Na mesma nota, diz que houve redução de investimento na ordem de 25%.  Imagine como vai terminar o novo Plano de Investimentos de US$ 236 bilhões.  Isto vai para calendas gregas!  O Plano era pura espuma!

Estadão, 12/1/2014. A alta velocidade com que os Estados Unidos ampliam sua produção de petróleo de xisto mudou o cenário geopolítico global associado ao combustível e contribuiu para uma redução de 60% nas exportações brasileiras do produto para o mercado americano em um período de dois anos.  Só no ano passado, a expansão foi de 1 milhão de barris/dia, mais que a soma do aumento registrado em todos os demais países, segundo dados oficiais.

Esse movimento, aliado à maior demanda no Brasil, diminuiu os embarques de petróleo para os Estados Unidos de US$ 8,7 bilhões em 2011 para US$ 6,8 bilhões no ano seguinte e cerca de US$ 3,4 bilhões em 2013, com redução de 60% em dois anos. Nesse mesmo período, as exportações totais de petróleo recuaram 40%, para US$ 12,96 bilhões no ano passado.

Comentário.  Daqui a pouco EEUU não irão importar mais nada do Brasil.  O número deles, EEUU, é impressionante, 1 milhão de barris/dia de acréscimo ao ano.  Com demanda ascendente por conta dos incentivos dados à produção e comercialização de veículos no Brasil, o quadra se agrava cada vez mais.  


Estadão, 11/1/2014. A Petrobras vendeu participações em duas áreas exploratórias em 2013 à britânica BP, uma no Brasil e outra nos Estados Unidos, que tiveram descoberta de petróleo em águas profundas anunciadas meses depois, ambas em dezembro. Pelo menos nos EUA a descoberta já foi declarada como relevante, num anúncio feito pela BP apenas no exterior, em 18 de dezembro.

Comentário final. Vendendo almoço para poder jantar.  

Tenho mais, muito mais motivos, para constatar que a nossa Petrobras está, no mínimo, em situação difícil.  Digamos sucateada! Precisam, mais?

Ossami Sakamori
@SakaSakamori




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Discurso da Dilma em Davos, vai ser uma piada!

Data Folha, ontem.  A presidente Dilma Rousseff, na sua primeira participação no Fórum de Davos (depois de amanhã), encontrará a estrela do Brasil em nítido processo de perda de brilho, mas ainda não apagada.  De todo modo, não é um resultado tão ruim, se se considera que a média global de otimistas (39%) é inferior à brasileira (42%). Mas a curva dos CEOs do Brasil é a inversa à da média de seus pares: no global, os otimistas subiram de 36% para 39%, ao passo que os brasileiros otimistas tiveram queda de dois pontos percentuais.

Comentário.

A presidente Dilma, desprezou o Fórum Econômico Mundial de Davos nos 3 anos anteriores, fez questão de ignorar a existência do Fórum, que é de inciativa privada.  Este ano é ano de eleições e o marqueteiro João Santana precisa de material importante para seu programa eleitoral gratuito de 2014.  

Dilma Rousseff fará palestra amanhã, dia 23.  Não tem o que mostrar ao Fórum.  Todos os números conspiram contra ela.  Ainda assim, na sua arrogância, dirá exatamente o inverso do que o mercado financeiro internacional já conhece.  Já conhece os números reais de 2013.  

Dirá que o País executa política econômica consistente, que a política fiscal está em equilíbrio, que a inflação está sob controle, que a reserva cambial está alta, que a balança comercial está em equilíbrio, que o país está com pleno emprego, etc., etc., etc.

O governo PT está no poder há 11 anos.  Não tem mais como comparar o desempenho do seu governo comparando com o do governo do PSDB.  Esta comparação Lula já fez.  Agora, a dura realidade é que a presidente Dilma terá que comparar com os governos do seu próprio partido, o PT.

O desempenho do Brasil em 2013, demonstrado pelos indicadores econômicos e sociais, do próprio IBGE, demonstra que o governo de Dilma em 2013, teve o pior desempenho dos últimos 11 anos.  

A começar pela política fiscal, que após gambiarras, fechou com um dos superávit primário, menor dos últimos anos.  A inflação é um dos maiores do governo petista. A balança comercial fechou no taco a taco, com gambiarras de exportação fictícia de plataformas de petróleo.  A balança de conta corrente, fechou em ligeiro equilíbrio, com contabilização da entrada do bônus do Libra.  O número de emprego criado foi a menor dos últimos 11 anos, segundo IBGE.  O crescimento do PIB, está medíocre, comparado com demais países emergentes.

Não sei bem o que a presidente Dilma vai dizer no seu pronunciamento de amanhã.  Certamente, a mesma espuma que ela conta aqui para o público interno.  Aqui tem ouvintes de carteirinha do Bolsa Miséria.  Lá fora, são investidores e especuladores, que estão atrás dos seus lucros fáceis.  

Sim.  Os investidores estrangeiros especulativos, não os investidores estrangeiros diretos (IED), virão apenas atrás da maior taxa de juros reais do mundo.  Sim, já pagamos 4% de juros reais, hoje.  O mercado, espera, ou melhor exige, juros ainda maiores do que 10,5% para que os juros reais sejam cada vez mais atrativos, apesar do risco.  Isto é anomalia.  Os principais países, os motores da economia, EEUU, Alemanha e Japão, pagam juros reais negativos!

Não, não precisa explicar melhor.  Os simples mortais sabem que o País que depende de financiar suas contas, pagando juros cada vez mais altos, para manter-se à tona, só pode ser país pré-falimentar. Ter que pagar, repare bem no digo.  Ter que pagar juros cada vez mais altos, para fechar a balança de conta corrente e rolar a sua dívida interna, é um país doente que está à beira de ir para UTI.  Para UTI foram Portugal, Grécia e Espanha.  

Os investidores internacionais, não são bobos da corte.  Eles sabem exatamente o que se esconde atrás de discursos espumas, bonito.  Quando a nossa presidente está indo com o milho para o moinho, eles já estão voltando com a farinha.  A visão do mundo, mesmo após o pronunciamento da Dilma, não vai alterar em nada.  O discurso, em Fórum privado, só serve mesmo para o marqueteiro João Santana.   E nós, povo, pagamos a conta da sua viagem a Davos, Suíça!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O Brasil não é um país sério!

Esta frase, não é minha, é do Charles De Gaule, presidente francês, no momento de atrito diplomático na década de 60.  Disse De Gaule : "Le Brésil nést pas un pays serieux".  Sou instado a pronunciar a mesma frase, 5 décadas depois.  

O Brasil, após a famosa frase, entrou no regime militar, recuperou a democracia, desenvolveu econômicamente.  O País saiu do estado de sub-desenvolvido para a situação de país emergente.  De uma população de 70 milhões de pessoas passou para 200 milhões.  Apesar do aparente desenvolvimento, econômico social, a cultura do brasileiro continua o mesmo.  Se De Gaulo vivesse hoje, repetiria a mesma frase, sem pestanejar. 

Venho denunciando aqui, as mazelas, as maracutaias, a roubalheira do dinheiro público, uso inadequado das máquinas públicas, conluio de agentes públicos e privados para benefícios financeiros próprios, e nada acontece.  As denúncias são comentadas em redes sociais e nada mais.  Pelo contrário, recebo ameças, também pelas redes sociais.  Ameaças de toda ordem.  

A grande mídia, capitaneada pela Rede Globo, não só ela, mas também outras redes, fazem estardalhaços quando os roubos são de R$ milhões.  Expõe, os agentes públicos e privados envolvidos em maracutaias, com muita intensidade.  Muito provável porque aqueles não lhes trazem receitas.  Os verdadeiros mandantes ou responsáveis são poupados.  Os verdadeiros chefes de quadrilhas, que aninham nos palácios, são poupados.  

Os analistas de modo geral, não tem visão do mundo. O mundo econômico financeiro não é o que aparenta ser.  Os meandros do sub-mundo poucos conhecem.  As manobras fiscais e financeiras que a quadrilha de notórios empresários estelionatários e notórios agentes públicos fazem para blindar operações de "assalto à luz do dia", não são percebidos pelos profissionais da imprensa.  Isto é mais grave do que pensa.  A mídia, no caso a Rede Globo, insiste sobre o caso Edward Snowden, como se troféu fosse.  Isto, também, parece ser manobra para esconder as verdadeiras falcatruas.

A mim, parece uma manobra explícita da quadrilha composto de agentes públicos e privados.  Os privados dão e os públicos recebem.  Toda população sabe quem dá e quem recebe.  A população sabe do nome e sobrenome de quem dá e de quem recebe.  Existe uma rede de proteção que envolve agentes públicos e privados.  Existe a banda boa e banda podre, nas instituições da República.  Conheço muito deles da banda boa, mas eles nem pode fazer muita coisa porque suas inciativas são "congelados" para não mexer no poder "oculto" e visível da República.  

Os poucos que se rebelam contra o "estado de coisas" são vistos como reacionários.  Os agentes públicos não aceitam denúncias sem "provas materiais", como que exigir de um reles cidadão a condição de uma polícia judiciária.  Não, não somos polícias!  Nós pagamos impostos para manter a instituição de República para nos proteger, não o contrário.  Somos "persona non grata" marcado pela banda podre das instituições.  Isto nos causa, certo terror.

Mas, a história nos mostra que nós temos razão.  Particularmente, este blog, denunciou a falência (recuperação judicial) da empresa OGX com 6 meses de antecedência.  Fui chamado de louco, mas o fato é que a OGX do empresário estelionatário deixou rombo R$ bilionário para bancos oficiais e vai ficar nisso.  O referido empresário estelionatário continua frequentando o "jet set" como dantes.  Claro, o dele, o produto do golpe, está na Suíça.  O empresário referido é cidadão suíço!  Quem vai ser processado é este que escreve.  A corda arrebenta para o lado mais fraco!

Desculpe-me, Charles De Gaule, por ter tirado do seu mundo de paz.  Mas, permita-me utilizar a sua frase em português, grande De Gaule.  Com todas letras digo:

O Brasil não é um país sério!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori





domingo, 19 de janeiro de 2014

JBS/Friboi deverá financiar Dilma 2014.

Folha, ontem. Sob o argumento de promover a internacionalização e reduzir a informalidade, o BNDES injetou, por da meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014. 

Folha, 5/1/2014. Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos "campeões nacionais" do governo Lula. Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada. Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas

Comentário.

Sempre, as notícias vem em conta gotas.  Mas, as maracutaias dos governos Lula & Dilma, pelo menos no âmbito do BNDES, estão blindadas.  O dinheiro dos empréstimos ou participações do banco de fomento federal, somem no ralo, sem dar mínima explicação ao mercado e ao contribuinte.  Foi o que aconteceu com os empréstimos do BNDES, no montante declarado pelo próprio BNDES em R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Simplesmente, ninguém explicou para onde foi parar.  

As notícias que a Folha levantou, fala-se em passivo do grupo de empresas frigoríficos junto ao BNDES em R$ 12,8 bilhões, que aparentemente corresponde às participações acionárias aos grupos de empresas citadas, via BNDESpar, braço de participação financeira do banco de fomento federal, BNDES.  Isto é valor de aquisição das ações das companhias citadas no boom da Bolsa de Valores.  Hoje, no mercado este montante de investimento deve estar valendo cerca de 20% do valor colocado pelo BNDES.  

As notícias da Folha aponta que Mafrig se encontra em situação delicada.  Consta na notícia, também, que JBS, outra empresa do ramo de frigorífico, assumiu uma dívida junto ao BNDES no montante de R$ 5,85 bilhões na aquisição da empresa Seara pertencente a Mafrig, para não deixar a Mafrig naufragar de vez.  Foi dada uma espécie de sobrevida a Mafrig para evitar outro escândalo igual ao da empresa OGX do Eike Batista.

Há um inquérito corrento na área da Justiça Federal do estado de Rio de Janeiro, em investigação pelo MPF/RJ, sobre os empréstimos suspeitos do BNDES ao grupo Mafrig.  Consta do inquérito, que a empresa Mafrig teria contratado uma empresa de consultoria que pertencia ao atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho.  As maracutaias são feitas, intra muro, para evitar vazamento de informações negativos.   No papel manipulado, aceita tudo!  Assim como, a situação real da OGX foi escondido pelo próprio BNDES ao mercado acionário e ao público em geral.

O grupo Mafrig é apenas ponta de "iceberg" dos empréstimos fajutos do BNDES aos frigoríficos.  Isto, não sou eu que estou a afirmar, mas no mercado financeiro, até engraxate da Bovespa sabe que o rombo maior vem da empesa JBS.  Para quem não sabe, com a ajuda do Lula & Dilma, ogrupo se tornou maior empresa no setor de frigoríficos, senão, o maior faturamento do Brasil.  Isto não quer dizer muita coisa.  A maior empresa montadora nos EEUU, a GM, quase foi a pique, na crise financeira americana de 2008, se não fosse socorro do Obama.

O setor de frigoríficos é uma segmento que a margem da rentabilidade operacional é quase nula.  A JBS não ganha no operacional, mas sim no financeiro, tanto quanto GM ganhava no financeiro ao invés de operacional, produzindo seus veículos.  O grupo JBS está na corda bamba há muito tempo.  Estima o mercado que o grupo JBS deve ao sistema BNDES, com empréstimos subsidiados, o Bolsa Empresário, num montante que beira R$ 30 bilhões.  O patrimônio líquido da JBS é de R$ 8 bilhões, segundo balancete de 3ºT/ 2013, do próprio JBS, descontado os R$ 14,8 bilhões de valores intangíveis. 

Bem, o conglomerado JBS, é dos outros Batistas, o Joesley e Wesley Batistas, famosos também no "jet set" nacional e internacional, com iate de US$ 40 milhões comprados indiretamente com o dinheiro do BNDES e seus jatinhos cruzando o País de norte ao sul, acontecem no mundo social, também.  

Estes Batistas, tem comportamento megalomaníaco do outro Batista, o estelionatário Eike Batista.  Acontecem e esbanjam o dinheiro nosso, o suado dinheiro do sistema BNDES.  Os dois irmãos, são empresários que não tem 40 anos de idade e não herdaram fortuna dos pais.  Ambos Batistas tem em comum os padrinhos Lula & Dilma.  Isto explica.  

Enquanto permanecer os governos Lula & Dilma, os  Batistas dos carnes Friboi do Tony Ramos, estarão na mídia e estarão blindados com o dinheiro fácil do BNDES.  Só para lembrar, o presidente do Banco Central do Lula, o banqueiro Henrique Meirelles é o principal articulador do grupo junto ao governo da Dilma.  Costa quente eles tem, até demais.  Até quando o grupo JBS vai viver às custas do BNDES, ninguém sabe.  Só Dilma sabe!

JBS/Friboi do conhecido comercial doTony Ramos é o próximo OGX, a sucumbir, se o governo PT perder eleições.  Se Dilma ganhar eleições, a festa continua!  E cada vez mais BNDES vai botar nosso dinheiro no Friboi do Tony Ramos.  Com certeza absoluta, JBS será o principal financiador da campanha da Dilma.  Quem sabe, Tony Ramos será o principal mascote da Dilma 2014. 

Cai fora, Tony Ramos, antes que Friboi afunde!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori


sábado, 18 de janeiro de 2014

AÉCIO/ ALOYSIO

Não tenho preconceito em citar nomes possíveis para candidaturas à presidência da República nas eleições deste ano, contrapondo à candidatura da presidente Dilma Rousseff, PT/RS.  Já falamos aqui sobre a dobradinha EDUARDO/ MARINA, atual governador de Pernambuco, PSB/PE e Marina Silva, Rede.

Mais uma chapa vem consolidando do lado da oposição, a candidatura do Senador Aécio Neves, PSDB/MG, que já é considerado como virtual candidato do PSDB à presidência da República.  O que está para ser definido é o nome para companheiro de chapa do Aécio Neves.  Tudo leva a crer que seja mesmo o senador Aloysio Nuves, PSDB/SP a concorrer ao cargo de vice na chapa do senador mineiro.

Aloysio Nunes, PSDB/SP, lutou na clandestinidade contra ditadura militar, segundo consta do seu currículo.  Ele é atual senador da República pelo estado de São Paulo, com mandato a terminar em 2018.  Ele terá completado até o dia das eleições em 5 de outubro, 69 anos.  Aécio Neves, PSDB/MG, senador pelo estado de Minas Gerais, terá completado até o dia das eleições, 54 anos.  

A biografia de ambos é sobejamente conhecido.  O senador Aécio Neves é neto do Tancredo Neves, primeiro presidente eleito após a ditadura militar, que não chegou a tomar posse.  O senador Aloysio Nunes faz parte do grupo político do ex-governador José Serra, PSDB/SP e nome de confiança do atual governador Geraldo Alckmin, PSDB/SP.  

Ao lado da chapa Eduardo/ Marina, certamente a chapa Aécio/ Aloysio levarão as eleições para o segundo turno. O quadro político modificou nos último ano, sobretudo, após os movimentos das ruas do mês de junho.  O País nunca mais foi o mesmo após os movimentos das ruas.  A eleição tida como certa para a atual presidente Dilma Rousseff, se tornou campo de batalha indefinido, após as manifestações.  

Só esperamos que a batalha campal se dê em torno de ideias e propostas de governo.  Que os debates ocorram em torno de programas de governo, objetivamente, sem "ideologizar" os conceitos da política econômica.  Queremos que cada candidato apresentem os programas de governo nas área de educação, saúde pública e segurança pública, tão esquecidas pelos últimos governos. Além de apresentar soluções para o gargalo da infra-estrutura do País.  

Que vençam os melhores!

Eduardo Campos/ Marina Silva.
Aécio Neves/ Aloysio Nunes.

Por convicção própria deste blog, Dilma Rousseff/ Michel Temer, não vencerá eleições de 2014.

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

Bolsa Miséria é criadouro de vagabundos!

Folha, ontem.  Um contingente de 61,3 milhões de brasileiros de 14 anos ou mais não trabalha nem procura ocupação -e, portanto, não entra nas estatísticas do desemprego.  Trata-se de 38,5% da população considerada em idade de trabalhar pelo IBGE, ou o equivalente à soma do total de habitantes dos Estados de São Paulo e do Rio. 

Folha, ontem.  Mesmo tirando da conta os menores de 18 e os maiores de 60 anos, são 29,8 milhões de pessoas fora da força de trabalho, seja porque desistiram de procurar emprego, seja porque nem tentaram, seja porque são amparados por benefícios sociais.

Comentário.

Da notícia acima, podemos tirar conclusão, embora simplista, de que 22 milhões dos 61,3 milhões são beneficiários dos diversos programas sociais do governo.  Ainda segundo a Folha, o grau de instrução da maioria dos que não trabalham nem procuram emprego, previsivelmente, é baixo: 55,4% não chegaram a concluir o ensino fundamental

Desculpem-me os pobres e analfabetos funcionais, que nem vão ler um artigo como este, por falta absoluta de condição de leitura e muito menos nem de entendimento em profundidade do que estou a dizer aqui.  Só terão condição de interpretar o sentido literal das palavras do título, infelizmente, mas vou comentar aqui, com toda franqueza, assim mesmo.

Indo direto na ferida.  O bolsa miséria, sem conexão com o programa de saída da condição de miserabilidade é como escravidão  no sentido literal da palavra.  Negar a educação fundamental para os analfabetos funcionais, estimado em 55 milhões de brasileiros e qualificação de mão de obra para serviços básicos, os mais elementares possíveis, no meu entender, é criar escravidão de 22 milhões de pessoas.  Escravidão absoluta para mais de 10% da população.  

Bolsa miséria, da maneira que é praticado, sem programa de saída é um criadouro de "vagabundos" e "parasitas" da sociedade.  O Brasil carece de recursos nos serviços básicos da população, como educação fundamental, saúde pública universal e segurança pública. Sim, não estamos planejando para o futuro, estamos preparando o Brasileiro para o abismo cultural.  Estamos investindo em criar vagabundos!

Sim, os países que desponta como tecnologicamente na vanguarda, são os países que investiram pesadamente em educação de base, como Japão, China e Coreia do Sul e Taiwan.  Sim, estes países são considerados tigres asiáticos, por ter conseguido grau de desenvolvimento em tão pouco espaço de tempo.  O Brasil, ao contrário desses países, caminha na direção oposta, o de manter a população ignorantes e atrasado tecnologicamente.

Os políticos tem medo de dizer a verdade, a mídia tem medo de dizer a verdade.  Apresentam números, mas não comentam.  A mídia, tem estrutura financeira para manter os jornalistas analistas e ela tem no seu quadro.  Mas a mídia brasileira é cooptado ao governo no poder, seja qual for o partido que esteja no poder.  Divulga, mas não dá ênfase, não comenta, não analisa.  A função sobrou para um analista mequetrefe como este que escreve.  Infelizmente.  Perdoem-me a rudeza das palavras, mas só assim para chamar atenção para o fato tão grave.

Então, tá! Digo o que a mídia tem medo de dizer:

Bolsa Miséria é criadouro de vagabundos!  

Ossami Sakamori
@SakaSakamori


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O PT comanda do Palácio da Papuda!

Folha, ontem.  O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) afirmou nesta quinta-feira (16) que a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014 é "fundamental" para os petistas condenados no processo do mensalão.   "Para nós, da Ação Penal 470 [mensalão], eu, José Dirceu, José Genoino e o companheiro Delúbio Soares, é fundamental ganhar a eleição porque queremos mostrar que toda essa armação em torno da nossa ação penal é política", disse o petista durante ato de desagravo organizado por aliados em Osasco (SP), seu reduto eleitoral. 

Comentário.

Confesso que, com tristeza, leio noticiários sobre os apenados do processo mensalão.  Os apenados eram figuras de vanguarda do PT, até eleições do Lula em outubro de 2002.  Eles, os apenados cometeram graves crimes de roubo do dinheiro público, segundo eles próprios, dinheiro caixa 2, para financiar campanhas eleitorais dos seus companheiros.  Além de terem cometidos outros delitos conexos.

Independente das fontes serem públicas ou privadas, isto é apenas questão menor, houve desvio de dinheiro da Visanet, sem a devida contraprestação de serviços pela quadrilha comandada pelo publicitário Marcos Valério.  Querem argumentar que o dinheiro da Visanet é privado.  Para mim, não importa se é público ou privado, na prática, houve roubo.  Além de tudo o STF já deu veredicto final.

Houve também, em conluio, com o Banco Rural, transferência de dólar cabo no sentido inverso, justificado com simulação de empréstimos fajutos que nunca existiram.   Para conveniência e segurança da quadrilha, o Banco Rural foi liquidado pelo Banco Central.  Em processo de liquidação, só mesmo o Banco Central tem acesso aos documentos que comprometam ainda mais a situação da quadrilha.

O fato é que a justiça brasileira, seguindo todos ritos, inclusive os polêmicos embargos infringentes, os considerou como apenados.  As leis brasileiras definem bem a situação dos apenados.  Os apenados perdem os direitos políticos.  Entendo que a perda do direito político é perda de manifestar-se politicamente, também.  Os apenados são cidadãos nocivos à sociedade, por isso a imposição da pena.  Os apenados são cidadãos que não lhes tem assegurados os direitos plenos, assim trata as leis e a Carta Magna.

Pois bem.  Os apenados do mensalão, tem privilégios nunca dantes vistos, que salta aos olhos de qualquer reles cidadão.  Eles, os apenados, tem privilégios de receberem visitas diferenciados dos outros presos.  Eles, segundo notícias, tem permissão para uso de celulares.  Eles dizem o que bem entendem.  Dão entrevistas e se manifestam politicamente.  Querem, os donos do PT, transformar a condenação de delitos comuns de roubo, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, em condenação política (sic).  Isto não pega.

Sim.  Os apenados contam com a proteção e regalias que lhes são oferecidos através do PT.  E contam com a proteção da madrinha da quadrilha, a presidente da República.  A própria declaração do deputado apenado João Paulo Cunho, demonstra claramente a opção preferencial da Dilma.  A Dilma no exercício do cargo de presidência da República, no seu programa oficial de rádio, deu recado ao apenado José Genuíno, mandando palavras de conforto.  

Se é uma questão pessoal, poderia até tê-lo feito, através de bilhete, sem timbre do Palácio do Planalto, através de emissário particular.  Mas, não o fez.  Fez questão de transmitir via rádio para 200 milhões de brasileiros saberem que os apenados do mensalão tem proteção dela, presidente da República.  Poderia ser um gafe, mas não é.  É um movimento orquestrado do PT.  As duas declarações, a da Dilma e João Paulo Cunha se encaixam tão bem como peças de mosaico.  

Como já me manifestei anteriormente, repito, o Palácio da Papuda faz parte do centro do poder da República Federativa do Brasil, juntamente com o Palácio do Planalto e Congresso Nacional.  Quero ver, alguém contestar a minha afirmativa.  Não, não há argumentos que refutem os meus argumentos tão cristalinos.  O PT comanda do Palácio da Papuda.  Na minha opinião, os apenados do mensalão, bem que poderiam estar cumprindo pena na Penitenciária de Pedrinhas.  Por que, não?

Ossami Sakamori
@SakaSakamori



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Taxa Selic. O povo é que paga o pato!

Folha, ontem.  Depois de tratar a queda dos juros como meta econômica e trunfo político, a presidente Dilma Rousseff caminha para encerrar o mandato com taxas iguais ou semelhantes às que herdou.  Lula fechou 2010 com juros de 10,75%, já então insuficientes para domar a inflação, de 5,91% naquele ano -o mesmíssimo IPCA do ano passado, que dá impulso a uma Selic de 10,5% ou mais até o fim deste ano. 

Folha, ontem.  A equipe de Dilma ainda discursa como se os juros estivessem baixos ou em queda -é um dos motivos apontados pelos petistas para as críticas à política econômica de analistas real ou supostamente ligados ao mercado.   Mas os juros reais, acima da inflação, já saltaram de menos de 2% para mais de 4% ao ano, em aparente rumo aos 5% que os especialistas contestados pelo governo consideram ser a taxa necessária para conter a inflação. 

Comentário.  

Em meio a discussão sobre o nível de taxa básica de juros, Selic, que reunião do COPOM, definiu em 10,5%, com objetivo (sic) de tentar segurar a inflação dentro do teto da meta, de 6,5%.  Os analistas do mercado financeiro apontam a taxa Selic para número próximo de 11,5% até o final do ano, conforme desempenho do IPCA, índice oficial da inflação.

A informação que vem do Palácio do Planalto, em forma de release é de que o aumento da taxa Selic tem como finalidade conter inflação nos patamares dentro do teto da meta.  Tem o ditado que diz que onde vai a vaca vai os bois vão atrás.  Informações propositadamente equivocadas, são passadas para a população que nada entende.  É assim tem feito, sucessivos governos, de todos os matizes.  Não vem que não tem, vir com número comparativo entre governos.   

Volta a minha ladainha de sempre, os juros da taxa básica de juros, Selic, não é remédio para conter a inflação.  Se fosse assim, a inflação nos EEUU, Alemanha e Japão estariam em disparada, mas não é o que acontece.  A taxa básica de juros, Selic, pode ser um dos instrumentos de política monetária, mas não é o principal.  Por favor, entendam disso uma vez por toda!  A taxa básica de juros, Selic, é termômetro da saúde financeira do País.

Por trás da desculpa de segurar a inflação, os sucessivos governos e em particular o da Dilma, esconde a real situação do País.  O País, grosso modo, tem necessidade de "rolar" a sua dívida interna, cerca de 1/3 do que deve no mercado, nos 12 próximos meses.  Isto é uma babilônia de dinheiro, a dívida interna brasileira bruta está ao redor de R$ 2,8 trilhões, pelo último levantamento que fiz.  Imagine, 1/3 deste valor, para rolar nos próximos 12 meses!  

A realidade é que o País entrou na ciranda financeira, ao inverso.  O Brasil só leva na bunda!  Quem lucra com a ciranda financeira são os banqueiros em geral, os  grandes conglomerados empresariais e sobretudo os especuladores nacionais e internacionais.  O País necessita de dinheiro destes como sertanejo necessita d´água.  Se a fonte de financiamento secar, o País sucumbe, assim como sertanejo morreria de sede.  O governo que diz ser socialista, não quer passar recibo de capitalista mor.  Escamoteia, mente, para manter a popularidade em alta.  

Vem um sinal grave de alerta!  Vocês sabem que a taxa Selic é apenas referência, mas na prática o que baliza é quanto o Banco Central paga para rolar suas dívidas.  Os juros do título de 10 anos, o NTN-F, estava pagando, ontem, juros de 13,1% ao ano, bem acima da taxa Selic de 10,5% ao ano.  O que é grave, não é propriamente a taxa em si, mas os juros reais, que o mercado estão a exigir do BC.  Não é o que BC concorda, mas é o que o mercado exige. Os juros reais do Brasil, entre os países desenvolvidos e emergentes são os mais altos do mundo!  

O que a presidente Dilma vai fazer em Davos, Suíça, no Fórum Econômico Mundial, eu não saberia dizer.  Mas uma coisa é certa, a Dilma vai tentar passar ao mundo que o Brasil está cumprindo as boas regras da Política Fiscal e Política Monetária.  Vai tentar vender imagem do Brasil em situação perfeitamente normal, para tentar atrair investidores internacionais.  Pura ilusão!  Isto vai evidenciar mais ainda a falta de conhecimento da realidade brasileira por parte da Dilma presidente.  Digamos, vai confirmar ao mundo que ela, Dilma é incompetente! Enquanto ela está indo com milho, o mercado está voltando com farinha.

Enquanto as vacas vão atrás do boi, nós pobres contribuintes, vamos arcando com cerca de R$ 120 bilhões de juros reais por ano.  Os juros reais, já descontado inflação, daria para financiar o custeio de educação fundamental de base ou mesmo daria para duplicar o financiamento do sistema SUS.  Certamente, se não fosse a incompetência da Dilma, o Brasil teria erradicado o analfabetismo funcional e evitaria de testemunhar mortes em corredores de hospitais públicos.

Sim.  Uma coisa liga a outra!  Não podemos analisar, a taxa Selic, que é termômetro da economia, como querem vender o Palácio do Planalto como solução para tudo.  Enquanto o povo leva na bunda, os notórios privilegiados do País, são os beneficiários contumaz!  Pensem nisto!

Taxa Selic, o povo é o único que leva na bunda!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori