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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Brasil está em colapso financeiro!



Estamos a assistir situação do nosso País que só se viu no governo Collor de Mello. A política econômica e monetária do governo Temer, comandada pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles e pelo presidente do Banco Central Ilan Goldfajn, está asfixiando o setor produtivo brasileiro. A esta situação descrita podemos descrever como "efeito dominó", onde um setor da economia vai arrastando o outro para o mesmo destino. Pior, arrastando para o "buraco". 

Com a queda nas vendas, o setor de serviços deixam de pagar os grandes atacadistas e estes ficam inadimplentes com o setor industrial. As indústrias pequenas e médias não tem mais dinheiro para deixar o parque industrial "rodando". As grandes indústrias não fazem mais encomendas. Salvam-se apenas alguns setores que tem como clientes o mercado externo. O caos se instalou. Isto o governo não divulga. Só dão destaques aos números que interessam ao Planalto.

O modelo da política econômica e monetária adotado pela equipe econômica é "recessivo". O Brasil está nesta posição de estado "recessivo" por sua própria "escolha". O mercado interno que era alvo do governo Lula, não tem mais espaço. O índice de pessoas adultas inadimplentes está em torno de 60 milhões, o que equivale a cerca de 40% de toda população adulta ou quase 60% da força do trabalho. O número de desempregados e desalentados ultrapassam os 25 milhões de trabalhadores. Não há medidas de estímulo ao consumo que faça efeito dentro deste quadro "recessivo". Sem consumo, as indústrias, simplesmente, param. Indústrias parando criam-se mais desempregos. 

O efeito sentido nos últimos meses, é a absoluta falta de circulação de moeda no comércio. O setor de serviços, incluindo o comércio, está no "vermelho". As portas do comércio de rua estão fechando. As pequenas indústrias estão fechando. As médias indústrias estão com capacidade instalada ociosa. Esta situação faz com que o dinheiro circule menos. O quadro é assustador! Não estou exagerando!

A falta de circulação de dinheiro, em última análise, faz com que o governo federal, os governos estaduais e os municípios arrecadem cada vez menos. O País está caminhando celeremente para uma verdadeira "falência" do Estado. O governo federal não se preocupa com a situação caótica da perda de arrecadação. As emendas constitucionais proveniente da PEC 241, possibilitam, sem autorização do Poder Legislativo, o governo cobrir o "rombo" ou o "déficit primário" com emissão de títulos da dívida pública. A aprovação das Emendas Constitucionais do final do ano passado, foi de caso pensado, prevendo esta situação. 

Se não houver mudanças na política econômica e na política monetária, o estado de "depressão" continuará. Em continuando a "depressão", já um período mais longo dos últimos 100 anos, o País como um todo, exceptuando o governo federal, está em "colapso financeiro".  

Ossami Sakamori


6 comentários:

  1. 35 partidos. Me dirão, o que tem a ver 35 partidos com o texto?
    Explico:
    Estão todos correndo uma maratona para salvarem-se da Lava a Jato e manterem suas respectivas vidas imunes às leis, à inflação, absurdamente amparados em todas as suas necessidades pessoais.

    O mercado não reage pois não vê luz no fim deste túnel entupido pelas merdas que estão sendo feitas agora tentando limparem as merdas feitas por Lula&Dilma.

    A saída seria a expansão de crédito para consumo interno, mas como o texto explica, com a inadimplência nomes voam ao serviço de proteção e impedem essa saída...

    Sem credibilidade nem vendedor de cachorros quente investem.
    E o INSS está atacando os aposentados enquanto isso...

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  2. Mas a experiência de um velho aposentado diz que nada é feito aleatoriamente. Não creio em erros nas "políticas econômicas". Creio sim em favorecimento a grupos poderosos que emergem astronomicamente enquanto o Brasil afunda.
    Como diria meu falecido avô: "Essas putas véias" tem experiência suficiente para projetar o resultado de suas tomadas de decisão.

    Patriotismo só no Aurélio...

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  3. Só a repetição da Queda da Bastilha evitará a venezuelização do Brasil. O resto é retórica.

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  4. Para mim, não há engano no governo. A estratégia é essa mesma. Se o povo reage, eles voltam mas se não reage, eles continuam a massacrar o povo até o momento correto para dar o golpe definitivo que é uma Ditadura igual à Venezuela. O que impede é a imensidão do Brasil e a seriedade e quietude das Forças Armadas. Não dá para confiar em pitbull pois ele não late. Quando menos esperamos a boca dele já está nos atacando.

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  5. Como diriam os aborígenes da Austrália :

    Cambuta de filhos da pada.

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  6. Mico internacional, sem identidade e povo sem futuro.

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