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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Marina Silva x Ciro Gomes



Marina Silva, candidata declarada à presidência da República pela Rede, iniciou a carreira política na cidade de Rio Branco, capital do estado de Acre, pelo PT. Foi senadora pelo PT e ministra do Meio Ambiente convidada que foi pelo então presidente Lula da Silva. Marina já foi candidata à presidência da República pelo PV e pelo PSB, este último em razão do falecimento do candidato titular Eduardo Campos em circunstâncias que todos já conhecem. Em ambos eleições à presidência da República alcançou votação expressiva, embora não tenha alcançado voto suficiente para disputar o segundo turno das eleições em 2010 e 2014.

Particularmente, Marina Silva sofre de doença de metal que a abate fisicamente. Não saberia afirmar que se eleita presidente da República, Marina teria saúde requerida para exercer o cargo em sua plenitude. Ninguém comenta sobre o fato, mas é um fator fundamental para o exercício do cargo máxima da República, a de ter saúde perfeita. A fragilidade da saúde, neste caso, não seria apenas de foro íntimo dela, mas de interesse público. Muitos candidatos à presidência da República foram descartadas em função da saúde nas histórias recentes da República. 

Marina Silva, apesar de ter pertencido ao partido da esquerda como PT e pregar programas mais para a esquerda, com a Rede, paradoxalmente, convive com altas rodas do setor empresarial. Quando foi candidata à presidência pelo PV, Marina foi financiado pelo dono da empresa Natura, que veio a ser o candidato à vice-presidente em 2010 na sua chapa. Marina Silva, em 2014, foi estimulada e financiada pela Neca Setúbal, uma das filhas do Olavo Setúbal, fundador do Banco Itaú. Nada que desabone a conduta por ser financiado pelas grandes fortunas do País, mas contradiz um pouco com o ideário político do partido do qual é seu presidente, a Rede Sustentabilidade.

O outro candidato, Ciro Gomes é candidato à presidência da República pelo PDT, respaldado que foi pelo presidente do partido Carlos Lupi em janeiro de 2016. Ciro Gomes tem extensa história política. Foi prefeito de Sobral, deputado estadual, prefeito de Fortaleza e governador do estado de Ceará. Ciro Gomes foi ministro da Fazenda do governo Itamar Franco e ministro da Integração Nacional no governo Lula. O último mandato político foi de deputado federal entre 2007 a 2010. 

Ciro Gomes foi fundador e membro do PSDB até 1996, quando filiou-se no PPS para concorrer à presidência da República em 1998. Em 2007, filiou-se ao PSB para concorrer ao cargo de deputado federal pelo Ceará, quando obteve 667 mil votos dos cearenses. Em 2015, com breve passagem pelo PROS, filiou-se ao PDT, onde permanece para concorrer ao posto de presidente da República.

Observando a trajetória do Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, denota-se que ele é mais à esquerda dentro do espectro político conhecido no País, senão vejamos: Ciro Gomes foi um dos fundadores do PSDB, participou do PPS, filiou-se ao PROS e finalmente se candidata à presidência da República pelo PDT.  

Se acalmem que vou apresentar demais candidatos neste blog, com breves comentários. Já apresentamos, incluídos os de hoje, 6 candidatos, o que significa que os eleitores terão muitas opções à escolha no dia 7 de outubro próximo.

Ossami Sakamori



2 comentários:

  1. A Marina é até boa gente, mas foi do time dos PTralhas daí já era. O outro, que me recuso até dizer o nome, é um descontrolado oportunista que só aparece em véspera de eleição, com a cura para a humanidade.
    Machão: disse que receberia a turma do Moro a bala. Ele tem 4 testículos

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  2. Ciro, de longe o mais preparado.

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