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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Bitcoin são para otários !

 

Não gosto de comentar sobre "investimentos especulativos", porque o "dinheiro" é de "quem tem" e cabe a cada um escolher os segmentos para aplicar as suas economias ou capital de investimentos dos setores produtivos.  De tempo em tempo, aparecem "aplicações milagrosas" que rendem centenas de vezes ou até milhares de vezes o capital investido.   O resultado final é que poderá haver, nestes "investimentos virtuais", um final "trágico" para investidores inocentes, que vão na "onda" do momento.  Eu falo do "Bitcoin", a onda do momento.

           Bitcoin é uma "moeda virtual" lançado por um "esperto", que nem me lembro o nome, com estranha e falsa custódia do suposto títulos, um emaranhado de "software" que dificulta a "devassa" nos seus bancos de dados.  A própria dificuldade na "devassa" fez com que a moeda virtual Bitcoin criasse "liquidez" no mercado, apesar de não ter nenhum valor agregado.  O volume de transação nesta moeda digital chegou a tal ponto que a SEC, a CVM dos Estados Unidos admitiu como um "papel", tal qual a tantos outros, para serem negociados pelo menos no âmbito dos Estados Unidos.  O fato do registro da moeda virtual no SEC não dá garantia de rentabilidade e nem garantia da solidez dos ativos.  

           Eu mesmo fui convidado a participar de investimentos em Bitcoin, há cerca de três anos, por um amigo, no que rejeitei de pronto. Depois, soube que o amigo que me convidou para comprar o Bitcoin, perdeu todo o patrimônio construído em décadas como gerente de uma Cooperativa.  Soube através de jornal local de que ele tinha entrado num "golpe Bitcoin", numa suposta "corretora" de moedas virtuais.   

           Explico o motivo porque não acredito nos investimentos das supostas "moedas virtuais", não só Bitcoin.  Bitcoin não tem garantia do Banco Central, de qualquer parte do mundo, isto quer dizer que a referida moeda não tem garantia de nenhum governo.   Justamente, neste vácuo de "desinformação" é que agem os mais "espertos" que levantam US$ bilhões, lançando mão da suposta moeda virtual, o Bitcoin.   A própria grande imprensa, traz informações sobre inúmeros "golpes" praticadas com a suposta moeda, o Bitcoin.  

            Não se pode confundir, com a "moeda virtual", que o Banco Central do Brasil vai lançar em substituição ao papel moeda "real".  A moeda real vai ser lançado como "Drex", cujo nome vem da combinação de letras, "D" de digital, "r" de Real, "e" de eletrônico e "x" que traz a ideia de conexão, associada a tecnologia utilizada.   A moeda "Drex" ao contrário do Bitcoin, tem garantia do Banco Central do Brasil e vai ser moeda de trocas financeiras e comerciais no Brasil e em demais países do mundo.  Não levará muito tempo para que o Tesouro americano lance mão do "Dólar digital".  

          Quem tem suas economias aplicadas em "Bitcoin", recomendo sair correndo, antes que a curva de alta vire para curva de baixa.  Avisado, vocês estão.  Anotem, hoje é dia 29 de fevereiro de 2024 e verão o "lucro" ou "prejuízo" no mês de fevereiro de 2025 ou bem antes.   Aplicação da economia em "Bitcoin" só mesmo para "otários" ou falsos "espertos"!   Eu sei e tenho certeza de que você não é um desses !

            Ossami Sakamori     


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Bitcoin é pirâmide!

Crédito da imagem: Empíricus

Não palpitar sobre como cada um dos leitores deve investir seria a regra de ouro de um analista econômico porque investimento é coisa de decisão pessoal. Cada um sabe o risco e rentabilidade sobre o dinheiro que aplica. Mas, quando os riscos de investimentos são mais do que evidentes, procuro chamar atenção sobre o fato que ocorre no mercado. Fiz assim com a "bolha imobiliária" em inúmeras matérias.  

Hoje, escrevo sobre o "Bitcoin", a dita "moeda virtual". Resolvi escrever porque a Rede Globo fez a matéria no Jornal da Noite, horário nobre, falando da "valorização" expressiva do "investimento", coisa de 1.000%.  Fico muito preocupado que algumas ditas "corretoras" estão indicando o investimento em "Bitcoin" como uma boa alternativa de investimento.

Um "espertalhão" criou e emitiu uma "moeda virtual" com emissão "limitada e criptografada" de um "pseudo" moeda denominado "Bitcoin", fazendo semelhança com as moedas emitidas pelos Bancos Centrais de qualquer país. Exatamente, este é o ponto do "engana trouxa". A emissão de toda e qualquer moeda, física ou escritural, de qualquer país é regulamentado e fiscalizado pelo BIS - Bank for International Settlements ou o Banco de Compensações Internacionais, com sede na Suíça. "Bitcoin", obviamente, não tem respaldo do BIS. 

"Bitcoin" é uma pirâmide criado por alguns "espertalhões". Os que iniciaram a pirâmide ganharam e continuam ganhado dinheiro "sempre" com os novos otários. "Bitcoin" só tem conversibilidade numa mão, ou seja, moeda local compra o "Bitcoin", mas "Bitcoin" não é conversível em nenhuma moeda em nenhuma instituição financeira. Pergunte ao gerente da sua conta se troca o "Bitcoin" em "real"? É capaz de seu gerente denunciar você à Delegacia de Estelionato.

Assim como acontece nas "pirâmides", os primeiros que entraram no "Bitcoin", há cerca de 8 anos ou pouco menos, já realizaram "ganhos exorbitantes". Quem entrar no "Bitcoin" d'agora em diante vai correr o risco de ficar com o "mico" na mão. A Rede Globo está a patrocinar uma outra moeda virtual em substituição ao "Bitcoin". O fim está próximo! Fiquem espertos!

Ossami Sakamori



quarta-feira, 14 de junho de 2023

Bitcoin sob mira da SEC

 

Fugindo um pouco de comentários sobre macroeconomia, hoje vou comentar sobre as moedas digitais, conhecido no mercado financeiro informal como "criptomoedas" ou os "bitcoins".  O assunto é polêmico e não é fácil convencer as pessoas de não entrar em "golpes" que aproveitam da situação de uma "moeda virtual", como alguns que já renderam alguns R$ bilhões ao já conhecidos estelionatários como o "Rei do Bitcoin". 

          Até que enfim, a CVM americana, a SEC entrou na vigilância sobre as moedas virtuais, não supervisionadas, até então.   Todos elas, as moedas digitais, têm uma coisa em comum: "são todos valores mobiliários digitais", onde cabe a intervenção da SEC, a CVM americana e porque não a CVM brasileira.  

        A SEC, a Securities and Exchange Commission entrou na mira dessas moedas digitais, que não seguem regra nenhuma e nem tão pouco dão garantia de uma entidade como Banco Central, de qualquer país.  

          Desta vez, não sou eu a colocar em dúvida, qualquer moeda virtual, mas um órgão de fiscalização do governo americano.   Eu já fiz comentário em 2017 sob o título Bitcoin é pirâmide!  Demorou para as autoridades enxergarem o golpe dos espertos "bancando" serem emissores de "moeda virtual", fazendo vez de Banco Central, sem garantia do Tesouro de qualquer país do mundo.  

         No entanto, o dinheiro é de cada um de vocês.  Apenas, estou a mostrar os novos aspectos de uma moeda virtual digital, que estão servindo para "lavar" dinheiro sujo de traficantes, políticos corruptos e outras atividades ilícitas.

          Ossami Sakamori               

   

 

terça-feira, 12 de março de 2024

Drex será a nova moeda digital

 

O papel moeda como nós conhecemos, as notas de R$5, R$10, R$50, R$100 e R$ 200, junto com as moedas americanas como US$ 100, serão substituídos por moedas digitais até o final deste ano, segundo o Banco Central do Brasil.  É a "digitalização" da moeda, que deverá ser adotada, nos próximos anos por outros países do mundo global.   Isto não acontecerá, repentinamente, de um dia para outro e virá com ampla campanha publicitária feita pelo Banco Central do Brasil.   A rotina da sua vida, vai mudar pouco, porque você já está usando os sues pagamentos pelos cartões de débito ou cartões de crédito. 

          Segundo o Banco Central do Brasil, a Drex vai permitir que vários tipos de transações financeiras seguras com ativos digitais e contratos inteligentes estejam à sua disposição.  Esses serviços financeiros inteligentes serão liquidados pelos bancos dentro da Plataforma Drex do Banco Central, que é um "ambiente" em desenvolvimento utilizando a tecnologia de registro distribuído ou Distributed Ledger Technology (DLT).  Para ter acesso à Plataforma Drex, você precisará de um intermediário financeiro como bancos.  Esse intermediário financeiro é que fará a transferência do seu dinheiro depositado em conta na sua carteira digital do Drex, para que você possa realizar transações financeiras com segurança total.

          A moeda digital Drex terá garantia do Banco Central do Brasil. Isto significa que a moeda digital Drex terá "lastro" ou seja, terá um responsável pela movimentação que é o próprio Banco Central, tal qual acontece hoje como a moeda "real".   A única diferença é que não haverá "papel moeda" para você "guardar" na sua carteira ou guardar nos "cofres" como fazem traficantes de drogas ou os dinheiros ilícitos de corrupção.  Desta forma, não haverá possibilidade de carregar nas "cuecas" como fazem alguns políticos que tentam esconder os dinheiros provenientes de atividades ilícitas.

            O Drex digital será muito diferente das moedas digitais como Bitcoin, que muitas vezes são utilizados em transações ilegais e não tem garantia do Banco Central do Brasil e por nenhum Banco Central do mundo.  Além de Bitcoin serem utilizados em transações ilegais, não tem "lastro" ou "garantia" de um órgão do Governo e enganam a população com a "falsa imagem" de "garimpar as moedas digitais", como se elas fossem garimpos de ouro.   

           O Drex será moeda digital brasileira, que gradativamente, vai substituir a moeda papel "real".  O Drex em sendo moeda do País, terá valorização ou desvalorização conforme a inflação do período como que acontece com o Real papel moeda.   Creio que o Banco Central dará prazo para recolher o Real papel.  Isto virá com uma ampla divulgação pelo Banco Central e pelos ministérios da área econômica como Planejamento e Fazenda.

           Drex será a nova moeda digital.

           Ossami Sakamori