sábado, 9 de janeiro de 2016

Inflação ao ritmo de lepo lepo!

Crédito da imagem: Estadão

A inflação oficial, o IPCA, fechou o ano em 10,76%, dois dígitos, como temia o mercado financeiro. Os vilões foram a cebola, o tomate e a batata, que subiram acima da média. Nem vou citar aqui, os outros itens que puxaram o índice para cima. A inflação está causando o efeito descrito na música "lepo lepo". 














Ah eu já não sei o que fazer
Duro, pé-rapado e com o salário atrasado
Ah eu não tenho mais pra onde correr
Já fui despejado, o banco levou o meu carro
Agora vou conversar com ela
Será que ela vai me querer?
Agora vou saber a verdade
Se é dinheiro, ou  é amor, ou cumplicidade.

o meu prognóstico do início do ano de 2015, infelizmente, veio concretizar. Disse em fevereiro de 2015, que a inflação iria bater próximo de dois dígitos (10%). E bateu.

A inflação "lepo lepo" deste ano, vai bater nos 15% em algum momento do ano de 2016. É provável que, no final do ano, recue para próximo de 10%, novamente.

Apesar de desmentido por parte do governo, o recuo da economia em 2016 será próximo de 3%. Levando em consideração que o custeio da máquina do governo cresce, em termos reais, cerca de 6% ao ano, o País experimentará um novo "déficit fiscal" recorde. Estimo que o déficit primário será algo acima de R$ 200 bilhões em 2016. O governo Dilma vai cobrir o déficit primário com emissão de novos títulos da dívida pública como fez em 2015. O rombo do Orçamento em 2015 foi de R$ 120 bilhões. 

O presidente do Banco Central Alexandre Tombini já avisou ao mercado financeiro que tentará segurar a inflação com o aumento da taxa básica de juros Selic. O governo Dilma cobrirá o rombo de 2016 com novas emissão de títulos da dívida pública. Acontece que os títulos da dívida pública no Brasil tem liquidez imediato, mesmo que o prazo contratado seja de médio ou longo prazo. Isto equivale que, no Brasil, à emissão de papel moeda. Pior, em ritmo frenético. Tal qual ritmo do "lepo lepo". Tal qual, no governo Sarney. 

O financiamento dos gastos do governo com emissão de títulos públicos, alarga a base monetária. Alargando a base monetária, inflação comerá solto. Será no ritmo "lepo lepo". Inflação em alta, tornará a letra do "lepo lepo" uma realidade para os brasileiros, de renda média e baixa. O governo Dilma encontrará dificuldade em controlar a inflação de 2016.

Agora vou saber a verdade
Se é dinheiro, ou  é amor, ou cumplicidade.

SakaSakamori









@SakaSakamori



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Desagravo à Polícia Federal.


MANIFESTO DOS DELEGADOS DE POLICIA FEDERAL CONTRA O DESMONTE E EM DEFESA DA POLÍCIA FEDERAL. 

Os Delegados de Polícia Federal, que este subscrevem, vêm manifestar, perante toda a sociedade brasileira, a sua indignação com o tratamento dado à Polícia Federal pelo Governo Federal – Ministério do Planejamento (MPOG).
Há alguns anos, observamos a redução dos investimentos na PF e a carência sistemática de recursos, inclusive, para a manutenção das atividades rotineiras da instituição.
Não são poucos os casos de suspensão ou cancelamento de contratos de prestação de serviços básicos, como aluguel das Delegacias, fornecimento de energia e, até mesmo, abastecimento de água em nossas unidades. Isso sem falar na suspensão, redução ou cancelamento de grandes projetos estruturantes fundamentais para a Segurança Pública e proteção das fronteiras nacionais.
Enfrentamos, ainda, carência extrema de recursos humanos, sendo que há quase 500 (quinhentos) cargos vagos somente da carreira de Delegado de Polícia Federal, o que corresponde a 30% de todo o efetivo atual, sendo que a realização do concurso público depende, exclusivamente, de ato do MPOG e da existência de orçamento.
Não podemos deixar de comentar o desestímulo ao ingresso e à permanência nas carreiras da Polícia Federal diante da falta de um tratamento digno, o que provoca grande evasão, desmotivação e progressiva redução da qualificação dos membros da instituição, em descompasso com outros órgãos da União que vêm recebendo atenção prestigiada do governo federal.
O descaso com a instituição se torna ainda mais flagrante quando se observa que, nos últimos sete anos, não foi aberta nenhuma nova unidade da Polícia Federal. Diferentemente do que ocorreu em outras instituições que também atuam na área de justiça criminal, como a Justiça Federal, o Ministério Público e a Defensoria Pública da União, os quais vêm se expandindo e se instalando por todo o interior do país e suas fronteiras, a Polícia Federal ficou estagnada.
Esse encolhimento institucional da PF restou recentemente evidenciado com o veto ao artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias que previa as residências funcionais em faixa de fronteira para a Polícia Federal, mantendo a permissão apenas para Juízes Federais e membros do Ministério Público da União. Outra evidência do descaso foi demonstrada com o corte de cerca de 133 milhões de reais do orçamento da Polícia Federal.
Embora seja notória a crise econômica por que passa o país, não é possível concordar com os cortes e contingenciamentos impostos à Polícia Federal, visto que, mais do que despesas, os recursos aportados na instituição representam investimento em um dos mais relevantes direitos da cidadania – a segurança – sem o qual não é possível exercer, em sua plenitude, nenhum dos demais direitos individuais.
As grandes operações de combate à corrupção permitem a recuperação de elevadas somas desviadas, bem como que novos desvios aconteçam. Somente com a Operação Lava Jato mais de 2.5 bilhões de reais já foram recuperados, enquanto se estima que por meio da Operação Zelotes mais de 25 bilhões de reais deixaram de ser desviados pela corrupção.
Diante desse cenário, os Delegados de Polícia Federal se veem obrigados a levar à sociedade o sentimento de que pode estar em curso o que já se denomina “OPERAÇÃO DESMONTE DA POLÍCIA FEDERAL”, para que todos os brasileiros permaneçam atentos e se engajem na defesa da instituição mais bem-avaliada do país.
Somente com a garantia de autonomia orçamentária, financeira e funcional a Polícia Federal estará imune às situações nesse Manifesto descritas.
NOTA DIVULGADA NO SITE DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
A Polícia Federal esclarece que a proposta orçamentária para 2016, consolidada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão com o apoio integral do Ministério da Justiça, contemplava os montantes necessários ao desenvolvimento pleno de todas as atividades do órgão.
Ocorre que, no trâmite do processo legislativo no âmbito do Congresso Nacional, houve corte de 151 milhões de reais referentes ao custeio da PF, por parte do relator do projeto da Lei Orçamentária Anual.
Em razão do corte orçamentário levado a efeito pelo Poder Legislativo, o Diretor-Geral da PF reuniu-se com o Secretário Executivo do Ministério da Justiça, que já solicitou ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão a reposição no orçamento, para que não ocorra nenhum prejuízo às operações e projetos de melhoria e desenvolvimento da PF.
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou que aguardará a aprovação da Lei Orçamentária Anual para providenciar a recomposição no orçamento da PF, seguindo os trâmites necessários.

EDITORIAL
Muito estranho o corte do orçamento destinado à Polícia Federal, justamente, no momento em que as Operações Lava Jato, Zelotes e Acrônimo estão produzindo resultados surpreendentes, numa força tarefa entre o Ministério Público Federal e a Polícia Federal. Sem antes, lembrar que as Operações são conduzidas pelos notáveis juízes federais de Curitiba, Brasília e Belo Horizonte. 
Coincidência ou não, as Operações citadas estão chegando próximo ao "núcleo do poder" da facção criminosa que está permeada nos três poderes da República. Nem é preciso identificar as pessoas vinculadas à facção criminosa estão vinculadas ao PT, porque a imprensa já vem divulgando o resultado das ações da Justiça Federal de Curitiba, Brasília e Belo Horizonte. 
As ações eficazes da Polícia Federal parecem incomodar o governo Dilma, porque as investigações estão chegando cada vez mais próximo às portas do Palácio do Planalto. O corto do orçamento da Polícia Federal é uma intimidação do Palácio para que as Operações conduzidas pela Instituição não logre êxito completo. Em linguagem chula, seria como que o Palácio do Planalto estivesse aplicando "castigo" para Polícia Federal pelo êxito nas Operações.
Conclamo o povo brasileiro para manifestar o apoio aos pleitos da Polícia Federal, para que, com a ações efetivas e eficazes das Instituições, possa a instituição "ir ao fundo" as investigações para passar o País a limpo. Há que realizar uma faxina nos três poderes da República, para que possamos colocar o Brasil no seu caminho normal, do estado de direito, conquistado às duras penas.
Meus caros componentes da corporação Polícia Federal, o povo brasileiro está solidário com o pleito de vocês, mais do que justo! Vocês contam com o apoio de todos nós! 

Os leitores que quiserem manifestar, poderão fazê-la, colocando comentário no espaço próprio no rodapé deste blog. Estamos na mesma trincheira da normalidade democrática.
Ossami Sakamori







quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Cardozo blinda Dilma e Lula da Operação Lava Jato.


Nos bastidores do poder.

O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse a um advogado de empreiteira que a Operação Lava Jato iria tomar outro rumo, depois do carnaval e, portanto, ele desaconselhava que os executivos presos partissem para delação colaborativa antes daquele prazo. A recomendação do ministro estava fundamentada numa Instrução Normativa que ele ajudou a elaborar e que iria ser editada.

O advogado geral da União, Luís Inácio Adams, sob ordens do ministro da Justiça Eduardo Cardozo, da presidente Dilma e do Lula da Silva, redigiu a Instrução Normativa para beneficiar ambos últimos. Por esta Instrução Normativa, o TCU analisaria com a CGU, os acordos de leniência entre empreiteiras e a União. O acordo garantiria que os feitos do acordo entre empreiteiras condenadas na Lava Jato e a União, no âmbito da CGU, não serão anulados pelo TCU. Assim, possibilitaria que as empreiteiras condenadas, voltar a firmar contratos com a União, desde que cumprissem algumas poucas exigências. 

Em síntese, a Instrução Normativa iria prever que: 
a) Os acordos de leniência podem ser feitos diretamente com a CGU, sem passar pela Justiça;
b) Nos termos do acordo de leniência, as empresas se obrigariam a reconhecer que praticaram os crimes, no entanto, fazendo pagamento das multas poderiam continuar a celebrar contratos com os governos em qualquer nível;
c) O acordo de leniência permite que as empresas não se obrigariam contar além do que já foi declarados na Justiça. 

Esta é a grande jogada do Lula da Silva e da presidente Dilma para ambos ficarem livres de uma eventual "delação colaborativa" das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato contra eles. O Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Lava Jato em curso em Curitiba, é de parecer contrário à medida, porque as condenações na Justiça Federal, sob batuta do juiz Sérgio Moro, perderiam a eficácia das punições contra empreiteiras. As condenações das empreiteiras ficarão, com a Instrução Normativa, adstritas no âmbito criminal dos seus respectivos executivos.

Esta armação da facção criminosa é mais uma que passa despercebida pela grande imprensa. Isto blindará a presidente Dilma e Lula da Silva de uma eventual delação colaborativa dos executivos das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, sob acordo tácito com o ministro José Eduardo Cardozo. A medida foi feito "sob medida" para atender aos interesses pessoais da presidente Dilma e do ex-presidente Lula da Silva. 

O advogado geral da União Luís Inácio Adams e ministro da Justiça José Eduardo Cardozo fazem com esta Instrução Normativa, blindagem da Dilma e do Lula para que ambos fiquem fora das delações colaborativas das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, sob acordo tácito, nos bastidores do poder. 

Ossami Sakamori












Dólar vai a R$ 5 !


Onde vai parar o dólar? É a pergunta recorrente no mercado financeiro e no meio empresarial. A população já sentiu que a moeda brasileira caiu na "real" (realidade). Dólar barato era pura ilusão, fazia e faz parte do governo do PT de produzir a "sensação do poder de compra" da população. Mas, a casa caiu!

O relatório do Banco Central do ano de 2015, mostra que o Banco Central, fez gasto líquido de R$ 89,6 bilhões para tentar segurar o dólar. Refiro-me ao mecanismo denominado de "swap cambial tradicional". Este blog já alertava aos leitores sobre o mecanismo de intervenção no mercado de câmbio, que começou a ser utilizado em junho de 2013, para reduzir o impacto da economia em deterioração, já demonstrada há mais 2 anos e meio. 

Nunca é demais explicar aos leitores, o que seja o título denominado "swap cambial tradicional". Apesar de título ser denominado título cambial, não é título em dólares. O "swap cambial tradicional" é um título de emissão do Banco Central com vencimento pré-fixado, normalmente de curto prazo (menos de 6 meses), cuja remuneração é baseado em variação cambial do período e liquidação em real no vencimento. Por isso, faço referência ao "swap cambial" como dólar "fake" (falso). 

Este tipo de mecanismo, deveria ser utilizado em momentos de tensão ou crise cambial. Ele é um mecanismo legítimo. Nada contra a emissão de "swap cambial tradicional" para resolver problemas pontuais agudas no mercado de câmbio. Quando o mecanismo torna-se permanente, perde a eficácia da intervenção cambial. O que acontece com o "swap cambial tradicional" utilizado pelo Banco Central. O swap cambial virou "carne de vaca" e perdeu o sentido da utilização como mecanismo de intervenção.

O Banco Central pode utilizar-se da reserva cambial para fazer intervenções para normalizar situações atípicas de crise cambial. A reserva cambial no último dia 5, terça-feira, estava  em US$ 368 bilhões. O estoque do swap cambial varia diariamente, mas estima-se em cerca de US$ 100 bilhões. Não entendo como o governo vem utilizando mecanismo de intervenção, se há reserva cambial, aplicado maior parte em títulos do Tesouro americano. Isto é erro da política monetária do Banco Central do Brasil.

A alternativa para "swap cambial tradicional" seria a venda pelo Banco Central do "dólar futuro" que é título com compromisso de entrega do dólar "spot" (à vista) no dia do vencimento. Mesmo assim, a emissão de título do "dólar futuro" não deve ser um instrumento de intervenção permanente. O Banco Central não tem função de "especulador financeiro". A função do Banco Central é defender a estabilidade da moeda local ou seja defender o real, deixando o câmbio flutuar livremente, como tese.

A cotação do dólar, ontem, com intervenção do Banco Central com o "swap cambial tradicional", fechou cotado a R$ 4,04. Se o Banco Central "soltar" o mecanismo de intervenção, o dólar deve flutuar livremente e alcançar o patamar de R$ 4,50 com maior facilidade. Sem intervenção do mercado de câmbio, utilizando-se apenas da reserva cambial, o dólar vai subir para patamar de R$ 5, que seria desvalorização de 25% em relação a cotação do início do ano. Não seria nada espetaculosa.

Dólar a R$ 5, está ainda longe de alcançar em valor real (descontado inflação) ao dólar do "efeito Lula" em 2002 que bateu R$ 3,99, corrigido para hoje seria R$ 9,28. Por aí, vocês podem verificar que o dólar a R$ 5 é uma previsão conservadora. 

A notícia de hoje, de que a Bolsa da china, teve forte queda, novamente, a Bolsa brasileira sofrerá nova queda e o dólar deve disparar em direção a R$ 5, no curto prazo (3 meses). 

Ainda tem gente que acha que torço pelo "quanto pior, melhor" ou que prego a "apocalipse". Nada disso. Os meus pés estão plantados no "chão", desde o início deste blog, em 2012. Infelizmente, as minhas previsões tem-se confirmado com 90% de acertos.

Ossami Sakamori












quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Jaques Wagner é o coelho da cartola.


O ministro chefe da Casa Civil do governo Dilma, alertou aos agentes econômicos que não há "coelho na cartola", referindo-se à expectativa de anúncio de novas medidas na economia, em função da troca de comando do Ministério da Fazenda. Ele é o próprio "coelho da cartola".

De fato. O governo Dilma vem encontrando dificuldades na execução da política econômica, se é que tem alguma. O governo Dilma fechou o primeiro ano do segundo mandato com "déficit primário" de R$ 120 bilhões. "Déficit primário" é o dinheiro que falta para fechar o Orçamento fiscal em equilíbrio. Na conta do "déficit primário" não conta o pagamento de juros e principal da dívida pública federal. 

Em 2015, o "déficit primário" foi escamoteado pelas pedaladas fiscais. As pedaladas fiscais não são nada mais do que "saques à descoberto" pelo Tesouro para pagamento de encargos da União, sem que fosse contabilizado como despesa do governo. 

Jaques Wagner foi o responsável pela transparência nos Orçamentos fiscais do governo Dilma. Cada dia que passa, o Jaques Wagner, ministro da Casa Civil do governo Dilma, ex-governador do estado da Bahia, está exercendo função do "primeiro-ministro" do governo Dilma. Ele é o próprio "coelho da cartola". 

Resta a dúvida de até onde a presidente Dilma vai deixar o ministro chefe da Casa Civil Jaques Wagner exerça a função de primeiro-ministro. Dilma não tem perfil psicológico de dividir o holofote da imprensa. Não vai demorar muito que o "coelho da cartola" seja sacrificado em breve. Em breve, teremos "coelho assado" à Dilma na política brasileira.

Ossami Sakamori












Venezuela, o fim do "chavismo".


Ontem, teve a empossamento dos membros do Congresso Nacional da Venezuela. A oposição conseguiu a maioria absoluta das vagas do parlamento venezuelano. Só para lembrar o "chavismo", hoje representado pelo sucessor Nicolás Maduro, está no poder desde 1999. 

A vitória da oposição na Venezuela faz parte da sequência de mudanças no quadro político da América do Sul. No mês passado, a Argentina deu posse ao Maurício Macri como presidente da República, quebrando o domínio dos Kirschner, no poder desde 2003.

Em Brasília, o Ministério de Relações Exteriores emitiu nota em ralação à mudança de composição do Congresso Nacional, ressaltando a confiança de que será "plenamente respeitada a vontade soberana do povo venezuelano". Um posicionamento inesperado, mas tem as suas razões.

A primeira impressão é de que o governo do PT, no poder desde 2003, esteja dato guinada para a direita. Essa nota do Itamaraty tem dois motivos. O primeiro motivo, o mais importante, é tentar melhorar a imagem do governo Dilma no exterior, desgastado com a ladroagem na Petrobras e nas contas fiscais com "déficit primário". O segundo motivo, isto parece ser mais forte, Dilma quer tirar o protagonismo do Macri, no novo cenário político regional. 

A conclusão é que o "populismo" na América do Sul está chegando ao estado de exaustão. A população sul-americana não está mais aguentando o "falso socialismo". O quadro político no Brasil não está dissociado ao quadro político da região. Os movimentos de ruas e as pesquisas de aprovação do governo Dilma, demonstra claramente, que o clima é de mudança no Brasil veio para ficar.

Em 2016, haverá eleições municipais e possível também a eleição para presidente da República, em função da cassação de registro de chapa Dilma/Temer pelo TSE ou impeachment da Dilma. pelo Congresso Nacional.

Pelo que parece, o vento minuano veio para ficar!

Ossami Sakamori














segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Dilma leva o Brasil à depressão.


O ano começou mal para o mercado financeiro internacional. No primeiro dia útil, as principais bolsas do mundo fecharam em baixa. O dia iniciou com a Bolsa chinesa em baixa. A bolsa europeia e americana acompanharam a tendência da bolsa chienesa. No Brasil a Bolsa operou em baixa durante todo o dia e teve alta acentuada na cotação do dólar.

No front interno, as coisas estão cada dia pior. O empresariado não estão mais acreditando na melhora da economia para este ano. O motivo é a falta de apoio político da presidente Dilma somado aos indicadores econômicos negativos do momento. O Brasil está entrando em estado de depressão.

Os principais entraves para crescimento econômico para o País, no curto prazo, são: alta taxa de inflação (acima de 10%); alta taxa de juros dos títulos do governo (Selic acima de 14%); índice alarmante de desemprego no País (expectativa de 14 milhões ainda este ano) e "déficit primário" do governo federal esperado para o ano de 2016 nas estratosfera (R$ acima de 200 bilhões).

Qualquer um dos indicadores sozinhos, já seria catástrofe para a economia do País. Imaginem todos os indicadores juntos, acontecendo simultaneamente. O governo Dilma com baixo índice de aprovação, ao redor de 10%, não tem força política para mudar o quadro da economia. Nem mesmo a vaca tossindo. 

O Brasil não está preparado para aguentar a conjuntura econômica interna, nem o apoio político necessário para superá-la. A notícia de hoje, vindo da China e das principais economias do mundo, demonstra que o mundo não está preparado para enfrentar conjuntura desfavorável da China, a segunda economia do mundo. Somado tudo, resta o caminho da depressão da economia para o País.

Dilma é a pessoa que levou o País para depressão.

Ossami Sakamori











domingo, 3 de janeiro de 2016

PT e PSDB travam guerra no Bolsa Família.

Crédito da imagem: Estadão

Um dia é do caçador, outro dia é da caça. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, aquela que baliza a Lei de Orçamento Anual de 2016, foi publicado na edição extra do Diário Oficial da União em 31 de dezembro, com veto à correção do Bolsa Família correspondente ao IPCA entre maio de 2014 a novembro de 2015. O governo Dilma rejeita a adoção do IPCA como indexador ao programa "carro chefe".

De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada, prevê gastos no programa Bolsa Família gasto de R$ 28,8 bilhões para atender 13,9 milhões de famílias. Hoje, o programa faz repasse médio mensal de R$ 164 por família. Com o aumento da verba prevista, a renda média mensal das famílias atendidas pelo Bolsa Família passaria para média mensal de R$ 172. O aumento médio mensal por família seria de R$ 8.

A oposição aproveitou para fazer crítica ao governo Dilma, no sentido oposto ao que prevê a Lei de Diretrizes Orçamentárias sancionada pela presidente Dilma. A oposição liderada pelo PSDB/DEM, iniciadora do programa social, ainda no governo FHC, passou da posição de caça para a posição de caçador.

Disse o líder da minoria na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo, PSDB/PE: "Se não tivesse cometido tanta irresponsabilidade fiscal, teria evitado mais este constrangimento" se referindo ao aumento pífio no programa Bolsa Família, noticiou Estadão.

O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho, PE, dique que "a medida manda a conta para os mais pobres" sem que haja contrapartida do governo, segundo o jornal Estadão.

"Em momento de grave crise, os primeiros a sofrer são os que mais necessita, ou seja, os beneficiários do Bolsa Família", disse o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, ainda segundo o jornal Estadão.

Inverteu-se a posição entre o PT e PSDB, sobretudo neste primeiro ano do segundo mandado da Dilma. Enquanto se destina verba de R$ 28,8 bilhões para Bolsa Família, o setor bancário e empresas beneficiárias do BNDES, um conjunto de poucas famílias abastadas do Brasil receberão cerca de R$ 250 bilhões de transferência de renda. Esta transferência de renda dos pobres para ricos exacerbou no governo do PT. 

Não custa lembrar que ambas transferências são pagas pelos contribuintes. A política econômica equivocada do governo Dilma custará para cada brasileiro e para cada brasileira, neste ano de 2016, cerca de R$ 1.360. Cada bebê que nasce em 2016, terá que arcar o encargo como cidadão ou cidadã. Triste, mas é a realidade!

No meio do tiroteio entre PT e PSDB, quem paga o pato somos nós, contribuintes. Somos os próprios "patos mancos" da história. 

Ossami Sakamori














sábado, 2 de janeiro de 2016

Na crise, faça o Orçamento doméstico!

 Crédito da imagem: UOL


Sabemos criticar o governo pelo não cumprimento do Orçamento Fiscal. Criticamos as pedaladas fiscais. Criticamos o governo pelo "rombo" das contas do governo. Criticamos o governo pelo "déficit primário". Estamos incentivando o Congresso Nacional o impeachment da Dilma. No entanto, não conseguimos equilibrar o orçamento doméstico. 

Hoje, vou enveredar no campo que não é da minha especialidade, a economia doméstica. Meu conhecimento é na macro-economia, especificamente, na área da política fiscal e monetária. No entanto, a demanda pelo instrumento da economia doméstica estão cada vez mais solicitada. Resolvi, então, fugindo de qualquer rigor científico ou técnico, adaptar as mesmas premissas da macro-economia para a micro-economia. 

Eu poderia montar uma planilha em Excel, de um planejamento do orçamento familiar, assim como faz o governo federal com o Lei Orçamentária Anual. Poderia fazer o planejamento separando em blocos, os itens das despesas de gastos da família, mas não vou fazê-la. Já entreguei planilha de orçamento familiar para pessoas mais próximas, mas o resultado não foi eficaz. As pessoas não tem noção do que seja um planejamento. Acham aquela planilha muito complicada ou melhor acham muito difícil fazer o controle do orçamento doméstico, de acordo como manda a regra contábil.

Já que ninguém quer fazer o planejamento orçamentário, vamos adotar uma fórmula muito simples. Vamos partir direto para execução orçamentária. 

Primeiro de tudo, compre um caderno, qualquer caderno, para anotar as despesas realizadas no mês. Ou abra uma planilha de Excel, onde possa lançar todas as despesas do mês, indiscriminadamente, na sequência da data em que foi feito o pagamento seja em forma de dinheiro, cartão de débito ou cartão de crédito. Nem precisa comprar livro ou ficha de conta corrente. 

Comece ainda este mês! Lance a despesa que foi feito ontem, dia 1º de janeiro, retroativamente. Faça lançamento em ordem cronológica dos gastos. No início, até pegar o jeito, anote apenas os ítens em globo para cada despesa realizada. Anotem por exemplo, os gastos em: supermercado; padaria; almoço em restaurante por quilo; gasolina; ônibus; loja de roupa; aluguel; impostos; condomínio; água; luz; mesada dos filhos; prestação do carro; prestação de eletrodomésticos; etc., etc.

No final do mês, junte os itens comuns e anote os gastos em cada um deles. Terá que fazer resumo do que gastou, em itens. Não esqueça de acrescentar um item que passa despercebido. Falo dos gastos que são surrupiados, sem que você perceba. Falo dos descontos dos empréstimos em geral (consignados ou não), que já vem descontado da folha. Anote também, diversos débitos que você autorizou o banco a realizar direto na conta corrente. Os gastos de cartões de créditos, não precisa anotar, porque ao fazer a compra você já anotou os itens das despesas. No entanto, veja a fatura do cartão de crédito os juros que você pagou em fazer pagamento mínimo e anote como despesas financeiras. 

Feito isto, você sabe exatamente o total dos gastos domésticos. Verifique se você não está gastando mais do que ganha. Se você estiver gastando mais do que ganha, debruce nos itens que você pode cortar para  o mês seguinte. Execução do orçamento doméstico é como Orçamento Fiscal do governo federal que tanto criticamos. Aliás, deveria ter Lei de Responsabilidade Fiscal no orçamento doméstico. Muita gente vai para o impeachment.

Verifique também, que alguns itens não são presentes em todos os meses do ano. Independente do que você ganha, destine um percentual da sua renda e deposite em caderneta de poupança no banco que você não tem conta corrente e cartão de débito ou cartão de crédito. Estabeleça você mesmo o mínimo de depósito, pode ser valor irrisório como R$ 100 para começar. Faça isto todos os meses. Mesmo depositando o mínimo por mês, no final do ano, você terá poupado R$ 1.200 mais os juros médios de R$ 36. Na esfera do governo federal se denomina "superávit fiscal". 

No próximo mês, você faz a mesma coisa. É um saco, mas você não pode desistir. Você deve persistir! Faça exatamente como foi feito no mês anterior. Você pode fazer aperfeiçoamento nos lançamentos dos gastos, de tal forma que você tenha visão exata da execução orçamentária doméstica. 

No terceiro mês, você faz os lançamentos na fórmula aperfeiçoada, que você mesmo fez, para poder entender melhor. Estes lançamentos dos gastos mensais, no final do terceiro mês, vai lhe dar noção mais exata em quais itens você pode interferir para poder fazer a economia para os meses que restam do ano. Você faz a função do ministro da Fazenda. Se você não consegue fazer isto, pare de criticar o ministro da Fazenda.

No final de doze meses, baseado na planilha de gastos, você pode enfim fazer o "plano orçamentário" para o próximo ano, discriminando em itens que você mesmo os criou. Tanto o "plano orçamentário" como "despesa orçamentária" terão que ser feitos, exatamente, como você mesmo possa interpretar e fazer o uso como como instrumento de planejamento da economia doméstica. Você já está entrando na área do ministro de Planejamento. 

Um dica extra. Para quem já possui "reserva" acima de R$ 5.000, aplique em Tesouro Direto, em qualquer banco de porte, como BB, CEF, Itaú ou Bradesco. Fale diretamente com o gerente do banco, para escolher o prazo de aplicação. Escolha um prazo entre 6 meses a um ano. Não coloque dinheiro em bancos com pouca credibilidade. Apesar de aplicações bem feitas, você pode perder dinheiro. 

Feito isto, você estará como gente grande. Você poderá estar apto a criticar o ministro de Planejamento e de Fazenda. 

Bom proveito e sucesso!

Ossami Sakamori













sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Economia BR. Inflação no mês de janeiro.


À partir de hoje, o salário mínimo está valendo R$ 880. O aumento foi de 8,84% em relação ao do ano de 2015. O salário mínimo produz o efeito cascata na economia, porque muitas tarifas do governo estão indexado ao salário mínimo. O aumento do salário mínimo deve refletir no IPCA de fevereiro. Os produtos de consumo, vão antecipar o aumento para este mês de janeiro.

À partir do dia 9 deste mês, a tarifa básica de transporte coletivo na cidade de São Paulo vai subir de R$ 3,50 para R$ 3,80, com aumento de 8,57%. À partir de amanhã, a tarifa básica de transporte coletivo na cidade de Rio de Janeiro vai passar de R$ 3,40 para R$ 3,80, com aumento de 11,7%. O índice de aumento das tarifas do transporte coletivo das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro entrará na consideração do IPCA do mês de janeiro.

Já está em vigor desde último mês de dezembro, o aumento de impostos sobre bebidas quentes como vinhos e bebidas destiladas. O aumento de impostos traz reflexo no preço de venda dos produtos. Em nível de consumidor, o preço das bebidas quentes deverá elevar em cerca de 10% ou mais.

A presidente Dilma sancionou a lei de conversão da Medida Provisória editada em setembro do ano passado, sobre o aumento de impostos sobre produtos eletrônicos, entre eles os aparelho de telefones celulares. O aumento de PIS/Confins passou de 9,25% para 11,75%. Este aumento já refletiu no aumento do IPCA de novembro do ano passado, mas vale o registro.

Em diversas cidades, os proprietário de veículos estão recebendo o boleto de IPVA de víeuclos, com aumento próximo da inflação de 2015. Os consumidores estão recebendo, também, o boleto de pagamento de IPTU, com valores corrigidos próximo da inflação de 2015. O aumento médio é de 10% em cada um dos impostos citados. 

Os pais de famílias que tem filhos matriculados em escolas particulares, estão recebendo a tabela de reajustes das mensalidades, em média 10%. Os transportes de estudantes, igualmente, estará sendo reajustado, em média 10%. Este reajuste deverá refletir no IPCA de fevereiro e março.

Os contratos de alugueis que vencem este mês, estarão sendo reajustado, acima de 10%. O índice de reajuste oficial de alugueis segue o IGPM, que em novembro registrou 10,69%. Os reajustes de alugueis entram na composição da inflação ao longo do ano. 

Diante de tantos reajustes, os produtos dos supermercados deverão sofrer média de aumento de 10%, já neste mês de janeiro. Os produtos de feiras também deverão sofrer acréscimo acima de 10% por conta do aumento do salário mínimo. Normalmente, os supermercados e feirantes fazem reajustes preventivos, agravando ainda mais a inflação.

Inflação inercial é isto. Os produtos e serviços são reajustados pela inflação passada e não pela expectativa da economia do futuro próximo. Novos reajustes virão com o aumento de combustíveis previsto para o mês de fevereiro ou março próximo. Os reajustes de tarifas de energia virão no decorrer do ano, acima da inflação.

Oficialmente, não há indexação no País, mas na prática, ela existe. A indexação é componente principal da inflação. 

Estão aí, os motivos que me leva a projetar a inflação de 2016, ligeiramente inferior a 10% (dois dígitos), contrariando o governo que projeta inflação de 2016, dentro do "teto da meta" de 6,5%. 

A presidente Dilma disse na rede social, que tem esperanças no ano de 2016. A nossa esperança é que a Dilma esteja fora do governo, ainda no primeiro semestre deste ano. O País não aguenta mais o governo Dilma!

Ossami Sakamori













Dilma quer se tornar mártir !

Feliz Ano Novo, para os leitores e leitoras!


Hoje, 1º de janeiro de 2016, amanheci com disposição de continuar na trincheira do resgate do País da facção criminosa que tomou o poder da República. A imprensa dá destaque à postagem da presidente Dilma na rede social, em que reconhece a dificuldades que passou em 2015 e se diz esperançoso para o novo ano, se referindo ao que dá início hoje. Disse ainda a Dilma que o País é "maior do que interesses individuais e de grupos"* (vide comentário no rodapé).

Vamos lembrar que Dilma Rousseff foi responsável pelos indicadores negativos do primeiro ano, do segundo mandato como presidente da República. Os indicadores, ainda não são definitivos porque o ano de 2015 fechou ontem, mas dá para considerá-los como verdadeiros, com mínimo de margem de erro. Retração da economia de 3,86% do PIB, taxa Selic de 14,25%, inflação de 10,72% e déficit público de R$ 120 bilhões. 

Ao contrário do que imagina a presidente Dilma, o ano de 2016 será marcado com indicadores negativos, já esperado pelo mercado e pelo próprio governo. Serei irresponsável concordar com alguns números projetados pelo mercado e pelo governo, sem ao menos fazer devido comentário. Venho ajustando os números da economia, baseado em fatos novos que são noticiados na imprensa. 

A recessão pegou fundo. Não há nenhum fato novo, senão a troca de ministro da Fazendo, numa troca de 6 por "meia dúzia". Isto não justifica o otimismo da presidente Dilma. E não será culpa da oposição, como quer presidente insinuar, sobre o atual e o futuro desastre na economia. O País padece da política econômica equivocada do governo Dilma. Aliás, este blog foi aberto para denunciar esses fatos em fevereiro de 2012, já que o editor deste está censurado nos principais jornais de circulação nacional.

A minha primeira estimativa para os indicadores para o ano de 2016, alguns em concordância com o próprio governo e outros em total divergência. A retração da economia do País deverá ser superior a 3% do PIB, taxa Selic de 15%, inflação ligeiramente inferior a 10% (dois dígitos) e "déficit primário" ao redor de R$ 200 bilhões. O mais grave indicador é o desequilíbrio das contas públicas. 

Os indicadores previsto pelo governo e por mim, serão sentidos pela população no decorrer do ano. O desemprego do País deverá atingir entre 14 milhões e 18 milhões até o mês de junho, os juros bancários deverão alcançar percentual maior do que 2015, inflação do bolso de 30% e aumento ou criação de novos impostos. É inexorável o aumento de gasolina no mês de fevereiro, cujo acumulado do ano de 2016, deverá estar acima do índice inflacionário. Está previsto também, o aumento de conta de luz, no mínimo 20% durante o ano. Estes últimos deverão refletir no índice inflacionário no final deste ano.

Para os indicadores econômicos projetados por mim, levou-se em conta a "permanência" da Dilma na presidência da República nos próximos 12 meses. Um eventual impeachment pelo Congresso Nacional ou cassação da chapa Dilma/ Temer pelo TSE, fica totalmente invalidados os indicadores aqui anunciados. O Brasil passa por "crise moral e de credibilidade" com a Dilma na presidência. A política e a economia são dinâmicos. Qualquer alteração no cenário político haverá alteração no cenário econômico. Vocês a terão com antecedência acompanhado de análise deste que escreve. 

Chamo atenção para enigmática fala da  Dilma: "País é maior do que interesses individuais ou de grupos". O Brasil já assistiu dois episódios tristes da vacância de cargo de presidência da República, justificada pelas supostas existência de "inimigos ocultos" que impediram de continuar nos cargos. Refiro-me aos episódios do suicídio do presidente Getúlio Vargas e à renúncia do presidente Jânio Quadros. No meu entender, foram atitudes covardes dos citados presidentes.  A denúncia da Dilma, de existência oculta de indivíduos ou grupos de pessoas querendo desestabilizar o governo é uma tática de guerrilha. É uma justificativa antecipada de eventuais fracassos. 

*Até pode ser a estratégia da Dilma de colocar os "inimigos ocultos" contra ela, na tentativa de entrar na história do Brasil como mártir. Faz parte da personalidade doentia da presidente Dilma, multipolar! Da Dilma pode-se esperar tudo!

Ossami Sakamori