Receba novas matérias via e-mail adicionando o endereço

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O "pacote" do José Yunes é explosivo!

Crédito da imagem: Estadão

O depoimento espontâneo do José Yunes à Procuradoria Geral do MPF vai dar desdobramento político inimaginável. O depoimento liga o advogado e amigo do presidente Michel Temer à intermediação da suposta entrega de R$ 1 milhão pelo operador do PMDB Lúcio Funaro ao presidente Michel Temer, via José Yunes, à mando do Eliseu Padilha. 

O próprio advogado José Yunes se antecipou à divulgação da delação premiada feito pelo principal executivo da Odebrecht à PGR do MPF.  O assunto se refere ao pedido de R$ 10 milhões, do presidente Michel Temer ao Marcelo Odebrecht, na residência oficial do vice-presidente, na presença do Eliseu Padilha. 

Sabe-se que, dos R$ 10 milhões de contribuições para o PMDB prometido pelo Marcelo Odebrecht, R$ 6 milhões foi entregue para a campanha do Paulo Skaf, PMDB/SP, ao governo do estado de São Paulo, em 2014. A cota de R$ 4 milhões seria destinado ao ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo Dilma, o Eliseu Padilha.  Eliseu Padilha teria repassado da sua cota parte, um montante de R$ 1 milhão, em espécie, num "pacote", supostamente, para o presidente Michel Temer, utilizando-se o escritório do advogado José Yunes. 

Diante da declaração espontânea do José Yunes, a Procuradoria Geral do MPF deve abrir um inquérito para investigar o destino da doação "eleitoral" de R$ 10 milhões para o PMDB, por parte do grupo empresarial Odebrecht. O processo deverá ocorrer no STF por ter o ministro Eliseu Padilha, o foro privilegiado. No ditado popular, José Yunes, quer tirar o dele da "reta", antes que a "bomba" exploda no seu colo. 

O assunto veio como uma "bomba" ao presidente Temer, no momento delicado, da "dança de cadeira" dos ministros e da liderança do governo na Câmara dos Deputados. A semana que seguirá à do carnaval, o assunto José Yunes deverá ferver no Palácio do Planalto e nos bastidores do Congresso Nacional!

O "pacote" do José Yunes caiu como uma "bomba" no colo do Michel Temer. 

Ossami Sakamori

6 comentários:

  1. Não se preocupe Senhor Sakamori que não vai dar em nada. Como é do probo e ilibado PMDB esse tipo de "contribuição" é permitida. Só não poderia receber esse tipo "contribuição" se fosse do PT ou de outro partido de esquerda. Mas para PMDB e PSDB isso é permitido e não vai dar em nada.

    ResponderExcluir
  2. Um gorila, quando se irrita com alguém, lança-lhe cocô, para dizer que não aguenta a presença desse alguém. Em Brasília, parece que se copia o comportamento dos gorilas.

    ResponderExcluir
  3. Yunes se foi mula não sei mas que é inteligente, isso ele é. Fez a declaração justo à véspera do carnaval que até começar o expediente normal já não terá mais o clamor popular. E tudo será como "dantes no quartel de abrantes". Essa tática é antiga. Joga-se uma bomba atras da outra sem parar e o povo se acostuma sem reclamar. Se está dificil pegar Lula, imagine Michel Temer.......

    ResponderExcluir
  4. Cambuta de filho de pada.

    ResponderExcluir
  5. A LINGUIÇA COMENDO O CACHORRO


    Imaginem q o instituto de previdência dos fiscais de praia teve o desplante de ameaçar uma esposa de um fiscal aposentado.
    A falta de serviço é DUCARAI
    Quando se destaca um empregado para vigiar internet a coisa já perdeu o rumo
    Como dizia o velho deitado chinês: ken naceo ko u binghulin tiko un cisko ié Km

    DRA. SUMIU O GANSO NO FIOFÓ

    ResponderExcluir

Não há censura ou moderação nos comentários postados aqui.
De acordo com a legislação em vigor, o editor deste blog é responsável solidário pelos comentários postados aqui, inclusive de anônimos.