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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Dilma não tem nenhuma chance de reeleição.


Estamos chegando ao final do mês de junho e também ao final do primeiro semestre.  O povo está preocupado com tendência da economia do País.  Os políticos também.  O indicadores desfavoráveis da economia na véspera das eleições é fatal para reeleição da presidente Dilma, daí a importância de análise que passo a seguir.

O desempenho das eleições depende diretamente da aprovação ou não do atual postulante da presidência que se lançou candidata à reeleição.  Entre diversos fatores, o quadro da economia no período que precede as eleições, poderá favorecer ou desfavorecer no resultado das urnas. A situação é inversa para os candidatos da oposição.

Feito estas observações preliminares, vamos aos números. Para o povo, não importa muito o número do PIB, se são pífias ou não.  Para o povo, não importa a taxa de juros, Selic, que o governo paga para financiar os seus gastos. Não importa muito o número da balança de conta corrente do País.  Não importa muito o número os números da balança comercial.  Para o povo, pouco importa quanto anda a cotação do dólar.  

Para o povo o que importa é a "sensação de bem estar" e a "sensação do poder de compra".  

O índice de criação de empregos afeta diretamente na "sensação de segurança" do povo brasileiro.  O índice veio fraco no mês de maio e deverá repetir o desempenho fraco neste quesito nos meses que precede às eleições.  A criação de emprego devido a realização da Copa do Mundo está localizado nos setor de turismo, apenas.  O número de meio feriado devido a participação da seleção brasileira, pelo contrário, veio desfavorecer a criação de empregos nos demais setores.

Outro índice que mexe com a "sensação de bem estar" e a "sensação do poder de compra" é a inflação do bolso. Segundo último relatório divulgado pelo Banco Central, mesmo o índice oficial, IPCA, de inflação está crescente e poderá estourar o teto da meta de inflação.  A lógica do mercado diz que se o índice oficial da inflação está em ascensão, o número de inflação do bolso é potencializado.  

Resumindo.  O povo que vota, mesmo aqueles que recebem os benefícios dos diversos programas do governo Dilma, sentem que a "sensação de bem estar" e a "sensação do poder de compra" está esvaindo-se.  Com o novo quadro da economia, o povo vem sentindo que se agravará nos próximos meses a "sensação de insegurança" e a "sensação de perda de poder de compra".  Estas sensações é que balizarão a escolha do novo presidente da República.  

O candidato que for competente, que mostrar que é capaz de reverter este quadro da economia, tem muita chance de ser escolhido como o novo presidente da República.  Não bastará, num contexto deste, apresentarem discursos "chavões", que o povo não votará.  É preciso apresentar alternativas de mudanças de rumo para o País para ter chance de êxito. O povo espera pela mudança do rumo!




Concluo, então, que a Dilma não tem nenhuma chance de reeleição! 

Ossami Sakamori

2 comentários:

  1. Oxalá.
    Vou torcer para que isso aconteça... mas as urnas eletrônicas... podem mais uma vez adulterar os resultados!

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  2. Além da renovação presidencial ,temos que torcer para que os nossos eleitores renovem tb o congresso nacional , e que a lei da ficha limpa breque em definitivo os maus politicos sem possibilidades de recursos , está nas mãos de todos nós construirmos o Brasil que sonhamos.

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