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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

João Dória x Geraldo Alckmin

Crédito de imagem: UOL

Ser ou não ser, eis a questão! Geraldo Alckmin é pretenso candidato à presidência da República. Ele é presidente do PSDB, partido que foi oposição ao PT durante 13 anos. FHC não conseguiu fazer o sucessor e perdeu o comando da Nação para o PT do Lula. Por mais que a imprensa queira apequenar o PSDB, o partido "tucano" tem comando do maior colégio eleitoral do País, o estado de São Paulo. PSDB é um partido que tem uma base partidária forte em todo território nacional tanto quanto o MDB. Isto é fato incontestável. Se o PSDB e o Geraldo Alckmin tem chances de ganhar eleições são outros quinhentos. 

Geraldo Alckmin é como o próprio PSDB, sempre está "em cima do muro". Haverá convenção do partido no dia 4 de março para definir a candidatura do partido à presidência do partido. Concorre com o Alckmin, o prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio. O PSDB está rachado entre os "cabelas brancas" e "cabeças pretas", segundo a imprensa. Costurar o apoio no meio de "tiroteio" é a primeira missão do Alckmin na convenção partidária no próximo dia 4.  

Corre por fora, o prefeito de São Paulo para tentar demover a pretensão do Alckmin. João Dória aposta numa eventual "prévias" dentre os filiados do partido. Tudo isto, parece definir no próximo dia 4. Alckmin em querendo partir para candidatura à presidência da República, terá que fazer as costuras internas, essenciais para tentar fazer frente aos candidatos dos demais partidos. 

Todas pesquisas apontam o governador Alckmin na quarta ou quinta colocação. Alckmin, se eleições fossem realizadas hoje, perderia para de longe para o já lançado candidato Jair Bolsonaro, que desponta na dianteira, na ausência do Lula. A imprensa comenta que Alckmin não tem perfil e nem "carisma" para "empolgar" os eleitores. No entanto, Alckmin conta a seu favor o fato de ele estar exercendo o quarto mandato de governador de São Paulo, o estado com o maior colégio eleitoral do País. 

Por outro lado, o prefeito de São Paulo João Dória que representa o "novo", dentro do PSDB, tenta emplacar o seu nome no PSDB. João Dória conta com razoável apoio dentre os paulistanos, mas não sabe se empolga a população dos demais estados da federação. João Dória é a pedra no sapato do Alckmin. A grande imprensa dos últimos dias dão indicação de que se preterido pelo PSDB, João Dória se filiaria ao DEM para viabilizar a sua candidatura à presidência da República. 

Até o último dia de desincompatibilização, dia 6 de abril, tudo pode acontecer. Vamos ver no que no que vai dar. 

Ossami Sakamori

2 comentários:

Anônimo disse...

EMOCIONANTE

De uma coisa o governo Temer tem sido pródigo! A capacidade de desenterrar velhas múmias da política econômica do passado. Agora é Maílson da Nóbrega, ministro da Fazenda de Sarney, que fantasmagoricamente salta das páginas de Veja apregoando “Por Um Outro Banco do Brasil”. (Veja 2564, de 10/01/2018). Maílson apenas continua com sua saga contra o Banco do Brasil. Economista de pífia história no governo, ao assumir o Ministério da Fazenda em janeiro de 1988, Maílson afirmou que não descuidaria em nenhum momento, do controle da inflação, que não haveria nenhum pacote econômico ou "medidas heroicas", e que tentaria renegociar a dívida externa brasileira com os credores internacionais em condições tão favoráveis quanto às obtidas pelo México. Rapidamente, contudo, tornou-se claro que não seria capaz de cumprir nenhuma destas promessas. Nóbrega havia declarado que faria uma política econômica "feijão com arroz", sem "soluções miraculosas", realizando somente ajustes pontuais para evitar uma hiperinflação. Lançou o Plano Verão em 1989 e a inflação saltou para 1.972,9%. No primeiro trimestre de 1990, a inflação média mensal foi de 75,2%. Em seus 27 meses na Fazenda, conseguiu a façanha de gerar uma inflação acumulada de 120.249,7%.

O Banco do Brasil tem sido o alicerce de sucessivos governos. Corretamente serve ao país para manter a estabilidade da política econômica em épocas de crise. Exemplo de sua atuação salvadora foi no combate aos efeitos da crise internacional, desencadeada em 2008, quando o governo decidiu estimular a atividade dos bancos públicos – especialmente o BB, colocando crédito às grandes empresas e aos consumidores, sustentando muito bem o país naquela crise que veio de fora.

O Banco do Brasil tem história na economia nacional. Principal instrumento de fomento do governo, não pode ser descartado por nenhum governo, seja esse de direita ou de esquerda. Muito menos por um governo transitório, ilegítimo e altamente impopular.

Isa Musa de Noronha – Presidente da FAABB


Fonte: http://olharcoruja.blogspot.com.br/

Anônimo disse...

WASHINGTON - O corregedor nacional de Justiça, João Otávio de Noronha, defendeu o pagamento de auxílio-moradia a juízes que já possuem imóveis nas cidades em que trabalham. Segundo o ministro, o benefício é tratado como "verba de natureza indenizatória" em "qualquer lugar do mundo" e também no setor privado, o que o torna isento do Imposto de Renda.

Em reportagem publicada no domingo, o Estado revelou que o Fisco deixa de arrecadar R$ 360 milhões ao ano em razão do tratamento tributário dado ao auxílio-moradia. Na prática, o benefício funciona como uma complementação salarial para magistrados que possuem imóvel próprio.

+ Auxílio-moradia custa R$ 817 milhões à União

Noronha ressaltou que o assunto será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em sua opinião, não há "justiça" na premissa de que os donos de imóveis não deveriam receber a verba. "Se eu gastei toda minha economia e comprei um imóvel, eu não recebo uma verba que o outro que foi perdulário, gastou, ou aplicou no banco recebe? Isso é muito subjetivo, mas eu não vou falar sobre isso porque é matéria que está sob julgamento do Supremo Tribunal Federal."

Fonte:https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/corregedor-nacional-de-justi%C3%A7a-defende-aux%C3%ADlio-moradia-a-ju%C3%ADzes-com-im%C3%B3veis/ar-BBJbZhy

CORREGEDOR DE QUÊ?