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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O risco sistema BNDES é de R$ 974 bilhões!


Foi confirmado ontem, quinta-feira dia 19, a indicação do nome do Luciano Coutinho como presidente do BNDES. A indicação é cota do presidente Lula, que através de concessões de empréstimos privilegiados às empresas de situação financeira duvidosa a juros subsidiados embolsou R$ bilhões em propina de agenciamento.  Os empréstimos concedidos a empresas como OGX, JBS/Friboi, Sete Brasil e as empreiteiras envolvidos em Operação Lava Jato são os exemplos clássicos. 



E ainda pesa contra o próprio nome do Luciano Coutinho pesa a relação promíscua dele com a empresa de consultoria que elabora os projetos de financiamento junto ao Banco. A ex-empresa de consultoria é contratada para se ter sucesso na concessão de financiamento pelo BNDES. A empresa tinha como sócio o próprio Luciano Coutinho até assunção dele como presidente do Banco. Nada há de ilegal, uma vez que o Luciano Coutinho não é mais sócio daquela empresa de consultoria. Mas tudo parece que os atuais sócios são "laranjas" do próprio. O assunto está sendo negado para investigação do MPF - Ministério Público Federal alegando "sigilo bancário".



O projeto do Lula tentar criar os maiores "players" brasileiros atuando no mundo através do PSI - Programa de Sustentação de Investimentos, criado por ele no auge da crise financeira mundial em 2009, nada haveria de anormal, se não não funcionasse como Bolsa Empresário. Para criar "players" brasileiros, o BNDES emprestou a alguns poucos privilegiados a juros de 3,5% ao ano, enquanto o Tesouro paga Selic, hoje em 12,25% ao ano, para captar os mesmos recursos.

O Tesouro injetou no BNDES, segundo balanço semestral de 2014, exatos R$ 461,4 bilhões, nominal. Isto é o valor que foi injetado, sem considerar a equalização de juros. No apagar das luzes de 2014, isto porque a Dilma autorizou injeção de mais R$ 30 bilhões no mesmo esquema do PSI, somado ao número anterior de R$ 461,4 bilhões nominal. Está obscuro na contabilidade do BNDES e no Tesouro a questão da equalização de juros que, em tese, deveria ser bancado pelo Tesouro e ser contabilizado como despesa. Não se faz, nem uma coisa e nem outra. Está no "buraco negro". 

Dentro deste esquema de financiamento, incluem-se financiamento concedidos aos países da América Latina e África, intermediado em sua maior parte pelo Lula, são de assombrar. São alguns US$ bilhões, que estão sob risco de não receber, como os que o País considerou como perdão da dívida. Uma pequena amostra encontra-se na lista de 20 obras financiadas pelo BNDES



Como pode ver, a recondução do Luciano Coutinho à frente do BNDES, serve para cumprir dois objetivos. O primeiro objetivo é continuidade da ladroagem no BNDES com atendimento dos amigos do Palácio do Planalto e do ex-presidente Lula via seus amigos mais íntimos, entre os quais os envolvidos na Operação Lava Jato. O segundo objetivo é mais do que evidente a tentativa de "blindagem" do nome da presidente Dilma nos casos que envolvem a ladroagem no BNDES, talvez, maior em volume do que revelada na Operação Lava Jato.

Segundo último dado conhecido, oficialmente, via balanço semestral de junho de 2014, considerando os novos aportes anunciados pelo governo federal, e repasse de diversos fundos constitucionais, o passivo do BNDES ascende a R$ 574 bilhões.  O último dado divulgado para o mercado financeiro mostra que o patrimônio líquido do BNDES é de apenas R$ 74,1 bilhões. Teoricamente, os números estão dentro do limite estabelecido pelo BIS - Banco Central dos Bancos Centrais do mundo.  Acrescenta ao risco BNDES, o risco das empresas envolvidas na Operação Lava Jato com financiamento no BNDES soma, segundo governo, em R$ 400 bilhões. 

O que questiona é a qualidade dos empréstimos feitos, sobretudo com a interferência direta do Lula na concessão de financiamentos, tais como aqueles concedidos a empresas duvidosas como OGX, JBS/Friboi, Sete Brasil e empreiteiras envolvidas em Operação Lava Jato. Uma inadimplência de 13% no volume de empréstimos coloca BNDES na  situação de "banco falido".  Isto já está ocorrendo, mas não são mostrados ao público através do mecanismo de sucessivas renovações de empréstimos. O risco do sistema BNDES, somado o risco próprio mais o risco das empresas com financiamento no Banco, envolvidas na Operação Lava Jato é de R$ 974 bilhões.

O próprio governo estima que o risco das empresas envolvidas na Operação Lava Jato é de R$ 400 bilhões. Somados as empresas envolvidas na Operação Lava Jato e fora do sistema Petrobras, o risco do sistema BNDES, ascende ao número preocupante. Os riscos do sistema Petrobras de R$ 700 bilhões não se somam ao risco BNDES de R$ 974 bilhões, porque há coincidência de empresas que estão envolvidos em ambos sistemas. 

A alegação da presidente Dilma, dito hoje, de que o processo de corrupção na Petrobras iniciado em 1997 tivesse sido investigado e punido, não teria acontecido os malfeitos da Operação Lava Jato. O recado dela vale para o caso do risco sistema BNDES. Rebato com veemência. Uai, Dilma, sua turma não teve 12 longos anos para investigar e punir os malfeitos, na era FHC? Por que não fizeram. Dilma, Isto apenas mostra a sua incompetência e incapacidade para exercer o cargo de presidência da República.



O risco do sistema BNDES é de R$ 974 bilhões!
Se confirmado, as denúncias, o risco sistêmico das estatais Petrobras e BNDES, quebra o Brasil.

Ossami Sakamori
@SakaSakamori


sábado, 19 de janeiro de 2019

A verdadeira Caixa Preta do BNDES






































Prometi comentar sobre a Lista de devedores, a tal Caixa Preta, postada no site do BNDES e assim vou fazer.  De princípio podemos dizer que a lista divulgada está longe de retratar a situação real do "comprometimento" do "patrimônio líquido" do Banco.  No rodapé da própria lista, está a observação de que as operações do Cartão BNDES, com pessoas físicas e debêntures simples não foram incluídas neste ranking.  Desta forma não podemos, com apenas estes dados, afirmar que o BNDES está sadio.  Não, certamente, não está. 

Na lista de devedores não estão incluídos os empréstimos concedidos aos países, dentro do programa de estímulo às exportações, o tão falado empréstimos aos países amigos do ex-presidente Lula, entre os quais, Cuba, Angola, Venezuela e outros.  São as tais 20 obras financiadas com dinheiro do contribuinte conforme relatei na matéria Lula é um vagabundo! , que somados dá alguns US$ bilhões.  A lista apresentada, é realmente seletiva, cheio de "noves fora". 

De qualquer forma, vamos a um breve comentário sobre os empréstimos lista.  1º) A Petrobras figura como principal devedor do BNDES, com R$ 62 bilhões, que no meu entender não deveria se socorrer num Banco estatal; 2º) A Embraer aparece como segundo maior devedor com R$ 49 bilhões. Sobre a Embraer, sabemos que foi vendido 80% das ações por pouco mais de R$ 20 bilhões. Onde a Embraer vai buscar o restante para quitar a dívida junto ao BNDES, não sabemos; 3º) A Odebrecht e a Braskem (50% da Odebrecht) tem dívida, somado, de R$ 25 bilhões; 4º) O grupo Oi Telecomunicações, em Recuperação Judicial, carrega uma dívida (impagável) de R$ 15 bilhões;  5º) A JBS figura na lista com R$ 7 bilhões, mas a "minha fonte" afirma que neste montante não está computado a última operação de R$ 13 bilhões.  Assim sendo, a JBS deve R$ 20 bilhões; 6º) A Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil juntos devem para BNDES, cerca de R$ 15 bilhões. Certamento, foi para cobrir os "rombos" das instituições bancárias estatais.

A lista de devedores do BNDES está longe de retratar a realidade do comprometimento do Banco junto aos seus devedores.  O braço de investimento do Banco de fomento, o BNDESpar, tem participações R$ bilionárias em maioria das empresas e companhias listadas, que é uma "outra Caixa Preta", muito pior do que a própria lista de maiores devedores do BNDES.  Em 20 de fevereiro de 2015, escrevi : O risco BNDES é de R$ 974 bilhões . Apenas para leigo entender, o "risco" significa "exposição ao risco".

Presidente  Bolsonaro, há que expor a verdadeira situação do BNDES, abrindo de verdade a tal Caixa Preta do BNDES.  Somente com a abertura total da Caixa Preta, o povo brasileiro vai saber em que medida "Lula é um vagabundo!".  Ah, ia me esquecendo, o BNDES terá que devolver R$ 100 bilhões referente a parte do empréstimo ao Tesouro Nacional. Ainda, assim, o BNDES vai ficar devendo mais R$ 150 bilhões, aproximadamente. É mole?

Joaquim Levy tem "rabo preso", presidente?  

Ossami Sakamori






sexta-feira, 26 de maio de 2017

Maria Silvia Bastos, ex- BNDES

Crédito de imagem: Globo

Escrevi no dia 16/5/2017: 

Os poucos funcionários do BNDES repudiam a forma como foi feita a Operação da Polícia Federal que conduziu alguns dos funcionários sob forma de "condução coercitiva" para depor na Polícia Federal, que investiga os supostos empréstimos favorecidos ao grupo empresarial JBS/Friboi. Segundo a grande imprensa, a presidente do Banco Maria Silvia Bastos, ficou surpresa com a Operação da Polícia Federal. 

Na ocasião da sua nomeação, a Maria Silvia Bastos, este blog fez matéria: Para Maria Silvia entrego cheque em branco, enaltecendo a sua capacidade de gerir grandes corporações e instituições públicas.  Estranharia muito se ela fosse à favor das manifestações dos funcionários desfavoráveis aos depoimentos coercitivos.  Quem não deve não teme, deveria ser o mote dos bons funcionários. 

Quanto à instituição financeira BNDES este blog fez uma matéria denunciando gestão temerária do Banco presidido pelo então Luciano Coutinho em 29 de dezembro de 2014, portanto há mais de 2 anos e meio. A matéria se referia, já no apagar das luzes do ano de 2014, o O rombo do BNDES. Nessa matéria, estimei o "risco BNDES" em R$ 1 trilhão, considerados os empréstimos concedidos às empresas com os recursos próprios e do Tesouro Nacional.  

Se fizer avaliação real do valor patrimonial do BNDES, aplicando o teste de impairment em todos os ativos, sobretudo dos empréstimos podres a receber e das participações "micos" em empresas em dificuldades, como a da Oi Telecomunicações, não se sabe exatamente em que nível de Patrimônio Líquido o Banco possui, incluindo o BNDES Participações. 

Os empréstimos "de favores" não só abrange o períodos dos governos do PT, mas de todos outros governos recentes, pós Regime Militar. Há muitos "esqueletos" escondidos nos armários do BNDES. Isto, sem contar com os empréstimos duvidosos aos países da América Latina e África dentro do programa de Exportações, com o dinheiro do BNDES. Não custa reler a matéria Lula é vagabundo. 30 obras do BNDES republicado em 29/10/2016. 

Quanto à empresa investigada pela Operação da Polícia Federal, a JBS, há mais de 3 anos que venho fazendo denúncias sobre o grupo empresarial, o maior beneficiário individual do BNDES. Vejo nesta Operação, um agravante. O atual ministro da Fazenda Henrique Meirelles, chefe da Maria Silvia do BNDES, foi um dos principais executivos da holding J&F que controla a JBS/Friboi, até assumir o posto máximo da economia do País. 

Diante dos fatos narrados acima, chega-se a conclusão de que há um "grupo de funcionários" em número expressivo que trabalha contra os interesses do BNDES. Espero que a presidente do Banco Maria Silva Bastos, não me decepcione, apoiando as manifestações dos "maus funcionários" do BNDES. Vamos separar os joios dos trigos no corpo do BNDES. A hora é agora, Maria Silvia. 

Cadeia para todos maus funcionários do BNDES e pronto!

Ossami Sakamori

terça-feira, 16 de maio de 2017

BNDES e os esqueletos escondidos.


Os poucos funcionários do BNDES repudiam a forma como foi feita a Operação da Polícia Federal que conduziu alguns dos funcionários sob forma de "condução coercitiva" para depor na Polícia Federal, que investiga os supostos empréstimos favorecidos ao grupo empresarial JBS/Friboi. Segundo a grande imprensa, a presidente do Banco Maria Silvia Bastos, ficou surpresa com a Operação da Polícia Federal. 

Na ocasião da sua nomeação, a Maria Silvia Bastos, este blog fez matéria: Para Maria Silvia entrego cheque em branco, enaltecendo a sua capacidade de gerir grandes corporações e instituições públicas.  Estranharia muito se ela fosse à favor das manifestações dos funcionários desfavoráveis aos depoimentos coercitivos.  Quem não deve não teme, deveria ser o mote dos bons funcionários. 

Quanto à instituição financeira BNDES este blog fez uma matéria denunciando gestão temerária do Banco presidido pelo então Luciano Coutinho em 29 de dezembro de 2014, portanto há mais de 2 anos e meio. A matéria se referia, já no apagar das luzes do ano de 2014, o O rombo do BNDES. Nessa matéria, estimei o "risco BNDES" em R$ 1 trilhão, considerados os empréstimos concedidos às empresas com os recursos próprios e do Tesouro Nacional.  

Se fizer avaliação real do valor patrimonial do BNDES, aplicando o teste de impairment em todos os ativos, sobretudo dos empréstimos podres a receber e das participações "micos" em empresas em dificuldades, como a da Oi Telecomunicações, não se sabe exatamente em que nível de Patrimônio Líquido o Banco possui, incluindo o BNDES Participações. 

Os empréstimos "de favores" não só abrange o períodos dos governos do PT, mas de todos outros governos recentes, pós Regime Militar. Há muitos "esqueletos" escondidos nos armários do BNDES. Isto, sem contar com os empréstimos duvidosos aos países da América Latina e África dentro do programa de Exportações, com o dinheiro do BNDES. Não custa reler a matéria Lula é vagabundo. 30 obras do BNDES republicado em 29/10/2016. 

Quanto à empresa investigada pela Operação da Polícia Federal, a JBS, há mais de 3 anos que venho fazendo denúncias sobre o grupo empresarial, o maior beneficiário individual do BNDES. Vejo nesta Operação, um agravante. O atual ministro da Fazenda Henrique Meirelles, chefe da Maria Silvia do BNDES, foi um dos principais executivos da holding J&F que controla a JBS/Friboi, até assumir o posto máximo da economia do País. 

Diante dos fatos narrados acima, chega-se a conclusão de que há um "grupo de funcionários" em número expressivo que trabalha contra os interesses do BNDES. Espero que a presidente do Banco Maria Silva Bastos, não me decepcione, apoiando as manifestações dos "maus funcionários" do BNDES. Vamos separar os joios dos trigos no corpo do BNDES. A hora é agora, Maria Silvia. 

Cadeia para todos maus funcionários do BNDES e pronto!

Ossami Sakamori



segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

O rombo do BNDES.


Fala-se muito em rombo do BNDES. Alguns falam em até R$ 1 trilhão a ladroagem do maior banco de fomento do País. Tem ladroagem, sim. Isto não tenho nenhuma dúvida. O MPF investiga a relação incestuosa do presidente do Banco com a instituição BNDES. Também, é de conhecimento público a ascendência do Lula sobre o Luciano Coutinho.

Com relação à relação promíscua entre o Luciano Coutinho e o BNDES, se refere à empresa de consultoria que elabora os projetos de financiamento junto ao Banco. A ex-empresa de consultoria é contratada para ter sucesso no financiamento. A empresa tinha como sócio o próprio Luciano Coutinho até assunção dele como presidente do Banco. Nada há de ilegal, uma vez que o Luciano Coutinho não é mais sócio daquela empresa de consultoria. Mas tudo parece que os atuais sócios são "laranjas" do próprio.


O projeto do Lula tentar criar os maiores "players" brasileiros atuando no mundo com o PSI - Programa de Sustentação de Investimentos, criado por ele no auge da crise financeira mundial em 2009, nada haveria de anormal, se não não funcionasse como Bolsa Empresário. Para criar "players" brasileiros, o BNDES emprestou e empresta a alguns poucos privilegiados a juros de 3,5% ao ano, enquanto o Tesouro paga Selic, hoje em 11,75% ao ano, para captar os mesmos recursos.

O Tesouro injetou no BNDES, segundo balanço semestral de 2014, exatos R$ 431,4 bilhões, nominal. Isto é o valor que foi injetado, sem considerar a equalização de juros. No apagar das luzes de 2014, Dilma autorizou injeção de mais R$ 30 bilhões no mesmo esquema do PSI, somando hoje R$ 461,4 bilhões.

Nada haveria de anormal se a injeção do dinheiro fosse na forma de investimento da parte da União. A crítica de analistas econômicos, na qual eu me incluo, é que a injeção de recursos da União está sendo feito em forma de "empréstimos" do Tesouro para o BNDES. O Tesouro capta o recurso no mercado pagando juros Selic e empresta ao BNDES. O empréstimo feito pelo Tesouro no mercado para este fim não entra no cômputo da dívida pública líquida.

Desta forma o dinheiro repassado pelo Tesouro para o BNDES sob forma do PSI, não entra também como despesa da União. Resumindo, os R$ 461,4 bilhões estão na contabilidade do Tesouro e do BNDES como uma espécie de "volume morto". O volume de dinheiro é de responsabilidade, portanto, do contribuinte.

Os principais recursos do BNDES para empréstimos vem do Tesouro em forma de PSI, do FAT, do Fundos PIS/PASEP e do Fundo de Marinha Mercante e de outros fundos constitucionais. No total, considerando o empréstimo do Tesouro, o passivo do BNDES é de cerca de R$ 544 bilhões. Em tese, este é o montante que está no risco do BNDES e em consequência do contribuinte. No entanto, o BNDES, pelo menos em  cima do papel está enquadrado nas regras do BIS, banco central dos bancos centrais.

Na coluna de ativos constam como realizável a Curto e Longo Prazo, cerca de R$ 300 bilhões em empréstimos diretos do BNDES e cerca de R$ 217 bilhões em empréstimos com aval dos agentes financeiros. Somado os ativos referentes aos empréstimos alcança R$ 517 bilhões. Ainda na coluna de ativos consta a aplicação, no dia 31 de julho de 2014, em ações das empresas com financiamento no Banco, no montante de R$ 66,9 bilhões e R$ 10,4 bilhões em debêntures.

O problema de tudo isto é que o Patrimônio Líquido do sistema BNDES, incluindo BNDESpar, é de R$ 74,1 bilhões em 31 de julho de 2014. Outro problema grave é com referência à qualidade do crédito de responsabilidade direta do BNDES no montante de R$ 300 bilhões.  O crédito referente ao repasse às instituições financeiras no montante de R$ 217 bilhões não tem tanta preocupação.  Não se sabe qual é o percentual de "empréstimos podres" dentre os R$ 300 bilhões.

No mercado financeiro, até o engraxate da BMFBovespa sabe, de duas verdades. A primeira verdade é de que o presidente Lula teria intermediado a negociação de empréstimos do PSI no montante de R$ 300 bilhões, da parte do empréstimo direto do BNDES. Se realmente houve, qualquer 3% daria R$ 9 bilhões de comissionamento para o Lula.  Isto merece investigações por parte do TCU e MPF, mas negadas pelo BNDES. Para ser negado acesso às informações para os órgãos de controle da União, é de supor que o "boato" do engraxate deve ser verdadeiro.

A segunda preocupação do mercado é quanto à natureza das garantias oferecidas pelos tomadores preferenciais dos empréstimos do sistema BNDES. Muitos dos empréstimos destinados aos amigos do Lula e do Palácio do Planalto, as garantias são as próprias ações das companhias. São empréstimos no montante de R$ 300 bilhões com alto risco de não receber de volta o empréstimo. Comenta-se que cerca de R$ 100 bilhões é quase como crédito podre. O montante é superior ao Patrimônio Líquido do sistema BNDES. 


O rombo só vai aparecer no decorrer dos próximos anos, pois que o financiamento concedido pelo Banco é de longo prazo.  Alguns antes, como foi o caso dos empréstimos de R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Outra empresa que tem um passivo próximo de R$ 30 bilhões com o sistema BNDES é o grupo JBS/Friboi, a juros subsidiados de 3,5% ao ano. A empresa com dificuldade econômica conhecida no mercado que tem passivo alto junto ao sistema BNDES é a empresa de telefonia Oi.  A Construtora Odebrecht, em dificuldade por conta da Operação Lava Jato, tem também tem passivo muito alto junto ao BNDES.


Curiosamente, essas empresas falidas ou em dificuldade financeira conta com o apoio explícito do Lula.  Não, Lula não é sócio dessas empresas como comentam, mas apenas intermediário nas operações de financiamentos e refinanciamentos. Digamos, que o Lula deve ter amealhado, no mínimo, R$ 5 bilhões em intermediações no BNDES. Claro, os depósitos estão nas contas contas nos paraísos fiscais, por orientação do Henrique Meirelles, principal executivo do JBS/Friboi. 


Ufa, consegui fazer o resumo do assunto complexo como este. Será que consegui fazê-los entender? Preocupa, não, se não entender o assunto na primeira leitura.  O assunto é para quem tem vivência no mercado financeiro.

PS (30/12/2014): Os financiamentos de produtos e serviços para outros países, estão autorizadas pela Lei 10.184 de 12 de fevereiro de 2001, estando dispensados de autorização cada caso pelo Congresso Nacional. O que está em questionamento é que alguns financiamentos, tais como as concedidas à Cuba e outros países bolivarianos, é que foram colocados sob sigilo do Estado pelos presidentes Lula e Dilma. 

Ossami Sakamori






segunda-feira, 2 de março de 2015

Risco dos sistemas Petrobras/ BNDES é de R$ 1,3 trilhão!

Imagem: Navio sonda da Sete Brasil

O jornal Estadão de hoje traz um artigo sobre a possibilidade do BNDES vir a financiar as empreiteiras envolvidos na Operação Lava Jato num montante de R$ 31,3 bilhões, levantado minuciosamente pela equipe do Jornal. Mas as coisas não são tão simples assim, nem tão pouco valor irrisório que está em jogo.

Os primeiros socorros deverão ser concedidos à empreiteira Galvão Engenharia e Sete Brasil este última fornecedora de plataformas para a Petrobras. O BNDES e ou Banco do Brasil deverá desembolsar para Sete Brasil R$ 8,8 bilhões e para Galvão Engenharia R$ 2,6 bilhões, nos próximos dias. Não sabemos exatamente donde vem os recursos. 

A Sete Brasil tem como cliente único a Petrobras. A situação da Sete Brasil é bastante peculiar porque a própria Petrobras é sócia dela. Os demais sócios são os principais Fundos de Pensão das estatais. A Sete Brasil, sem o socorro do BNDES, vai entrar em insolvência. A insolvência da Sete Brasil vai colocar os Fundos de Pensão em série de dificuldades. E estar a falar apenas de uma pequena parte do problema. 

Vira e mexe, as principais empreiteiras das estatais Petrobras, Eletrobras, DNIT, Infraero e outros órgãos vinculados ao governo federal são sempre as mesmas. São as figuras carimbadas financiadoras de campanhas do PT. Juntas, as empreiteiras e fornecedores dos órgãos nominados detém contratos e compromissos financeiros com os sistemas Petrobras/BNDES volume de dinheiro nada desprezível, cerca de R$ 400 bilhões. Estimativa esta feita pelo próprio governo.

O último levantamento feito por mim, o risco dos sistemas Petrobras e BNDES somavam a marca de R$ 1,3 trilhões. Isto está montado como se monta um castelo de cartas. Se tirar a carta de baixo o castelo inteiro desmorona num piscar de olhos. Neste contexto, o rebaixamento da classificação de risco da Petrobras pela agência Moody's foi péssimo. Literalmente mexeu com a carta de baixo.

O governo e a imprensa querem tratar o assunto das empreiteiras como caso menor, mas o buraco é bem mais para baixo. O risco apontado pelo Estadão num montante apurado de R$ 31,3 bilhões é como dinheiro de cafezinho. O montante do risco que aponto como correto ascende a R$ 1,3 trilhões, equivalente a 25% do PIB.

O risco dos sistemas Petrobras/ BNDES é de R$ 1,3 trilhões!

Ossami Sakamori


quinta-feira, 12 de março de 2015

Economia do Brasil espera os piores momentos!


O pior ainda está por vir, diante do atual quadro de economia do País. As reclamações e lamentações sobre a economia e condições sociais que o País está a atravessar, está longe de ser o que acontecerá nos próximos meses. A economia deverá piorar e muito nos próximos 12 meses, se levado a sério o ajuste desenhado pela equipe econômica da presidente Dilma. A afirmação minha tem o respaldo das argumentações abaixo.

A situação econômica pífia e caótica do final de 2014, já foi previsto por este blog desde fevereiro de 2012. Este blog teceu severas críticas à política econômica implementada pelo governo Dilma desde 1º de janeiro de 2011. Só mesmo a imprensa brasileira vendida e articulistas econômicos financiados pelo governo federal, não chamaram atenção do que poderia acontecer com a economia brasileira, diante dos sérios erros sistêmicos. 

Basicamente, o governo Dilma do primeiro mandato deu prioridade para produzir a "sensação de bem estar" e a "sensação do poder de compra" da população. Desvalorizou violentamente o dólar e pagou os juros reais mais caros do mundo para rolagem da dívida interna do País. Praticou propositadamente política de tarifas públicas engessadas para provocar as tais sensações acima descritas.

A presidente Dilma defendeu com unhas e dentes a política econômica equivocada que deu a popularidade que garantiu a sua reeleição. Dilma praticou o estelionato eleitoral pregando terrorismo contra os seus adversários, alardeando que os candidatos da oposição, se eleitos, promoveriam choques fiscais e colocaria milhares de trabalhadores na rua. Afirmou que não faria ajustes de tarifas públicas como combustíveis e energia elétrica.

O País entrou em 2015 com o pé esquerdo. O fechamento das contas públicas de 2014 só aconteceu com medidas que afrouxavam a Lei de Responsabilidade Fiscal. Lei votado sob pressão do Palácio do Planalto. Promoveu, ao contrário do prometido na campanha eleitoral, o reajuste de combustíveis já no início de novembro do ano passado.

O governo da Dilma do segundo mandato, fez projeção para o ano de 2015, para gerar superávit fiscal de 1,2% do PIB ou 1% do PIB, somente do governo federal. Isto está sendo defendido como pilar da política econômica do novo ministro Joaquim Levy. A intensão, segundo o novo ministro da Fazenda,  seria para recuperar credibilidade dos investidores externos.  Mas, não mostrou sinalização para o crescimento sustentável da economia. Parece que o plano de crescimento só será implementado nos anos de 2017 e 2018, vésperas da nova eleições para definir a sucessão da própria presidente Dilma. É o projeto de permanência no poder indefinidamente.

Acontece que, com a ladroagem na Petrobras revelada pela Operação Lava Jato, colocou em exposição os riscos de toda natureza. Alguns destes riscos, grosso modo, vou colocar na sequência para poder entender bem o chão que estamos pisando.

O risco Petrobras, no final de 2014, estava dimensionado em R$ 300 bilhões. O risco compõe de empréstimos externos e internos da Companhia, bem como emissão de bônus de longo prazo lançados no exterior. Claro, hoje o risco aumentou substancialmente em razão da valorização do dólar desde o início deste ano. O risco é tão eminente que a nova diretoria da Petrobras elaborou plano de "desinvestimento" dos ativos no montante de R$ 39 bilhões para enfrentar a nova realidade. 

O risco BNDES foi dimensionado por este blog, para o final de 2014, em R$ 600 bilhões, grosso modo. O risco se refere ao conjunto de recebíveis, compostos de financiamento às empresas de situação econômica duvidosa como o grupo JBS/Friboi, amplamente denunciado neste blog. Aliás, este blog anunciou no início de 2014 que o grupo JBS/Friboi seria o financiador da campanha da Dilma e foi.

O risco das empreiteiras e fornecedores da Petrobras foi estimado pelo próprio governo em R$ 400 bilhões. Trata-se de bônus da dívida das empreiteiras da Petrobras, que numa reação em cadeia vem pedindo recuperação judicial. Os bônus da dívida destes empreiteiros estão cotados no mercado internacional com deságio (desconto) de 80%. Muitos destes bônus, simplesmente vão virar mico. Quem vai pagar a conta, indiretamente, são os contribuintes.

O risco dos Fundos de Pensão carregam nas suas carteiras, investimentos estimados, por baixo por este blog, em R$ 400 bilhões. Muitos projetos são megalomaníacos como os projetos do grupo do estelionatário Eike Batista, bônus de empresas como JBS/Friboi ou mesmo bônus e ações das empreiteiras indiciados na Operação Lava Jato. Estimei o rombo do sistema Fundos de Pensão em, no mínimo, R$ 160 bilhões. Isto indiretamente, a conta vai cair para os pensionistas dos Fundos de Pensão.

Somado os riscos do sistema Petrobras, BNDES, empreiteiras e Fundos de Pensão, chegam à fantástica soma de R$ 1,7 trilhão. Este número representa acima de 30% do PIB. O grau de risco para a população brasileira aumenta ou diminui conforme classificação de riscos pelas agências de "rating" dos títulos da dívida pública interna do Brasil. Notícias boas estão descartadas de aparecerem.

Seja como for, o efeito dominó do risco do sistema Petrobras, das empreiteiras desta e dos Fundos de Pensão, já deu partida. Está havendo dispensa maciça de trabalhadores do sistema Petrobras e das empreiteiras desta. Este contingentes de trabalhadores dispensados vão somar aos mais de 10 milhões de desempregados que recebem sistematicamente o seguro-desemprego.

Como em efeito cascata, estas dispensas refletem no sistema BNDES e no sistema Fundos de Pensão. Este processo, apenas começou. A dispensa dos trabalhadores e as consequências pertinentes no bolo de renda dos trabalhadores de todo o País, vai refletir no comércio e serviço em todo o País. 

Quando este processo de descida da rampa vai estancar é uma grande dúvida, no entanto, posso garantir que antes de 12 meses isto não acontecerá sob o risco de insucesso do próprio plano de ajuste anunciados pela presidente Dilma e sua equipe.

Diante do quadro é inexorável que a recessão deste ano, o de 2015, não seja menor que 2%. Neste mesmo período o País experimentará índice de inflação próximo de 2 dígitos. O dólar batendo próximo de R$ 3,20, antes mesmo da data da minha previsão, isto é como botar querosene no fogo. Em consequência o desemprego baterá as portas do setor de comércio e serviço. 

Diante do quadro, não precisa ser vidente para fazer o prognóstico de que o pior está por vir. Economia do Brasil está em caos e não será neste ano que vai haver retomada de investimentos e criação de novos empregos.

Resumindo, a economia do Brasil está para experimentar piores momentos.

Ossami Sakamori




sábado, 17 de junho de 2017

Rombo do BNDES é de R$ 184 bilhões!

Crédito da imagem: Globo

Denúncia feito pelo senador Álvaro Dias, PV/PR, na tribuna do Senado Federal, mostra que os subsídios concedidos por taxa de juros "amigáveis" deixaram para o contribuinte um "rombo" de R$ 184 bilhões. O número é a diferença que o Tesouro Nacional teve que buscar no mercado pagando taxa de juros Selic e emprestando aos "amigos do Planalto" à taxa de juros subsidiados. É uma pena que os parlamentares tenham acordado muito tarde para tentar realizar a CPI do BNDES. 

Este blog fez matéria chamando atenção para o risco do sistema BNDES é de R$ 974 bilhões em 20/02/205, portanto há mais de dois anos. Apenas para não confundirem o "risco" com o "rombo", vamos lembrar que o "rombo" é prejuízo e o "risco" é potencial prejuízo. De qualquer forma, o assunto não é novidade para este blog. Muitas outras denúncias pertinentes à matéria estão disponíveis neste blog. Mediante palavra chave "BNDES", vocês encontrarão outras matérias que deram origem ao "rombo" anunciado pelo senador Álvaro Dias. 

No dia 3 de maio de 2015, há pouco mais de dois anos, escrevi Lula é um vagabundo!, ocasião em que recebi muitas críticas pela matéria, mas também muitos comentários favoráveis. À época, o PT mandava no governo, a ex-presidente Dilma tinha sido empossada para novo período de governo havia pouco mais de 4 meses. Tive que correr o risco de "retaliações" e "ameaças". Mas, fiz a minha parte. 

Embora a denúncia do senador Álvaro Dias, tenha vindo com dois anos de atraso, num ambiente completamente favorável para fazê-la, pois o governo PT não mais está no poder, mas é sempre oportuno relembrar as "maracutaias" praticadas pela organização criminosa que tomou conta do Palácio do Planalto. Os empréstimos do BNDES para o grupo JBS, também, já foram matérias deste blog, também há 3 anos.  Vamos lembrar, também, que o governo Temer afastou a competente Maria Silvia Bastos da presidência do Banco, por não acatar as ordens vindo do Palácio do Planalto. Boa coisa não deve ter vindo do Planalto. 

Tem um ditado que diz: "Depois do leão morto, muitos se apresentam como caçador". Não é o caso do senador Álvaro Dias, de quem me considero amigo, mas de muitos jornalistas e articulistas oportunistas que ocupam posições na grande imprensa. 

Rombo do BNDES é de R$ 184 bilhões!

Ossami Sakamori


terça-feira, 12 de novembro de 2013

BNDES x Eike Batista. Quero os nossos R$ 10,6 bilhões de volta!

Folha. A empresa naval OSX, do empresário Eike Batista, acaba de protocolar seu pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.  A companhia segue o caminho da pretroleira OGX, sua principal cliente, que pediu proteção à Justiça no dia 30 de novembro para não pagar dívidas de R$ 11,2 bilhões. Com o cancelamento das encomendas de navios da OGX, a situação da OSX se deteriorou rapidamente. 

Comentário.  

Alega-se no pedido de recuperação judicial da OSX que a dívida com os bancos públicos é de R$ 1,6 bilhão.  No pedido de recuperação judicial a empresa OSX tem cara de pau de dizer que vai sobrar R$ 2 bilhões, após a venda de ativos e receber os créditos junto ao OGX do mesmo grupo.

Segundo nota oficial do BNDES emitido no auge da crise da OGX as 6 empresas holdings do grupo Eike Batista, OGX, OSX, LLX, MMX, MPX e a SIX deviam para o BNDES exatos R$ 10,6 bilhões.  Destas 6 empresas, até este momento, somente a empresa MPX foi vendido para grupo de investidores estrangeiros.  Supõe-se que uma pequena parcela do financiamento tenha passado para a responsabilidade dos novos donos.  Mas, e o resto?

A empresa OGX já foi para recuperação judicial caminhando a para falência, por falta de consistência dos ativos apresentados para justificar o pedido de recuperação judicial.   A OSX vai para o mesmo caminho.  Apesar de justificativas, no papel, isto vai terminar também em falência, na minha opinião.

Desta forma, restam as empresas LLX e SIX, que também estão em dificuldade, até pela repercussão da falência do restante do grupo.  A MPX, praticamente, são dos sócios estrangeiros.  O BNDES não declarou em sua nota, a dívida de R$ 10,6 bilhões por grupo de empresas, dificultando a pesquisa porque estão camuflados nos meandros da contabilidade.  Onde foi parar, ninguém, nos explicou ainda.  

O BNDES alegou que uma parte das dívidas tem carta de fiança dos bancos.   Mas que bancos?  Bando Votorantim que pertence ao Banco do Brasil?  As supostas cartas de fianças foram honrados na situação falimentar de cada empresa?  Creio que não.  Se foram honrados e pagos pelos emitentes de cartas de fianças que diga o BNDES.  

O BNDES alegou recentemente que o risco OGX é infinitésima parte dos riscos do Banco.  Quando o BNDES falou sobre o risco, dizia respeito a participação acionária do BNDESpar na empresa OGX.  Nada a ver com os empréstimos com recursos próprios ou repasses de algum Fundo, como Fundo da Marinha Mercante, no montante citado anteriormente, os R$ 10,6 bilhões.

O BNDES não esclareceu devidamente, mas a maior parte dos empréstimos de R$ 10,6 bilhões, foram garantidos com as próprias ações das companhias do grupo Eike Batista.  Diga-se de passagem que estas ações que garantiam os empréstimos, hoje, viraram micos.

Ah! Estava esquecendo de fazer referência ao aporte financeiro que a Petrobras deu à empresa OGX, após data da minha denúncia de 27/3/2013, no valor de R$ 900 milhões.  Gostaria muito de saber se este crédito consta do pedido de recuperação judicial da OGX ou simplesmente sumiu.  Este valor é mais um daqueles que somem no balanço da Petrobras sem menor explicação.  Quero os nossos R$ 900 milhões de volta, também!

Mesmo após minha matéria sobre situação de falência da OGX e das falcatruas do estelionatário Eike Batista em 27/3/2013, a presidente da ANP, Magda Chambriard, disse que o Brasil precisa de muitos Eikes Batistas, se referindo a suposta capacidade empresarial do estelionatário travestido de empresário Eike Batista.  A própria presidente Dilma, ainda neste ano, atendeu pessoalmente o estelionatário Eike Batista.  O presidente Lula, também, ainda neste ano, fez lobby forte para atrair investidor para o projeto LLX.  

De tudo isto, chego a conclusão que os presidentes Lula & Dilma, Magda Chambriard do ANP e Luciano Coutinho do BNDES ou são estelionatários tanto quanto o Eike Batista ou são incompetentes que não merecem os cargos que ocupam.   Vamos torcer que seja a segunda alternativa!  Vamos considerar que "eles não sabiam de nada".  Parece que este filme já vi, antes! 

Chegam a afirmar que sou chato.  Não, não sou não!  Estou defendendo os nossos suados R$ 10,6 bilhões!  Para se ter ideia da grandeza do número, no passado recente o presidente da Alemanha teve que renunciar ao cargo porque não conseguiu explicar devidamente a origem de US$ 1 milhão.  E eu que sou chato?  

Ossami Sakamori

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Títulos da Petrobras viraram "micos" !


A presidente Dilma Rousseff classificou o rebaixamento do risco da Petrobras de grau de investimento para grau de especulação pela agência Moody's como "uma falta de conhecimento". Notificado ontem pela agência, o ministro da Fazenda tentou reverter o rebaixamento oferecendo garantia do governo federal para honrar os compromissos da Petrobras, mas não conseguiu. Falta de conhecimento sobre o mercado financeiro deve ser dela própria.

Em razão do rebaixamento da classificação pelo Moody's, a dívida da Petrobras no mercado de Franckfurt, que estava sendo negociado no dia de hohe com deságio (desconto) de 80%. O deságio reflete a crença de que a Petrobras tem pouca chance (20%) de honrar com os pagamentos dos bônus ou empréstimos nas datas combinadas.

Este blog já chamou atenção para o risco do sistema Petrobras no dia 17/01/2015 com o título: "O rombo potencial do sistema Petrobras é de R$ 708 bilhões". Com sempre, a imprensa brasileira não chamou atenção para o fato de que inexoravelmente haveria o rebaixamento de risco pelas agências de classificação. A imprensa brasileira corre sempre atrás de fatos acontecidos. 

O oferecimento de garantia do Tesouro para honrar os compromissos da Petrobras pelo ministro Joaquim Levy, carece de respaldo de leis brasileiras. O Tesouro Nacional não deve socorrer empresas inadimplentes, mesmo que estas sejam de economia mista. Ministro Joaquim Levy à mando da presidente Dilma, ofereceu a garantia que somente o Senado Federal pode autorizar. Este tipo de gesto, mostra a imaturidade do ministro da Fazenda, banqueiro, Joaquim Levy para ocupar o ministério da Fazenda.

Vem aí, a crise do sistema Petrobras, que ascende a R$ 708 bilhões. Isto é como castelo de cartas. Quanto tira uma carta que seja da base do pirâmide caem todas outras cartas do pirâmide. A crise sistêmica da Petrobras poderá refletir no risco do sistema BNDES que tem cerca de R$ 400 bilhões de clientes e ou fornecedores comuns a ambos sistemas. 

A somatória de riscos Petrobras/BNDES ascende a R$ 1,3 trilhões, ou equivalente a 25% do PIB brasileiro. Os riscos Petrobras/BNDES refletem diretamente ao risco Brasil. O rebaixamento de classificação do Mood's de grau de investimento para grau de especulação dos títulos da Petrobras, inexoravelmente, vai levar o grau de risco do títulos do Tesouro do Brasil para o grau de especulação.

O rebaixamento da classificação de risco da Petrobras, põe em mesmo grau de riscos os títulos das empresas com compõe o sistema Petrobras no grau de especulação. Em outras palavras, os papeis da Petrobras e das empreiteiras e fornecedoras da Companhia viraram todos  "micos".

Ossami Sakamori
@SakaSakamori




quinta-feira, 10 de maio de 2018

Por que Brasil paga dívida da Venezuela?

Crédito da imagem: d notícias

Volto ao assunto do calote da dívida feito pelo Nicolás Maduro para com o Brasil, especificamente, para com o BNDES, atendendo pedido de leitores. O presidente Temer pediu autorização ao Congresso Nacional para honrar o compromisso de R$ 1,3 bilhão pelo Tesouro Nacional para pagar a dívida vencida da Venezuela, há mais de 90 dias. No mercado financeiro, inadimplência maior que 90 dias é considerado "calote".  Vamos entender, vamos?

1. A dívida contraída pelo governo de Venezuela não é para com o Brasil, mas é com o BNDES, assim como dezenas de obras, sobretudo aquelas financiadas na América Latina e na África, cujas principais obras estão listadas na matéria Brasil paga dívida da Venezuela.  Por que o Brasil paga a dívida da Venezuela, então?  Porque, o governo da União é "avalista" de todos empréstimos externos feitos pelo BNDES. A maior parte da dívida foi feita dentro da política de assistencialistas do governo Lula aos países "parceiros" do PT. Hoje sabemos que estas obras faziam parte de "pacote" de obras que rendiam "propinas" para o PT, pagas pelos empreiteiros beneficiados. 

2. O pacote de obras financiadas pelo BNDES faziam parte da fonte de financiamento das campanhas eleitorais do PT, como foi comprovado pelo Lava Jato. Este pacote de obras faziam parte da "justificativa" das palestras que serviram de fontes de renda referentes às "palestras" do ex-presidente Lula.  As "palestras" eram uma forma dissimulada de pagamento de propina ou juridicamente denominado de "lavagem de dinheiro".  As "palestras" serviram também a uma forma de justificar a repentina acumulação de riqueza do Lula. 

3. O financiamento das obras pelo BNDES, tinha autorização do Congresso Nacional, dentro do programa de "estímulo às exportações de produtos e serviços".  Até aqui tudo bem. No entanto, o Congresso Nacional colocou como pré-condição o aval do governo da União para o BNDES "não entrar" no "risco de inadimplência". Como pode constatar, a inadimplência acabou acontecendo e o Tesouro foi obrigado a repassar o valor da "inadimplência" da Venezuela para com o BNDES.  Isto significa que o Brasil pagou parte vencida da dívida da Venezuela. Desta forma o país Venezuela não mais deve para o BNDES, mas fica devendo para com o país Brasil. Para receber esta inadimplência é uma outra novela. 

4. Venezuela inadimplente com o BNDES, o governo da União, como avalista do empréstimo, pagou ao Banco. No entanto este crédito, agora, do Brasil com a Venezuela não é compensado automaticamente, por exemplo, com compra de petróleo. Isto é uma demanda que leva muitos anos e uma negociação que poderá terminar em receber com desconto considerável.  É igual, qualquer banco cobrar inadimplência dos seus devedores com promoção de "descontos". Na prática, o BNDES recebeu pela inadimplência da Venezuela e o Brasil ficou com o "mico" na mão.

5. A notícia triste é que, os empréstimos concedidos pelo governo Lula, foi feito com cláusulas de confidencialidade, classificado como de "segredo do Estado", num prazo de 25 anos. A pior notícia, ainda, é que essa inadimplência será a primeira de uma série que o governo da União terá que honrar para com o BNDES.  Estima-se, o total de empréstimos externos nesta modalidade ultrapasse os US$ 30 bilhões ou equivalente a mais de R$ 100 bilhões, na cotação de dólar de hoje, 10/5/2018.  

Em outras palavras, o Estado brasileiro terá que honrar com as inadimplências de empréstimos junto ao BNDES feitos pelos países latino-americanos e africanos, por muitos anos. Isto é uma das heranças malditas do governo Lula da Silva, que poucos ousam a falar.  É preciso que, a elite pensante do Brasil, expõe de forma clara, a "lambança" feita pelo Lula da Silva, no cargo e fora do cargo de presidência da República.  Com justiça, o lugar do Lula é na cadeia!

Ossami Sakamori
@BRdemocratico

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quarta-feira, 12 de março de 2014

JBS/Friboi é condenado com o trabalho escravo!

O dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões e indenizações por dano moral por vários direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico, na unidade de Jurema, MT, a 740 Km de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizados pelo Ministério Público do Trabalho, que foram julgados pela juíza Mônica  do Rego Barros Cardoso, na Vara de Trabalho de Juína, MT.


Os trabalhadores estavam expostos a insetos de lixão vizinho à empresa e vazamento de gás de amônia.  Almoçavam em local sem mínima higiene, trabalhavam em jornadas superiores a 10 horas e não possuíam equipamentos de proteção individual (EPIs) suficientes.  Além disso, não havia higiene no refeitório.  

A JBS chegou a servir refeições com aos trabalhadores com larvas de moscas e insetos.  As ações, que atualmente são conduzidas pela procuradora do Trabalho Fernanda Alitta Moreira Costa, foram resultado de inspeções realizados no frigorífico pelo procurador Jefferson Luiz Maciel Rodrigues, em novembro de 2012. São os processos:
0000382-60.2012.5.23.0081,
0000394-74.2012.5.23.0081,
0000395-59.2012.5.23.0081

Fonte: Comissão Pastoral da Terra. ( www.cptnacional.org.br )

Comentário.

Não há muito o que comentar sobre a matéria acima, extraída do site da Comissão Pastoral da Terra. Ela retrata o assunto com precisão, para ninguém colocar nenhuma dúvida.  Em outras palavras, isto se caracteriza como trabalho escravo.  Denominação que a Pastoral não utilizou.  O grifo é meu.

Vamos voltar ao assunto, o grupo HBS/Friboi é maior tomador individual do programa PIS, Bolsa Empresário, do BNDES.  O valor ascende a R$ 20 bilhões.  Os tais empréstimos são subsidiado pela União, uma vez que ela capta no mercado, hoje, entre 10,75% da taxa Selic a 13,46% da taxa da NTN-F.  O BNDES empresta para empresários como JBS/Friboi a uma taxa média de 3,5% ao ano.  O subsídio do governo federal varia entre 7,25% a 9,96%.

O grupo JBS/Friboi, aplicando o dinheiro do PIS, instituído no governo Lula, tomado em forma de empréstimo do BNDES, mais de R$ 20 bilhões, significa que, se deixar aplicado, sem produzir nada, rende cerca de R$ 2 bilhões anuais.  Eles trabalham, porque querem, em tese.  Por isso, levam vida de rega bofe.  Andam de jatinhos, navegam em lanchas de US$ 40 milhões, acontece em colunas sociais com a âncora da Rede de Televisão e por aí vai.  Tudo isto com o nosso dinheiro de impostos, que pagamos compulsoriamente, nos produtos que compramos.  

Isto tudo é uma trama, uma sacanagem que vem sendo montado pelo Joesley e Wesley Batista e pelos presidentes Lula e Dilma.  No final das contas, vão jogar os empréstimos do BNDES no lixo, como fez o outro Batista, o Eike.  Os estilos dos personagens são os mesmos.  São estilos de estelionatários travestidos de empresários.  E pior, com acesso direto ao Palácio do Planalto, de ontem e de hoje.  Já fiz, a primeira denúncia no dia 19 de janeiro deste ano.  Mas, ninguém ousa tomar atitude para investigar as operações estranhas do grupo JBS/Friboi junto ao BNDES.

Recentemente, contrataram os atores globais, o cantor Roberto Carlos, apresentadora Fátima Bernardes, o ator Tony Ramos e a apresentadora Ana Maria Braga para fazer propaganda/ merchandising dos produtos Friboi.  O pano do fundo é fazer divulgação dos nomes do Júnior Friboi para o governo de Goiás e a Dilma para a presidente da República.  Não demora muito, as personagens citadas, vão aparecer em companhia dos atores globais, num propaganda subliminar, sem infringir legislação eleitoral.  

Como comentou o Tuma Júnior, JBS/Friboi é maior lavanderia da América Latina, se referindo a transferência de recursos para fora do País.  Isto é uma trama muito bem montada, com assessoria especial do ex-presidente do Banco Central do governo Lula, o nada mais, nada menos que o banqueiro Henrique Meirelles.


Mesmo com todas esta força, o JBS/Friboi, está na marca do penalty.  Esta conversa já vem de algum tempo.  Até o engraxate da BMFBovespa comenta isto.  Isto, não é minha invenção.  No mercado, as ações da JBS é considerado de alto risco.  Tudo leva ao caminho que OGX do outro Batista percorreu.  No caso da OGX, este blog antecipou a falência ou recuperação judicial com 3 meses de antecedência, contrariando a imprensa e todos analistas.

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

 
Em dezembro de 2012, a juíza Claudirene Ribeiro concedeu liminar e suspendeu o funcionamento da caldeira da unidade por apresentar uma série de problemas que colocavam em risco trabalhadores de todo o complexo industrial. Entre as irregularidades estavam a iluminação e saída de emergência inadequados, técnicos sem capacitação e vazamento de gás amônia, utilizado na refrigeração. Desde então, a empresa optou por fechar a unidade por tempo indeterminado.

Os trabalhadores estavam expostos a insetos de um lixão vizinho à empresa e ao vazamento do gás amônia. Almoçavam em local sem a mínima higiene, trabalhavam em jornadas superiores a 10 horas diárias e não possuíam equipamentos de proteção individual (EPIs) suficientes.  - See more at: http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/noticias-2/49-trabalho-escravo/1953-dona-da-marca-friboi-e-condenada-em-r-9-milhoes#sthash.784UsKF1.dpuf
Em dezembro de 2012, a juíza Claudirene Ribeiro concedeu liminar e suspendeu o funcionamento da caldeira da unidade por apresentar uma série de problemas que colocavam em risco trabalhadores de todo o complexo industrial. Entre as irregularidades estavam a iluminação e saída de emergência inadequados, técnicos sem capacitação e vazamento de gás amônia, utilizado na refrigeração. Desde então, a empresa optou por fechar a unidade por tempo indeterminado.

Os trabalhadores estavam expostos a insetos de um lixão vizinho à empresa e ao vazamento do gás amônia. Almoçavam em local sem a mínima higiene, trabalhavam em jornadas superiores a 10 horas diárias e não possuíam equipamentos de proteção individual (EPIs) suficientes.  - See more at: http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/noticias-2/49-trabalho-escravo/1953-dona-da-marca-friboi-e-condenada-em-r-9-milhoes#sthash.784UsKF1.dpuf
 
O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que foram julgados pela juíza Mônica do Rêgo Barros Cardoso, na Vara do Trabalho de Juína (MT). - See more at: http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/noticias-2/49-trabalho-escravo/1953-dona-da-marca-friboi-e-condenada-em-r-9-milhoes#sthash.784UsKF1.dpuf
O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que foram julgados pela juíza Mônica do Rêgo Barros Cardoso, na Vara do Trabalho de Juína (MT). - See more at: http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/noticias-2/49-trabalho-escravo/1953-dona-da-marca-friboi-e-condenada-em-r-9-milhoes#sthash.784UsKF1.dpuf
O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que foram julgados pela juíza Mônica do Rêgo Barros Cardoso, na Vara do Trabalho de Juína (MT). - See more at: http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/noticias-2/49-trabalho-escravo/1953-dona-da-marca-friboi-e-condenada-em-r-9-milhoes#sthash.784UsKF1.dpuf
O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que foram julgados pela juíza Mônica do Rêgo Barros Cardoso, na Vara do Trabalho de Juína (MT). - See more at: http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/noticias-2/49-trabalho-escravo/1953-dona-da-marca-friboi-e-condenada-em-r-9-milhoes#sthash.784UsKF1.dpuf
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O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que foram julgados pela juíza Mônica do Rêgo Barros Cardoso, na Vara do Trabalho de Juína (MT).
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O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A condenação ocorreu em três ações ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que foram julgados pela juíza Mônica do Rêgo Barros Cardoso, na Vara do Trabalho de Juína (MT).
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